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	<title>Mapa Mov Saúde - Contribuições do usuário [pt-br]</title>
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	<subtitle>Contribuições do usuário</subtitle>
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		<title>Ajuda:Videos - Adicionar vídeos a uma história</title>
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		<updated>2024-09-09T19:24:10Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Nataliafazzioni: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
[[File:Vid1.png|RTENOTITLE]]&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;lt;br/&amp;gt; Após acessar o código fonte, o usuário deverá inserir o link do vídeo através do código&amp;amp;nbsp;{ * {#evu:[https://www.youtube.com/ https://www.youtube.com/]&amp;lt;span style=&amp;quot;color:#d35400;&amp;quot;&amp;gt;link&amp;lt;/span&amp;gt;}* }&amp;amp;nbsp; &amp;amp;nbsp;(Retirar os * presentes entre os colchetes e preencher a parte onde está escrito &amp;quot;link&amp;quot; com o endereço do vídeo)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Vid2.png|RTENOTITLE]]&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;lt;br/&amp;gt; &#039;&#039;&#039;Com o código inserido na história exatamente como demonstrado, o vídeo será adicionado ao verbete e permitirá sua reprodução através da própria história como demonstrado na imagem abaixo.&#039;&#039;&#039;&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;lt;br/&amp;gt; &amp;lt;br/&amp;gt; &amp;lt;br/&amp;gt; [[File:Vid3.png|frame|left|Exemplo de um verbete com vídeo]]&amp;lt;br/&amp;gt; &amp;lt;br/&amp;gt; &amp;lt;br/&amp;gt; &amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:large;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;u&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;span style=&amp;quot;color:#e74c3c;&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;background-color:#ecf0f1;&amp;quot;&amp;gt;Importante: O usuário deverá se preocupar sempre com os direitos autorais do vídeo,&amp;lt;br/&amp;gt; garantindo que a reprodução do mesmo não viole nenhum direito autoral.&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/u&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Categoria:Perguntas Frequentes]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Nataliafazzioni</name></author>
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		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Ind%C3%BAstria_Inova%C3%A7%C3%A3o_e_Infraestrutura&amp;diff=767</id>
		<title>Indústria Inovação e Infraestrutura</title>
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		<updated>2024-09-09T19:22:56Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Nataliafazzioni: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{DISPLAYTITLE:ODS: Indústria Inovação e Infraestrutura}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Objetivo 9. Construir infraestruturas resilientes, promover a industrialização inclusiva e sustentável e fomentar a inovação&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
9.1 Desenvolver infraestrutura de qualidade, confiável, sustentável e resiliente, incluindo infraestrutura regional e transfronteiriça, para apoiar o desenvolvimento econômico e o bem-estar humano, com foco no acesso equitativo e a preços acessíveis para todos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
9.2 Promover a industrialização inclusiva e sustentável e, até 2030, aumentar significativamente a participação da indústria no setor de emprego e no PIB, de acordo com as circunstâncias nacionais, e dobrar sua participação nos países menos desenvolvidos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
9.3 Aumentar o acesso das pequenas indústrias e outras empresas, particularmente em países em desenvolvimento, aos serviços financeiros, incluindo crédito acessível e sua integração em cadeias de valor e mercados&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
9.4 Até 2030, modernizar a infraestrutura e reabilitar as indústrias para torná-las sustentáveis, com eficiência aumentada no uso de recursos e maior adoção de tecnologias e processos industriais limpos e ambientalmente corretos; com todos os países atuando de acordo com suas respectivas capacidades&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
9.5 Fortalecer a pesquisa científica, melhorar as capacidades tecnológicas de setores industriais em todos os países, particularmente os países em desenvolvimento, inclusive, até 2030, incentivando a inovação e aumentando substancialmente o número de trabalhadores de pesquisa e desenvolvimento por milhão de pessoas e os gastos público e privado em pesquisa e desenvolvimento&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
9.a Facilitar o desenvolvimento de infraestrutura sustentável e resiliente em países em desenvolvimento, por meio de maior apoio financeiro, tecnológico e técnico aos países africanos, aos países menos desenvolvidos, aos países em desenvolvimento sem litoral e aos pequenos Estados insulares em desenvolvimento&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
9.b Apoiar o desenvolvimento tecnológico, a pesquisa e a inovação nacionais nos países em desenvolvimento, inclusive garantindo um ambiente político propício para, entre outras coisas, a diversificação industrial e a agregação de valor às commodities&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
9.c Aumentar significativamente o acesso às tecnologias de informação e comunicação e se empenhar para oferecer acesso universal e a preços acessíveis à internet nos países menos desenvolvidos, até 2020&lt;br /&gt;
[[Categoria:ODS]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Nataliafazzioni</name></author>
	</entry>
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		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=MapaMovSaude:O_Projeto&amp;diff=766</id>
		<title>MapaMovSaude:O Projeto</title>
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		<updated>2024-09-09T19:21:15Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Nataliafazzioni: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== &#039;&#039;&#039;Origens&#039;&#039;&#039; e fundamentos ==&lt;br /&gt;
