Assistência Social Q-Previne. Atuação Coletiva na Prevenção de Violências Autoprovocadas em Adolescentes: mudanças entre as edições

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(Acrescentei a foto e fiz algumas retificações no texto e formatação. Também acrescentei 2 links no texto.)
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O Projeto:  
[[Arquivo:CCA.jpg|miniaturadaimagem|Lembrança do encontro com as famílias/cuidadores em setembro de 2023]]
'''O Projeto:'''


O Projeto Assistência Social Q-Previne: Atuação Coletiva na Prevenção de Violências Autoprovocadas em Adolescentes foi criado pela Psicóloga: Rosemeire Rossi Ramos, a partir do Trabalho de Conclusão do Curso de Capacitação em Suicidologia realizado no IPPES (Instituto de Pesquisa Prevenção e Estudos em Suicídio) categoria Empreendedorismo Social. Tendo início no ano de 2023 em parceria com a Instituição socioeducativa que faz parte da Política Pública de Assistência Social: CCA- (Centro para Crianças e Adolescentes) Sítio da Casa Pintada – situado no Bairro de São Miguel Paulista em São Paulo - SP.   
O Projeto Assistência Social Q-Previne: Atuação Coletiva na Prevenção de Violências Autoprovocadas em Adolescentes foi criado pela Psicóloga Rosemeire Rossi Ramos, a partir do Trabalho de Conclusão do Curso de Capacitação em Suicidologia realizado no IPPES (Instituto de Pesquisa Prevenção e Estudos em Suicídio) [https://ippesbrasil.com.br/] categoria Empreendedorismo Social. Tendo início no ano de 2023 em parceria com a Instituição socioeducativa que faz parte da Política Pública de Assistência Social:
 
CCA- (Centro para Crianças e Adolescentes) Sítio da Casa Pintada – situado no Bairro de São Miguel Paulista em São Paulo - SP. [https://www.oscmoca.com.br/cca]  


A Psicóloga buscou conhecer e compreender a realidade dos adolescentes que frequentam a Instituição e a partir desse entendimento, construir juntamente com o IPPES – Instituto de Pesquisa Prevenção e Estudos em Suicídio, um espaço onde fosse possível refletir sobre violências autoprovocadas: suicídio, tentativa de suicídio e asis (autolesão sem intenção suicida). Tendo como foco o papel da Rede de Apoio na Prevenção desses comportamentos na adolescência. Promovendo reflexões sobre os fatores de risco e de proteção envolvidos no processo de prevenção do comportamento suicida.  
A Psicóloga buscou conhecer e compreender a realidade dos adolescentes que frequentam a Instituição e a partir desse entendimento, construir juntamente com o IPPES – Instituto de Pesquisa Prevenção e Estudos em Suicídio, um espaço onde fosse possível refletir sobre violências autoprovocadas: suicídio, tentativa de suicídio e asis (autolesão sem intenção suicida). Tendo como foco o papel da Rede de Apoio na Prevenção desses comportamentos na adolescência. Promovendo reflexões sobre os fatores de risco e de proteção envolvidos no processo de prevenção do comportamento suicida.  
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III – o ato de automutilação, com ou sem ideação suicida.  
III – o ato de automutilação, com ou sem ideação suicida.  


   
'''O CCA - Centro para Crianças e Adolescentes:'''
 
O CCA - Centro para Crianças e Adolescentes:  


O Centro para Crianças e Adolescentes (CCA) é um espaço de referência para o desenvolvimento de ações socioeducativas com crianças e adolescentes, que buscam assegurar o fortalecimento dos vínculos familiares e o convívio grupal, comunitário e social. Configura-se como uma instituição de finalidade educativa, no campo do sistema não formal de ensino.  
O Centro para Crianças e Adolescentes (CCA) é um espaço de referência para o desenvolvimento de ações socioeducativas com crianças e adolescentes, que buscam assegurar o fortalecimento dos vínculos familiares e o convívio grupal, comunitário e social. Configura-se como uma instituição de finalidade educativa, no campo do sistema não formal de ensino.  


