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	<title>Mapa Mov Sa�de - Contribuições do usuário [pt-br]</title>
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		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Dia_Mundial_da_Sa%C3%BAde_e_a_participa%C3%A7%C3%A3o_social&amp;diff=2516</id>
		<title>Dia Mundial da Saúde e a participação social</title>
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		<updated>2026-04-02T15:57:50Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Paulo Schueler: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Dia Mundial da Saúde 2026.png|alt=Dia Mundial da Saúde 2026|miniaturadaimagem|Dia Mundial da Saúde 2026]]&lt;br /&gt;
Cerca de dois anos após a aprovação, pela Organização Mundial da Saúde (OMS), da resolução que reconhece a participação social como um elemento fundamental para a existência de sistemas de saúde mais eficazes e justos, o &#039;&#039;&#039;MapaMovSaúde&#039;&#039;&#039; celebra o Dia Mundial da Saúde neste 7 de abril reafirmando o papel dos movimentos sociais para a saúde global.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aprovada em maio de 2024, esta resolução legitima e reconhece a participação social como componente essencial da saúde pública. A decisão foi impulsionada pelo Brasil e tornou o modelo de participação social do SUS uma referência global.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foi mais uma das contribuições do Brasil para a saúde global, como a própria instituição do 7 de abril como data que a celebra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A data de hoje foi instituída para celebrar a criação da Organização Mundial da Saúde, o que só ocorreu graças à contribuição decisiva de brasileiros. Nossa atuação, aliás, também está na origem da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), criada antes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1870, uma epidemia de febre amarela atingiu, além do Brasil, Paraguai, Uruguai e Argentina. Em oito anos a doença se espalhou pelos Estados Unidos, onde matou mais de 20 mil pessoas. A necessidade de controlar a propagação de epidemias entre países, protegendo a saúde das populações sem impactar o comércio marítimo, motivou a criação, em dezembro de 1902, do que hoje conhecemos como Opas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com a própria Organização, isso ocorreu a partir da 1º Conferência Internacional dos Estados Americanos, realizada em Washington, nos EUA, de 2 de outubro de 1889 a 19 de abril de 1890. Na sessão de 7 de dezembro de 1889, os delegados aprovaram a criação de uma Comissão, composta por sete membros de cinco países – Brasil, Nicarágua, Peru, Estados Unidos e Venezuela – para estabelecer as regulamentações sanitárias no comércio entre os vários países representados na Conferência. Essa comissão recomendou, com endosso dos demais países, a adoção da Convenção Sanitária Internacional do Rio de Janeiro (1887) ou o texto da Convenção Sanitária do Congresso de Lima (1888). A aprovação de recomendações sanitárias a todos os países participantes só ocorreu em 1902, na cidade do México, quando foram estabelecidos critérios sanitários para a prevenção e controle da febre amarela, febre tifoide, cólera e peste bubônica, através de medidas como quarentenas e manejo adequado de animais e resíduos sólidos. No mesmo evento, se oficializou a criação da Opas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quase meio século depois, como consequência da Segunda Guerra Mundial e a criação do ‘sistema ONU’, foi criada a Organização Mundial da Saúde. Coautor do livro ‘The World Health Organization – A History’, o pesquisador da Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz) Marcos Cueto afirma que sua origem está relacionada ao trabalho dos Aliados em prestar socorro às populações civis dos territórios europeus liberados das forças do Eixo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em vários trabalhos e entrevistas, Cueto identifica que a proposta de criação da OMS foi encabeçada pelo diplomata chinês Szeming Sze e pelo médico brasileiro Geraldo de Paula Souza. Egresso do curso de doutorado da Faculdade de Higiene e Saúde Pública da John Hopkins University, nos EUA, Souza atuou no cenário internacional a partir de 1927, quando ingressou na Liga das Nações como técnico da Seção de Higiene. Após 18 anos trabalhando entre Europa e África no diagnóstico e combate à febre amarela e malária, o médico integrou a delegação brasileira na Conferência de São Francisco, que em 1945 gerou a Carta das Nações Unidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste espaço, ao lado de Szeming Sze, o médico propôs a criação de um organismo global destinado à saúde pública. Apenas um ano depois, Souza participou da reunião que aprovou a constituição da OMS e a definição de que “saúde é o estado de completo bem-estar físico, mental e social, e não somente a ausência de doença ou enfermidade” – que abre a Constituição da Organização Mundial da Saúde. A OMS foi instituída a partir da primeira Assembleia Mundial da Saúde, em 1948, e dela o médico brasileiro foi membro até falecer em 1951, durante viagem a trabalho pela própria Organização. E essa não é a única curiosidade sobre a participação do Brasil na trajetória da OMS: seu diretor-geral mais longevo, que esteve à frente da Organização por 20 anos (1953-1973), foi o médico brasileiro Marcolino Gomes Candau.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foi durante sua gestão que a entidade deu início a uma das principais conquistas da história da saúde pública: o Programa Intensificado de Erradicação da Varíola, de 1967, até hoje o único exemplo de ‘extinção’ de uma doença viral no mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há anos a expectativa de que o exemplo da varíola se repita ocupa corações e mentes daqueles envolvidos com a Iniciativa Global de Erradicação da Poliomielite (GPEI, na sigla em inglês). De acordo com a OMS, em 2023 as infecções por poliovírus selvagem, causadoras da paralisia infantil, haviam decrescido mais de 99% em comparação com 1988, passando de uma estimativa de 350 mil casos anuais em 125 países endêmicos para 12 infecções em apenas dois países endêmicos – seis casos no Afeganistão e seis no Paquistão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para essa “quase erradicação” contribuiu, em muito, a estratégia brasileira adotada nos anos 1980 de organizar dias nacionais de vacinação com o uso de vacinas orais, chamadas ‘tipo Sabin’, em homenagem ao seu formulador – a imunização em massa com essa vacina gerou imunidade de grupo, reduzindo a capacidade do vírus de infectar indivíduos em bolsões de não vacinados. Em três anos de aplicação dessa estratégia, a incidência de pólio foi quase a zero no Brasil, e em 1989 foi finalmente registrado o último caso de infecção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O sucesso da estratégia fez dela um exemplo, que passou a ser adotado nas Américas através da Opas, tornando este o primeiro continente livre da pólio pelas mãos... de mais um brasileiro: Ciro de Quadros. Sobre ele, o ex-diretor do Instituto Evandro Chagas Francisco de Paula Pinheiro afirma no artigo ‘Ciro de Quadros, herói da saúde pública das Américas e do mundo’ que em 1986, quando eram muitos os “obstáculos a serem enfrentados”, ele “idealizou, organizou e liderou a execução do Programa de Erradicação do Poliovírus Selvagem na América Latina e no Caribe”. E o resultado foi logo percebido: “O último caso de pólio por vírus selvagem nas Américas foi diagnosticado no Peru, em 1991. Em seguida, Ciro comandou os esforços para interromper a transmissão do sarampo – o que ocorreu em 2002 – e da rubéola nas Américas”, conta o autor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além de ‘exportar’ estratégias de vacinação, desde 2001 o Brasil é fornecedor internacional da vacina de febre amarela, e desde 2007 da vacina contra meningite meningocócica, ambas produzidas pela Fundação Oswaldo Cruz, instituição pública ligada ao Ministério da Saúde. Em 2022, a esse portfólio de exportação foi incluída a vacina contra a influenza (gripe), através do Instituto Butantan, também público, vinculado ao governo estadual de São Paulo. Através da venda para agências das Nações Unidas, esses produtos são usados majoritariamente na América Latina, Caribe e África.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A partir da década de 1990, inicialmente no âmbito da Organização Mundial do Comércio (OMC) e posteriormente também na OMS, o Brasil esteve no centro das negociações para o licenciamento compulsório de medicamentos anti-Aids, a fim de reduzir os valores cobrados pela indústria farmacêutica. Em 2001, o país ameaçou quebrar a patente do Nelfinavir, da Roche. Os EUA entraram com reclamação contra o Brasil na OMC e a diplomacia brasileira atuou para levar o tema para a Assembleia da OMS, fórum que aprovou a resolução prevendo o acesso de medicamentos a pacientes com Aids como um direito humano fundamental.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em paralelo, organizações não-governamentais (ONGs) pressionaram Washington a retirar o processo contra o Brasil na OMC, sob a justificativa de que a postura norte-americana ameaçava a política de combate à Aids. Com a vitória obtida na batalha das ideias e na articulação de ações em diferentes organismos multilaterais, com apoio da sociedade civil, em 2003 o Brasil repetiu a ameaça, agora para o Kaletra, da Abbott. A estratégia permitiu que o Ministério da Saúde negociasse a aquisição desses medicamentos a preços mais acessíveis, o que foi fundamental para a execução da Política Nacional de Aids, que distribui gratuitamente, pelo SUS, os medicamentos para portadores de HIV.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 2006, o país foi além da ameaça e, utilizando a flexibilidade prevista no artigo 31 do Acordo sobre os Aspectos dos Direitos de Propriedade Intelectual Relacionadas ao Comércio (TRIPS, na sigla em inglês), declarou o licenciamento compulsório do Efavirenz, da Merck. A decisão permitiu ao Ministério da Saúde importar versões genéricas do remédio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste Dia Mundial da Saúde de 2026, a OMS escolheu o tema “Juntos pela ciência”, celebrando o poder da colaboração científica para proteger a saúde das pessoas, dos animais, das plantas e do planeta, sob a abordagem da Saúde Única e a visão de que a cooperação multilateral necessária para transformar evidências em ação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Num cenário global de conflitos e incertezas, a meta estabelecida pela OMS só ocorrerá com a participação efetiva das sociedades, mais que apenas os governos. Mais que um direito - o de autodeterminação dos povos -, a participação social é uma ferramenta de construção coletiva, de vigilância ambiental e epidemiológica, e também de combate ao negacionismo como o do movimento antivacina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Continue contribuindo para a saúde global reforçando laços de atuação com outros movimentos e coletivos, faça do MapaMovSaúde sua rede de conexões em prol de lutas que promovam o bem-estar de toda a Humanidade!&#039;&#039;&#039;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Paulo Schueler</name></author>
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		<title>Arquivo:Dia Mundial da Saúde 2026.png</title>
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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Dia Mundial da Saúde 2026&lt;/div&gt;</summary>
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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Cerca de dois anos após a aprovação, pela Organização Mundial da Saúde (OMS), da resolução que reconhece a participação social como um elemento fundamental para a existência de sistemas de saúde mais eficazes e justos, o &#039;&#039;&#039;MapaMovSaúde&#039;&#039;&#039; celebra o Dia Mundial da Saúde neste 7 de abril reafirmando o papel dos movimentos sociais para a saúde global.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aprovada em maio de 2024, esta resolução legitima e reconhece a participação social como componente essencial da saúde pública. A decisão foi impulsionada pelo Brasil e tornou o modelo de participação social do SUS uma referência global.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foi mais uma das contribuições do Brasil para a saúde global, como a própria instituição do 7 de abril como data que a celebra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A data de hoje foi instituída para celebrar a criação da Organização Mundial da Saúde, o que só ocorreu graças à contribuição decisiva de brasileiros. Nossa atuação, aliás, também está na origem da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), criada antes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1870, uma epidemia de febre amarela atingiu, além do Brasil, Paraguai, Uruguai e Argentina. Em oito anos a doença se espalhou pelos Estados Unidos, onde matou mais de 20 mil pessoas. A necessidade de controlar a propagação de epidemias entre países, protegendo a saúde das populações sem impactar o comércio marítimo, motivou a criação, em dezembro de 1902, do que hoje conhecemos como Opas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com a própria Organização, isso ocorreu a partir da 1º Conferência Internacional dos Estados Americanos, realizada em Washington, nos EUA, de 2 de outubro de 1889 a 19 de abril de 1890. Na sessão de 7 de dezembro de 1889, os delegados aprovaram a criação de uma Comissão, composta por sete membros de cinco países – Brasil, Nicarágua, Peru, Estados Unidos e Venezuela – para estabelecer as regulamentações sanitárias no comércio entre os vários países representados na Conferência. Essa comissão recomendou, com endosso dos demais países, a adoção da Convenção Sanitária Internacional do Rio de Janeiro (1887) ou o texto da Convenção Sanitária do Congresso de Lima (1888). A aprovação de recomendações sanitárias a todos os países participantes só ocorreu em 1902, na cidade do México, quando foram estabelecidos critérios sanitários para a prevenção e controle da febre amarela, febre tifoide, cólera e peste bubônica, através de medidas como quarentenas e manejo adequado de animais e resíduos sólidos. No mesmo evento, se oficializou a criação da Opas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quase meio século depois, como consequência da Segunda Guerra Mundial e a criação do ‘sistema ONU’, foi criada a Organização Mundial da Saúde. Coautor do livro ‘The World Health Organization – A History’, o pesquisador da Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz) Marcos Cueto afirma que sua origem está relacionada ao trabalho dos Aliados em prestar socorro às populações civis dos territórios europeus liberados das forças do Eixo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em vários trabalhos e entrevistas, Cueto identifica que a proposta de criação da OMS foi encabeçada pelo diplomata chinês Szeming Sze e pelo médico brasileiro Geraldo de Paula Souza. Egresso do curso de doutorado da Faculdade de Higiene e Saúde Pública da John Hopkins University, nos EUA, Souza atuou no cenário internacional a partir de 1927, quando ingressou na Liga das Nações como técnico da Seção de Higiene. Após 18 anos trabalhando entre Europa e África no diagnóstico e combate à febre amarela e malária, o médico integrou a delegação brasileira na Conferência de São Francisco, que em 1945 gerou a Carta das Nações Unidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste espaço, ao lado de Szeming Sze, o médico propôs a criação de um organismo global destinado à saúde pública. Apenas um ano depois, Souza participou da reunião que aprovou a constituição da OMS e a definição de que “saúde é o estado de completo bem-estar físico, mental e social, e não somente a ausência de doença ou enfermidade” – que abre a Constituição da Organização Mundial da Saúde. A OMS foi instituída a partir da primeira Assembleia Mundial da Saúde, em 1948, e dela o médico brasileiro foi membro até falecer em 1951, durante viagem a trabalho pela própria Organização. E essa não é a única curiosidade sobre a participação do Brasil na trajetória da OMS: seu diretor-geral mais longevo, que esteve à frente da Organização por 20 anos (1953-1973), foi o médico brasileiro Marcolino Gomes Candau.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foi durante sua gestão que a entidade deu início a uma das principais conquistas da história da saúde pública: o Programa Intensificado de Erradicação da Varíola, de 1967, até hoje o único exemplo de ‘extinção’ de uma doença viral no mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há anos a expectativa de que o exemplo da varíola se repita ocupa corações e mentes daqueles envolvidos com a Iniciativa Global de Erradicação da Poliomielite (GPEI, na sigla em inglês). De acordo com a OMS, em 2023 as infecções por poliovírus selvagem, causadoras da paralisia infantil, haviam decrescido mais de 99% em comparação com 1988, passando de uma estimativa de 350 mil casos anuais em 125 países endêmicos para 12 infecções em apenas dois países endêmicos – seis casos no Afeganistão e seis no Paquistão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para essa “quase erradicação” contribuiu, em muito, a estratégia brasileira adotada nos anos 1980 de organizar dias nacionais de vacinação com o uso de vacinas orais, chamadas ‘tipo Sabin’, em homenagem ao seu formulador – a imunização em massa com essa vacina gerou imunidade de grupo, reduzindo a capacidade do vírus de infectar indivíduos em bolsões de não vacinados. Em três anos de aplicação dessa estratégia, a incidência de pólio foi quase a zero no Brasil, e em 1989 foi finalmente registrado o último caso de infecção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O sucesso da estratégia fez dela um exemplo, que passou a ser adotado nas Américas através da Opas, tornando este o primeiro continente livre da pólio pelas mãos... de mais um brasileiro: Ciro de Quadros. Sobre ele, o ex-diretor do Instituto Evandro Chagas Francisco de Paula Pinheiro afirma no artigo ‘Ciro de Quadros, herói da saúde pública das Américas e do mundo’ que em 1986, quando eram muitos os “obstáculos a serem enfrentados”, ele “idealizou, organizou e liderou a execução do Programa de Erradicação do Poliovírus Selvagem na América Latina e no Caribe”. E o resultado foi logo percebido: “O último caso de pólio por vírus selvagem nas Américas foi diagnosticado no Peru, em 1991. Em seguida, Ciro comandou os esforços para interromper a transmissão do sarampo – o que ocorreu em 2002 – e da rubéola nas Américas”, conta o autor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além de ‘exportar’ estratégias de vacinação, desde 2001 o Brasil é fornecedor internacional da vacina de febre amarela, e desde 2007 da vacina contra meningite meningocócica, ambas produzidas pela Fundação Oswaldo Cruz, instituição pública ligada ao Ministério da Saúde. Em 2022, a esse portfólio de exportação foi incluída a vacina contra a influenza (gripe), através do Instituto Butantan, também público, vinculado ao governo estadual de São Paulo. Através da venda para agências das Nações Unidas, esses produtos são usados majoritariamente na América Latina, Caribe e África.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A partir da década de 1990, inicialmente no âmbito da Organização Mundial do Comércio (OMC) e posteriormente também na OMS, o Brasil esteve no centro das negociações para o licenciamento compulsório de medicamentos anti-Aids, a fim de reduzir os valores cobrados pela indústria farmacêutica. Em 2001, o país ameaçou quebrar a patente do Nelfinavir, da Roche. Os EUA entraram com reclamação contra o Brasil na OMC e a diplomacia brasileira atuou para levar o tema para a Assembleia da OMS, fórum que aprovou a resolução prevendo o acesso de medicamentos a pacientes com Aids como um direito humano fundamental.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em paralelo, organizações não-governamentais (ONGs) pressionaram Washington a retirar o processo contra o Brasil na OMC, sob a justificativa de que a postura norte-americana ameaçava a política de combate à Aids. Com a vitória obtida na batalha das ideias e na articulação de ações em diferentes organismos multilaterais, com apoio da sociedade civil, em 2003 o Brasil repetiu a ameaça, agora para o Kaletra, da Abbott. A estratégia permitiu que o Ministério da Saúde negociasse a aquisição desses medicamentos a preços mais acessíveis, o que foi fundamental para a execução da Política Nacional de Aids, que distribui gratuitamente, pelo SUS, os medicamentos para portadores de HIV.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 2006, o país foi além da ameaça e, utilizando a flexibilidade prevista no artigo 31 do Acordo sobre os Aspectos dos Direitos de Propriedade Intelectual Relacionadas ao Comércio (TRIPS, na sigla em inglês), declarou o licenciamento compulsório do Efavirenz, da Merck. A decisão permitiu ao Ministério da Saúde importar versões genéricas do remédio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste Dia Mundial da Saúde de 2026, a OMS escolheu o tema “Juntos pela ciência”, celebrando o poder da colaboração científica para proteger a saúde das pessoas, dos animais, das plantas e do planeta, sob a abordagem da Saúde Única e a visão de que a cooperação multilateral necessária para transformar evidências em ação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Num cenário global de conflitos e incertezas, a meta estabelecida pela OMS só ocorrerá com a participação efetiva das sociedades, mais que apenas os governos. Mais que um direito - o de autodeterminação dos povos -, a participação social é uma ferramenta de construção coletiva, de vigilância ambiental e epidemiológica, e também de combate ao negacionismo como o do movimento antivacina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Continue contribuindo para a saúde global reforçando laços de atuação com outros movimentos e coletivos, faça do MapaMovSaúde sua rede de conexões em prol de lutas que promovam o bem-estar de toda a Humanidade!&#039;&#039;&#039;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Paulo Schueler</name></author>