O lema da reforma sanitária brasileira &amp;quot;Saúde é Democracia&amp;quot;, expressa a convicção de que a efetivação dos direitos de cidadania exige uma ampla participação da sociedade, de forma crítica e consciente, capaz de promover mudanças que assegurem a melhoria das condições de vida, dignidade, direitos, cuidados e bem viver.          &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Rede Mundial de Computadores, ou internet é uma rede sociotécnica iniciada por instituições acadêmicas na década de 1960 e chegou às casas norte-americanas no final dos anos 1980.  Atualmente, é uma realidade consolidada como meio de comunicação, ambiente de produção de conhecimentos e relações produtivas, econômicas e sociais, além disso, tornou-se uma arena, na qual a sociedade ocupa, debate e produz política, cultura, mas também desinformação e formas de violência.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A participação ativa da sociedade é essencial para a construção de políticas públicas de saúde efetivas e democráticas, que deve acontecer em todos os espaços e campos da sociedade., considerando a produção do conhecimento sanitário, suas práticas formais e informais, suas experiências sociais diretamente relacionadas com os territórios onde a vida acontece. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Projeto ==        &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Mapa Colaborativo dos Movimentos Sociais em Saúde é um projeto colaborativo liderado pelo Ministério da Saúde, Fiocruz, Conselho Nacional de Saúde, que busca dar visibilidade aos movimentos sociais, atuantes no campo ampliado da saúde, como sujeitos políticos da transformação do Brasil, por meio de um mapeamento social e produção interativa e colaborativa de suas ações.        &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Baseada no modelo Wiki, a produção de conteúdo é disponibilizada de forma aberta e livre, o mapa espera conhecer e dar visibilidade aos movimentos sociais em saúde, que serão motivados a difundirem suas informações institucionais, históricas e saberes. Para tanto, a plataforma que será utilizada no projeto se baseia nos princípios de bem público, pluralidade de conhecimentos e construção colaborativa, com a utilização de software livre mediawiki e licenciamento de conteúdo aberto no formato creative commons shared alike.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todas as pessoas que desejarem colaborar com o projeto poderão atuar na produção das páginas que devem abordar conteúdo sobre mobilização social em saúde no Brasil, incluindo a descrição dos próprios movimentos e de suas ações e articulações. Cada participante deverá se identificar com uma conta de usuário na MapaMovSaúde, onde podem descrever também sua trajetória enquanto indivíduos na mobilização social por saúde. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Participe! ==&lt;br /&gt;
Compreendemos que a participação ativa da sociedade é essencial para a construção de políticas públicas de saúde efetivas e democráticas, que deve acontecer em todos os espaços e campos da sociedade, considerando a produção do conhecimento sanitário, suas práticas formais e informais, suas experiências sociais diretamente relacionadas com os territórios onde a vida acontece. Portanto sejam bem-vindos ao Mapa Colaborativo dos Movimentos Sociais em Saúde!&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Nataliafazzioni</name></author>
	</entry>
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		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=MapaMovSaude:O_Projeto&amp;diff=765</id>
		<title>MapaMovSaude:O Projeto</title>
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		<updated>2024-09-09T19:18:21Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Nataliafazzioni: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;O Mapa Colaborativo dos Movimentos Sociais em Saúde é um projeto colaborativo liderado pelo Ministério da Saúde, Fiocruz, Conselho Nacional de Saúde, que busca dar visibilidade aos movimentos sociais, atuantes no campo ampliado da saúde, como sujeitos políticos da transformação do Brasil, por meio de um mapeamento social e produção interativa e colaborativa de suas ações.        &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Baseada no modelo Wiki, a produção de conteúdo é disponibilizada de forma aberta e livre, o mapa espera conhecer e dar visibilidade aos movimentos sociais em saúde, que serão motivados a difundirem suas informações institucionais, históricas e saberes. Para tanto, a plataforma que será utilizada no projeto se baseia nos princípios de bem público, pluralidade de conhecimentos e construção colaborativa, com a utilização de software livre mediawiki e licenciamento de conteúdo aberto no formato creative commons shared alike.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Nataliafazzioni</name></author>
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		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=1%C2%B0_Confer%C3%AAncia_Nacional_Livre_de_Sa%C3%BAde_Quilombola&amp;diff=450</id>
		<title>1° Conferência Nacional Livre de Saúde Quilombola</title>
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		<updated>2024-08-30T17:08:03Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Nataliafazzioni: inclusão cartaz&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Conf. Nacional de Saúde Quilombola.png|miniaturadaimagem|Cartaz da Primeira Conferência Nacional de Saúde Quilombola ]]&lt;br /&gt;
Data: 30/05/2023, terça-feira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Horário: Início 19 horas, finalização 22 horas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realização: [[Coordenação nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais e Quilombolas|Coordenação nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais e Quilombolas (CONAQ)]], comissão organizadora e grupo de apoio técnico e o [[Conselho Nacional de Saúde|Conselho Nacional de Saúde (CNS)]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apoiadores: Via Campesina, MST, MAB, MPA, MMC, MSP, UNEGRO, Conselho Quilombola da Bacia e Vale do Iguape, Federação das Comunidades Quilombolas do Estado de Minas Gerais (N&#039;Golo), Mariana Crioula - Mulheres Quilombolas de Minas Gerais, ATERRA Produções, [[Associação Brasileira de Saúde Coletiva|ABRASCO]], [[CEBES]], Rede Unida, ISC/UFBA e do Programa de Residência Multiprofissional de Saúde da Família com Ênfase na População do Campo (UPE).