      É organizado em duas modalidades: Centro para Crianças de 6 a 11 anos e 11 meses e Centro para Adolescentes de 12 a 14 anos e 11 meses.  
É organizado em duas modalidades: Centro para Crianças de 6 a 11 anos e 11 meses e Centro para Adolescentes de 12 a 14 anos e 11 meses.  


      O CCA Sítio da Casa Pintada atende 180 crianças e adolescentes em dois períodos: manhã (8h as 12h) e tarde (13h as 17h). Atuando sempre no contraturno da escola.   
O CCA Sítio da Casa Pintada atende 180 crianças e adolescentes em dois períodos: manhã (8h as 12h) e tarde (13h as 17h). Atuando sempre no contra turno da escola.   


O serviço destina-se a:  
O serviço destina-se a:  
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•  Crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade e risco.  
•  Crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade e risco.  


Os objetivos institucionais do CCA (Centro para Crianças e Adolescentes) são o de oferecer proteção social à criança e ao adolescente em situação de vulnerabilidade e risco, por meio do desenvolvimento de suas potencialidades, bem como favorecer aquisições para a conquista da autonomia, protagonismo e cidadania, mediante o fortalecimento de vínculos familiares e comunitários.   
O objetivo institucional do CCA (Centro para Crianças e Adolescentes) é oferecer proteção social à criança e ao adolescente em situação de vulnerabilidade e risco, por meio do desenvolvimento de suas potencialidades, bem como favorecer aquisições para a conquista da autonomia, protagonismo e cidadania, mediante o fortalecimento de vínculos familiares e comunitários.   


Diante de tais apontamentos a Psicóloga observou a necessidade de capacitar os educadores para atuarem como Rede de Apoio na prevenção de violências autoprovocadas em adolescentes. Tendo como fator fundamental uma atuação intersetorial.   
Diante de tais apontamentos a Psicóloga observou a necessidade de capacitar os educadores para atuarem como Rede de Apoio na prevenção de violências autoprovocadas em adolescentes. Tendo como fator fundamental uma atuação intersetorial.   


'''A Capacitação:'''
 
A Capacitação:  


A Capacitação foi nomeada como: “CCA Q-Previne. Guardiões da Vida atuando na Prevenção.” Realizada no ano de 2023.  
A Capacitação foi nomeada como: “CCA Q-Previne. Guardiões da Vida atuando na Prevenção.” Realizada no ano de 2023.  
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A atuação intersetorial está sendo desenvolvida no ano de 2024 com uma das escolas do território da Instituição, falaremos mais à frente.  
A atuação intersetorial está sendo desenvolvida no ano de 2024 com uma das escolas do território da Instituição, falaremos mais à frente.  


No ano de 2023 foram realizados doze encontros com carga horária total de trinta e seis horas, sendo: oito encontros com os educadores, três com os adolescentes e uma palestra interativa com os familiares e cuidadores  
No ano de 2023 foram realizados doze encontros de (janeiro à outubro) com carga horária total de trinta e seis horas, sendo: oito encontros com os educadores, três com os adolescentes e uma palestra interativa com os familiares e cuidadores.
 
   
 
Os Objetivos do Projeto:


      Os Objetivos gerais do projeto são o de promover a ampliação da rede de apoio dos adolescentes mediante a Prevenção de violências autoprovocadas nessa fase. Através da derrubada de estigmas e preconceitos relacionados ao tema, reconhecendo os fatores de risco e de proteção envolvidos nesse processo.
'''Os Objetivos do Projeto:'''


   
  Os Objetivos gerais do projeto são o de promover a ampliação da rede de apoio dos adolescentes mediante a Prevenção de violências autoprovocadas nessa fase. Através da derrubada de estigmas e preconceitos relacionados ao tema, reconhecendo os fatores de risco e de proteção envolvidos nesse processo.