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		<updated>2026-04-02T15:54:56Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Paulo Schueler: Criou página com &amp;#039;Cerca de dois anos após a aprovação, pela Organização Mundial da Saúde (OMS), da resolução que reconhece a participação social como um elemento fundamental para a existência de sistemas de saúde mais eficazes e justos, o &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;MapaMovSaúde&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; celebra o Dia Mundial da Saúde neste 7 de abril reafirmando o papel dos movimentos sociais para a sa´due global.  Aprovada em maio de 2024, esta resolução legitima e reconhece a participação social como componente es...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Cerca de dois anos após a aprovação, pela Organização Mundial da Saúde (OMS), da resolução que reconhece a participação social como um elemento fundamental para a existência de sistemas de saúde mais eficazes e justos, o &#039;&#039;&#039;MapaMovSaúde&#039;&#039;&#039; celebra o Dia Mundial da Saúde neste 7 de abril reafirmando o papel dos movimentos sociais para a sa´due global.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aprovada em maio de 2024, esta resolução legitima e reconhece a participação social como componente essencial da saúde pública. A decisão foi impulsionada pelo Brasil e tornou o modelo de participação social do SUS uma referência global.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foi mais uma das contribuições do Brasil para a saúde global, como a própria instituição do 7 de abril como data que a celebra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A data de hoje foi instituída para celebrar a criação da Organização Mundial da Saúde, o que só ocorreu graças à contribuição decisiva de brasileiros. Nossa atuação, aliás, também está na origem da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), criada antes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1870, uma epidemia de febre amarela atingiu, além do Brasil, Paraguai, Uruguai e Argentina. Em oito anos a doença se espalhou pelos Estados Unidos, onde matou mais de 20 mil pessoas. A necessidade de controlar a propagação de epidemias entre países, protegendo a saúde das populações sem impactar o comércio marítimo, motivou a criação, em dezembro de 1902, do que hoje conhecemos como Opas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com a própria Organização, isso ocorreu a partir da 1º Conferência Internacional dos Estados Americanos, realizada em Washington, nos EUA, de 2 de outubro de 1889 a 19 de abril de 1890. Na sessão de 7 de dezembro de 1889, os delegados aprovaram a criação de uma Comissão, composta por sete membros de cinco países – Brasil, Nicarágua, Peru, Estados Unidos e Venezuela – para estabelecer as regulamentações sanitárias no comércio entre os vários países representados na Conferência. Essa comissão recomendou, com endosso dos demais países, a adoção da Convenção Sanitária Internacional do Rio de Janeiro (1887) ou o texto da Convenção Sanitária do Congresso de Lima (1888). A aprovação de recomendações sanitárias a todos os países participantes só ocorreu em 1902, na cidade do México, quando foram estabelecidos critérios sanitários para a prevenção e controle da febre amarela, febre tifoide, cólera e peste bubônica, através de medidas como quarentenas e manejo adequado de animais e resíduos sólidos. No mesmo evento, se oficializou a criação da Opas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quase meio século depois, como consequência da Segunda Guerra Mundial e a criação do ‘sistema ONU’, foi criada a Organização Mundial da Saúde. Coautor do livro ‘The World Health Organization – A History’, o pesquisador da Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz) Marcos Cueto afirma que sua origem está relacionada ao trabalho dos Aliados em prestar socorro às populações civis dos territórios europeus liberados das forças do Eixo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em vários trabalhos e entrevistas, Cueto identifica que a proposta de criação da OMS foi encabeçada pelo diplomata chinês Szeming Sze e pelo médico brasileiro Geraldo de Paula Souza. Egresso do curso de doutorado da Faculdade de Higiene e Saúde Pública da John Hopkins University, nos EUA, Souza atuou no cenário internacional a partir de 1927, quando ingressou na Liga das Nações como técnico da Seção de Higiene. Após 18 anos trabalhando entre Europa e África no diagnóstico e combate à febre amarela e malária, o médico integrou a delegação brasileira na Conferência de São Francisco, que em 1945 gerou a Carta das Nações Unidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste espaço, ao lado de Szeming Sze, o médico propôs a criação de um organismo global destinado à saúde pública. Apenas um ano depois, Souza participou da reunião que aprovou a constituição da OMS e a definição de que “saúde é o estado de completo bem-estar físico, mental e social, e não somente a ausência de doença ou enfermidade” – que abre a Constituição da Organização Mundial da Saúde. A OMS foi instituída a partir da primeira Assembleia Mundial da Saúde, em 1948, e dela o médico brasileiro foi membro até falecer em 1951, durante viagem a trabalho pela própria Organização. E essa não é a única curiosidade sobre a participação do Brasil na trajetória da OMS: seu diretor-geral mais longevo, que esteve à frente da Organização por 20 anos (1953-1973), foi o médico brasileiro Marcolino Gomes Candau.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foi durante sua gestão que a entidade deu início a uma das principais conquistas da história da saúde pública: o Programa Intensificado de Erradicação da Varíola, de 1967, até hoje o único exemplo de ‘extinção’ de uma doença viral no mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há anos a expectativa de que o exemplo da varíola se repita ocupa corações e mentes daqueles envolvidos com a Iniciativa Global de Erradicação da Poliomielite (GPEI, na sigla em inglês). De acordo com a OMS, em 2023 as infecções por poliovírus selvagem, causadoras da paralisia infantil, haviam decrescido mais de 99% em comparação com 1988, passando de uma estimativa de 350 mil casos anuais em 125 países endêmicos para 12 infecções em apenas dois países endêmicos – seis casos no Afeganistão e seis no Paquistão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para essa “quase erradicação” contribuiu, em muito, a estratégia brasileira adotada nos anos 1980 de organizar dias nacionais de vacinação com o uso de vacinas orais, chamadas ‘tipo Sabin’, em homenagem ao seu formulador – a imunização em massa com essa vacina gerou imunidade de grupo, reduzindo a capacidade do vírus de infectar indivíduos em bolsões de não vacinados. Em três anos de aplicação dessa estratégia, a incidência de pólio foi quase a zero no Brasil, e em 1989 foi finalmente registrado o último caso de infecção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O sucesso da estratégia fez dela um exemplo, que passou a ser adotado nas Américas através da Opas, tornando este o primeiro continente livre da pólio pelas mãos... de mais um brasileiro: Ciro de Quadros. Sobre ele, o ex-diretor do Instituto Evandro Chagas Francisco de Paula Pinheiro afirma no artigo ‘Ciro de Quadros, herói da saúde pública das Américas e do mundo’ que em 1986, quando eram muitos os “obstáculos a serem enfrentados”, ele “idealizou, organizou e liderou a execução do Programa de Erradicação do Poliovírus Selvagem na América Latina e no Caribe”. E o resultado foi logo percebido: “O último caso de pólio por vírus selvagem nas Américas foi diagnosticado no Peru, em 1991. Em seguida, Ciro comandou os esforços para interromper a transmissão do sarampo – o que ocorreu em 2002 – e da rubéola nas Américas”, conta o autor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além de ‘exportar’ estratégias de vacinação, desde 2001 o Brasil é fornecedor internacional da vacina de febre amarela, e desde 2007 da vacina contra meningite meningocócica, ambas produzidas pela Fundação Oswaldo Cruz, instituição pública ligada ao Ministério da Saúde. Em 2022, a esse portfólio de exportação foi incluída a vacina contra a influenza (gripe), através do Instituto Butantan, também público, vinculado ao governo estadual de São Paulo. Através da venda para agências das Nações Unidas, esses produtos são usados majoritariamente na América Latina, Caribe e África.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A partir da década de 1990, inicialmente no âmbito da Organização Mundial do Comércio (OMC) e posteriormente também na OMS, o Brasil esteve no centro das negociações para o licenciamento compulsório de medicamentos anti-Aids, a fim de reduzir os valores cobrados pela indústria farmacêutica. Em 2001, o país ameaçou quebrar a patente do Nelfinavir, da Roche. Os EUA entraram com reclamação contra o Brasil na OMC e a diplomacia brasileira atuou para levar o tema para a Assembleia da OMS, fórum que aprovou a resolução prevendo o acesso de medicamentos a pacientes com Aids como um direito humano fundamental.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em paralelo, organizações não-governamentais (ONGs) pressionaram Washington a retirar o processo contra o Brasil na OMC, sob a justificativa de que a postura norte-americana ameaçava a política de combate à Aids. Com a vitória obtida na batalha das ideias e na articulação de ações em diferentes organismos multilaterais, com apoio da sociedade civil, em 2003 o Brasil repetiu a ameaça, agora para o Kaletra, da Abbott. A estratégia permitiu que o Ministério da Saúde negociasse a aquisição desses medicamentos a preços mais acessíveis, o que foi fundamental para a execução da Política Nacional de Aids, que distribui gratuitamente, pelo SUS, os medicamentos para portadores de HIV.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 2006, o país foi além da ameaça e, utilizando a flexibilidade prevista no artigo 31 do Acordo sobre os Aspectos dos Direitos de Propriedade Intelectual Relacionadas ao Comércio (TRIPS, na sigla em inglês), declarou o licenciamento compulsório do Efavirenz, da Merck. A decisão permitiu ao Ministério da Saúde importar versões genéricas do remédio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste Dia Mundial da Saúde de 2026, a OMS escolheu o tema “Juntos pela ciência”, celebrando o poder da colaboração científica para proteger a saúde das pessoas, dos animais, das plantas e do planeta, sob a abordagem da Saúde Única e a visão de que a cooperação multilateral necessária para transformar evidências em ação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Num cenário global de conflitos e incertezas, a meta estabelecida pela OMS só ocorrerá com a participação efetiva das sociedades, mais que apenas os governos. Mais que um direito - o de autodeterminação dos povos -, a participação social é uma ferramenta de construção coletiva, de vigilância ambiental e epidemiológica, e também de combate ao negacionismo como o do movimento antivacina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Continue contribuindo para a saúde global reforçando laços de atuação com outros movimentos e coletivos, faça do MapaMovSaúde sua rede de conexões em prol de lutas que promovam o bem-estar de toda a Humanidade!&#039;&#039;&#039;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Paulo Schueler</name></author>
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		<title>Distrito Sanitário Especial Indígena - DSEI</title>
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		<updated>2026-04-02T15:18:50Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Paulo Schueler: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:DSEIs no Brasil.jpg|alt=DSEIs no Brasil|miniaturadaimagem|DSEIs no Brasil]]&lt;br /&gt;
As políticas específicas de saúde para as populações indígenas são materializadas nos &#039;&#039;&#039;Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEIs)&#039;&#039;&#039;, unidades gestoras descentralizada do [https://www.gov.br/planejamento/pt-br/acesso-a-informacao/participacao-social/conselhos-e-orgaos-colegiados/cmap/politicas/2022/avaliacoes-conduzidas-pelo-cmag/subsistema-de-atencao-a-saude-indigena-sasisus Subsistema de Atenção à Saúde Indígena (SasiSUS)].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Brasil conta com 34 &#039;&#039;&#039;DSEIs&#039;&#039;&#039; divididos por critérios territoriais de ocupação geográfica das comunidades indígenas, seguindo definição da [[Secretaria_de_Saúde_Indígena_-_SESAI|Secretaria de Saúde Indígena do Ministério da Saúde]], e não obedecendo aos limites formais das unidades da federação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os &#039;&#039;&#039;DSEI&#039;&#039;&#039; contam com grande participação dos movimentos indígenas, como  [[Mães da Terra]], [[Urihi Associação Yanomami]] e [[Tekó - Coletivo de Artivismo Indígena da Região Metropolitana de Belém|Tekó - Coletivo de Artivismo Indígena da Região Metropolitana de Belé]]m organizam a luta pela saúde indígena em seus territórios, colaborando para o fortalecimento da missão da &#039;&#039;&#039;Sesai&#039;&#039;&#039;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seu movimento também luta pela &#039;&#039;&#039;saúde indígena&#039;&#039;&#039;? Informe isto editando a página dele aqui na plataforma. Se você ainda não publicou a página do coletivo aqui no &#039;&#039;&#039;MapaMovSaúde&#039;&#039;&#039;, crie! Saiba como [https://mapamovsaude.net.br/index.php/Categoria:Perguntas%20Frequentes aqui].&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Paulo Schueler</name></author>
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&lt;div&gt;DSEIs no Brasil&lt;/div&gt;</summary>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Paulo Schueler: Criou página com &amp;#039;As políticas específicas de saúde para as populações indígenas são materializadas nos &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEIs)&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;, unidades gestoras descentralizada do [https://www.gov.br/planejamento/pt-br/acesso-a-informacao/participacao-social/conselhos-e-orgaos-colegiados/cmap/politicas/2022/avaliacoes-conduzidas-pelo-cmag/subsistema-de-atencao-a-saude-indigena-sasisus Subsistema de Atenção à Saúde Indígena (SasiSUS)].  O Brasil conta com 34...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;As políticas específicas de saúde para as populações indígenas são materializadas nos &#039;&#039;&#039;Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEIs)&#039;&#039;&#039;, unidades gestoras descentralizada do [https://www.gov.br/planejamento/pt-br/acesso-a-informacao/participacao-social/conselhos-e-orgaos-colegiados/cmap/politicas/2022/avaliacoes-conduzidas-pelo-cmag/subsistema-de-atencao-a-saude-indigena-sasisus Subsistema de Atenção à Saúde Indígena (SasiSUS)].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Brasil conta com 34 &#039;&#039;&#039;DSEIs&#039;&#039;&#039; divididos por critérios territoriais de ocupação geográfica das comunidades indígenas, seguindo definição da [[Secretaria_de_Saúde_Indígena_-_SESAI|Secretaria de Saúde Indígena do Ministério da Saúde]], e não obedecendo aos limites formais das unidades da federação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os &#039;&#039;&#039;DSEI&#039;&#039;&#039; contam com grande participação dos movimentos indígenas, como  [[Mães da Terra]], [[Urihi Associação Yanomami]] e [[Tekó - Coletivo de Artivismo Indígena da Região Metropolitana de Belém|Tekó - Coletivo de Artivismo Indígena da Região Metropolitana de Belé]]m organizam a luta pela saúde indígena em seus territórios, colaborando para o fortalecimento da missão da &#039;&#039;&#039;Sesai&#039;&#039;&#039;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seu movimento também luta pela &#039;&#039;&#039;saúde indígena&#039;&#039;&#039;? Informe isto editando a página dele aqui na plataforma. Se você ainda não publicou a página do coletivo aqui no &#039;&#039;&#039;MapaMovSaúde&#039;&#039;&#039;, crie! Saiba como [https://mapamovsaude.net.br/index.php/Categoria:Perguntas%20Frequentes aqui].&lt;/div&gt;</summary>
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		<title>Secretaria de Saúde Indígena - SESAI</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Paulo Schueler: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Sesai.jpg|alt=Sesai|miniaturadaimagem|Sesai]]&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;A Secretaria de Saúde Indígena - SESAI&#039;&#039;&#039; é responsável por coordenar e executar a [https://www.gov.br/conselho-nacional-de-saude/pt-br/assuntos/noticias/2022/novembro/apos-vinte-anos-povos-originarios-atualizam-politica-nacional-de-atencao-a-saude-indigena Política Nacional de Atenção à Saúde dos Povos Indígenas] e todo o processo de gestão do [https://www.gov.br/planejamento/pt-br/acesso-a-informacao/participacao-social/conselhos-e-orgaos-colegiados/cmap/politicas/2022/avaliacoes-conduzidas-pelo-cmag/subsistema-de-atencao-a-saude-indigena-sasisus Subsistema de Atenção à Saúde Indígena (SasiSUS)] no Sistema Único de Saúde (SUS).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Criada em 2010, a &#039;&#039;&#039;SESAI&#039;&#039;&#039; atende mais de 762 mil indígenas aldeados em todo o Brasil e, de acordo com o Ministério da Saúde, esse trabalho é feito por cerca de 22 mil profissionais, dos quais 52% são indígenas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Secretaria promove a atenção primária à saúde e ações de saneamento, de maneira participativa e diferenciada, respeitando as especificidades epidemiológicas e socioculturais destes povos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Seminário Saúde Indígena: Um SasiSUS para o bem viver&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entre 2024 e 2025, a Sesai organizou o [https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/sesai/seminario-saude-indigena Seminário Saúde Indígena: Um SasiSUS para o bem viver] nas 5 macrorregiões do Brasil. Deste processo, participam usuários, conselheiros distritais e locais, gestores, trabalhadores da saúde indígena, instituições públicas e organizações indígenas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seus objetivos foram:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;- Fortalecer as medicinas indígenas, reconhecendo suas ciências, tecnologias de cuidados ancestrais, proteção, promoção, prevenção e recuperação da saúde integrando-as à Rede de Atenção à Saúde do SUS.&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;- Debater e apoiar a estruturação de diretrizes e estratégias para o Programa Nacional de Saneamento Indígena.&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;- Discutir as formas de cooperação e de articulação junto aos Órgãos Federais e Entes Subnacionais visando ampliar a atuação sobre os determinantes e condicionantes da saúde indígena.&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;- Propor a organização do modelo de atenção e os serviços de saúde de acordo com as especificidades macrorregionais dos DSEI, respeitando as diretrizes da PNASPI.&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;- Discutir diretrizes e metodologias que permitam a educação na saúde e a gestão do trabalho atuar de acordo com as diversidades regionais, epidemiológicas e interculturais dos povos indígenas.&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;- Discutir as necessidades estruturantes do SasiSUS, visando a melhoria das ações e serviços de saúde indígena a partir do financiamento e instância de controle social.&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Movimentos indígenas, como  [[Mães da Terra]], [[Urihi Associação Yanomami]] e [[Tekó - Coletivo de Artivismo Indígena da Região Metropolitana de Belém]] organizam a luta pela saúde indígena em seus territórios, colaborando para o fortalecimento da missão da Sesai.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seu movimento também luta pela &#039;&#039;&#039;saúde indígena&#039;&#039;&#039;? Informe isto editando a página dele aqui na plataforma. Se você ainda não publicou a página do coletivo aqui no &#039;&#039;&#039;MapaMovSaúde&#039;&#039;&#039;, crie! Saiba como [https://mapamovsaude.net.br/index.php/Categoria:Perguntas%20Frequentes aqui]&lt;/div&gt;</summary>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Paulo Schueler: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Sesai.jpg|alt=Sesai|miniaturadaimagem|Sesai]]&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;A Secretaria de Saúde Indígena - SESAI&#039;&#039;&#039; é responsável por coordenar e executar a [https://www.gov.br/conselho-nacional-de-saude/pt-br/assuntos/noticias/2022/novembro/apos-vinte-anos-povos-originarios-atualizam-politica-nacional-de-atencao-a-saude-indigena Política Nacional de Atenção à Saúde dos Povos Indígenas] e todo o processo de gestão do [https://www.gov.br/planejamento/pt-br/acesso-a-informacao/participacao-social/conselhos-e-orgaos-colegiados/cmap/politicas/2022/avaliacoes-conduzidas-pelo-cmag/subsistema-de-atencao-a-saude-indigena-sasisus Subsistema de Atenção à Saúde Indígena (SasiSUS)] no Sistema Único de Saúde (SUS).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Criada em 2010, a &#039;&#039;&#039;SESAI&#039;&#039;&#039; atende mais de 762 mil indígenas aldeados em todo o Brasil e, de acordo com o Ministério da Saúde, esse trabalho é feito por cerca de 22 mil profissionais, dos quais 52% são indígenas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Secretaria promove a atenção primária à saúde e ações de saneamento, de maneira participativa e diferenciada, respeitando as especificidades epidemiológicas e socioculturais destes povos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Seminário Saúde Indígena: Um SasiSUS para o bem viver&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entre 2024 e 2025, a Sesai organizou o [https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/sesai/seminario-saude-indigena Seminário Saúde Indígena: Um SasiSUS para o bem viver] nas 5 macrorregiões do Brasil. Deste processo, participam usuários, conselheiros distritais e locais, gestores, trabalhadores da saúde indígena, instituições públicas e organizações indígenas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seus objetivos foram:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;- Fortalecer as medicinas indígenas, reconhecendo suas ciências, tecnologias de cuidados ancestrais, proteção, promoção, prevenção e recuperação da saúde integrando-as à Rede de Atenção à Saúde do SUS.&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;- Debater e apoiar a estruturação de diretrizes e estratégias para o Programa Nacional de Saneamento Indígena.&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;- Discutir as formas de cooperação e de articulação junto aos Órgãos Federais e Entes Subnacionais visando ampliar a atuação sobre os determinantes e condicionantes da saúde indígena.&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;- Propor a organização do modelo de atenção e os serviços de saúde de acordo com as especificidades macrorregionais dos DSEI, respeitando as diretrizes da PNASPI.&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;- Discutir diretrizes e metodologias que permitam a educação na saúde e a gestão do trabalho atuar de acordo com as diversidades regionais, epidemiológicas e interculturais dos povos indígenas.&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;- Discutir as necessidades estruturantes do SasiSUS, visando a melhoria das ações e serviços de saúde indígena a partir do financiamento e instância de controle social.&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Movimentos indígenas, como  [[Mães da Terra]], [[Urihi Associação Yanomami]] e [[Tekó - Coletivo de Artivismo Indígena da Região Metropolitana de Belém]] organizam a luta pela saúde indígena em seus territórios, colaborando para o fortalecimento da missão da Sesai.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seu movimento também luta pela &#039;&#039;&#039;saúde indígena&#039;&#039;&#039;? Informe isto editando a página dele aqui na plataforma. Se você ainda não publicou a página do coletivo aqui no &#039;&#039;&#039;MapaMovSaúde&#039;&#039;&#039;, crie! Saiba como [[Categoria:Perguntas Frequentes|aqui]].&lt;/div&gt;</summary>