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quantitativo de presentes: 564 participantes de todas as regiões do Brasil, pertencentes aos Estados da Bahia, Minas Gerais, Pará, Roraima, Amapá, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Ceará, Piauí, Maranhão, Paraíba, Alagoas, Sergipe, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, São Paulo, Espirito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Distrito Federal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As discussões giraram em torno da necessidade de defesa do SUS, da democracia e da garantia dos direitos quilombolas através do acesso à terra, sem terra não se tem saúde. A saúde quilombola precisa ser vista enquanto política pública, é preciso que se crie uma Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da População Quilombola, de modo a olhar para as suas especificidades em saúde bem como promover a equidade em saúde para os quilombolas. Os saberes e práticas de cuidado em saúde da medicina tradicional e ancestral quilombola precisam ser reconhecidos e valorizados pelo SUS, além disso é preciso combater as barreiras de acesso que os quilombolas tem de enfrentar para adentrarem e permanecerem em espaços de participação social no SUS. Para que quilombolas tenham verdadeiramente acesso à saúde se faz necessário fortalecer a Atenção Básica de base territorial, que adentre os quilombos, especialmente os rurais, de modo a garantir a implementação da Estratégia de Saúde da Família em todos os quilombos do Brasil. Por fim, os quilombolas do Brasil afirmam “Um novo modelo de saúde é possível”, um modelo onde de fato a medicina quilombola tenha valor e que o povo quilombola tenha acesso à saúde. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Às 18 horas, enquanto os convidados e participantes da conferência adentravam a sala do Google Meet a conferência começou a sofrer um ataque hacker de teor racista e fascista, a partir da fala de terroristas infiltrados na sala, cerca de 10 pessoas, que abriram os seus áudios, escreveram  nsultos no chat e compartilharam suas telas de modo seguido e ininterrupto com conteúdos racistas, misóginos e pornográficos. Com isso, a sala foi derrubada, sendo criada uma segunda sala na mesma plataforma apenas para os participantes que iriam compor as mesas para a transmissão nos dois canais do YouTube. O restante dos participantes seguiram para o YouTube e participaram da plenária da conferência a partir do chat do YouTube.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Às 19 horas, a conferência deu início aos trabalhos, com uma hora de atraso, após ajustes na metodologia e infraestrutura frente ao ataque hacker. Foram dadas as boas-vindas registrado e denunciado o ataque hacker, bem como a importância histórica na realização da 1° Conferência Nacional Livre de Saúde Quilombola. Além disso, foi registrado a adesão da conferência no calendário oficial da 17° Conferência Nacional de Saúde. Foram apresentadas e homologadas a metodologia da conferência, bem como os critérios e formas de eleição dos delegados e das propostas. Após aprovação em plenário virtual, a palavra foi passada aos convidados e autoridades presentes, incluindo o Sr. Fernando Pigatto, presidente do CNS.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Às 19 horas e 45 minutos, se deu início a palestras “Mais saúde nos quilombos já!” facilitada pela Dra. Givânia Silva, co-fundadora da CONAQ. doutora em Sociologia (UnB), quilombola da Comunidade Conceição das Crioulas/PE, integra a Rede de Ativistas da Educação do Fundo Malala Yousafzai. O foco da palestra foi introduzir as discussões dos 04 eixos temáticos trabalhados na conferência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Às 20 horas e 15 minutos, se iniciou a leitura das 20 propostas construídas na “PréConferência Nacional Livre de Saúde Quilombola”, realizada de modo virtual pelo Google Meet, no dia 16/05/2023, das 19 horas às 21 horas, reunindo mais de 150 quilombolas de 10 Estados de todas as regiões do Brasil. As 20 propostas objetivaram trabalhar os 04 eixos temáticos da 17° Conferência Nacional de Saúde, eixo 01 “O Brasil que temos. O Brasil que queremos”, eixo 02 “O papel do controle social e movimento sociais para salvar vidas”, eixo 03 “Garantir direitos defender o SUS, a vida e a democracia”, eixo 04 “Amanhã será outro dia para todas as pessoas”. Após a leitura das 05 propostas de cada um dos 04 eixos, a palavra foi aberta ao público presente no intuito de destacar ou aperfeiçoar as propostas. Feito isso, as propostas foram homologadas e aprovadas em plenário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Às 21 horas, deu-se início ao processo de eleição dos delegados e delegadas, com a presença de mais de 550 participantes e mais de 1.150 pessoas inscritas, a conferência elegeu 05 delegados e 05 suplentes, buscando cumprir as regras pactuadas e aprovadas pelo plenário no início da conferência, sendo elas a paridade de gênero, raça/cor, idade, região do país, obrigatoriedade da identidade quilombola e do acúmulo na luta quilombola pela saúde. Como pactuado no início, das 10 vagas, 50% seriam reservadas para a indicação do Coletivo Nacional de Saúde Quilombola da CONAQ, movimento social quilombola, e 50% das vagas restantes seriam disponibilizadas a todos os presentes. As inscrições foram por região geográfica, sendo abertas as inscrições, em seguida votação e por fim homologação dos mais votados pelo plenário. Foram eleitos os 05 delegados, sendo eles: Mateus dos Santos Brito (Comunidade Quilombola Lagoa de Maria Clemência/BA), Ananias Nery Viana (Comunidade Quilombola Kaonge/BA), Maria da Graça Epifânio (Comunidade Quilombola Carrapatos da Tabatinga/MG), Andreia Nazareno dos Santos (Comunidade Quilombola Sítio Grossos, Bom Jesus/RN), Tereza de Jesus da Silva (Comunidade Quilombola Canguçu, Canguçu/RS), junto aos seus respectivos suplentes, Lucimara Pereira Muniz (Comunidade Quilombola de Custodópolis, Campo dos Goytacazes/RJ), Laura Ferreira da Silva (Comunidade Quilombola Mutuca, Nossa Senhora do Livramento/MT), José Ramos de Freitas (Comunidade Quilombola Porto do Campo, Camamu/BA), Tarciara Raquel dos Santos Castro (Comunidade Quilombola de Santa Tereza do Matupiri, Barreirinha/AM), Jorge Odilon Gomes Gonçalves (Comunidade Quilombola Morro Alto, Maquini/RS).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Às 21 horas e 50 minutos, a conferência foi finalizada, com uma fala de agradecimento, repúdio aos ataques sofridos e com uma intervenção de mística final.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Comissão Organizadora da 1° Conferência Nacional Livre de Saúde Quilombola&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(CONAQ/CNS).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Salvador, Bahia. 02 de junho de 2023.&lt;br /&gt;