      Os Objetivos Específicos são:  
'''Os Objetivos Específicos são:'''


Autocuidado do educador;  
Autocuidado do educador;  
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Promover reflexões que favoreçam aos adolescentes reconhecerem-se sujeitos ativos no processo de prevenção.  
Promover reflexões que favoreçam aos adolescentes reconhecerem-se sujeitos ativos no processo de prevenção.  


'''Conteúdo Programático da Capacitação:'''
 
Conteúdo Programático da Capacitação:  
 
Qual é o papel dos profissionais da educação formal e não formal na prevenção de violências autoprovocadas na adolescência.? 


Qual é o papel da família?
* Qual é o papel dos profissionais da educação formal e não formal na prevenção de violências autoprovocadas na adolescência.?


E os adolescentes como ficam nesse processo?
* Qual é o papel da família?


Quais são os Fatores de Risco e de Proteção para Prevenção do comportamento suicida na adolescência.
* E os adolescentes como ficam nesse processo?


Reflexões sobre ações de Prevenção do comportamento suicida na educação formal e não formal.
* Quais são os Fatores de Risco e de Proteção para Prevenção do comportamento suicida na adolescência.


A importância do Desenvolvimento Socioemocional dos adolescentes para Prevenção do comportamento suicida.  
* Reflexões sobre ações de Prevenção do comportamento suicida na educação formal e não formal.


* A importância do Desenvolvimento Socioemocional dos adolescentes para Prevenção do comportamento suicida.


Ações Continuadas:  
'''Ações Continuadas:'''


        Em 2024 estamos atuando no território alinhando os setores: Assistência Social, Educação e Saúde. Com base na Lei nº14819/2024 (Lei Nacional de Atenção Psicossocial nas Comunidades). Cujo foco é uma atuação Coletiva e horizontal.  
Em 2024 estamos atuando no território alinhando os setores: Assistência Social, Educação e Saúde. Com base na Lei nº14819/2024 (Lei Nacional de Atenção Psicossocial nas Comunidades). Cujo foco é uma atuação Coletiva e horizontal.  


Atualmente estamos aplicando a Capacitação: “CCA Q-Previne. Guardiões da Vida atuando na Prevenção” na EMEF Pedro Fukuyei Yamaguchi, uma das escolas que fazem parte do território da instituição, que tem alunos que frequentam o CCA no contraturno da escola.   
Atualmente estamos aplicando a Capacitação: “CCA Q-Previne. Guardiões da Vida atuando na Prevenção” na EMEF Pedro Fukuyei Yamaguchi, uma das escolas que fazem parte do território da instituição.   


Para que em 2025 sejam realizadas ações sociais concretas e continuadas nas duas Instituições de forma colaborativa, com possíveis contribuições da UBS (Unidade Básica de Saúde) do território.  
Para que em 2025 sejam realizadas ações sociais concretas e continuadas nas duas Instituições de forma colaborativa, com possíveis contribuições da UBS (Unidade Básica de Saúde) do território.  
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Temos a clareza que a Prevenção de Violências Autoprovocadas em Adolescentes é um trabalho de muitas mãos, e reconhecemos o nosso papel diante desse processo. Sendo assim, precisamos olhar essa população de forma integral, reconhecendo que são sujeitos socioculturais inseridos em uma sociedade de desigualdades sociais.   
Temos a clareza que a Prevenção de Violências Autoprovocadas em Adolescentes é um trabalho de muitas mãos, e reconhecemos o nosso papel diante desse processo. Sendo assim, precisamos olhar essa população de forma integral, reconhecendo que são sujeitos socioculturais inseridos em uma sociedade de desigualdades sociais.   