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&lt;div&gt;&#039;&#039;&#039;A Secretaria de Saúde Indígena - SESAI&#039;&#039;&#039; é responsável por coordenar e executar a [https://www.gov.br/conselho-nacional-de-saude/pt-br/assuntos/noticias/2022/novembro/apos-vinte-anos-povos-originarios-atualizam-politica-nacional-de-atencao-a-saude-indigena Política Nacional de Atenção à Saúde dos Povos Indígenas] e todo o processo de gestão do [https://www.gov.br/planejamento/pt-br/acesso-a-informacao/participacao-social/conselhos-e-orgaos-colegiados/cmap/politicas/2022/avaliacoes-conduzidas-pelo-cmag/subsistema-de-atencao-a-saude-indigena-sasisus Subsistema de Atenção à Saúde Indígena (SasiSUS)] no Sistema Único de Saúde (SUS).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Criada em 2010, a &#039;&#039;&#039;SESAI&#039;&#039;&#039; atende mais de 762 mil indígenas aldeados em todo o Brasil e, de acordo com o Ministério da Saúde, esse trabalho é feito por cerca de 22 mil profissionais, dos quais 52% são indígenas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Secretaria promove a atenção primária à saúde e ações de saneamento, de maneira participativa e diferenciada, respeitando as especificidades epidemiológicas e socioculturais destes povos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Seminário Saúde Indígena: Um SasiSUS para o bem viver&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entre 2024 e 2025, a Sesai organizou o [https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/sesai/seminario-saude-indigena Seminário Saúde Indígena: Um SasiSUS para o bem viver] nas 5 macrorregiões do Brasil. Deste processo, participam usuários, conselheiros distritais e locais, gestores, trabalhadores da saúde indígena, instituições públicas e organizações indígenas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seus objetivos foram:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;- Fortalecer as medicinas indígenas, reconhecendo suas ciências, tecnologias de cuidados ancestrais, proteção, promoção, prevenção e recuperação da saúde integrando-as à Rede de Atenção à Saúde do SUS.&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;- Debater e apoiar a estruturação de diretrizes e estratégias para o Programa Nacional de Saneamento Indígena.&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;- Discutir as formas de cooperação e de articulação junto aos Órgãos Federais e Entes Subnacionais visando ampliar a atuação sobre os determinantes e condicionantes da saúde indígena.&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;- Propor a organização do modelo de atenção e os serviços de saúde de acordo com as especificidades macrorregionais dos DSEI, respeitando as diretrizes da PNASPI.&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;- Discutir diretrizes e metodologias que permitam a educação na saúde e a gestão do trabalho atuar de acordo com as diversidades regionais, epidemiológicas e interculturais dos povos indígenas.&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;- Discutir as necessidades estruturantes do SasiSUS, visando a melhoria das ações e serviços de saúde indígena a partir do financiamento e instância de controle social.&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Movimentos indígenas, como  [[Mães da Terra]], [[Urihi Associação Yanomami]] e [[Tekó - Coletivo de Artivismo Indígena da Região Metropolitana de Belém]] organizam a luta pela saúde indígena em seus territórios, colaborando para o fortalecimento da missão da Sesai.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seu movimento também luta pela &#039;&#039;saúde indígena&#039;&#039;&#039;&#039;&#039;&#039;&#039;Texto em itálico&#039;&#039;&#039;&#039;&#039;? Informe isto editando a página dele aqui na plataforma. Se você ainda não publicou a página do coletivo aqui no &#039;&#039;&#039;MapaMovSaúde&#039;&#039;&#039;, crie! Saiba como [[Categoria:Perguntas Frequentes|aqui]].&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Paulo Schueler</name></author>
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		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Centro_de_Refer%C3%AAncia_de_Assist%C3%AAncia_Social_-_CRAS&amp;diff=2505</id>
		<title>Centro de Referência de Assistência Social - CRAS</title>
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		<updated>2026-04-02T15:01:14Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Paulo Schueler: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Cras.jpg|alt=CRAS|miniaturadaimagem|CRAS]]&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Centro de Referência de Assistência Social - CRAS&#039;&#039;&#039; é a unidade de atendimento do poder público na qual são oferecidos os serviços de Assistência Social para a população. O CRAS oferece serviços como:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;- Fazer o Cadastro Único;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;- Orientação sobre os benefícios sociais;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;- Apoio na resolução de conflitos e cuidados com os filhos;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;- Fortalecimento da convivência familiar e comunitária;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;- Acesso a serviços, benefícios e projetos de assistência social;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;- Apoio e orientação sobre como proceder em casos de violência doméstica;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;- Orientação sobre outros serviços públicos;&#039;&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O &#039;&#039;&#039;CRAS&#039;&#039;&#039; é um direito, gratuito e mantido pelas prefeituras e pelo Governo Federal. Ele é parte do Sistema Único de Assistência Social (SUAS) – que organiza a assistência social em todo o Brasil para garantir a proteção social aos cidadãos, com apoio a indivíduos, famílias e à comunidade no enfrentamento de suas dificuldades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[https://www.youtube.com/watch?v=5hxBW-npu1I Este vídeo do canal fala, SUAS], explica o que é o CRAS e a função destes centros na formatação do SUAS. Caso precise, [https://mapa-social.cidadania.gov.br/ confira neste Mapa qual o CRAS mais próximo da sua casa]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Participação social&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim como no Sistema Único de Saúde (SUS), o sistema de Assistência Social conta com controle social e participação popular através dos Conselhos de Usuários(as) de Serviços Públicos do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqui no Mapa Colaborativo dos Movimentos Sociais em Saúde (&#039;&#039;&#039;MapaMovSaúde&#039;&#039;&#039;), integrantes das organizações [[Movimento Nacional da População em Situação de Rua]], [[Fórum Nacional em Defesa da População em Situação de Rua]], [[Ocupação Gilberto Domingos - Morar é um Direito]] e [[Movimento de Moradores e Usuários em Defesa do IASERJ/SUS – MUDI]] são usuários dos CRAS e articuladores de sua manutenção e melhorias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seu movimento também se articula com os serviços oferecidos pelos &#039;&#039;&#039;CRAS&#039;&#039;&#039;? Informe isto editando a página dele aqui na plataforma. Se você ainda não publicou a página do coletivo aqui no MapaMovSaúde, crie! Saiba como [[Categoria:Perguntas Frequentes|aqui]].&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Paulo Schueler</name></author>
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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&#039;&#039;&#039;Centro de Referência de Assistência Social - CRAS&#039;&#039;&#039; é a unidade de atendimento do poder público na qual são oferecidos os serviços de Assistência Social para a população. O CRAS oferece serviços como:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;- Fazer o Cadastro Único;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;- Orientação sobre os benefícios sociais;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;- Apoio na resolução de conflitos e cuidados com os filhos;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;- Fortalecimento da convivência familiar e comunitária;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;- Acesso a serviços, benefícios e projetos de assistência social;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;- Apoio e orientação sobre como proceder em casos de violência doméstica;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;- Orientação sobre outros serviços públicos;&#039;&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O &#039;&#039;&#039;CRAS&#039;&#039;&#039; é um direito, gratuito e mantido pelas prefeituras e pelo Governo Federal. Ele é parte do Sistema Único de Assistência Social (SUAS) – que organiza a assistência social em todo o Brasil para garantir a proteção social aos cidadãos, com apoio a indivíduos, famílias e à comunidade no enfrentamento de suas dificuldades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[https://www.youtube.com/watch?v=5hxBW-npu1I Este vídeo do canal fala, SUAS], explica o que é o CRAS e a função destes centros na formatação do SUAS. Caso precise, [https://mapa-social.cidadania.gov.br/ confira neste Mapa qual o CRAS mais próximo da sua casa]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Participação social&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim como no Sistema Único de Saúde (SUS), o sistema de Assistência Social conta com controle social e participação popular através dos Conselhos de Usuários(as) de Serviços Públicos do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqui no Mapa Colaborativo dos Movimentos Sociais em Saúde (&#039;&#039;&#039;MapaMovSaúde&#039;&#039;&#039;), integrantes das organizações [[Movimento Nacional da População em Situação de Rua]], [[Fórum Nacional em Defesa da População em Situação de Rua]], [[Ocupação Gilberto Domingos - Morar é um Direito]] e [[Movimento de Moradores e Usuários em Defesa do IASERJ/SUS – MUDI]] são usuários dos CRAS e articuladores de sua manutenção e melhorias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seu movimento também se articula com os serviços oferecidos pelos &#039;&#039;&#039;CRAS&#039;&#039;&#039;? Informe isto editando a página dele aqui na plataforma. Se você ainda não publicou a página do coletivo aqui no MapaMovSaúde, crie! Saiba como [[Categoria:Perguntas Frequentes|aqui]].&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Paulo Schueler</name></author>
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		<title>Os movimentos sociais diante dos impactos das emergências climáticas sobre a saúde</title>
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		<updated>2025-11-11T14:11:54Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Paulo Schueler: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Evento-Bahia.jpg|alt=Evento-Bahia|miniaturadaimagem|Evento-Bahia]]&lt;br /&gt;
O Auditório do Instituto de Saúde Coletiva da Universidade Federal da Bahia (UFBA), em Salvador, recebeu nos dias 30 e 31 de outubro os Encontro Ciência, Saúde e Participação Popular. Organizado pelo Mapa Colaborativo dos Movimentos Sociais em Saúde (MapaMovSaúde), em parceria com o Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes), a Cooperação Social da Fiocruz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O evento debateu as emergências climáticas, que já transformam o presente e impactam profundamente a saúde e as condições de vida das populações. Secas, enchentes e ondas de calor extremo têm revelado, de forma cada vez mais evidente, que a crise ambiental é também uma crise social e sanitária, que exige respostas urgentes, solidárias e democráticas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Destacando a importância da educação popular e a necessidade de aproximar ciência de saberes tradicioanis, as práticas dos movimentos sociais e a defesa do Sistema Único de Saúde (SUS), André Lima, representando a Coordenação de Cooperação Social da Presidência da Fiocruz, apresentou a Oficina-Assembleia do Mapa dos Movimentos Sociais em Saúde. “O principal desafio hoje é garantir o direito a existir, especialmente nos territórios historicamente silenciados”, apontou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diretora adjunta do Instituto de Saúde Coletiva da Universidade Federal da Bahia (ISC/UFBA), Joilda Nery, destacou a relevância da parceria entre as instituições realizadoras. &amp;quot;O ISC é parte constituinte do Cebes. É uma parceria profícua receber a Fiocruz e o MapaMovSaúde, bem como todos os movimentos sociais presentes&amp;quot;, ressaltou. Em seguida, o  presidente do Cebes, Carlos Fidelis, iniciou sua fala lembrando que o país não pode naturalizar o horror vivenciado dias antes na operação odo Governo do Estado do Rio de Janeiro que gerou mais de 100 óbitos. “A gente não pode negar, não pode ignorar o que está acontecendo no Rio de Janeiro. Se hoje estamos de luto, isso não significa que paremos de lutar”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fidelis destacou tal ação como tentativa de capturar a potência criativa e solidária do povo brasileiro, observada nas cinco regiões onde o MapaMovSaúde vem promovendo encontros, e reforçou a importância da ação coletiva como força de resistência. “Em todos os lugares do Brasil há gente como a gente. Nós não estamos sós, somos a maioria”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em seguida, a coordenadora do MapaMovSaúde, Lucia Souto, ressaltou que as cenas de violência estatal no Rio de Janeiro “não são fato isolado, mas parte de uma agenda autoritária, de um golpe continuado” que naturaliza a violência e manipula as emoções da saociedade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Precisamos estar atentos e fortes para enfrentar esse projeto de destruição dos direitos e da democracia”. Lucia convidou Jairnilson Paim e Naomar Almeida Filho a comporem a mesa da Oficina-Assembleia do MapaMovSaúde.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Professor emérito da UFBA, Paim situou a disputa de projetos para a saúde, entre a reforma democrática do Estado e o avanço mercantil da saúde. Ele alertou para a persistência de tendências autoritárias e neofascistas, alimentadas pela desconfiança nas instituições. Para enfrentar esse quadro, defendeu “clareza teórica” e acúmulo de evidências sobre como pensam e sentem as maiorias populares. Segundo Paim, mais da metade da população se divide entre “desengajados” e “cautelosos”, frequentemente tragados por narrativas conservadoras como as da meritocracia, do individualismo, da competição e da prosperidade. “Estes invisíveis precisam ser vistos. Por que o povo, muitas vezes vota em seus inimigos?”, provocou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No campo do SUS, Paim retomou a tensão público-privada e destacou que o sistema público opera em desvantagem estrutural frente à saúde suplementar. &amp;quot;Muitas vezes nós ignoramos, esquecemos que existe o privado, e eles mandam e estão mandando cada vez mais&amp;quot;, comentou, antes de defender a necessidade de regulação robusta que priorize o interesse público e organização de base nos territórios. “A saída passa por política e regulação. Precisamos continuar contra a naturalização desse sistema de saúde desigual e injusto, apesar de termos o SUS, de termos uma democracia, não como a queríamos, mas que está sendo possível”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também professor da UFBA, Naomar Almeida Filho ressaltou o ambiente digital como aquele com capacidade de converter, armazenar e transmitir sinais (som, imagem, dados) em código binário, permitindo presença múltipla e ubiquidade. “O digital já está na saúde desde quando o SUS começa. Já havia uma inserção de tecnologias e sinais de comunicação, reprodução de imagens, detecção de padrões e tomadas de decisão que têm componentes digitais”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com ele, essa infraestrutura reconfigurou prontuários, fluxos de informação e expandiu a telesaúde/telemedicina, especialmente na pandemia, reduzindo barreiras territoriais de acesso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante deste poder, Naomar alertou para a centralidade das Big Techs na &amp;quot;Economia Política&amp;quot; da era digital, que promove a individualização radical mediada pelo smartphone. Diante disso, sugeriu que &amp;quot;as regulações passam desde escolhas sobre protocolos de transmissão de dados, até formas de uso. Por isso que os departamentos jurídicos dessas Big Techs são maiores e mais poderosos do que os departamentos de criação tecnológica”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Organização dos movimentos sociais&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A conjuntura debatida na mesa aponta para a necessidade de melhor interlocução dos movimentos sociais. Diante disso, foi unânime a avaliação da necessidade de fortalecer ferramentas como MapaMovSaúde.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lucia Souto lembrou, por exemplo, que o SUS é fruto da mobilização popular. &amp;quot;A 8ª conferencia foi uma constituinte popular da saúde&amp;quot;, afirmou. &amp;quot;O nosso lado sempre será o do SUS e do direito à vida. Não existe SSUS nem mudança sem a garantia da reconhecimento daqueles que precisam ser ouvidos&amp;quot;, afirmou Marcos Gêmeo, do Conselho Estadual de Saúde da Bahia. Essa voz pode ser compartilhada e gerar redes de colaboração na plataforma do MapaMovSaúde, colaborando para a formulação de políticas públicas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foi o que lembrou Luis Eugenio de Souza, diretor do ISC/UFBA. &amp;quot;O trabalho do MapaMovSaúde  importantíssimo, pois no Brasil e no mundo, os governos por si sós estão se mostrando incapazes de resolver questões como as emergências climáticas&amp;quot;, comentou Souza. O aprofundamento da democracia se faz necessário para ultrapassar as iniquidades desde o período colonial, como lembrou Fidelis. &amp;quot;Nosso país traz uma marca de nascença. Um país que começa com o genocídio dos povos originários por uma elite do atraso, que vive de moer pessoas e sonhos&amp;quot;, lembrou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Souza ressaltou que &amp;quot;os governos, por si só, estão incapazes de resolver os nossos problemas, inclusive a emergência climática. Estamos chegando na COP 30, a 30ª conferência das partes, e vemos que os países assinaram vários acordos, começando lá no Rio de Janeiro em 1992, depois o Protocolo de Kyoto, depois o Acordo de Paris, acordos importantíssimos que, no entanto, não saíram do papel. Todas as metas foram descumpridas, e não tenho nenhuma dúvida se não se não forem os movimentos sociais a pressionarem fortemente os governos, mesmo os governos mais progressistas que vivem sob situações de chantagem feitas pelas grandes empresas, nós não avançaremos no enfrentamento das emergências climáticas que afetam todo mundo, mas como a gente sabe, afetam mais aqueles que estão em situação de vulnerabilidade social e que menos contribuíram para causar essa crise&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Magna Caimbé, do semiárido nordestino, defendeu a necessidade de articulação entre o conhecimento científico e os saberes tradicionais para o enfrentamento da crise climática e seus impactos sobre a saúde. &amp;quot; Eu venho representar a voz do meu povo, trazendo os saberes que atravessam gerações, construindo construídos no cuidado com a terra, na cura pela palavra, na força dos rituais, na medicina tradicional que sustenta nossos corpos e nossos espíritos. Estar aqui é reafirmar que a saúde para nós, povos indígenas, é território, é cultura, é espiritualidade e vida coletiva. É defender que o conhecimento ancestral caminha lado a lado com o conhecimento acadêmico, sem hierarquias, mas em diálogo vivo e necessário&amp;quot;, defendeu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Assista na íntegra &lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O evento está disponível para ser assistido na íntegra - confira em:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Oficina-Assembleia do Mapa Colaborativo dos Movimentos Sociais em Saúde&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://www.youtube.com/live/TD9kC23BnMA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Dia 2 Manhã | Encontros Ciência, Saúde e Participação Popular&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://www.youtube.com/live/KvRHbdxms2U&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Dia 2 Tarde | Encontros Ciência, Saúde e Participação Popular&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://www.youtube.com/live/EYTjYqKNa0g&lt;br /&gt;
[[Categoria:Notícias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Paulo Schueler</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Os_movimentos_sociais_diante_dos_impactos_das_emerg%C3%AAncias_clim%C3%A1ticas_sobre_a_sa%C3%BAde&amp;diff=2472</id>
		<title>Os movimentos sociais diante dos impactos das emergências climáticas sobre a saúde</title>
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		<updated>2025-11-11T13:49:05Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Paulo Schueler: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Evento-Bahia.jpg|alt=Evento-Bahia|miniaturadaimagem|Evento-Bahia]]&lt;br /&gt;