[[Categoria:Saúde]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Nataliafazzioni</name></author>
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		<updated>2024-08-30T17:07:20Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Nataliafazzioni: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Cartaz da primeira Conferência Nacional de Saúde Quilombola&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Nataliafazzioni</name></author>
	</entry>
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		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Categoria:Erradica%C3%A7%C3%A3odapobreza&amp;diff=436</id>
		<title>Categoria:Erradicaçãodapobreza</title>
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		<updated>2024-08-29T18:53:14Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Nataliafazzioni: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 1: Acabar com a pobreza em todas as suas formas, em todos os lugares&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1.1 Até 2030, erradicar a pobreza extrema para todas as pessoas em todos os lugares, atualmente medida como pessoas vivendo com menos de US$ 1,90 por dia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1.2 Até 2030, reduzir pelo menos à metade a proporção de homens, mulheres e crianças, de todas as idades, que vivem na pobreza, em todas as suas dimensões, de acordo com as definições nacionais&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1.3 Implementar, em nível nacional, medidas e sistemas de proteção social adequados, para todos, incluindo pisos, e até 2030 atingir a cobertura substancial dos pobres e vulneráveis&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1.4 Até 2030, garantir que todos os homens e mulheres, particularmente os pobres e vulneráveis, tenham direitos iguais aos recursos econômicos, bem como o acesso a serviços básicos, propriedade e controle sobre a terra e outras formas de propriedade, herança, recursos naturais, novas tecnologias apropriadas e serviços financeiros, incluindo microfinanças&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1.5 Até 2030, construir a resiliência dos pobres e daqueles em situação de vulnerabilidade, e reduzir a exposição e vulnerabilidade destes a eventos extremos relacionados com o clima e outros choques e desastres econômicos, sociais e ambientais&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1.a Garantir uma mobilização significativa de recursos a partir de uma variedade de fontes, inclusive por meio do reforço da cooperação para o desenvolvimento, para proporcionar meios adequados e previsíveis para que os países em desenvolvimento, em particular os países menos desenvolvidos, implementem programas e políticas para acabar com a pobreza em todas as suas dimensões&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1.b Criar marcos políticos sólidos em níveis nacional, regional e internacional, com base em estratégias de desenvolvimento a favor dos pobres e sensíveis a gênero, para apoiar investimentos acelerados nas ações de erradicação da pobreza&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Nataliafazzioni</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=MapaMovSaude:Como_participar&amp;diff=427</id>
		<title>MapaMovSaude:Como participar</title>
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		<updated>2024-08-29T18:43:23Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Nataliafazzioni: Nataliafazzioni moveu Ajuda:Como participar para MapaMovSaude:Como Participar sem deixar um redirecionamento&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Quem pode contribuir?&#039;&#039;&#039;  &lt;br /&gt;
Qualquer pessoa que participe de um movimento social ou de mobilizações que contribuam para a promoção do bem-estar físico, mental e social da população brasileira, partindo do conceito ampliado de saúde, no qual saúde está para além da ausência de doença. Basta se cadastrar no MapaMovSaúde e começar a escrever sua história. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Preciso oferecer alguma informação obrigatória?&#039;&#039;&#039;  &lt;br /&gt;
Não há informações obrigatórias a serem fornecidas. Mas é necessário indicar duas temáticas principais nas quais o movimento ou ação se encaixa e estimulamos fortemente que vocês informem ao menos as informações abaixo, complementando com o que desejarem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Nome do Movimento ou ação&lt;br /&gt;
* Local de atuação (georreferenciado no mapa) - podendo ser município ou bairro ou cep a depender da escolha do movimento.  &lt;br /&gt;
* Se possui alguma atuação direta no ou com o Sistema Único de Saúde  &lt;br /&gt;
* Formas de Contato com o movimento (de preferência email, rede social ou número institucional).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Preciso preencher alguma informação na página do usuário?&#039;&#039;&#039;  &lt;br /&gt;
Recomendamos que a página do usuário traga o maior número de informações possíveis sobre aqueles que preencheram a página do movimento.  &lt;br /&gt;
Assim podemos conhecer e valorizar as pessoas que fazem os movimentos acontecer! Fique atento pois esse dado será público, portanto, não divulgue informações que você deseja que sejam sigilosas.  &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Há alguma informação que não devo fornecer?&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
Dados pessoais como endereço residencial e número de celular pessoal não devem ser inseridos na página do usuário, nem do movimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{DEFAULTSORT:Como Participar}}&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Nataliafazzioni</name></author>
	</entry>
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		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Igualdade_de_G%C3%AAnero&amp;diff=426</id>
		<title>Igualdade de Gênero</title>