'''Contato'''
 
Contato  


Email: cca.sitio@oscmoca.com.br  
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Instagram: @cca.sitio  
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You Tube: http://www.youtube.com/@ccasitiomoca5209
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Edição das 17h42min de 28 de setembro de 2024

Lembrança do encontro com as famílias/cuidadores em setembro de 2023

O Projeto:

O Projeto Assistência Social Q-Previne: Atuação Coletiva na Prevenção de Violências Autoprovocadas em Adolescentes foi criado pela Psicóloga Rosemeire Rossi Ramos, a partir do Trabalho de Conclusão do Curso de Capacitação em Suicidologia realizado no IPPES (Instituto de Pesquisa Prevenção e Estudos em Suicídio) [1] categoria Empreendedorismo Social. Tendo início no ano de 2023 em parceria com a Instituição socioeducativa que faz parte da Política Pública de Assistência Social:

CCA- (Centro para Crianças e Adolescentes) Sítio da Casa Pintada – situado no Bairro de São Miguel Paulista em São Paulo - SP. [2]

A Psicóloga buscou conhecer e compreender a realidade dos adolescentes que frequentam a Instituição e a partir desse entendimento, construir juntamente com o IPPES – Instituto de Pesquisa Prevenção e Estudos em Suicídio, um espaço onde fosse possível refletir sobre violências autoprovocadas: suicídio, tentativa de suicídio e asis (autolesão sem intenção suicida). Tendo como foco o papel da Rede de Apoio na Prevenção desses comportamentos na adolescência. Promovendo reflexões sobre os fatores de risco e de proteção envolvidos no processo de prevenção do comportamento suicida.

O projeto está pautado na Lei nº 13.819, que instituiu a Política Nacional de Prevenção da Automutilação e do Suicídio, conhecida como Lei “Vovó Rose”. Essa lei estabelece um pacote de medidas, com estratégia multidisciplinar para diminuir os atos de automutilação, as tentativas de suicídio e os suicídios consumados. A lei teve origem na PL 1.902/2019.

§ 1º Para os efeitos desta Lei, entende-se por violência autoprovocada:

I – o suicídio consumado;

II – a tentativa de suicídio;

III – o ato de automutilação, com ou sem ideação suicida.

O CCA - Centro para Crianças e Adolescentes:

O Centro para Crianças e Adolescentes (CCA) é um espaço de referência para o desenvolvimento de ações socioeducativas com crianças e adolescentes, que buscam assegurar o fortalecimento dos vínculos familiares e o convívio grupal, comunitário e social. Configura-se como uma instituição de finalidade educativa, no campo do sistema não formal de ensino.

É organizado em duas modalidades: Centro para Crianças de 6 a 11 anos e 11 meses e Centro para Adolescentes de 12 a 14 anos e 11 meses. 
O CCA Sítio da Casa Pintada atende 180 crianças e adolescentes em dois períodos: manhã (8h as 12h) e tarde (13h as 17h). Atuando sempre no contra turno da escola.  

O serviço destina-se a:

• Crianças e adolescentes em situação de trabalho;

• Crianças e adolescentes reconduzidas ao convívio familiar, após medida protetiva de acolhimento;

• Crianças e adolescentes com deficiência, beneficiários ou não do BPC (Benefício de prestação continuada);

• Crianças e adolescentes oriundos de famílias beneficiárias de programas de transferência de renda e

• Crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade e risco.

O objetivo institucional do CCA (Centro para Crianças e Adolescentes) é oferecer proteção social à criança e ao adolescente em situação de vulnerabilidade e risco, por meio do desenvolvimento de suas potencialidades, bem como favorecer aquisições para a conquista da autonomia, protagonismo e cidadania, mediante o fortalecimento de vínculos familiares e comunitários.

Diante de tais apontamentos a Psicóloga observou a necessidade de capacitar os educadores para atuarem como Rede de Apoio na prevenção de violências autoprovocadas em adolescentes. Tendo como fator fundamental uma atuação intersetorial.