O Auditório do Instituto de Saúde Coletiva da Universidade Federal da Bahia (UFBA), em Salvador, recebeu nos dias 30 e 31 de outubro os Encontro Ciência, Saúde e Participação Popular. Organizado pelo Mapa Colaborativo dos Movimentos Sociais em Saúde (MapaMovSaúde), em parceria com o Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes), a Cooperação Social da Fiocruz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O evento debateu as emergências climáticas, que já transformam o presente e impactam profundamente a saúde e as condições de vida das populações. Secas, enchentes e ondas de calor extremo têm revelado, de forma cada vez mais evidente, que a crise ambiental é também uma crise social e sanitária, que exige respostas urgentes, solidárias e democráticas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Destacando a importância da educação popular e a necessidade de aproximar ciência de saberes tradicioanis, as práticas dos movimentos sociais e a defesa do Sistema Único de Saúde (SUS), André Lima, representando a Coordenação de Cooperação Social da Presidência da Fiocruz, apresentou a Oficina-Assembleia do Mapa dos Movimentos Sociais em Saúde. “O principal desafio hoje é garantir o direito a existir, especialmente nos territórios historicamente silenciados”, apontou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diretora adjunta do Instituto de Saúde Coletiva da Universidade Federal da Bahia (ISC/UFBA), Joilda Nery, destacou a relevância da parceria entre as instituições realizadoras. &amp;quot;O ISC é parte constituinte do Cebes. É uma parceria profícua receber a Fiocruz e o MapaMovSaúde, bem como todos os movimentos sociais presentes&amp;quot;, ressaltou. Em seguida, o  presidente do Cebes, Carlos Fidelis, iniciou sua fala lembrando que o país não pode naturalizar o horror vivenciado dias antes na operação odo Governo do Estado do Rio de Janeiro que gerou mais de 100 óbitos. “A gente não pode negar, não pode ignorar o que está acontecendo no Rio de Janeiro. Se hoje estamos de luto, isso não significa que paremos de lutar”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fidelis destacou tal ação como tentativa de capturar a potência criativa e solidária do povo brasileiro, observada nas cinco regiões onde o MapaMovSaúde vem promovendo encontros, e reforçou a importância da ação coletiva como força de resistência. “Em todos os lugares do Brasil há gente como a gente. Nós não estamos sós, somos a maioria”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em seguida, a coordenadora do MapaMovSaúde, Lucia Souto, ressaltou que as cenas de violência estatal no Rio de Janeiro “não são fato isolado, mas parte de uma agenda autoritária, de um golpe continuado” que naturaliza a violência e manipula as emoções da saociedade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Precisamos estar atentos e fortes para enfrentar esse projeto de destruição dos direitos e da democracia”. Lucia convidou Jairnilson Paim e Naomar Almeida Filho a comporem a mesa da Oficina-Assembleia do MapaMovSaúde.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Professor emérito da UFBA, Paim situou a disputa de projetos para a saúde, entre a reforma democrática do Estado e o avanço mercantil da saúde. Ele alertou para a persistência de tendências autoritárias e neofascistas, alimentadas pela desconfiança nas instituições. Para enfrentar esse quadro, defendeu “clareza teórica” e acúmulo de evidências sobre como pensam e sentem as maiorias populares. Segundo Paim, mais da metade da população se divide entre “desengajados” e “cautelosos”, frequentemente tragados por narrativas conservadoras como as da meritocracia, do individualismo, da competição e da prosperidade. “Estes invisíveis precisam ser vistos. Por que o povo, muitas vezes vota em seus inimigos?”, provocou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No campo do SUS, Paim retomou a tensão público-privada e destacou que o sistema público opera em desvantagem estrutural frente à saúde suplementar. &amp;quot;Muitas vezes nós ignoramos, esquecemos que existe o privado, e eles mandam e estão mandando cada vez mais&amp;quot;, comentou, antes de defender a necessidade de regulação robusta que priorize o interesse público e organização de base nos territórios. “A saída passa por política e regulação. Precisamos continuar contra a naturalização desse sistema de saúde desigual e injusto, apesar de termos o SUS, de termos uma democracia, não como a queríamos, mas que está sendo possível”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também professor da UFBA, Naomar Almeida Filho ressaltou o ambiente digital como aquele com capacidade de converter, armazenar e transmitir sinais (som, imagem, dados) em código binário, permitindo presença múltipla e ubiquidade. “O digital já está na saúde desde quando o SUS começa. Já havia uma inserção de tecnologias e sinais de comunicação, reprodução de imagens, detecção de padrões e tomadas de decisão que têm componentes digitais”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com ele, essa infraestrutura reconfigurou prontuários, fluxos de informação e expandiu a telesaúde/telemedicina, especialmente na pandemia, reduzindo barreiras territoriais de acesso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante deste poder, Naomar alertou para a centralidade das Big Techs na &amp;quot;Economia Política&amp;quot; da era digital, que promove a individualização radical mediada pelo smartphone. Diante disso, sugeriu que &amp;quot;as regulações passam desde escolhas sobre protocolos de transmissão de dados, até formas de uso. Por isso que os departamentos jurídicos dessas Big Techs são maiores e mais poderosos do que os departamentos de criação tecnológica”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Organização dos movimentos sociais&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A conjuntura debatida na mesa aponta para a necessidade de melhor interlocução dos movimentos sociais. Diante disso, foi unânime a avaliação da necessidade de fortalecer ferramentas como MapaMovSaúde.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lucia Souto lembrou, por exemplo, que o SUS é fruto da mobilização popular. &amp;quot;A 8ª conferencia foi uma constituinte popular da saúde&amp;quot;, afirmou. &amp;quot;O nosso lado sempre será o do SUS e do direito à vida. Não existe SSUS nem mudança sem a garantia da reconhecimento daqueles que precisam ser ouvidos&amp;quot;, afirmou Marcos Gêmeo, do Conselho Estadual de Saúde da Bahia. Essa voz pode ser compartilhada e gerar redes de colaboração na plataforma do MapaMovSaúde, colaborando para a formulação de políticas públicas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foi o que lembrou Luis Eugenio de Souza, diretor do ISC/UFBA. &amp;quot;O trabalho do MapaMovSaúde  importantíssimo, pois no Brasil e no mundo, os governos por si sós estão se mostrando incapazes de resolver questões como as emergências climáticas&amp;quot;, comentou Souza. O aprofundamento da democracia se faz necessário para ultrapassar as iniquidades desde o período colonial, como lembrou Fidelis. &amp;quot;Nosso país traz uma marca de nascença. Um país que começa com o genocídio dos povos originários por uma elite do atraso, que vive de moer pessoas e sonhos&amp;quot;, lembrou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Souza ressaltou que &amp;quot;os governos, por si só, estão incapazes de resolver os nossos problemas, inclusive a emergência climática. Estamos chegando na COP 30, a 30ª conferência das partes, e vemos que os países assinaram vários acordos, começando lá no Rio de Janeiro em 1992, depois o Protocolo de Kyoto, depois o Acordo de Paris, acordos importantíssimos que, no entanto, não saíram do papel. Todas as metas foram descumpridas, e não tenho nenhuma dúvida se não se não forem os movimentos sociais a pressionarem fortemente os governos, mesmo os governos mais progressistas que vivem sob situações de chantagem feitas pelas grandes empresas, nós não avançaremos no enfrentamento das emergências climáticas que afetam todo mundo, mas como a gente sabe, afetam mais aqueles que estão em situação de vulnerabilidade social e que menos contribuíram para causar essa crise&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Assista na íntegra &lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O evento está disponível para ser assistido na íntegra - confira em:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Oficina-Assembleia do Mapa Colaborativo dos Movimentos Sociais em Saúde&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://www.youtube.com/live/TD9kC23BnMA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Dia 2 Manhã | Encontros Ciência, Saúde e Participação Popular&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://www.youtube.com/live/KvRHbdxms2U&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Dia 2 Tarde | Encontros Ciência, Saúde e Participação Popular&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://www.youtube.com/live/EYTjYqKNa0g&lt;br /&gt;
[[Categoria:Notícias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Paulo Schueler</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Os_movimentos_sociais_diante_dos_impactos_das_emerg%C3%AAncias_clim%C3%A1ticas_sobre_a_sa%C3%BAde&amp;diff=2452</id>
		<title>Os movimentos sociais diante dos impactos das emergências climáticas sobre a saúde</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Os_movimentos_sociais_diante_dos_impactos_das_emerg%C3%AAncias_clim%C3%A1ticas_sobre_a_sa%C3%BAde&amp;diff=2452"/>
		<updated>2025-11-09T19:33:16Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Paulo Schueler: Criou página com &amp;#039;Evento-Bahia O Auditório do Instituto de Saúde Coletiva da Universidade Federal da Bahia (UFBA), em Salvador, recebeu nos dias 30 e 31 de outubro os Encontro Ciência, Saúde e Participação Popular. Organizado pelo Mapa Colaborativo dos Movimentos Sociais em Saúde (MapaMovSaúde), em parceria com o Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes), a Cooperação Social da Fiocruz.  O evento debateu as eme...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Evento-Bahia.jpg|alt=Evento-Bahia|miniaturadaimagem|Evento-Bahia]]&lt;br /&gt;
O Auditório do Instituto de Saúde Coletiva da Universidade Federal da Bahia (UFBA), em Salvador, recebeu nos dias 30 e 31 de outubro os Encontro Ciência, Saúde e Participação Popular. Organizado pelo Mapa Colaborativo dos Movimentos Sociais em Saúde (MapaMovSaúde), em parceria com o Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes), a Cooperação Social da Fiocruz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O evento debateu as emergências climáticas, que já transformam o presente e impactam profundamente a saúde e as condições de vida das populações. Secas, enchentes e ondas de calor extremo têm revelado, de forma cada vez mais evidente, que a crise ambiental é também uma crise social e sanitária, que exige respostas urgentes, solidárias e democráticas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Destacando a importância da educação popular e a necessidade de aproximar ciência de saberes tradicioanis, as práticas dos movimentos sociais e a defesa do Sistema Único de Saúde (SUS), André Lima, representando a Coordenação de Cooperação Social da Presidência da Fiocruz, apresentou a Oficina-Assembleia do Mapa dos Movimentos Sociais em Saúde. “O principal desafio hoje é garantir o direito a existir, especialmente nos territórios historicamente silenciados”, apontou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diretora adjunta do Instituto de Saúde Coletiva da Universidade Federal da Bahia (ISC/UFBA), Joilda Nery, destacou a relevância da parceria entre as instituições realizadoras. &amp;quot;O ISC é parte constituinte do Cebes. É uma parceria profícua receber a Fiocruz e o MapaMovSaúde, bem como todos os movimentos sociais presentes&amp;quot;, ressaltou. Em seguida, o  presidente do Cebes, Carlos Fidelis, iniciou sua fala lembrando que o país não pode naturalizar o horror vivenciado dias antes na operação odo Governo do Estado do Rio de Janeiro que gerou mais de 100 óbitos. “A gente não pode negar, não pode ignorar o que está acontecendo no Rio de Janeiro. Se hoje estamos de luto, isso não significa que paremos de lutar”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fidelis destacou tal ação como tentativa de capturar a potência criativa e solidária do povo brasileiro, observada nas cinco regiões onde o MapaMovSaúde vem promovendo encontros, e reforçou a importância da ação coletiva como força de resistência. “Em todos os lugares do Brasil há gente como a gente. Nós não estamos sós, somos a maioria”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em seguida, a coordenadora do MapaMovSaúde, Lucia Souto, ressaltou que as cenas de violência estatal no Rio de Janeiro “não são fato isolado, mas parte de uma agenda autoritária, de um golpe continuado” que naturaliza a violência e manipula as emoções da saociedade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Precisamos estar atentos e fortes para enfrentar esse projeto de destruição dos direitos e da democracia”. Lucia convidou Jairnilson Paim e Naomar Almeida Filho a comporem a mesa da Oficina-Assembleia do MapaMovSaúde.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Professor emérito da UFBA, Paim situou a disputa de projetos para a saúde, entre a reforma democrática do Estado e o avanço mercantil da saúde. Ele alertou para a persistência de tendências autoritárias e neofascistas, alimentadas pela desconfiança nas instituições. Para enfrentar esse quadro, defendeu “clareza teórica” e acúmulo de evidências sobre como pensam e sentem as maiorias populares. Segundo Paim, mais da metade da população se divide entre “desengajados” e “cautelosos”, frequentemente tragados por narrativas conservadoras como as da meritocracia, do individualismo, da competição e da prosperidade. “Estes invisíveis precisam ser vistos. Por que o povo, muitas vezes vota em seus inimigos?”, provocou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No campo do SUS, Paim retomou a tensão público-privada e destacou que o sistema público opera em desvantagem estrutural frente à saúde suplementar. &amp;quot;Muitas vezes nós ignoramos, esquecemos que existe o privado, e eles mandam e estão mandando cada vez mais&amp;quot;, comentou, antes de defender a necessidade de regulação robusta que priorize o interesse público e organização de base nos territórios. “A saída passa por política e regulação. Precisamos continuar contra a naturalização desse sistema de saúde desigual e injusto, apesar de termos o SUS, de termos uma democracia, não como a queríamos, mas que está sendo possível”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também professor da UFBA, Naomar Almeida Filho ressaltou o ambiente digital como aquele com capacidade de converter, armazenar e transmitir sinais (som, imagem, dados) em código binário, permitindo presença múltipla e ubiquidade. “O digital já está na saúde desde quando o SUS começa. Já havia uma inserção de tecnologias e sinais de comunicação, reprodução de imagens, detecção de padrões e tomadas de decisão que têm componentes digitais”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com ele, essa infraestrutura reconfigurou prontuários, fluxos de informação e expandiu a telesaúde/telemedicina, especialmente na pandemia, reduzindo barreiras territoriais de acesso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante deste poder, Naomar alertou para a centralidade das Big Techs na &amp;quot;Economia Política&amp;quot; da era digital, que promove a individualização radical mediada pelo smartphone. Diante disso, sugeriu que &amp;quot;as regulações passam desde escolhas sobre protocolos de transmissão de dados, até formas de uso. Por isso que os departamentos jurídicos dessas Big Techs são maiores e mais poderosos do que os departamentos de criação tecnológica”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Organização dos movimentos sociais&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A conjuntura debatida na mesa aponta para a necessidade de melhor interlocução dos movimentos sociais. Diante disso, foi unânime a avaliação da necessidade de fortalecer ferramentas como MapaMovSaúde.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lucia Souto lembrou, por exemplo, que o SUS é fruto da mobilização popular. &amp;quot;A 8ª conferencia foi uma constituinte popular da saúde&amp;quot;, afirmou. &amp;quot;O nosso lado sempre será o do SUS e do direito à vida. Não existe SSUS nem mudança sem a garantia da reconhecimento daqueles que precisam ser ouvidos&amp;quot;, afirmou Marcos Gêmeo, do Conselho Estadual de Saúde da Bahia. Essa voz pode ser compartilhada e gerar redes de colaboração na plataforma do MapaMovSaúde, colaborando para a formulação de políticas públicas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foi o que lembrou Luis Eugenio de Souza, diretor do ISC/UFBA. &amp;quot;O trabalho do MapaMovSaúde  importantíssimo, pois no Brasil e no mundo, os governos por si sós estão se mostrando incapazes de resolver questões como as emergências climáticas&amp;quot;, comentou Souza. O aprofundamento da democracia se faz necessário para ultrapassar as iniquidades desde o período colonial, como lembrou Fidelis. &amp;quot;Nosso país traz uma marca de nascença. Um país que começa com o genocídio dos povos originários por uma elite do atraso, que vive de moer pessoas e sonhos&amp;quot;, lembrou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Assista na íntegra &lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O evento está disponível para ser assistido na íntegra - confira em:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Oficina-Assembleia do Mapa Colaborativo dos Movimentos Sociais em Saúde&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Dia 2 Manhã | Encontros Ciência, Saúde e Participação Popular&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Dia 2 Tarde | Encontros Ciência, Saúde e Participação Popular&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://www.youtube.com/live/EYTjYqKNa0g&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Paulo Schueler</name></author>
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		<title>Arquivo:Evento-Bahia.jpg</title>
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		<updated>2025-11-09T19:32:47Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Paulo Schueler: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Evento-Bahia&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Paulo Schueler</name></author>
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		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=MapaMovSa%C3%BAde,_Cebes_e_Fiocruz_realizam_evento_para_debater_as_emerg%C3%AAncias_clim%C3%A1ticas_e_o_protagonismo_dos_movimentos_sociais&amp;diff=2411</id>
		<title>MapaMovSaúde, Cebes e Fiocruz realizam evento para debater as emergências climáticas e o protagonismo dos movimentos sociais</title>
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		<updated>2025-10-21T16:08:36Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Paulo Schueler: Criou página com &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Encontros Ciência, Saúde e Participação Popular: evento reunirá, em Salvador, trabalhadores do SUS e militantes populares em defesa da vida, do SUS e da justiça climática.&amp;#039;&amp;#039;   miniaturadaimagem As emergências climáticas já não são uma ameaça distante, elas estão transformando o presente e impactando profundamente a saúde e as condições de vida das populações. Secas, enchentes e ondas de calor extremo têm revelado, d...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&#039;&#039;Encontros Ciência, Saúde e Participação Popular: evento reunirá, em Salvador, trabalhadores do SUS e militantes populares em defesa da vida, do SUS e da justiça climática.&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Evento Mapa Bahia.jpg|miniaturadaimagem]]&lt;br /&gt;
As emergências climáticas já não são uma ameaça distante, elas estão transformando o presente e impactando profundamente a saúde e as condições de vida das populações. Secas, enchentes e ondas de calor extremo têm revelado, de forma cada vez mais evidente, que a crise ambiental é também uma crise social e sanitária, que exige respostas urgentes, solidárias e democráticas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É diante desse cenário que o Mapa Colaborativo dos Movimentos Sociais em Saúde (MapaMovSaúde), o Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes) e a Cooperação Social da Fiocruz realizam, nos dias 30 e 31 de outubro de 2025, os Encontros Ciência, Saúde e Participação Popular, no Auditório do Instituto de Saúde Coletiva da Universidade Federal da Bahia (UFBA), em Salvador (BA).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O evento reunirá pesquisadores, trabalhadores do SUS e militantes de movimentos sociais para discutir um dos temas mais urgentes do nosso tempo: os impactos das emergências climáticas sobre a saúde e o bem-estar da população.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em meio à intensificação dos desastres ambientais e à desigualdade social crescente, o encontro propõe refletir sobre como o SUS, o Movimento da Reforma Sanitária Brasileira e demais movimentos sociais podem responder aos desafios que ameaçam a vida em seu sentido mais amplo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“O colapso climático não é uma possibilidade futura, ele já está em curso. Diante dessa realidade, torna-se urgente que nos reunamos para pensar coletivamente os caminhos da luta por uma vida digna, especialmente frente ao avanço das políticas neoliberais que aprofundam desigualdades e ameaçam direitos”, destaca Carlos Fidelis, presidente do Cebes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;O protagonismo dos movimentos sociais e articulação com a ciência&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para o enfrentamento a esses males, a autonomia dos movimentos sociais se faz fundamental, bem como a capacidade de diálogo de lideranças dos territórios com a comunidade científica comprometida com a justiça social. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Promover esses dois pilares - autonomia e diálogo - são os objetivos do evento, aproximando e articulando organizações para o debate das questões mais candentes dos movimentos sociais e das lutas por justiça climática e ambiental e pela democracia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“O movimento social, especialmente o da saúde, é muito expressivo e enraizado na sociedade brasileira, e nada mais importante conhecer quem somos, onde estamos e o que estamos fazendo. Em Salvador, vamos realizar conjuntamente essa primeira edição dos Encontros Ciência, Saúde e Participação Popular, que reunirá debates junto a uma oficina territorial com os movimentos sociais da Bahia, para potencializar e estimular essa exuberante presença e atuação e ampliar nossa vocalização por uma democracia participativa na internet, uma arena cada vez mais estratégica ”, explica Lucia Souto, coordenadora do MapaMovSaúde. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Na Cooperação Social, nós utilizamos a metodologia do Modo de Agir em Cooperação Social. Ou seja, a partir de uma instituição como a Fiocruz — de excelência  em pesquisa, ensino e produção de ciência — é possível conduzir iniciativas que dialoguem diretamente com movimentos sociais, com o território, numa perspectiva que nós entendemos que seja a construção compartilhada de conhecimento, que promova a valorização de conhecimentos produzidos a partir desses territórios e coletivos. A partir dessa metodologia, nós conseguimos aproximar esses dois mundos que, aparentemente, são tão distantes. Nós alinhamos o modo tradicional que é o conhecimento historicamente sistematizado pela humanidade com o conhecimento das camadas populares, das suas lideranças e seus territórios. Para nós, fazer ciência cidadã significa um desenvolvimento de iniciativas em complementariedade&amp;quot;, afirmou Leonídio Santos, Coordenador da Cooperação Social da Fiocruz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O evento será realizado no Auditório do Instituto de Saúde Coletiva da Universidade Federal da Bahia (ISC/UFBA) e tem também o apoio da Escola de Enfermagem da UFBA e do Conselho Nacional de Saúde (CNS). “Esta iniciativa vem para ampliar a facilitar a interseccionalidade entre as entidades do território nacional, entre essas entidades, as representadas no CNS.Para nós, conselheiros nacionais de saúde, será uma atividade de extrema importância”, reforça Heliana Emetério, conselheira nacional de saúde.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Programação&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O evento será dividido em dois momentos principais:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
30 de outubro, das 14h às 17h — A &#039;&#039;&#039;Oficina-Assembleia do MapaMovSaúde&#039;&#039;&#039; reunirá coletivos, entidades e organizações populares para debater como os movimentos sociais podem atuar frente às transformações tecnológicas, às mudanças climáticas e às novas expressões das desigualdades, reafirmando sua força política e propositiva na construção de uma saúde democrática.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