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		<updated>2024-08-29T18:39:47Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Nataliafazzioni: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 5: Alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5.1 Acabar com todas as formas de discriminação contra todas as mulheres e meninas em toda parte&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5.2 Eliminar todas as formas de violência contra todas as mulheres e meninas nas esferas públicas e privadas, incluindo o tráfico e exploração sexual e de outros tipos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5.3 Eliminar todas as práticas nocivas, como os casamentos prematuros, forçados e de crianças e mutilações genitais femininas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5.4 Reconhecer e valorizar o trabalho de assistência e doméstico não remunerado, por meio da disponibilização de serviços públicos, infraestrutura e políticas de proteção social, bem como a promoção da responsabilidade compartilhada dentro do lar e da família, conforme os contextos nacionais&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5.5 Garantir a participação plena e efetiva das mulheres e a igualdade de oportunidades para a liderança em todos os níveis de tomada de decisão na vida política, econômica e pública&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5.6 Assegurar o acesso universal à saúde sexual e reprodutiva e os direitos reprodutivos, como acordado em conformidade com o Programa de Ação da Conferência Internacional sobre População e Desenvolvimento e com a Plataforma de Ação de Pequim e os documentos resultantes de suas conferências de revisão&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5.a Realizar reformas para dar às mulheres direitos iguais aos recursos econômicos, bem como o acesso a propriedade e controle sobre a terra e outras formas de propriedade, serviços financeiros, herança e os recursos naturais, de acordo com as leis nacionais&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5.b Aumentar o uso de tecnologias de base, em particular as tecnologias de informação e comunicação, para promover o empoderamento das mulheres&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5.c Adotar e fortalecer políticas sólidas e legislação aplicável para a promoção da igualdade de gênero e o empoderamento de todas as mulheres e meninas em todos os níveis&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Nataliafazzioni</name></author>
	</entry>
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		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Igualdade_de_G%C3%AAnero&amp;diff=425</id>
		<title>Igualdade de Gênero</title>
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		<updated>2024-08-29T18:39:17Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Nataliafazzioni: Nataliafazzioni moveu Igualda de Gênero para Igualdade de Gênero sem deixar um redirecionamento&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Objetivo 5. Alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5.1 Acabar com todas as formas de discriminação contra todas as mulheres e meninas em toda parte&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5.2 Eliminar todas as formas de violência contra todas as mulheres e meninas nas esferas públicas e privadas, incluindo o tráfico e exploração sexual e de outros tipos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5.3 Eliminar todas as práticas nocivas, como os casamentos prematuros, forçados e de crianças e mutilações genitais femininas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5.4 Reconhecer e valorizar o trabalho de assistência e doméstico não remunerado, por meio da disponibilização de serviços públicos, infraestrutura e políticas de proteção social, bem como a promoção da responsabilidade compartilhada dentro do lar e da família, conforme os contextos nacionais&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5.5 Garantir a participação plena e efetiva das mulheres e a igualdade de oportunidades para a liderança em todos os níveis de tomada de decisão na vida política, econômica e pública&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5.6 Assegurar o acesso universal à saúde sexual e reprodutiva e os direitos reprodutivos, como acordado em conformidade com o Programa de Ação da Conferência Internacional sobre População e Desenvolvimento e com a Plataforma de Ação de Pequim e os documentos resultantes de suas conferências de revisão&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5.a Realizar reformas para dar às mulheres direitos iguais aos recursos econômicos, bem como o acesso a propriedade e controle sobre a terra e outras formas de propriedade, serviços financeiros, herança e os recursos naturais, de acordo com as leis nacionais&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5.b Aumentar o uso de tecnologias de base, em particular as tecnologias de informação e comunicação, para promover o empoderamento das mulheres&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5.c Adotar e fortalecer políticas sólidas e legislação aplicável para a promoção da igualdade de gênero e o empoderamento de todas as mulheres e meninas em todos os níveis&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Nataliafazzioni</name></author>
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		<title>Igualdade de Gênero</title>
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		<updated>2024-08-29T18:38:55Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Nataliafazzioni: Nataliafazzioni moveu Categoria:Igualdadedegênero para Igualda de Gênero sem deixar um redirecionamento&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Objetivo 5. Alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5.1 Acabar com todas as formas de discriminação contra todas as mulheres e meninas em toda parte&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5.2 Eliminar todas as formas de violência contra todas as mulheres e meninas nas esferas públicas e privadas, incluindo o tráfico e exploração sexual e de outros tipos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5.3 Eliminar todas as práticas nocivas, como os casamentos prematuros, forçados e de crianças e mutilações genitais femininas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5.4 Reconhecer e valorizar o trabalho de assistência e doméstico não remunerado, por meio da disponibilização de serviços públicos, infraestrutura e políticas de proteção social, bem como a promoção da responsabilidade compartilhada dentro do lar e da família, conforme os contextos nacionais&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5.5 