A Capacitação:

A Capacitação foi nomeada como: “CCA Q-Previne. Guardiões da Vida atuando na Prevenção.” Realizada no ano de 2023.

A Metodologia central utilizada para o desenvolvimento da Capacitação foi: A Estética do Oprimido do teatrólogo Augusto Boal. A escolha da Metodologia teve como objetivo respaldar a importância da Rede de Apoio no Processo de Prevenção de Violências Autoprovocadas em adolescentes e como possibilidade de prática lúdica e pedagógica para o desenvolvimento de reflexões que promovessem pensamento crítico sobre os temas abordados na Intervenção. Através da derrubada de estigmas e preconceitos relacionados ao tema. Tendo como desdobramentos, sensibilizar as famílias sobre a responsabilidade compartilhada que exercem, isto é, os envolvidos são corresponsáveis no processo de prevenção. Diante dos adolescentes o objetivo foi mostrar que são sujeitos ativos no processo de prevenção, capazes de acionar a Rede de apoio quando precisarem.

A atuação intersetorial está sendo desenvolvida no ano de 2024 com uma das escolas do território da Instituição, falaremos mais à frente.

No ano de 2023 foram realizados doze encontros de (janeiro à outubro) com carga horária total de trinta e seis horas, sendo: oito encontros com os educadores, três com os adolescentes e uma palestra interativa com os familiares e cuidadores.

Os Objetivos do Projeto:

Os Objetivos gerais do projeto são o de promover a ampliação da rede de apoio dos adolescentes mediante a Prevenção de violências autoprovocadas nessa fase. Através da derrubada de estigmas e preconceitos relacionados ao tema, reconhecendo os fatores de risco e de proteção envolvidos nesse processo. 

Os Objetivos Específicos são:

Autocuidado do educador;

Proporcionar reflexão crítica sobre: suicídio, tentativa de suicídio e autolesões em adolescentes e os preconceitos e estigmas relacionados aos temas;

Promover reflexão sobre a importância da Rede de Proteção na Prevenção do Suicídio e Autolesões em adolescentes;

Orientar as famílias sobre o papel que exercem na identificação dos sinais de sofrimento emocional nos adolescentes;

Promover reflexões que favoreçam aos adolescentes reconhecerem-se sujeitos ativos no processo de prevenção.

Conteúdo Programático da Capacitação:

  • Qual é o papel dos profissionais da educação formal e não formal na prevenção de violências autoprovocadas na adolescência.?
  • Qual é o papel da família?
  • E os adolescentes como ficam nesse processo?
  • Quais são os Fatores de Risco e de Proteção para Prevenção do comportamento suicida na adolescência.
  • Reflexões sobre ações de Prevenção do comportamento suicida na educação formal e não formal.
  • A importância do Desenvolvimento Socioemocional dos adolescentes para Prevenção do comportamento suicida.

Ações Continuadas:

Em 2024 estamos atuando no território alinhando os setores: Assistência Social, Educação e Saúde. Com base na Lei nº14819/2024 (Lei Nacional de Atenção Psicossocial nas Comunidades). Cujo foco é uma atuação Coletiva e horizontal. 

Atualmente estamos aplicando a Capacitação: “CCA Q-Previne. Guardiões da Vida atuando na Prevenção” na EMEF Pedro Fukuyei Yamaguchi, uma das escolas que fazem parte do território da instituição.

Para que em 2025 sejam realizadas ações sociais concretas e continuadas nas duas Instituições de forma colaborativa, com possíveis contribuições da UBS (Unidade Básica de Saúde) do território.

Temos a clareza que a Prevenção de Violências Autoprovocadas em Adolescentes é um trabalho de muitas mãos, e reconhecemos o nosso papel diante desse processo. Sendo assim, precisamos olhar essa população de forma integral, reconhecendo que são sujeitos socioculturais inseridos em uma sociedade de desigualdades sociais.

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