31 de outubro — &#039;&#039;&#039;I Seminário Nacional “Emergências Climáticas e o Viver Saudável”&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aberto ao público, o seminário abordará a agenda das injustiças ambientais e climáticas e colocará em pauta perguntas essenciais: As instâncias de governo estão preparadas para responder a essas emergências? Como garantir um SUS universal, público e participativo em um contexto de crise ambiental global? Que caminhos os movimentos sociais podem trilhar para proteger a vida e fortalecer a justiça climática?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Painéis temáticos:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Painel 1 – &#039;&#039;&#039;“Não estamos no mesmo barco! Desigualdades, Saúde e Emergências Climáticas”&#039;&#039;&#039;: impactos desiguais das crises e a urgência de políticas públicas que priorizem os mais vulnerabilizados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Painel 2 – &#039;&#039;&#039;“Movimentos Sociais, Emergências Climáticas e Saúde”&#039;&#039;&#039;: o papel histórico dos movimentos na defesa da vida, da justiça ambiental e da equidade em saúde, com destaque para as lições da pandemia de Covid-19.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Painel 3 – &#039;&#039;&#039;“Geração Cidadã de Dados, Vigilância Popular em Saúde e Emergências Climáticas”&#039;&#039;&#039;: experiências de coletivos de favelas e periferias que produzem dados e conhecimento para transformar suas realidades e fortalecer a incidência política.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Convite à participação&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
As inscrições são gratuitas e estão abertas pelo link:&lt;br /&gt;
https://www.even3.com.br/encontros-ciencia-saude-e-participacao-popular-638212/&lt;br /&gt;
(As vagas são limitadas à capacidade do auditório — 140 lugares)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mais do que um evento, os Encontros Ciência, Saúde e Participação Popular se afirmam como um espaço de convergência entre ciência, movimentos sociais e políticas públicas, reafirmando o compromisso coletivo com a defesa do SUS, da democracia e da vida em tempos de crise climática.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Serviço:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Encontros Ciência, Saúde e Participação Popular&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Datas:&#039;&#039;&#039; 30 de outubro - das 14h às 17h; e 31 de outubro - das 9h às 17h &lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Local:&#039;&#039;&#039; Auditório do Instituto de Saúde Coletiva da Universidade Federal da Bahia (UFBA)&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Endereço:&#039;&#039;&#039; R. Basílio da Gama, s/n - Canela, Salvador - BA, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O evento será transmitido pelos canais YouTube &lt;br /&gt;
ISC/UFBA (https://www.youtube.com/labvideoisc), &lt;br /&gt;
Cebes (https://www.youtube.com/@Cebesbrasil)&lt;br /&gt;
Cidades em Movimento (https://www.youtube.com/@cidadesemmovimento) MapaMovSaúde (https://www.youtube.com/@MapaMovSaude)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sobre as organizações&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;MapaMovSaúde&#039;&#039;&#039; — O Mapa Colaborativo dos Movimentos Sociais em Saúde é uma plataforma digital voltada ao fortalecimento das redes e parcerias em defesa da saúde como direito. Criado em 2023, o projeto amplia a visibilidade das ações dos movimentos sociais e possibilita a construção colaborativa de estratégias e políticas em torno da participação popular, da justiça social e do fortalecimento do SUS. Conheça a plataforma mapamovsaude.net.br e siga o projeto nas redes sociais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Cebes&#039;&#039;&#039; — O Centro Brasileiro de Estudos de Saúde é uma das principais entidades do campo da saúde coletiva no país, atuando desde a década de 1970 na defesa do direito universal à saúde e na construção do Sistema Único de Saúde (SUS). Foi e segue sendo protagonista na Reforma Sanitária Brasileira, contribuindo para a formulação de políticas públicas e para o pensamento crítico sobre saúde, democracia e desenvolvimento social. Conheça mais através do site cebes.org.br&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Fiocruz (Cooperação Social)&#039;&#039;&#039; — A Fundação Oswaldo Cruz, por meio de sua Cooperação Social, desenvolve iniciativas e projetos voltados à promoção da saúde e da equidade, baseados na construção compartilhada do conhecimento com organizações populares, movimentos sociais e trabalhadores do SUS. Sua atuação reforça a missão institucional da Fiocruz de produzir ciência e tecnologia comprometidas com a transformação social.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Paulo Schueler</name></author>
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		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Arquivo:Evento_Mapa_Bahia.jpg&amp;diff=2410</id>
		<title>Arquivo:Evento Mapa Bahia.jpg</title>
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		<updated>2025-10-21T16:05:54Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Paulo Schueler: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Evento Mapa Bahia&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Paulo Schueler</name></author>
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		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Confer%C3%AAncias_Livres&amp;diff=2400</id>
		<title>Conferências Livres</title>
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		<updated>2025-06-10T18:00:53Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Paulo Schueler: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;As &#039;&#039;&#039;conferências livres&#039;&#039;&#039; são espaços democráticos e inclusivos de debate e participação da sociedade civil e do poder público, comumente compondo o calendário de atividades das conferências nacionais de saúde. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contudo, ao contrário das conferências regulamentares puxadas pelos conselhos – sejam municipais, estaduais/distrital ou nacional – as &#039;&#039;&#039;conferências livres&#039;&#039;&#039; não precisam obedecer aos ritos formais das representações da participação social para eleição de delegados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como o próprio nome expressa, elas são livres e podem ser convocadas por apenas um ou mais grupos da sociedade, organizados em entidades, movimentos sociais e coletivos, com liberdade para definir os temas e a metodologia de seus debates. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessa forma, as &#039;&#039;&#039;conferências livres&#039;&#039;&#039; são importantes instrumentos de discussão e construção de políticas públicas, oferecendo um ambiente aberto para a troca de ideias e a busca por soluções para questões específicas, contribuindo tanto com propostas como com participantes para as conferências formais e regulamentares. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No setor saúde, as &#039;&#039;&#039;conferências livres&#039;&#039;&#039; têm sido realizadas desde os anos 2000. Suas contribuições e resultados têm sido tão expressivos que, a cada novo ciclo de conferência nacional, mais conferências livres são realizadas. Em 2023, por conta da 17ª Conferência Nacional de Saúde, foram realizadas cerca de 100 conferências livres. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Confira abaixo as resoluções de algumas dessas conferências livres que apresentaram contribuições à 17ª CNS.&#039;&#039;&#039;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Paulo Schueler</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Conselhos_de_Sa%C3%BAde&amp;diff=2399</id>
		<title>Conselhos de Saúde</title>
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		<updated>2025-06-10T17:59:32Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Paulo Schueler: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;No Brasil, a população tem o direito de acompanhar e debater oficialmente as políticas de saúde e a organização das mesmas nos serviços e programas do &#039;&#039;&#039;Sistema Único de Saúde (SUS)&#039;&#039;&#039;. Mais do que isso, a participação ativa de toda a sociedade é um dos princípios do &#039;&#039;&#039;SUS&#039;&#039;&#039; que está garantido na Constituição de 1988 e se efetiva pelos conselhos de saúde. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim como as conferências de saúde, os conselhos de saúde compõem o sistema de participação social do SUS e são regulamentados pela lei nº 8.142, de 28 de dezembro de 1990.  Os conselhos estão presentes em todos os mais de 5. 500 municípios brasileiros e nas 27 unidades federativas; e há um conselho para todo o país, o &#039;&#039;&#039;Conselho Nacional de Saúde (CNS)&#039;&#039;&#039;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Rumo as 9 décadas de história&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Criado no governo de Getúlio Vargas pela lei n.º 378, de 13 de janeiro de 1937, quando da reorganização do então Ministério da Educação e Saúde Pública, o &#039;&#039;&#039;Conselho Nacional de Saúde (CNS)&#039;&#039;&#039; foi pensado para ser um órgão de consulta do Ministério da Saúde para auxiliar as deliberações sobre as bases gerais das políticas de saúde da época. Inicialmente, o &#039;&#039;&#039;CNS&#039;&#039;&#039; foi composto por 17 membros, reunindo os titulares dos principais cargos de chefia do Ministério e especialistas, “pessoas de notória capacidade em assuntos relativos à saúde”, escolhidas diretamente pelo ministro. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A mudança de concepção sobre o papel do &#039;&#039;&#039;CNS&#039;&#039;&#039; e criação dos demais conselhos foi um resultado direto da mobilização social provocada pelas entidades do Movimento da Reforma Sanitária brasileira, iniciado no final da década de 1970 e que atuou substancialmente na 8ª Conferência Nacional de Saúde e na Assembleia Nacional Constituinte, ambas em 1986. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesses espaços, militantes da saúde, entre servidores públicos e privados, pesquisadores e professores universitários e ativistas, debateram e argumentaram com os políticos e dirigentes de órgãos e instituições públicas pela organização de um sistema de saúde que atendesse todas as pessoas sem distinção; com atuação sobre as necessidades de cuidado das camadas vulnerabilizadas; e que tivesse uma participação social capilarizada em todo o país por meio de conselhos de saúde, como um de seus princípios. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Conte a história de seu movimento e Conselho aqui no MapaMovSaúde&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As pessoas que são diariamente cuidadas por serviços e programas e têm seus direitos garantidos por políticas públicas do setor são representadas pelos usuários do SUS, vinculados aos movimentos sociais, tanto do campo como da cidade; entidades que representam os diversos segmentos da sociedade civil, como mulheres, pessoas pretas, estudantes, pessoas LGBTQIAP+, aposentados, indígenas; associações de pessoas e familiares com vivem doenças, agravos e deficiências. Eles ocupam 50% das cadeiras de cada conselho e têm espaço neste &#039;&#039;&#039;Mapa Colaborativo dos Movimentos Sociais em Saúde&#039;&#039;&#039; para contar suas histórias. &#039;&#039;&#039;Saiba como contar a história do seu movimento e conselho em:&#039;&#039;&#039;  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já os profissionais, trabalhadores e entidades científicas da saúde ocupam 25% dos assentos e os demais 25% são ocupados por representantes da gestão – secretários, assessores e dirigentes das secretarias de saúde, empresários e prestadores de serviços de saúde, como hospitais, laboratórios e entidades patronais, totalizando assim 100%. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os conselhos de saúde devem, entre outras funções, debater as leis, os projetos e as propostas apresentadas pelas prefeituras e governos estaduais e distrital das localidades onde estão organizados. É o conselho de saúde o órgão que deve aprovar o plano anual de saúde. Este documento detalha como o SUS está organizado naquela localidade e quais são os investimentos financeiros programados para efetivar os programas e serviços descritos, e, no caso do CNS, debater e acompanhar as diretrizes nacionais do nosso sistema único, que precisa garantir os mesmos direitos em todo o Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por ser um espaço que precisa reunir a nossa população, os conselhos devem ser compostos por representantes dos segmentos diretamente envolvidos com as políticas de saúde e participantes das conferências de saúde, que além de realizar os grandes debates do SUS aproximadamente a cada quatro anos, também elegem os integrantes dos conselhos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É um país inteiro, em cada município e estado, acompanhando a aplicação de recursos e funcionamento do SUS e, mais recentemente, acompanhando em cada posto de saúde, hospital, bairro ou região, com os conselhos locais de saúde. Cada conselho é uma parte viva, vibrante e pulsante do direito à saúde, à participação e de demais direitos sociais e humanos. Participe dos conselhos de saúde.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Paulo Schueler</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Associa%C3%A7%C3%A3o_de_Mulheres_de_Itagua%C3%AD_Guerreiras_e_Articuladoras_Sociais&amp;diff=2366</id>
		<title>Associação de Mulheres de Itaguaí Guerreiras e Articuladoras Sociais</title>
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		<updated>2025-03-21T20:18:02Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Paulo Schueler: Criou página com &amp;#039;Associação de Mulheres de Itaguaí Guerreiras e Articuladoras Sociais Somos uma reunião de mulheres engajadas nas causas sociais, no combate à fome e a miséria, contra as desigualdades sociais, no combate à violência doméstica e à violência de gênero. Lutamos pela justiça social ,...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Associação de Mulheres de Itaguaí Guerreiras e Articuladoras Sociais.jpg|alt=Associação de Mulheres de Itaguaí Guerreiras e Articuladoras Sociais|miniaturadaimagem|Associação de Mulheres de Itaguaí Guerreiras e Articuladoras Sociais]]&lt;br /&gt;
Somos uma reunião de mulheres engajadas nas causas sociais, no combate à fome e a miséria, contra as desigualdades sociais, no combate à violência doméstica e à violência de gênero. Lutamos pela justiça social , pelos Direitos Humanos, pela inclusão social através da educação e cultura , com o objetivo de conferir dignidade pela facilitação de acesso ao mercado de trabalho ou na área do empreendedorismo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lei Maria da Penha ( Lei Nº 11.340/06 )&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contato: (21) 98660-6686&lt;br /&gt;
E-mail: amigas.itaguai@gmail.com&lt;br /&gt;
Instagram: @amigasitaguai&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Paulo Schueler</name></author>
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		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Arquivo:Associa%C3%A7%C3%A3o_de_Mulheres_de_Itagua%C3%AD_Guerreiras_e_Articuladoras_Sociais.jpg&amp;diff=2365</id>
		<title>Arquivo:Associação de Mulheres de Itaguaí Guerreiras e Articuladoras Sociais.jpg</title>
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		<updated>2025-03-21T20:17:38Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Paulo Schueler: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Associação de Mulheres de Itaguaí Guerreiras e Articuladoras Sociais&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Paulo Schueler</name></author>
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		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Inaugurada_a_se%C3%A7%C3%A3o_Movimento_em_foco,_com_o_Cuida_de_mim_-_Algu%C3%A9m_que_eu_amo_tem_Alzheimer&amp;diff=1943</id>
		<title>Inaugurada a seção Movimento em foco, com o Cuida de mim - Alguém que eu amo tem Alzheimer</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Inaugurada_a_se%C3%A7%C3%A3o_Movimento_em_foco,_com_o_Cuida_de_mim_-_Algu%C3%A9m_que_eu_amo_tem_Alzheimer&amp;diff=1943"/>
		<updated>2025-02-18T14:36:37Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Paulo Schueler: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Miriam Morata Novaes (de chapéu) junto com as participantes da Oficina Mulheres da Paz. Foto- Acervo Pessoal.jpg|alt=Miriam Morata Novaes (de chapéu) junto com as participantes da Oficina Mulheres da Paz. Foto: Acervo Pessoal|miniaturadaimagem|Miriam Morata Novaes (de chapéu) junto com as participantes da Oficina Mulheres da Paz. Foto: Acervo Pessoal]]&lt;br /&gt;
Para estimular que mais e novos movimentos contem suas histórias na nossa plataforma e conheçam todas as potencialidades do &#039;&#039;&#039;MapaMovSaúde&#039;&#039;&#039;, a cada newsletter destacaremos uma iniciativa que tem aproveitado ao máximo as ferramentas, mobilizações e ações desenvolvidas pela nossa equipe. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na estreia da coluna &#039;&#039;&#039;Movimento em foco&#039;&#039;&#039;, a conversa foi com Miriam Morata Novaes, idealizadora e coordenadora dos movimentos C&#039;&#039;uida de mim - Alguém que eu amo tem Alzheimer&#039;&#039; e &#039;&#039;Recriar.com.você&#039;&#039;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além de contar um pouco mais da sua história na entrevista com o jornalista e pesquisador Bruno Cesar Dias, Miriam contribuiu com dicas e sugestões para nossa equipe e todas as pessoas que acreditam no potencial de mobilização e comunicação do &#039;&#039;&#039;MapaMovSaúde&#039;&#039;&#039; e destaca a pauta do envelhecimento saudável e da saúde da pessoa idosa como assuntos relevantes para ganhar visibilidade em nossa plataforma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nosso muito obrigado, e não percam a conversa – basta clicar [[Movimento em Foco: Cuida de mim - Alguém que eu amo tem Alzheimer e Recriar.com.você|&#039;&#039;&#039;aqui&#039;&#039;&#039;]] e aprender com quem faz. &lt;br /&gt;
[[Categoria:Notícias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Paulo Schueler</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Arquivo:Miriam_Morata_Novaes_(de_chap%C3%A9u)_junto_com_as_participantes_da_Oficina_Mulheres_da_Paz._Foto-_Acervo_Pessoal.jpg&amp;diff=1942</id>
		<title>Arquivo:Miriam Morata Novaes (de chapéu) junto com as participantes da Oficina Mulheres da Paz. Foto- Acervo Pessoal.jpg</title>
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		<updated>2025-02-18T14:36:19Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Paulo Schueler: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Miriam Morata Novaes (de chapéu) junto com as participantes da Oficina Mulheres da Paz. Foto: Acervo Pessoal&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Paulo Schueler</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Movimento_em_Foco:_Cuida_de_mim_-_Algu%C3%A9m_que_eu_amo_tem_Alzheimer_e_Recriar.com.voc%C3%AA&amp;diff=1941</id>
		<title>Movimento em Foco: Cuida de mim - Alguém que eu amo tem Alzheimer e Recriar.com.você</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Movimento_em_Foco:_Cuida_de_mim_-_Algu%C3%A9m_que_eu_amo_tem_Alzheimer_e_Recriar.com.voc%C3%AA&amp;diff=1941"/>
		<updated>2025-02-18T14:35:27Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Paulo Schueler: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:A ativista Miriam Morata Novaes (ao centro) junto com as participantes da Ofiicina Mulheres da Paz. Foto- Acervo Pessoal.jpg|alt=A ativista Miriam Morata Novaes (ao centro) junto com as participantes da Ofiicina Mulheres da Paz. Foto: Acervo Pessoal|miniaturadaimagem|A ativista Miriam Morata Novaes (ao centro) junto com as participantes da Ofiicina Mulheres da Paz. Foto: Acervo Pessoal]]&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;“Pontes levam para todo mundo, para todo lugar, permitem trocar e aprender”&#039;&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;Por Bruno C. Dias&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A arquiteta Miriam Morata Novaes viu sua vida tomar novos rumos quando soube do diagnóstico de Alzheimer de seu pai, em 2006 e, posteriormente, de sua mãe. Do susto e da dor iniciais ela encontrou a força para abrir um blog e poder entender a nova realidade em que se encontrava. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Passados quase 20 anos, o [[Cuida de mim - Alguém que eu Amo tem Alzheimer|Cuida de mim - Alguém que eu amo tem Alzheimer]] atinge hoje cerca de 500 mil pessoas por mês por meio das plataformas digitais, incluindo o MapaMovSaúde, e conta com grupos de apoio com cerca de 100 mil pessoas, numa rede voluntária que envolve cuidadores, familiares, diferentes profissionais de saúde, do direito, entre outras áreas. Iniciou também o projeto Recriar Ecovilas, que se propõe a construir um conjunto arquitetônico de baixo custo dedicado à terceira idade, cujo modelo de sustentabilidade e envelhecimento ativo seja replicável em mais lugares. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando perguntada de onde vem essa vontade de viver e fazer, Miriam Morata Novaes abre um sorriso largo e deixa claro que, se a vivência da doença de seus pais foi um disparador, foi pela arquitetura que ela compreendeu que pensar e agir em saúde é muito maior do que ficar detida nos agravos do corpo e da mente. “Eu sou fã de pontes, entendeu? Pontes levam para todo mundo, para todo lugar, permitem transitar entre uma realidade e outra, trocar e aprender.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Leia a entrevista. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;MapaMovSaúde: A página do Cuida de mim - Alguém que eu amo tem Alzheimer é uma das mais completas hoje da nossa plataforma. Mesmo assim, conte um pouco da sua história e do movimento.&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Miriam Morata Novaes:&#039;&#039;&#039; O Cuida de Mim é um grupo de cidadãos que se mobiliza em torno das doenças degenerativas do envelhecimento, especialmente o Alzheimer e outros tipos de demência. Não sou médica, não sou psicóloga e tudo que aprendi sobre o Alzheimer, inicialmente, foi no susto, quando meu pai foi diagnosticado em 2006. Não sabia nem o que era Alzheimer e decidi fazer um blog para ver se alguém poderia me ajudar. Nesses quase vinte anos, descobri que, junto comigo, existem mais de um milhão e meio de pessoas que estão na mesma condição que eu estive, de cuidadora dos seus familiares. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Rapidamente, o blog se tornou uma janela por onde as pessoas podiam se enxergar, se comunicar, trazer uma leveza para a vida uma das outras e dar um significado para o cuidador, porque ele se acha um lixo. O que a gente está sempre tentando falar para essas pessoas é que elas são seres humanos de primeira linha porque cuidam dos seus. Não poderia ter mais qualidades, no sentido da humanidade, do que qualquer outra pessoa desse planeta. O cuidador é um pilar e ele merece respeito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Das experiências com o Alzheimer do meu pai e depois da minha mãe, produzi três livros e retornei à internet, para a criação de grupos de apoio. Atualmente, temos mais de 100 mil pessoas nos grupos e cerca de 500 mil acessos por mês nas nossas páginas, incluindo agora, nossa página no MapaMovSaúde. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A força do Cuida de mim me inspirou a iniciar o Recriar.com.você. Nessa atual fase desse projeto, estamos atuando na ressignificação da vida de idosos e cuidadores pelo desenvolvimento de conjuntos arquitetônicos de baixo custo e centrados em espaços comunitários, voltados para a população idosa, para que cada pessoa que abraçar a proposta tenha o direito de envelhecer do jeito que ele quiser. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;MapaMovSaúde: Como você soube do MapaMovSaúde e o que te chamou a atenção quando você conheceu a plataforma?&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Miriam Morata Novaes:&#039;&#039;&#039; Recebo um monte de mensagens por dia, então, não lembro exatamente quem me mandou, mas foi algum ou alguma colega do Conselho do Idoso, dizendo para eu conferir, por se tratar de uma iniciativa muito interessante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para mim, não importa qual é o objetivo na cabeça de quem está criando isso, mas, se dá oportunidade para falar do papel dos cuidadores e debater envelhecimento, é um espaço a ser ocupado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando me aprofundei mais e vi que era uma plataforma com o apoio do governo, entendi que era mais uma porta se abrindo, uma oportunidade de se quebrar uma parede imensa que é o debate do Alzheimer e do envelhecimento e poder mostrar para todo mundo o quanto a gente pode fazer quando se conta com o apoio um do outro. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;MapaMovSaúde: Por conta do blog você já tinha certa familiaridade com as ferramentas digitais. Em termos do uso das ferramentas do MapaMovSaúde, o que você acha interessante e o que você acha que precisa melhorar?&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Miriam Morata Novaes:&#039;&#039;&#039; Quando comecei a tentar entender, tive um monte de dificuldade, mesmo não sendo totalmente uma analfabeta de tecnologia. Pedi para a Simone, uma amiga e colaboradora do Cuida de Mim que está fazendo o nosso site, para dar uma olhada e ela montou a página. Feito isso, eu comecei a entender e atualmente sou eu que vou lá, acerto o que quero e faço as atualizações. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Talvez, para quem não tem nenhuma noção, a ferramenta possa ser um pouco complicada no início para fazer a página, mas, uma vez aberta, não é difícil alimentar e atualizar. O que eu acho que vocês poderiam fazer é explicar de um jeito muito simples, dentro da própria plataforma, como que as pessoas devem fazer para montar e atualizar a página. Importante também é estimular a divulgação pelo boca a boca. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;MapaMovSaúde: Fale mais sobre isso.&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Miriam Morata Novaes:&#039;&#039;&#039; É fundamental pedir para que as pessoas que participam do MapaMovSaúde divulguem nas redes tanto as suas páginas como o tutorial. Percebo que as pessoas ainda não divulgam o Mapa nos seus grupos, ficam esperando as coisas acontecerem, e não pode ser assim. Então, quando vou divulgar o meu trabalho, eu coloco junto as informações do tutorial, pois assim falo do Cuida de Mim, do Recriar e apresento o MapaMovSaúde. Dessa forma, a pessoa que nunca entrou lá já está com as informações completas, vai poder ver o que os movimentos têm para oferecer e, se tiver uma dúvida, já vai ter o tutorial para clicar. São coisas simples, e tem muita gente que precisa do MapaMovSaúde e das informações que estão nas nossas páginas e nas dos outros movimentos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;MapaMovSaúde: Para encerrar, em termos de mobilização social, o que você espera da nossa plataforma?&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Miriam Morata Novaes:&#039;&#039;&#039; É fundamental que a gente fale mais em idadismo, envelhecimento saudável, envelhecimento ativo. Que a gente consiga ouvir as demandas de todas as etapas da vida, entender e valorizar que as pessoas sejam diferentes. Não podemos mais nivelar os projetos de vida dos velhos e das velhas, passar uma régua e achar que todo velhinho vai ficar bonzinho, com uma mantinha no colo ou jogando dominó na praça esperando a morte chegar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu jamais esperei a sorte chegar. Eu sempre fui e agarrei a sorte e, assim como eu, há diversos homens e mulheres com uma vida inteira de lutas, ocupando cargos e papéis de liderança e que não se enquadram nessa imagem que vendem da terceira idade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então, é responsabilidade de todos os envolvidos com os debates sobre envelhecimento saudável e saúde da pessoa idosa permitir que as pessoas continuem sendo o que elas sempre foram. Porque quando você não vive como gostaria, de acordo com a sua realidade interna, você desiste de viver e adoece. Se a gente tira esse direito das pessoas ao envelhecer, elas não aguentam, vão definhando, minguando e morrem antes. Para mim, cuidar da saúde é, principalmente, permitir que as pessoas brilhem. E elas só brilham se forem o que elas quiserem.&lt;br /&gt;
[[Categoria:Notícias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Paulo Schueler</name></author>
	</entry>
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		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Arquivo:A_ativista_Miriam_Morata_Novaes_(ao_centro)_junto_com_as_participantes_da_Ofiicina_Mulheres_da_Paz._Foto-_Acervo_Pessoal.jpg&amp;diff=1940</id>
		<title>Arquivo:A ativista Miriam Morata Novaes (ao centro) junto com as participantes da Ofiicina Mulheres da Paz. Foto- Acervo Pessoal.jpg</title>
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		<updated>2025-02-18T14:35:07Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Paulo Schueler: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;A ativista Miriam Morata Novaes (ao centro) junto com as participantes da Ofiicina Mulheres da Paz. Foto: Acervo Pessoal&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Paulo Schueler</name></author>
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		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Vem_a%C3%AD_o_Or%C3%A7amento_Participativo_Nacional&amp;diff=1939</id>
		<title>Vem aí o Orçamento Participativo Nacional</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Vem_a%C3%AD_o_Or%C3%A7amento_Participativo_Nacional&amp;diff=1939"/>
		<updated>2025-02-18T14:32:27Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Paulo Schueler: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Orçamento Participativo - Foto- Sul 21.jpg|alt=Orçamento Participativo - Foto: Sul 21|miniaturadaimagem|Orçamento Participativo - Foto: Sul 21]]&lt;br /&gt;
O Conselho de Participação Social da Presidência da República aprovou por aclamação, no último dia 12, a recomendação ao Presidente Lula para a criação do &#039;&#039;&#039;Orçamento Participativo Nacional&#039;&#039;&#039;. A proposta será levada para apreciação ainda neste mês. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Túlio Franco, da coordenação da Rede Unida e da Frente Pela Vida, foi o relator da proposta. A assessora Lucia Souto esteve presente e destaca a importância desse passo. “A aprovação do Orçamento Participativo Nacional possibilitará que a sociedade influa concretamente na construção efetiva das políticas públicas e tenha acesso aos direitos efetivos de cidadania. O &#039;&#039;&#039;MapaMovSaúde&#039;&#039;&#039; será um importante instrumento para organização de fóruns regionais e locais para o debate desse Orçamento Participativo Nacional e de demais estratégias que visam a participação social e a democratização do país, consolidando, assim, o papel da nossa plataforma”, ressaltou. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Acesse o [https://drive.google.com/file/d/10LScOPMrJjHKf0TFtXN8r55T0mNeIzV0/view?usp=sharing documento]&#039;&#039;&#039;.&lt;br /&gt;
[[Categoria:Notícias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Paulo Schueler</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Cultura,_arte,_defesa_da_democracia_e_participa%C3%A7%C3%A3o_social_na_Bienal&amp;diff=1938</id>
		<title>Cultura, arte, defesa da democracia e participação social na Bienal</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Cultura,_arte,_defesa_da_democracia_e_participa%C3%A7%C3%A3o_social_na_Bienal&amp;diff=1938"/>
		<updated>2025-02-18T14:25:10Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Paulo Schueler: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Bienal da UNE.jpg|alt=Legenda: Priscila Oliveira e Camila Bonfim, da equipe MapaMovSaúde, com a presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE) Manuella Mirella. |miniaturadaimagem|Priscila Oliveira e Camila Bonfim, da equipe MapaMovSaúde, com a presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE) Manuella Mirella. ]]&lt;br /&gt;
O &#039;&#039;&#039;MapaMovSaúde&#039;&#039;&#039; esteve presente na &#039;&#039;&#039;14ª Bienal da UNE - Festival Estudantil&#039;&#039;&#039;, que aconteceu entre 29 de janeiro e 2 de fevereiro, no Recife (PE) e teve como tema &#039;&#039;A rua é nosso palco&#039;&#039;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao longo do evento, jovens de todo o Brasil e que constroem o cotidiano dos centros acadêmicos, grêmios e associações de pós-graduação passaram pelo estande do Ministério da Saúde e puderam conhecer os materiais da plataforma. A recepção foi positiva.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
De acordo com Priscilla Oliviera, da equipe de Mobilização do &#039;&#039;&#039;MapaMovSaúde&#039;&#039;&#039;, o evento foi &amp;quot;potente, com a energia da juventude, sua luta, engajamento e história, que podem compor o - e articular com - o Mapa Colaborativo dos Movimentos Sociais em Saúde&amp;quot;.&lt;br /&gt;
[[Categoria:Notícias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Paulo Schueler</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Um_MapaMovSa%C3%BAde_turbinado_para_2025&amp;diff=1937</id>
		<title>Um MapaMovSaúde turbinado para 2025</title>
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		<updated>2025-02-18T14:21:38Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Paulo Schueler: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Janeiro foi mês de balanço e planejamento para as equipes do &#039;&#039;&#039;Mapa Colaborativo dos Movimentos Sociais em Saúde&#039;&#039;&#039; – &#039;&#039;&#039;MapaMovSaúde&#039;&#039;&#039;. Ao longo de três encontros, estratégias de comunicação, mobilização e tecnologia foram debatidas e organizadas como intuito de fazer multiplicar o número de movimentos sociais e iniciativas da sociedade civil organizada que têm suas histórias contadas e identificadas nesse território virtual.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Em pouco mais de 5 meses, do lançamento, realizado em 12 de setembro do ano passado, até o momento, a plataforma já ultrapassou 270 histórias reais, redigidas e produzidas pelos próprios movimentos, integrantes desse mapeamento autônomo e colaborativo.&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Reunião com a equipe do WikiFavelas.jpg|alt=Reunião com WikiFavelas|miniaturadaimagem|Reunião com WikiFavelas]]&lt;br /&gt;
Para seguir nesse crescente, serão abertas todas as páginas dos movimentos que fizeram o pré-cadastro, antes do lançamento, e que ainda não estão na plataforma. De partida, já estão lançadas 200 novas páginas – confira a lista [[:Categoria:Histórias em construção|&#039;&#039;&#039;aqui&#039;&#039;&#039;]] -,  lideranças e entidades serão contatadas para a construção dessas novas histórias. Assim, com uma história puxando uma iniciativa, que puxa uma nova luta, fortaleceremos e ampliaremos ainda mais os movimentos sociais brasileiros.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Caminhar juntos para ir mais longe: Ampliar diálogos e trocar experiências sobre como potencializar os usos da internet para a incidência nas políticas públicas é sempre bom. Foi o que aconteceu na manhã de 5 de fevereiro, quando as equipes &#039;&#039;&#039;MapaMovSaúde&#039;&#039;&#039; e do Dicionário de Favela Marielle Franco - Wikifavelas se reuniram nas dependências do campus Maré, na Fundação Oswaldo Cruz, no Rio de Janeiro. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ocasião serviu para a reafirmação dos laços de aprofundamento da democracia e dos direitos humanos em prol da saúde de todas as comunidades que integram e compõem o diverso mosaico da população brasileira e troca de vivências entre as equipes sobre a produção de conteúdo aberto na internet dedicado aos territórios, movimentos sociais e pessoas das comunidades e periferias que não se deixam mais serem invisibilizados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É esse o papel do &#039;&#039;&#039;MapaMovSaúde&#039;&#039;&#039; para Lucia Souto, assessora chefe da Assessoria de Participação Social e Diversidade (APSD/MS). “Ao mostrar quem somos, onde estamos e o que fazemos, o &#039;&#039;&#039;MapaMovSaúde&#039;&#039;&#039; materializa a dimensão e a potência dos movimentos sociais na área da saúde. Para este ano, estamos ampliando essa capacidade da plataforma ser um espaço digital para a articulação entre projetos e movimentos, e de incidência nas políticas públicas e valorização dos territórios. É, portanto, um instrumento importantíssimo de democratização da participação da sociedade.”&lt;br /&gt;
[[Categoria:Notícias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Paulo Schueler</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Arquivo:Reuni%C3%A3o_com_a_equipe_do_WikiFavelas.jpg&amp;diff=1936</id>
		<title>Arquivo:Reunião com a equipe do WikiFavelas.jpg</title>
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		<updated>2025-02-18T14:21:22Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Paulo Schueler: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Reunião com a equipe do WikiFavelas&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Paulo Schueler</name></author>
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		<title>Um MapaMovSaúde turbinado para 2025</title>
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		<updated>2025-02-17T18:55:20Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Paulo Schueler: Criou página com &amp;#039;Janeiro foi mês de balanço e planejamento para as equipes do &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Mapa Colaborativo dos Movimentos Sociais em Saúde&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; – &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;MapaMovSaúde&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;. Ao longo de três encontros, estratégias de comunicação, mobilização e tecnologia foram debatidas e organizadas como intuito de fazer multiplicar o número de movimentos sociais e iniciativas da sociedade civil organizada que têm suas histórias contadas e identificadas nesse território virtual.   Em pouco mais de 5 meses...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Janeiro foi mês de balanço e planejamento para as equipes do &#039;&#039;&#039;Mapa Colaborativo dos Movimentos Sociais em Saúde&#039;&#039;&#039; – &#039;&#039;&#039;MapaMovSaúde&#039;&#039;&#039;. Ao longo de três encontros, estratégias de comunicação, mobilização e tecnologia foram debatidas e organizadas como intuito de fazer multiplicar o número de movimentos sociais e iniciativas da sociedade civil organizada que têm suas histórias contadas e identificadas nesse território virtual.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Em pouco mais de 5 meses, do lançamento, realizado em 12 de setembro do ano passado, até o momento, a plataforma já ultrapassou 270 histórias reais, redigidas e produzidas pelos próprios movimentos, integrantes desse mapeamento autônomo e colaborativo.&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Mapa 2025.jpg|alt=Reunião com WikiFavelas|miniaturadaimagem|Reunião com WikiFavelas]]&lt;br /&gt;
Para seguir nesse crescente, serão abertas todas as páginas dos movimentos que fizeram o pré-cadastro, antes do lançamento, e que ainda não estão na plataforma. De partida, já estão lançadas 200 novas páginas – confira a lista [[:Categoria:Histórias em construção|&#039;&#039;&#039;aqui&#039;&#039;&#039;]] -,  lideranças e entidades serão contatadas para a construção dessas novas histórias. Assim, com uma história puxando uma iniciativa, que puxa uma nova luta, fortaleceremos e ampliaremos ainda mais os movimentos sociais brasileiros.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Caminhar juntos para ir mais longe: Ampliar diálogos e trocar experiências sobre como potencializar os usos da internet para a incidência nas políticas públicas é sempre bom. Foi o que aconteceu na manhã de 5 de fevereiro, quando as equipes &#039;&#039;&#039;MapaMovSaúde&#039;&#039;&#039; e do Dicionário de Favela Marielle Franco - Wikifavelas se reuniram nas dependências do campus Maré, na Fundação Oswaldo Cruz, no Rio de Janeiro. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ocasião serviu para a reafirmação dos laços de aprofundamento da democracia e dos direitos humanos em prol da saúde de todas as comunidades que integram e compõem o diverso mosaico da população brasileira e troca de vivências entre as equipes sobre a produção de conteúdo aberto na internet dedicado aos territórios, movimentos sociais e pessoas das comunidades e periferias que não se deixam mais serem invisibilizados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É esse o papel do &#039;&#039;&#039;MapaMovSaúde&#039;&#039;&#039; para Lucia Souto, assessora chefe da Assessoria de Participação Social e Diversidade (APSD/MS). “Ao mostrar quem somos, onde estamos e o que fazemos, o &#039;&#039;&#039;MapaMovSaúde&#039;&#039;&#039; materializa a dimensão e a potência dos movimentos sociais na área da saúde. Para este ano, estamos ampliando essa capacidade da plataforma ser um espaço digital para a articulação entre projetos e movimentos, e de incidência nas políticas públicas e valorização dos territórios. É, portanto, um instrumento importantíssimo de democratização da participação da sociedade.”&lt;br /&gt;
[[Categoria:Notícias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Paulo Schueler</name></author>
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	<entry>
		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Arquivo:Mapa_2025.jpg&amp;diff=1868</id>
		<title>Arquivo:Mapa 2025.jpg</title>
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		<updated>2025-02-17T18:54:57Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Paulo Schueler: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Mapa 2025&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Paulo Schueler</name></author>
	</entry>
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		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Inaugurada_a_se%C3%A7%C3%A3o_Movimento_em_foco,_com_o_Cuida_de_mim_-_Algu%C3%A9m_que_eu_amo_tem_Alzheimer&amp;diff=1863</id>
		<title>Inaugurada a seção Movimento em foco, com o Cuida de mim - Alguém que eu amo tem Alzheimer</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Inaugurada_a_se%C3%A7%C3%A3o_Movimento_em_foco,_com_o_Cuida_de_mim_-_Algu%C3%A9m_que_eu_amo_tem_Alzheimer&amp;diff=1863"/>
		<updated>2025-02-17T18:22:14Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Paulo Schueler: Criou página com &amp;#039;Para estimular que mais e novos movimentos contem suas histórias na nossa plataforma e conheçam todas as potencialidades do &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;MapaMovSaúde&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;, a cada newsletter destacaremos uma iniciativa que tem aproveitado ao máximo as ferramentas, mobilizações e ações desenvolvidas pela nossa equipe.   Na estreia da coluna &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Movimento em foco&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;, a conversa foi com Miriam Morata Novaes, idealizadora e coordenadora dos movimentos C&amp;#039;&amp;#039;uida de mim - Alguém que eu amo tem Alzhe...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Para estimular que mais e novos movimentos contem suas histórias na nossa plataforma e conheçam todas as potencialidades do &#039;&#039;&#039;MapaMovSaúde&#039;&#039;&#039;, a cada newsletter destacaremos uma iniciativa que tem aproveitado ao máximo as ferramentas, mobilizações e ações desenvolvidas pela nossa equipe. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na estreia da coluna &#039;&#039;&#039;Movimento em foco&#039;&#039;&#039;, a conversa foi com Miriam Morata Novaes, idealizadora e coordenadora dos movimentos C&#039;&#039;uida de mim - Alguém que eu amo tem Alzheimer&#039;&#039; e &#039;&#039;Recriar.com.você&#039;&#039;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além de contar um pouco mais da sua história na entrevista com o jornalista e pesquisador Bruno Cesar Dias, Miriam contribuiu com dicas e sugestões para nossa equipe e todas as pessoas que acreditam no potencial de mobilização e comunicação do &#039;&#039;&#039;MapaMovSaúde&#039;&#039;&#039; e destaca a pauta do envelhecimento saudável e da saúde da pessoa idosa como assuntos relevantes para ganhar visibilidade em nossa plataforma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nosso muito obrigado, e não percam a conversa – basta clicar [[Movimento em Foco: Cuida de mim - Alguém que eu amo tem Alzheimer e Recriar.com.você|&#039;&#039;&#039;aqui&#039;&#039;&#039;]] e aprender com quem faz. &lt;br /&gt;
[[Categoria:Notícias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Paulo Schueler</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Movimente_sua_Hist%C3%B3ria!&amp;diff=1862</id>
		<title>Movimente sua História!</title>
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		<updated>2025-02-17T18:16:51Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Paulo Schueler: Criou página com &amp;#039;Movimente sua história no MapaMovSaúde O &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;MapaMovSaúde&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; quer construir um movimento vivo e sempre atualizado! O que isso significa? A cada ato, mobilização e debate que seu movimento organizar e participar, você poderá voltar à página criada e inserir essas novas atividades.  Que pautas e mobilizações seu movimento tem organizado nas úl...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Movimente sua história no MapaMovSaúde .jpg|alt=Movimente sua história no MapaMovSaúde|miniaturadaimagem|Movimente sua história no MapaMovSaúde]]&lt;br /&gt;