Garantir a participação plena e efetiva das mulheres e a igualdade de oportunidades para a liderança em todos os níveis de tomada de decisão na vida política, econômica e pública&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5.6 Assegurar o acesso universal à saúde sexual e reprodutiva e os direitos reprodutivos, como acordado em conformidade com o Programa de Ação da Conferência Internacional sobre População e Desenvolvimento e com a Plataforma de Ação de Pequim e os documentos resultantes de suas conferências de revisão&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5.a Realizar reformas para dar às mulheres direitos iguais aos recursos econômicos, bem como o acesso a propriedade e controle sobre a terra e outras formas de propriedade, serviços financeiros, herança e os recursos naturais, de acordo com as leis nacionais&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5.b Aumentar o uso de tecnologias de base, em particular as tecnologias de informação e comunicação, para promover o empoderamento das mulheres&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5.c Adotar e fortalecer políticas sólidas e legislação aplicável para a promoção da igualdade de gênero e o empoderamento de todas as mulheres e meninas em todos os níveis&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Nataliafazzioni</name></author>
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		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Ind%C3%BAstria_Inova%C3%A7%C3%A3o_e_Infraestrutura&amp;diff=422</id>
		<title>Indústria Inovação e Infraestrutura</title>
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		<updated>2024-08-29T18:35:12Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Nataliafazzioni: Nataliafazzioni moveu Categoria:Indústriainovaçãoeinfraestrutura para Indústria Inovação e Infraestrutura sem deixar um redirecionamento&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Objetivo 9. Construir infraestruturas resilientes, promover a industrialização inclusiva e sustentável e fomentar a inovação&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
9.1 Desenvolver infraestrutura de qualidade, confiável, sustentável e resiliente, incluindo infraestrutura regional e transfronteiriça, para apoiar o desenvolvimento econômico e o bem-estar humano, com foco no acesso equitativo e a preços acessíveis para todos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
9.2 Promover a industrialização inclusiva e sustentável e, até 2030, aumentar significativamente a participação da indústria no setor de emprego e no PIB, de acordo com as circunstâncias nacionais, e dobrar sua participação nos países menos desenvolvidos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
9.3 Aumentar o acesso das pequenas indústrias e outras empresas, particularmente em países em desenvolvimento, aos serviços financeiros, incluindo crédito acessível e sua integração em cadeias de valor e mercados&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
9.4 Até 2030, modernizar a infraestrutura e reabilitar as indústrias para torná-las sustentáveis, com eficiência aumentada no uso de recursos e maior adoção de tecnologias e processos industriais limpos e ambientalmente corretos; com todos os países atuando de acordo com suas respectivas capacidades&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
9.5 Fortalecer a pesquisa científica, melhorar as capacidades tecnológicas de setores industriais em todos os países, particularmente os países em desenvolvimento, inclusive, até 2030, incentivando a inovação e aumentando substancialmente o número de trabalhadores de pesquisa e desenvolvimento por milhão de pessoas e os gastos público e privado em pesquisa e desenvolvimento&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
9.a Facilitar o desenvolvimento de infraestrutura sustentável e resiliente em países em desenvolvimento, por meio de maior apoio financeiro, tecnológico e técnico aos países africanos, aos países menos desenvolvidos, aos países em desenvolvimento sem litoral e aos pequenos Estados insulares em desenvolvimento&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
9.b Apoiar o desenvolvimento tecnológico, a pesquisa e a inovação nacionais nos países em desenvolvimento, inclusive garantindo um ambiente político propício para, entre outras coisas, a diversificação industrial e a agregação de valor às commodities&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
9.c Aumentar significativamente o acesso às tecnologias de informação e comunicação e se empenhar para oferecer acesso universal e a preços acessíveis à internet nos países menos desenvolvidos, até 2020&lt;br /&gt;
[[Categoria:ODS]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Nataliafazzioni</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Ajuda:Guia_do_usu%C3%A1rio&amp;diff=420</id>
		<title>Ajuda:Guia do usuário</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Ajuda:Guia_do_usu%C3%A1rio&amp;diff=420"/>
		<updated>2024-08-29T18:32:34Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Nataliafazzioni: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;section begin=&amp;quot;resumo&amp;quot; /&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Logo_brasil_colorida.png|semmoldura|left|Logo do mapa colaborativo dos movimentos sociais em saúde. Mapa do Brasil colorido|border|alt=Logo do mapa colaborativo dos movimentos sociais em saúde. Mapa do Brasil colorido|400x400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No &#039;&#039;&#039;[[Guia do usuário]]&#039;&#039;&#039; você conhecerá o Mapa Colaborativo dos Movimentos Sociais em Saúde. Trata-se de um projeto liderado pelo Ministério da Saúde, Fiocruz, Conselho Nacional de Saúde, que busca dar visibilidade aos movimentos sociais, atuantes no campo ampliado da saúde, como sujeitos políticos da transformação do Brasil, por meio de um mapeamento social e produção interativa e colaborativa de suas ações, baseada no modelo Wiki, em que a produção de conteúdo é disponibilizada de forma aberta e livre.  &lt;br /&gt;
&amp;lt;section end=&amp;quot;resumo&amp;quot; /&amp;gt;&lt;br /&gt;
