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	<title>Saúde Indígena no Contexto Urbano - Histórico de revisão</title>
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	<updated>2026-04-22T11:23:02Z</updated>
	<subtitle>Histórico de revisões para esta página neste wiki</subtitle>
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		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Sa%C3%BAde_Ind%C3%ADgena_no_Contexto_Urbano&amp;diff=1237&amp;oldid=prev</id>
		<title>MapaMov em 14h19min de 7 de janeiro de 2025</title>
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		<updated>2025-01-07T14:19:13Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
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				&lt;td colspan=&quot;2&quot; style=&quot;background-color: #fff; color: #202122; text-align: center;&quot;&gt;Edição das 11h19min de 7 de janeiro de 2025&lt;/td&gt;
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		<author><name>MapaMov</name></author>
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		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Sa%C3%BAde_Ind%C3%ADgena_no_Contexto_Urbano&amp;diff=562&amp;oldid=prev</id>
		<title>Porakê Munduruku: Manifesto em defesa da ampliação do SasiSUS</title>
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		<updated>2024-09-07T17:43:21Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Manifesto em defesa da ampliação do SasiSUS&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;Página nova&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;Nós, pessoas indígenas que resistimos à violência colonial no contexto urbano ou periurbano, deixamos nossos territórios ancestrais em busca de atendimento médico, de educação ou de colocação profissional; somos refugiados, forçados a migrar expulsos de nossos territórios, pelos acossamentos, pelos assassinatos de nossas lideranças, pelas doenças, pelas tentativas de aculturação e integração forçada a uma sociedade nacional onde sofremos com a exclusão, os apagamentos e o racismo; ou, simplesmente, vimos nossos territórios ancestrais serem engolidos e transformados pelas cidades onde, ironicamente, somos tratados como invasores em nossas próprias terras. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Representamos um segmento da população que apresenta os piores indicadores de saúde, educação e emprego, de acordo com um relatório publicado em fevereiro de 2020 pela Organização Internacional do Trabalho (OIT). A recente pandemia de COVID-19 expôs, de forma trágica, as limitações do Subsistema de Atenção à Saúde Indígena (SasiSUS) que, nem sequer, está acessível para nós, excluindo nossos parentes que vivemos fora dos territórios. Assim como a inexistência da educação escolar indígenas fora dos territórios nega a nossas crianças o direito à continuidade de nosso pertencimento étnico, conformando uma forma de etnocídio promovida pela omissão do Estado, a negação do acesso ao SasiSUS fora dos territórios demarcados pelo Estado Brasileiro representa uma ameaça a nossas existências e direitos fundamentais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em pouco mais de uma década, a população que se autodeclara indígena no Brasil cresceu mais de 77%, segundo o balanço parcial mais recente do Censo 2022. O total foi de quase 900 mil pessoas, em 2010, para mais de 1,6 milhão, em 2022. Este significativo crescimento se deve, em boa medida, à conscientização dos indígenas advindos dos contextos e situações históricas de famílias ribeirinhas, não mais aceitando a imposição do termo caboclo ou pardo enquanto identidades mestiças que acobertam a violência do apagamento de nossas etnicidades e racialidades. Exigimos a ampliação do SASISUS para todo o território nacional, dentro e fora dos territórios demarcados, garantindo o atendimento especializado tanto dentro dos territórios quando nas cidades. Indígena é indígena em qualquer lugar!&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Porakê Munduruku</name></author>
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