O &#039;&#039;&#039;MapaMovSaúde&#039;&#039;&#039; quer construir um movimento vivo e sempre atualizado! O que isso significa? A cada ato, mobilização e debate que seu movimento organizar e participar, você poderá voltar à página criada e inserir essas novas atividades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Que pautas e mobilizações seu movimento tem organizado nas últimas semanas? Qual a agenda de lutas para 2025? Atualize sua página na plataforma, crie uma nova página para novas iniciativas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Saiba como em nossa seção &amp;quot;&#039;&#039;&#039;Ajuda&#039;&#039;&#039;&amp;quot;, com o passo a passo de [[&#039;&#039;&#039;Como editar uma história&#039;&#039;&#039;]] que já foi publicada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lembre-se: nossa plataforma é wiki, você pode também ajudar a alimentar as páginas de movimentos parceiros. E acompanhe qualquer atualização de uma página clicando na opção “Seguir Página”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqui no &#039;&#039;&#039;MapaMovSaúde&#039;&#039;&#039;, cada relato de luta e conquista inspira novas narrativas, fortalecendo a rede de movimentos sociais em prol da saúde. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atualize e compartilhe a trajetória do seu movimento, e conecte-se com outras iniciativas transformadoras!&lt;br /&gt;
[[Categoria:Notícias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Paulo Schueler</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Arquivo:Movimente_sua_hist%C3%B3ria_no_MapaMovSa%C3%BAde_.jpg&amp;diff=1861</id>
		<title>Arquivo:Movimente sua história no MapaMovSaúde .jpg</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Arquivo:Movimente_sua_hist%C3%B3ria_no_MapaMovSa%C3%BAde_.jpg&amp;diff=1861"/>
		<updated>2025-02-17T18:16:35Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Paulo Schueler: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Movimente sua história no MapaMovSaúde&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Paulo Schueler</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Assista_ao_tutorial_e_aproveite_todas_as_funcionalidades_de_nossa_plataforma&amp;diff=1860</id>
		<title>Assista ao tutorial e aproveite todas as funcionalidades de nossa plataforma</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Assista_ao_tutorial_e_aproveite_todas_as_funcionalidades_de_nossa_plataforma&amp;diff=1860"/>
		<updated>2025-02-17T18:07:39Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Paulo Schueler: Criou página com &amp;#039;Canal de YouTube do MapaMovSaúde Temos uma novidade para facilitar sua rotina de publicações e edições em nossa plataforma wiki: acaba de ser lançado o vídeo tutorial explicando, em detalhes, como funciona o &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;MapaMovSaúde&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; e todas as oportunidades que esta plataforma traz para você e seus movimento.  Ao assistir, você aprenderá como aproveitar melhor nossa plataforma para a val...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:YouTube.jpg|alt=Canal de YouTube do MapaMovSaúde|miniaturadaimagem|Canal de YouTube do MapaMovSaúde]]&lt;br /&gt;
Temos uma novidade para facilitar sua rotina de publicações e edições em nossa plataforma wiki: acaba de ser lançado o vídeo tutorial explicando, em detalhes, como funciona o &#039;&#039;&#039;MapaMovSaúde&#039;&#039;&#039; e todas as oportunidades que esta plataforma traz para você e seus movimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao assistir, você aprenderá como aproveitar melhor nossa plataforma para a valorização do seu movimento e de suas lutas. Não deixe de ler também a seção [[categoriaPerguntas Frequentes|&#039;&#039;&#039;Perguntas Frequentes&#039;&#039;&#039;]]:  no site.&lt;br /&gt;
[[Categoria:Notícias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Paulo Schueler</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Arquivo:YouTube.jpg&amp;diff=1859</id>
		<title>Arquivo:YouTube.jpg</title>
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		<updated>2025-02-17T18:03:56Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Paulo Schueler: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Canal de YouTube do MapaMovSaúde&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Paulo Schueler</name></author>
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	<entry>
		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=MapaMovSa%C3%BAde_presente_no_Encontro_de_Novos_Prefeitas_e_Prefeitas&amp;diff=1858</id>
		<title>MapaMovSaúde presente no Encontro de Novos Prefeitas e Prefeitas</title>
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		<updated>2025-02-17T17:59:37Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Paulo Schueler: Criou página com &amp;#039;Encontro de Novos Prefeitos e Prefeitas Ampliação de diálogos entre a sociedade civil e a gestão e maior capilaridade das iniciativas presentes na plataforma. Essas foram as credenciais que destacaram o &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Mapa Colaborativo dos Movimentos Sociais em Saúde&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; – &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;MapaMovSaúde&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; - entre dirigentes municipais presentes ao Encontro de Novos Prefeitas e Prefeitas...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Prefeitos e Prefeitas.jpeg.jpg|alt=Encontro de Novos Prefeitos e Prefeitas|miniaturadaimagem|Encontro de Novos Prefeitos e Prefeitas]]&lt;br /&gt;
Ampliação de diálogos entre a sociedade civil e a gestão e maior capilaridade das iniciativas presentes na plataforma. Essas foram as credenciais que destacaram o &#039;&#039;&#039;Mapa Colaborativo dos Movimentos Sociais em Saúde&#039;&#039;&#039; – &#039;&#039;&#039;MapaMovSaúde&#039;&#039;&#039; - entre dirigentes municipais presentes ao Encontro de Novos Prefeitas e Prefeitas (ENPP), realizado entre os dias 11 e 13 de fevereiro, em Brasília.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O projeto esteve presente nas ações do estande do Ministério da Saúde, instalado especialmente para o ENPP, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães. Além do &#039;&#039;&#039;MapaMovSaúde&#039;&#039;&#039;, foram apresentados demais projetos implementados pelas assessorias especiais do gabinete da ministra Nísia Trindade, como o Inquérito para o Diagnóstico da Implementação da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (PNSIPN) e a Plataforma IdeiaSUS.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2025/fevereiro/equidade-racial-territorios-de-periferias-e-participacao-social-e-diversidade-apresentam-iniciativas-a-novos-prefeitos &#039;&#039;&#039;Conheça mais dessas iniciativas parceiras&#039;&#039;&#039;].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
[[Categoria:Notícias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Paulo Schueler</name></author>
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		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Arquivo:Prefeitos_e_Prefeitas.jpeg.jpg&amp;diff=1857</id>
		<title>Arquivo:Prefeitos e Prefeitas.jpeg.jpg</title>
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		<updated>2025-02-17T17:59:22Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Paulo Schueler: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Encontro de Novos Prefeitos e Prefeitas&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Paulo Schueler</name></author>
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		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Vem_a%C3%AD_o_Or%C3%A7amento_Participativo_Nacional&amp;diff=1851</id>
		<title>Vem aí o Orçamento Participativo Nacional</title>
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		<updated>2025-02-17T17:51:12Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Paulo Schueler: Criou página com &amp;#039;Orçamento Participativo - Foto: Sul 21 O Conselho de Participação Social da Presidência da República aprovou por aclamação, no último dia 12, a recomendação ao Presidente Lula para a criação do &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Orçamento Participativo Nacional&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;. A proposta será levada para apreciação ainda neste mês.   Túlio Franco, da coordenação da Rede Unida e...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Orçamento Participativo - Foto- Sul 21.jpg|alt=Orçamento Participativo - Foto: Sul 21|miniaturadaimagem|Orçamento Participativo - Foto: Sul 21]]&lt;br /&gt;
O Conselho de Participação Social da Presidência da República aprovou por aclamação, no último dia 12, a recomendação ao Presidente Lula para a criação do &#039;&#039;&#039;Orçamento Participativo Nacional&#039;&#039;&#039;. A proposta será levada para apreciação ainda neste mês. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Túlio Franco, da coordenação da Rede Unida e da Frente Pela Vida, foi o relator da proposta. A assessora Lucia Souto esteve presente e destaca a importância desse passo. “A aprovação do Orçamento Participativo Nacional possibilitará que a sociedade influa concretamente na construção efetiva das políticas públicas e tenha acesso aos direitos efetivos de cidadania. O &#039;&#039;&#039;MapaMovSaúde&#039;&#039;&#039; será um importante instrumento para organização de fóruns regionais e locais para o debate desse Orçamento Participativo Nacional e de demais estratégias que visam a participação social e a democratização do país, consolidando, assim, o papel da nossa plataforma”, ressaltou. &lt;br /&gt;
[[Categoria:Notícias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Paulo Schueler</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Arquivo:Or%C3%A7amento_Participativo_-_Foto-_Sul_21.jpg&amp;diff=1850</id>
		<title>Arquivo:Orçamento Participativo - Foto- Sul 21.jpg</title>
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		<updated>2025-02-17T17:50:46Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Paulo Schueler: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Orçamento Participativo - Foto: Sul 21&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Paulo Schueler</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Cultura,_arte,_defesa_da_democracia_e_participa%C3%A7%C3%A3o_social_na_Bienal&amp;diff=1844</id>
		<title>Cultura, arte, defesa da democracia e participação social na Bienal</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Cultura,_arte,_defesa_da_democracia_e_participa%C3%A7%C3%A3o_social_na_Bienal&amp;diff=1844"/>
		<updated>2025-02-17T17:44:27Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Paulo Schueler: Criou página com &amp;#039;MApaMovSaúde na Bienal da UNE O &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;MapaMovSaúde&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; esteve presente na &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;14ª Bienal da UNE - Festival Estudantil&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;, que aconteceu entre 29 de janeiro e 2 de fevereiro, no Recife (PE) e teve como tema &amp;#039;&amp;#039;A rua é nosso palco&amp;#039;&amp;#039;.  Ao longo do evento, jovens de todo o Brasil e que constroem o cotidiano dos centros acadêmicos, grêmios e associações de pós-graduação passaram pelo estan...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Bienal da UNE.jpg|alt=MApaMovSaúde na Bienal da UNE|miniaturadaimagem|MApaMovSaúde na Bienal da UNE]]&lt;br /&gt;
O &#039;&#039;&#039;MapaMovSaúde&#039;&#039;&#039; esteve presente na &#039;&#039;&#039;14ª Bienal da UNE - Festival Estudantil&#039;&#039;&#039;, que aconteceu entre 29 de janeiro e 2 de fevereiro, no Recife (PE) e teve como tema &#039;&#039;A rua é nosso palco&#039;&#039;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao longo do evento, jovens de todo o Brasil e que constroem o cotidiano dos centros acadêmicos, grêmios e associações de pós-graduação passaram pelo estande do Ministério da Saúde e puderam conhecer os materiais da plataforma. A recepção foi positiva.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
De acordo com Priscilla Oliviera, da equipe de Mobilização do &#039;&#039;&#039;MapaMovSaúde&#039;&#039;&#039;, o evento foi &amp;quot;potente, com a energia da juventude, sua luta, engajamento e história, que podem compor o - e articular com - o Mapa Colaborativo dos Movimentos Sociais em Saúde&amp;quot;.&lt;br /&gt;
[[Categoria:Notícias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Paulo Schueler</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Arquivo:Bienal_da_UNE.jpg&amp;diff=1843</id>
		<title>Arquivo:Bienal da UNE.jpg</title>
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		<updated>2025-02-17T17:44:03Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Paulo Schueler: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Bienal da UNE&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Paulo Schueler</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Movimento_em_Foco:_Cuida_de_mim_-_Algu%C3%A9m_que_eu_amo_tem_Alzheimer_e_Recriar.com.voc%C3%AA&amp;diff=1836</id>
		<title>Movimento em Foco: Cuida de mim - Alguém que eu amo tem Alzheimer e Recriar.com.você</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Movimento_em_Foco:_Cuida_de_mim_-_Algu%C3%A9m_que_eu_amo_tem_Alzheimer_e_Recriar.com.voc%C3%AA&amp;diff=1836"/>
		<updated>2025-02-17T17:17:08Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Paulo Schueler: Criou página com &amp;#039;Cuida de Mim &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;“Pontes levam para todo mundo, para todo lugar, permitem trocar e aprender”&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;  &amp;#039;&amp;#039;Por Bruno C. Dias &amp;#039;&amp;#039;  A arquiteta Miriam Morata Novaes viu sua vida tomar novos rumos quando soube do diagnóstico de Alzheimer de seu pai, em 2006 e, posteriormente, de sua mãe. Do susto e da dor iniciais ela encontrou a força para abrir um blog e poder entender a nova realidade em que se encont...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Cartilha-cuida-de-mim.jpg|alt=Cuida de Mim|miniaturadaimagem|Cuida de Mim]]&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;“Pontes levam para todo mundo, para todo lugar, permitem trocar e aprender”&#039;&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;Por Bruno C. Dias&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A arquiteta Miriam Morata Novaes viu sua vida tomar novos rumos quando soube do diagnóstico de Alzheimer de seu pai, em 2006 e, posteriormente, de sua mãe. Do susto e da dor iniciais ela encontrou a força para abrir um blog e poder entender a nova realidade em que se encontrava. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Passados quase 20 anos, o [[Cuida de mim - Alguém que eu Amo tem Alzheimer|Cuida de mim - Alguém que eu amo tem Alzheimer]] atinge hoje cerca de 500 mil pessoas por mês por meio das plataformas digitais, incluindo o MapaMovSaúde, e conta com grupos de apoio com cerca de 100 mil pessoas, numa rede voluntária que envolve cuidadores, familiares, diferentes profissionais de saúde, do direito, entre outras áreas. Iniciou também o projeto Recriar Ecovilas, que se propõe a construir um conjunto arquitetônico de baixo custo dedicado à terceira idade, cujo modelo de sustentabilidade e envelhecimento ativo seja replicável em mais lugares. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando perguntada de onde vem essa vontade de viver e fazer, Miriam Morata Novaes abre um sorriso largo e deixa claro que, se a vivência da doença de seus pais foi um disparador, foi pela arquitetura que ela compreendeu que pensar e agir em saúde é muito maior do que ficar detida nos agravos do corpo e da mente. “Eu sou fã de pontes, entendeu? Pontes levam para todo mundo, para todo lugar, permitem transitar entre uma realidade e outra, trocar e aprender.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Leia a entrevista. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;MapaMovSaúde: A página do Cuida de mim - Alguém que eu amo tem Alzheimer é uma das mais completas hoje da nossa plataforma. Mesmo assim, conte um pouco da sua história e do movimento.&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Miriam Morata Novaes:&#039;&#039;&#039; O Cuida de Mim é um grupo de cidadãos que se mobiliza em torno das doenças degenerativas do envelhecimento, especialmente o Alzheimer e outros tipos de demência. Não sou médica, não sou psicóloga e tudo que aprendi sobre o Alzheimer, inicialmente, foi no susto, quando meu pai foi diagnosticado em 2006. Não sabia nem o que era Alzheimer e decidi fazer um blog para ver se alguém poderia me ajudar. Nesses quase vinte anos, descobri que, junto comigo, existem mais de um milhão e meio de pessoas que estão na mesma condição que eu estive, de cuidadora dos seus familiares. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Rapidamente, o blog se tornou uma janela por onde as pessoas podiam se enxergar, se comunicar, trazer uma leveza para a vida uma das outras e dar um significado para o cuidador, porque ele se acha um lixo. O que a gente está sempre tentando falar para essas pessoas é que elas são seres humanos de primeira linha porque cuidam dos seus. Não poderia ter mais qualidades, no sentido da humanidade, do que qualquer outra pessoa desse planeta. O cuidador é um pilar e ele merece respeito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Das experiências com o Alzheimer do meu pai e depois da minha mãe, produzi três livros e retornei à internet, para a criação de grupos de apoio. Atualmente, temos mais de 100 mil pessoas nos grupos e cerca de 500 mil acessos por mês nas nossas páginas, incluindo agora, nossa página no MapaMovSaúde. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A força do Cuida de mim me inspirou a iniciar o Recriar.com.você. Nessa atual fase desse projeto, estamos atuando na ressignificação da vida de idosos e cuidadores pelo desenvolvimento de conjuntos arquitetônicos de baixo custo e centrados em espaços comunitários, voltados para a população idosa, para que cada pessoa que abraçar a proposta tenha o direito de envelhecer do jeito que ele quiser. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;MapaMovSaúde: Como você soube do MapaMovSaúde e o que te chamou a atenção quando você conheceu a plataforma?&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Miriam Morata Novaes:&#039;&#039;&#039; Recebo um monte de mensagens por dia, então, não lembro exatamente quem me mandou, mas foi algum ou alguma colega do Conselho do Idoso, dizendo para eu conferir, por se tratar de uma iniciativa muito interessante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para mim, não importa qual é o objetivo na cabeça de quem está criando isso, mas, se dá oportunidade para falar do papel dos cuidadores e debater envelhecimento, é um espaço a ser ocupado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando me aprofundei mais e vi que era uma plataforma com o apoio do governo, entendi que era mais uma porta se abrindo, uma oportunidade de se quebrar uma parede imensa que é o debate do Alzheimer e do envelhecimento e poder mostrar para todo mundo o quanto a gente pode fazer quando se conta com o apoio um do outro. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;MapaMovSaúde: Por conta do blog você já tinha certa familiaridade com as ferramentas digitais. Em termos do uso das ferramentas do MapaMovSaúde, o que você acha interessante e o que você acha que precisa melhorar?&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Miriam Morata Novaes:&#039;&#039;&#039; Quando comecei a tentar entender, tive um monte de dificuldade, mesmo não sendo totalmente uma analfabeta de tecnologia. Pedi para a Simone, uma amiga e colaboradora do Cuida de Mim que está fazendo o nosso site, para dar uma olhada e ela montou a página. Feito isso, eu comecei a entender e atualmente sou eu que vou lá, acerto o que quero e faço as atualizações. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Talvez, para quem não tem nenhuma noção, a ferramenta possa ser um pouco complicada no início para fazer a página, mas, uma vez aberta, não é difícil alimentar e atualizar. O que eu acho que vocês poderiam fazer é explicar de um jeito muito simples, dentro da própria plataforma, como que as pessoas devem fazer para montar e atualizar a página. Importante também é estimular a divulgação pelo boca a boca. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;MapaMovSaúde: Fale mais sobre isso.&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Miriam Morata Novaes:&#039;&#039;&#039; É fundamental pedir para que as pessoas que participam do MapaMovSaúde divulguem nas redes tanto as suas páginas como o tutorial. Percebo que as pessoas ainda não divulgam o Mapa nos seus grupos, ficam esperando as coisas acontecerem, e não pode ser assim. Então, quando vou divulgar o meu trabalho, eu coloco junto as informações do tutorial, pois assim falo do Cuida de Mim, do Recriar e apresento o MapaMovSaúde. Dessa forma, a pessoa que nunca entrou lá já está com as informações completas, vai poder ver o que os movimentos têm para oferecer e, se tiver uma dúvida, já vai ter o tutorial para clicar. São coisas simples, e tem muita gente que precisa do MapaMovSaúde e das informações que estão nas nossas páginas e nas dos outros movimentos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;MapaMovSaúde: Para encerrar, em termos de mobilização social, o que você espera da nossa plataforma?&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Miriam Morata Novaes:&#039;&#039;&#039; É fundamental que a gente fale mais em idadismo, envelhecimento saudável, envelhecimento ativo. Que a gente consiga ouvir as demandas de todas as etapas da vida, entender e valorizar que as pessoas sejam diferentes. Não podemos mais nivelar os projetos de vida dos velhos e das velhas, passar uma régua e achar que todo velhinho vai ficar bonzinho, com uma mantinha no colo ou jogando dominó na praça esperando a morte chegar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu jamais esperei a sorte chegar. Eu sempre fui e agarrei a sorte e, assim como eu, há diversos homens e mulheres com uma vida inteira de lutas, ocupando cargos e papéis de liderança e que não se enquadram nessa imagem que vendem da terceira idade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então, é responsabilidade de todos os envolvidos com os debates sobre envelhecimento saudável e saúde da pessoa idosa permitir que as pessoas continuem sendo o que elas sempre foram. Porque quando você não vive como gostaria, de acordo com a sua realidade interna, você desiste de viver e adoece. Se a gente tira esse direito das pessoas ao envelhecer, elas não aguentam, vão definhando, minguando e morrem antes. Para mim, cuidar da saúde é, principalmente, permitir que as pessoas brilhem. E elas só brilham se forem o que elas quiserem.&lt;br /&gt;
[[Categoria:Notícias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Paulo Schueler</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=2024,_o_MapaMovSa%C3%BAde_e_a_boa_nova_para_os_movimentos_sociais&amp;diff=1228</id>
		<title>2024, o MapaMovSaúde e a boa nova para os movimentos sociais</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=2024,_o_MapaMovSa%C3%BAde_e_a_boa_nova_para_os_movimentos_sociais&amp;diff=1228"/>