{{Clear}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mapa Colaborativo dos Movimentos Sociais em Saúde &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Mapa Colaborativo dos Movimentos Sociais em Saúde é um projeto colaborativo liderado pelo Ministério da Saúde, Fiocruz, Conselho Nacional de Saúde, que busca dar visibilidade aos movimentos sociais, atuantes no campo ampliado da saúde, como sujeitos políticos da transformação do Brasil, por meio de um mapeamento social e produção interativa e colaborativa de suas ações, baseada no modelo Wiki, em que a produção de conteúdo é disponibilizada de forma aberta e livre.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todas as pessoas que desejarem colaborar com o projeto poderão atuar na produção das páginas que devem abordar conteúdo sobre mobilização social em saúde no Brasil, incluindo a descrição dos próprios movimentos e de suas ações e articulações. Cada participante deverá se identificar com uma conta de usuário na MapaMovSaúde, onde podem descrever também sua trajetória enquanto indivíduos na mobilização social por saúdde. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Compreendemos que a participação ativa da sociedade é essencial para a construção de políticas públicas de saúde efetivas e democráticas, que deve acontecer em todos os espaços e campos da sociedade, considerando a produção do conhecimento sanitário, suas práticas formais e informais, suas experiências sociais diretamente relacionadas com os territórios onde a vida acontece. Portanto sejam bem-vindos ao Mapa Colaborativo dos Movimentos Sociais em Saúde! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Quem pode contribuir? ====&lt;br /&gt;
Qualquer pessoa que participe de um movimento social ou de mobilizações que contribuam para a promoção do bem-estar físico, mental e social da população brasileira, partindo do conceito ampliado de saúde, no qual saúde está para além da ausência de doença.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Preciso oferecer alguma informação obrigatória? ====&lt;br /&gt;
Não há informações obrigatórias a serem fornecidas. Mas é necessário indicar duas temáticas principais nas quais o movimento ou ação se encaixa e estimulamos fortemente que vocês informem ao menos as informações abaixo, complementando com o que desejarem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
•	Nome do Movimento ou ação &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
•	Local de atuação (georreferenciado no mapa) - podendo ser município ou bairro ou cep a depender da escolha do movimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
•	Se possui alguma atuação direta no ou com o Sistema Único de Saúde &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
•	Formas de Contato com o movimento (de preferência email, rede social ou número institucional). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Preciso preencher alguma informação na página do usuário? ====&lt;br /&gt;
Recomendamos que a página do usuário traga o maior número de informações possíveis sobre aqueles que preencheram a página do movimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim podemos conhecer e valorizar as pessoas que fazem os movimentos acontecer! Fique atento pois esse dado será público, portanto, não divulgue informações que você deseja que sejam sigilosas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Há alguma informação que não devo fornecer? ====&lt;br /&gt;
Dados pessoais como endereço residencial e número de celular pessoal não devem ser inseridos na página do usuário, nem do movimento.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Nataliafazzioni</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=A%C3%A7%C3%A3o_Contra_a_Mudan%C3%A7a_Global_do_Clima&amp;diff=419</id>
		<title>Ação Contra a Mudança Global do Clima</title>
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		<updated>2024-08-29T18:31:38Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Nataliafazzioni: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 13: Tomar medidas urgentes para combater a mudança climática e seus impactos (*)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
13.1 Reforçar a resiliência e a capacidade de adaptação a riscos relacionados ao clima e às catástrofes naturais em todos os países&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
13.2 Integrar medidas da mudança do clima nas políticas, estratégias e planejamentos nacionais&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
13.3 Melhorar a educação, aumentar a conscientização e a capacidade humana e institucional sobre mitigação, adaptação, redução de impacto e alerta precoce da mudança do clima&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
13.a Implementar o compromisso assumido pelos países desenvolvidos partes da Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima [UNFCCC] para a meta de mobilizar conjuntamente US$ 100 bilhões por ano a partir de 2020, de todas as fontes, para atender às necessidades dos países em desenvolvimento, no contexto das ações de mitigação significativas e transparência na implementação; e operacionalizar plenamente o Fundo Verde para o Clima por meio de sua capitalização o mais cedo possível&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
13.b Promover mecanismos para a criação de capacidades para o planejamento relacionado à mudança do clima e à gestão eficaz, nos países menos desenvolvidos, inclusive com foco em mulheres, jovens, comunidades locais e marginalizadas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;(*) Reconhecendo que a Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima [UNFCCC] é o fórum internacional intergovernamental primário para negociar a resposta global à mudança do clima.&#039;&#039;&lt;br /&gt;
[[Categoria:ODS]]&lt;br /&gt;
{{DEFAULTSORT:Categoria:Ação contra a mudança global do clima}}&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Nataliafazzioni</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=A%C3%A7%C3%A3o_Contra_a_Mudan%C3%A7a_Global_do_Clima&amp;diff=418</id>
		<title>Ação Contra a Mudança Global do Clima</title>
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		<updated>2024-08-29T18:31:11Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Nataliafazzioni: Nataliafazzioni moveu Ação Contraa Mudança Global do Clima para Ação Contra a Mudança Global do Clima sem deixar um redirecionamento&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Objetivo 13. Tomar medidas urgentes para combater a mudança climática e seus impactos (*)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
13.1 Reforçar a resiliência e a capacidade de adaptação a riscos relacionados ao clima e às catástrofes naturais em todos os países&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