		<updated>2024-12-31T11:16:08Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Paulo Schueler: Criou página com &amp;#039;2024 vai se despedindo. Um ano com diversos motivos para ser relembrado pelos movimentos sociais brasileiros, em especial pelos eventos e pelas ferramentas que ampliaram e estimularam sua capacidade de auto-organização e de trazer suas pautas para o debate social. Uma das boas novas deste ano foi o lançamento da plataforma do &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Mapa Colaborativo dos Movimentos Sociais em Saúde – MapaMovSaúde&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;.  Ainda que o lançamento oficia...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;2024 vai se despedindo. Um ano com diversos motivos para ser relembrado pelos movimentos sociais brasileiros, em especial pelos eventos e pelas ferramentas que ampliaram e estimularam sua capacidade de auto-organização e de trazer suas pautas para o debate social. Uma das boas novas deste ano foi o lançamento da [[https://www.mapamovsaude.net.br/|plataforma]] do &#039;&#039;&#039;Mapa Colaborativo dos Movimentos Sociais em Saúde – MapaMovSaúde&#039;&#039;&#039;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda que o lançamento oficial do projeto tenha ocorrido em julho de 2023, na 17ª Conferência Nacional de Saúde, e as primeiras ações já tivessem seguido no ano anterior, foi neste 2024 que muitas das ideias ganharam forma. Essas definições foram tomadas no seminário de governança, que teve a participação da Assessoria de Participação Social e Diversidade (APSD), Departamento de Gestão Interfederativa e Participativa (DGIP), ambos do Ministério da Saúde; do Conselho Nacional de Saúde (CNS); do Instituto de Informação Científica e Tecnológica em Saúde (ICICT/Fiocruz); do Centro Brasileiro de Estudos em Saúde (Cebes) e da Organização Panamericana da Saúde (OPAS).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em setembro já estávamos com tudo pronto para o [http://Lançamento%20da%20plataforma%20Wiki%20do%20MapaMovSaúde%20mobiliza%20autoridades%20e%20movimentos%20sociais lançamento da plataforma], realizado no dia 12, no plenário da OPAS, durante a reunião mensal do CNS. O evento contou com a presença de autoridades, como o ministro Márcio Macêdo, da Secretaria Geral da Presidência da República e o secretário executivo do Ministério da Saúde, Swedenberger Barbosa; a assessora chefe da APSD/MS, Lucia Souto, o diretor do ICICT, Rodrigo Murtinho, o presidente do CNS Fernando Pigatto, entre outras e outros conselheiros nacionais de saúde e lideranças do movimento social.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com a plataforma já no ar, iniciamos um importante trabalho de convidar e capacitar os movimentos sociais que já haviam se cadastrado a escreverem suas primeiras histórias no &#039;&#039;&#039;MapaMovSaúde&#039;&#039;&#039;. Propor diálogos e apresentar iniciativas dos movimentos sociais, outras marcas do projeto, também ganharam materialidade. Realizamos nosso [[A_participação_social_diante_da_emergência_climática|primeiro webinário]] em 28 de outubro, promovendo o encontro de lideranças do Movimento Sem Terra (MST), Movimento Atingidos por Barragens (MAB) e Movimento pela Soberania Popular na Mineração (MAM) para debater a emergência climática e a participação social na transição socioecológica, com a participação também da coordenadora executiva da 5ª Conferência Nacional do Meio Ambiente (CNMA-2025). O conteúdo [https://www.youtube.com/watch?v=6HnfWnZJcaI está disponível no YouTube], no canal do Mapa. Nas redes sociais, estamos também no [https://www.instagram.com/mapamovsaude/ Instagram] e no [https://www.facebook.com/mapamovsaude Facebook].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estar em contato com os movimentos em seus territórios é outra tarefa do &#039;&#039;&#039;MapaMovSaúde&#039;&#039;&#039;. Os movimentos sociais de Fortaleza foram os primeiros a participarem de uma [[MapaMovSaúde marca presença no Congresso de Política de Saúde, da Abrasco|oficina presencial do projeto]], realizada dentro da programação do 5º Congresso Brasileiro de Política, Planejamento e Gestão da Saúde, realizado pela Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) em 3/11, além de compor a mesa-redonda “A Ciência Participativa para o SUS”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outro grande evento no qual marcamos presença foi o G20 Social, realizado no Rio de Janeiro, nos dias 14 e 15 de novembro. Juntamente com o Movimento Atingidos por Barragens (MAB), data_labe e o projeto Wikifavelas, o MapaMovSaúde realizou um importante debate sobre os desafios da participação social na articulação entre redes territoriais e digitais. A atividade teve [[Oficina do MapaMovSaúde recebe ministra Nisia Trindade|a presença da Ministra da Saúde Nísia Trindade]] que destacou a importância da ferramenta para articulação das pautas da saúde trazidas pelos movimentos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste dezembro, estivemos também presentes na 4ª Conferência Nacional de Gestão do Trabalho e Educação na Saúde, recém-realizada em Brasília, entre os dias 8 e 13. Diversos movimentos puderam conhecer a plataforma e saber como criar suas histórias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta possibilidade de compartilhar lutas também marcou nossa plataforma com a publicação de artigos compartilhados entre os próprios movimentos, como em [[A Saúde e o Dia Nacional da Consciência Negra]], assinado pelos coletivos Casa das Negas e Comunidade Quilonbola Barra da Aroeira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, estimulando e criando histórias, redes de colaboração e laços de afeto em prol das pautas dos movimentos sociais brasileiros, seguiremos para o ano que já se avizinha, na expectativa de potencializar as lutas populares e fortalecer o Sistema Único de Saúde, o nosso SUS, e o direito à Saúde. Por um 2025 com mais histórias e conquistas dos movimentos sociais da saúde. Siga conosco, fazendo parte dessa história coletiva e colaborativa.&lt;br /&gt;
[[Categoria:Notícias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Paulo Schueler</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=MapaMovSa%C3%BAde_marca_presen%C3%A7a_no_Congresso_de_Pol%C3%ADtica_de_Sa%C3%BAde,_da_Abrasco&amp;diff=1225</id>
		<title>MapaMovSaúde marca presença no Congresso de Política de Saúde, da Abrasco</title>
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		<updated>2024-12-17T16:24:50Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Paulo Schueler: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Mapa abrasco1.png|miniaturadaimagem|Participantes da Oficina “Mapa Colaborativo dos Movimentos Sociais em Saúde: construção de uma plataforma wiki para o combate às iniquidades em saúde”, no 5º Congresso Brasileiro de Política, Planejamento e Gestão da Saúde, realizado em 2/11/2024, em Fortaleza (CE). ]]&lt;br /&gt;
Com uma oficina e uma mesa-redonda, o Mapa Colaborativo dos Movimentos Sociais em Saúde – MapaMovSaúde – participou ativamente do 5º Congresso Brasileiro de Política, Planejamento e Gestão em Saúde, realizado entre 2 e 6 de novembro, em Fortaleza. Além de marcar presença num dos mais importantes eventos do setor saúde do ano, organizado pela Associação Brasileira de Saúde Coletiva – Abrasco, as atividades promovidas pelo projeto ampliaram o conhecimento sobre a cartografia colaborativa e as potencialidades da ferramenta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Intitulada “Mapa Colaborativo dos Movimentos Sociais em Saúde: construção de uma plataforma wiki para o combate às iniquidades em saúde”, a atividade aconteceu no dia 2, durante o período prévio do congresso, no campus da Universidade Federal do Ceará. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pela manhã, representantes de 10 movimentos locais e nacionais conversaram sobre o cenário atual da participação da comunidade e do controle social na área da saúde e de como as iniquidades em saúde presentes nos territórios, como problemas no saneamento básico, acesso à água e alimentação adequada e saudável andam em paralelo com as iniquidades digitais, como o acesso à banda larga, as limitações de navegação na web impostas pelas operadoras de celular e a hegemonia das redes sociais e a força dos algoritmos das big techs. &lt;br /&gt;
Como contrapartida a esse cenário, Lucia Souto, assessora especial de participação social e diversidade do Ministério da Saúde (APSD/MS), destacou o papel do MapaMovSaúde como uma ferramenta para movimentos e organizações organizarem lutas e potencializarem agendas sobre essas iniquidades, ampliando as formas de luta pelo direito à saúde. Fernando Pigatto, presidente do [[Conselho Nacional de Saúde]] (CNS); Carlos Fidelis, presidente do Centro Brasileiro de Estudos em Saúde ([[CEBES|Cebes]]) e Marcelo Fornazin, pesquisador da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, integrantes da coordenação do projeto.   &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
À tarde, as pessoas presentes puderam explorar o MapaMovSaúde, navegar pelos mais de 80 movimentos inscritos e criar seus perfis e as páginas das suas próprias organizações. Raquel Nepomuceno, dentista e servidora pública da secretária municipal de Fortaleza, foi uma delas. Militante do Movimento [[Eu Defendo o SUS]], ela destacou a validade do encontro. “A Oficina mostrou como a ferramenta possibilita os movimentos se fortalecerem e ampliarem o trabalho na área da saúde”, disse ela, satisfeita em ter aberto a página do movimento.    &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;&#039;&#039;[[Eu defendo o SUS: nossa história|Conheça a página do Eu Defendo o SUS, aqui no MapaMovSaúde]]&#039;&#039;&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Fazer ciência pela participação:&#039;&#039;&#039; No terceiro e último dia do Congresso, a mesa-redonda “A Ciência Participativa para o SUS” juntou ativistas e pesquisadores para dialogarem sobre as diferentes articulações da produção do conhecimento pelos próprios movimentos sociais e ações comunitárias. Essas foram as experiências trazidas por Valnice Paiva; Porakê Munduruku, e André Lima. A mediação foi de Marco Akerman, da Faculdade de Saúde Pública da USP. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A educadora popular e professora da Universidade do Estado da Bahia (UNEB), Valnice Paiva apresentou as ações desenvolvidas pelo grupo de pesquisa Tecnologias, Inovação Pedagógicas e Mobilização Social pela Educação (Tipemse) junto com crianças do bairro da Cabula e de demais periferias de Salvador. Por meio da confecção de brinquedos de madeira, papel e pano, Paiva conversa com a criançada temas relacionados à educação e promoção da saúde, num processo de pesquisa-ação participativa no qual o brincar livre, sobretudo em espaços públicos, visa à conscientização, ao protagonismo infantil e ao desenvolvimento humano. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Houve criança que chegou a ficar triste por não ver seu nome na capa da tese, tamanho envolvimento e ligação que sentem com o projeto”, ressaltou a pesquisadora, sempre destacando que as crianças são as principais produtoras dos conhecimentos desenvolvidos nas oficinas e atividades nas quais o grupo Tipemse participa, como o projeto “Uneb Parque”, realizado mensalmente, sempre no último domingo de cada mês em um dos campus da universidade. [https://www.anf.org.br/uneb-parque-universidade-tambem-e-lugar-de-crianca/ Saiba mais sobre o grupo de Pesquisa Tipemse  e o Uneb Parque].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Da região metropolitana de Belém do Pará, Porakê Munduruku, do [[Tekó - Coletivo de Artivismo Indígena]], apresentou a ideia de ‘munbeusara’, o contador, a pessoa que faz o registro oral das histórias e das lendas de seu povo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;&#039;&#039;[[Tekó - Coletivo de Artivismo Indígena da Região Metropolitana de Belém|Conheça a página do Tekó - Coletivo de Artivismo Indígena, aqui no MapaMovSaúde]]&#039;&#039;&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Ele é o guardião e divulgador das memórias, mantendo viva a cultura de um povo. A figura, a prática de ‘munbeusara’ nos fazem refletir sobre o que é a ciência e a participação. Na ciência do colonizador, o Brasil começa quando ele desembarcou das caravelas, mas nós já tínhamos nossas sociedades, nossas culturas, toda uma consciência anterior à violência colonial”, marcou Porakê. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para a superação das formas e visões colonialistas que a Academia e a Universidade tratam e se aproveitam dos conhecimentos indígenas, Porakê defende que qualquer conhecimento produzido com as comunidades tradicionais e povos originários não pode ser apenas uma “parte”, da pesquisa ou do conhecimento, mas a sua unidade, o que produz, orienta a produção e sabe que tal conhecimento desenvolvido deve ser de benefício àquela cultura, pois senão, é só a repetição das formas de exploração. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
André Lima, pesquisador-militante da comunidade de Manguinhos, no Rio de Janeiro, e integrante da Coordenação de Cooperação Social da Fundação Oswaldo Cruz, e da equipe de mobilização do MapaMovSaúde, fez coro às ideias de Valnice Paiva e Porakê Munduruku. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Nossas comunidades e territórios são muito potentes e durante anos recebiam os pesquisadores de braços abertos. Porém, se cansaram de não ter nenhum retorno dos conhecimentos passados. É o momento de comunidades, movimentos e territórios fazerem suas próprias pesquisas, seus próprios levantamentos”, afirmou, destacando o MapaMovSaúde como uma estratégia válida para a construção dos conhecimentos comuns e compartilhados.&lt;br /&gt;
[[Categoria:Notícias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Paulo Schueler</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=MapaMovSa%C3%BAde_e_a_boa_nova_para_os_movimentos_sociais&amp;diff=1224</id>
		<title>MapaMovSaúde e a boa nova para os movimentos sociais</title>
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		<updated>2024-12-17T16:11:17Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Paulo Schueler: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Dezembro já avança e 2024 vai se despedindo. Um ano com diversos motivos para ser relembrado pelos movimentos sociais brasileiros, em especial pelos eventos e pelas ferramentas que ampliaram e estimularam sua capacidade de auto-organização e de trazer suas pautas para o debate social. Uma das boas novas deste ano foi o lançamento da plataforma do Mapa Colaborativo dos Movimentos Sociais em Saúde – MapaMovSaúde.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda que o lançamento oficial do projeto tenha ocorrido em julho de 2023, na 17ª Conferência Nacional de Saúde, e as primeiras ações já tivessem seguido no ano anterior, foi neste 2024 que muitas das ideias ganharam forma. Essas definições foram tomadas no seminário de governança, que teve a participação da Assessoria de Participação Social e Diversidade (APSD), Departamento de Gestão Interfederativa e Participativa (DGIP), ambos do Ministério da Saúde, do Conselho Nacional de Saúde (CNS), do Instituto de Informação Científica e Tecnológica em Saúde (ICICT/Fiocruz), do Centro Brasileiro de Estudos em Saúde (Cebes) e da Organização Panamericana da Saúde (OPAS).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em setembro já estávamos com tudo pronto para o lançamento da plataforma, realizado no dia 12, no plenário da OPAS, durante a reunião mensal do CNS. O evento contou com a presença de autoridades, como o ministro Márcio Macêdo, da Secretaria Geral da Presidência da República e o secretário executivo do Ministério da Saúde, Swedenberger Barbosa; a assessora chefe da APSD/MS, Lucia Souto, o diretor do ICICT, Rodrigo Murtinho, o presidente do CNS Fernando Pigatto, entre outras e outros conselheiros nacionais de saúde e lideranças do movimento social.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com a plataforma já no ar, iniciamos um importante trabalho de convidar e capacitar os movimentos sociais que já haviam se cadastrado a escreverem suas primeiras histórias no MapaMovSaúde.&lt;br /&gt;
Propor diálogos e apresentar iniciativas dos movimentos sociais, outras marcas do projeto, também ganharam materialidade. Realizamos nosso primeiro webinário em 28 de outubro, promovendo o encontro de lideranças do Movimento Sem Terra (MST), Movimento Atingidos por Barragens (MAB) e Movimento dos Atingidos pela Mineração (MAM) para debater a emergência climática e a participação social na transição socioecológica, com a participação também da coordenadora executiva da 5ª Conferência Nacional do Meio Ambiente (CNMA-2025). O conteúdo está disponível no YouTube, no canal do Mapa. Nas redes sociais, estamos também no Instagram e no Facebook.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estar em contato com os movimentos em seus territórios é outra tarefa do MapaMovSaúde. Os movimentos sociais de Fortaleza foram os primeiros a participarem de uma oficina presencial do projeto, realizada dentro da programação do 5º Congresso Brasileiro de Política, Planejamento e Gestão da Saúde, realizado pela Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) em 3/11, além de compor a mesa-redonda “A Ciência Participativa para o SUS”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outro grande evento no qual marcamos presença foi o G20 Social, realizado no Rio de Janeiro, nos dias 14 e 15 de novembro. Juntamente com o Movimento Atingidos por Barragens (MAB), DataLab e o projeto Wikifavelas, o MapaMovSaúde realizou um importante debate sobre os desafios da participação social na articulação entre redes territoriais e digitais. A atividade teve a presença da Ministra da Saúde Nísia Trindade que destacou a importância da ferramenta para articulação das pautas da saúde trazidas pelos movimentos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste dezembro, estivemos também presentes na 4ª Conferência Nacional de Gestão do Trabalho e Educação na Saúde, recém-realizada em Brasília, entre os dias 8 e 13. Diversos movimentos puderam conhecer a plataforma e saber como criar suas histórias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, estimulando e criando histórias, redes de colaboração e laços de afeto em prol das pautas dos movimentos sociais brasileiros, seguiremos para o ano que já se avizinha, na expectativa de potencializar as lutas populares e fortalecer o Sistema Único de Saúde, o nosso SUS, e o direito à Saúde. Por um 2025 com mais histórias e conquistas dos movimentos sociais da saúde. Siga conosco, fazendo parte dessa história coletiva e colaborativa.&lt;br /&gt;
[[Categoria:Notícias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Paulo Schueler</name></author>
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		<title>MapaMovSaúde e a boa nova para os movimentos sociais</title>
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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Dezembro já avança e 2024 vai se despedindo. Um ano com diversos motivos para ser relembrado pelos movimentos sociais brasileiros, em especial pelos eventos e pelas ferramentas que ampliaram e estimularam sua capacidade de auto-organização e de trazer suas pautas para o debate social. Uma das boas novas deste ano foi o lançamento da plataforma do Mapa Colaborativo dos Movimentos Sociais em Saúde – MapaMovSaúde.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda que o lançamento oficial do projeto tenha ocorrido em julho de 2023, na 17ª Conferência Nacional de Saúde, e as primeiras ações já tivessem seguido no ano anterior, foi neste 2024 que muitas das ideias ganharam forma. Essas definições foram tomadas no seminário de governança, que teve a participação da Assessoria de Participação Social e Diversidade (APSD), Departamento de Gestão Interfederativa e Participativa (DGIP), ambos do Ministério da Saúde, do Conselho Nacional de Saúde (CNS), do Instituto de Informação Científica e Tecnológica em Saúde (ICICT/Fiocruz), do Centro Brasileiro de Estudos em Saúde (Cebes) e da Organização Panamericana da Saúde (OPAS).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em setembro já estávamos com tudo pronto para o lançamento da plataforma, realizado no dia 12, no plenário da OPAS, durante a reunião mensal do CNS. O evento contou com a presença de autoridades, como o ministro Márcio Macêdo, da Secretaria Geral da Presidência da República e o secretário executivo do Ministério da Saúde, Swedenberger Barbosa; a assessora chefe da APSD/MS, Lucia Souto, o diretor do ICICT, Rodrigo Murtinho, o presidente do CNS Fernando Pigatto, entre outras e outros conselheiros nacionais de saúde e lideranças do movimento social.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com a plataforma já no ar, iniciamos um importante trabalho de convidar e capacitar os movimentos sociais que já haviam se cadastrado a escreverem suas primeiras histórias no MapaMovSaúde.&lt;br /&gt;
Propor diálogos e apresentar iniciativas dos movimentos sociais, outras marcas do projeto, também ganharam materialidade. Realizamos nosso primeiro webinário em 28 de outubro, promovendo o encontro de lideranças do Movimento Sem Terra (MST), Movimento Atingidos por Barragens (MAB) e Movimento dos Atingidos pela Mineração (MAM) para debater a emergência climática e a participação social na transição socioecológica, com a participação também da coordenadora executiva da 5ª Conferência Nacional do Meio Ambiente (CNMA-2025). O conteúdo está disponível no YouTube, no canal do Mapa. Nas redes sociais, estamos também no Instagram e no Facebook.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estar em contato com os movimentos em seus territórios é outra tarefa do MapaMovSaúde. Os movimentos sociais de Fortaleza foram os primeiros a participarem de uma oficina presencial do projeto, realizada dentro da programação do 5º Congresso Brasileiro de Política, Planejamento e Gestão da Saúde, realizado pela Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) em 3/11, além de compor a mesa-redonda “A Ciência Participativa para o SUS”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outro grande evento no qual marcamos presença foi o G20 Social, realizado no Rio de Janeiro, nos dias 14 e 15 de novembro. Juntamente com o Movimento Atingidos por Barragens (MAB), DataLab e o projeto Wikifavelas, o MapaMovSaúde realizou um importante debate sobre os desafios da participação social na articulação entre redes territoriais e digitais. A atividade teve a presença da Ministra da Saúde Nísia Trindade que destacou a importância da ferramenta para articulação das pautas da saúde trazidas pelos movimentos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste dezembro, estivemos também presentes na 4ª Conferência Nacional de Gestão do Trabalho e Educação na Saúde, recém-realizada em Brasília, entre os dias 8 e 13. Diversos movimentos puderam conhecer a plataforma e saber como criar suas histórias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, estimulando e criando histórias, redes de colaboração e laços de afeto em prol das pautas dos movimentos sociais brasileiros, seguiremos para o ano que já se avizinha, na expectativa de potencializar as lutas populares e fortalecer o Sistema Único de Saúde, o nosso SUS, e o direito à Saúde. Por um 2025 com mais histórias e conquistas dos movimentos sociais da saúde. Siga conosco, fazendo parte dessa história coletiva e colaborativa.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Paulo Schueler</name></author>
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