13.2 Integrar medidas da mudança do clima nas políticas, estratégias e planejamentos nacionais&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
13.3 Melhorar a educação, aumentar a conscientização e a capacidade humana e institucional sobre mitigação, adaptação, redução de impacto e alerta precoce da mudança do clima&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
13.a Implementar o compromisso assumido pelos países desenvolvidos partes da Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima [UNFCCC] para a meta de mobilizar conjuntamente US$ 100 bilhões por ano a partir de 2020, de todas as fontes, para atender às necessidades dos países em desenvolvimento, no contexto das ações de mitigação significativas e transparência na implementação; e operacionalizar plenamente o Fundo Verde para o Clima por meio de sua capitalização o mais cedo possível&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
13.b Promover mecanismos para a criação de capacidades para o planejamento relacionado à mudança do clima e à gestão eficaz, nos países menos desenvolvidos, inclusive com foco em mulheres, jovens, comunidades locais e marginalizadas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;(*) Reconhecendo que a Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima [UNFCCC] é o fórum internacional intergovernamental primário para negociar a resposta global à mudança do clima.&#039;&#039;&lt;br /&gt;
[[Categoria:ODS]]&lt;br /&gt;
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		<author><name>Nataliafazzioni</name></author>
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		<title>Ação Contra a Mudança Global do Clima</title>
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		<updated>2024-08-29T18:30:48Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Nataliafazzioni: Nataliafazzioni moveu Categoria:Açãocontraamudançaglobaldoclima para Ação Contraa Mudança Global do Clima sem deixar um redirecionamento&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Objetivo 13. Tomar medidas urgentes para combater a mudança climática e seus impactos (*)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
13.1 Reforçar a resiliência e a capacidade de adaptação a riscos relacionados ao clima e às catástrofes naturais em todos os países&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
13.2 Integrar medidas da mudança do clima nas políticas, estratégias e planejamentos nacionais&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
13.3 Melhorar a educação, aumentar a conscientização e a capacidade humana e institucional sobre mitigação, adaptação, redução de impacto e alerta precoce da mudança do clima&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
13.a Implementar o compromisso assumido pelos países desenvolvidos partes da Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima [UNFCCC] para a meta de mobilizar conjuntamente US$ 100 bilhões por ano a partir de 2020, de todas as fontes, para atender às necessidades dos países em desenvolvimento, no contexto das ações de mitigação significativas e transparência na implementação; e operacionalizar plenamente o Fundo Verde para o Clima por meio de sua capitalização o mais cedo possível&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
13.b Promover mecanismos para a criação de capacidades para o planejamento relacionado à mudança do clima e à gestão eficaz, nos países menos desenvolvidos, inclusive com foco em mulheres, jovens, comunidades locais e marginalizadas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;(*) Reconhecendo que a Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima [UNFCCC] é o fórum internacional intergovernamental primário para negociar a resposta global à mudança do clima.&#039;&#039;&lt;br /&gt;
[[Categoria:ODS]]&lt;br /&gt;
{{DEFAULTSORT:Categoria:Ação contra a mudança global do clima}}&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Nataliafazzioni</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Trabalho_Decente_e_Crescimento_Econ%C3%B4mico&amp;diff=415</id>
		<title>Trabalho Decente e Crescimento Econômico</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Trabalho_Decente_e_Crescimento_Econ%C3%B4mico&amp;diff=415"/>
		<updated>2024-08-29T18:27:18Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Nataliafazzioni: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 8: Promover o crescimento econômico sustentado, inclusivo e sustentável, emprego pleno e produtivo e trabalho decente para todas e todos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8.1 Sustentar o crescimento econômico per capita de acordo com as circunstâncias nacionais e, em particular, um crescimento anual de pelo menos 7% do produto interno bruto [PIB] nos países menos desenvolvidos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8.2 Atingir níveis mais elevados de produtividade das economias por meio da diversificação, modernização tecnológica e inovação, inclusive por meio de um foco em setores de alto valor agregado e dos setores intensivos em mão de obra&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8.3 Promover políticas orientadas para o desenvolvimento que apoiem as atividades produtivas, geração de emprego decente, empreendedorismo, criatividade e inovação, e incentivar a formalização e o crescimento das micro, pequenas e médias empresas, inclusive por meio do acesso a serviços financeiros&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8.4 Melhorar progressivamente, até 2030, a eficiência dos recursos globais no consumo e na produção, e empenhar-se para dissociar o crescimento econômico da degradação ambiental, de acordo com o Plano Decenal de Programas sobre Produção e Consumo Sustentáveis, com os países desenvolvidos assumindo a liderança&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8.5 Até 2030, alcançar o emprego pleno e produtivo e trabalho decente para todas as mulheres e homens, inclusive para os jovens e as pessoas com deficiência, e remuneração igual para trabalho de igual valor&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8.6 Até 2020, reduzir substancialmente a proporção de jovens sem emprego, educação ou formação&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8.7 Tomar medidas imediatas e eficazes para erradicar o trabalho forçado, acabar com a escravidão moderna e o tráfico de pessoas, e assegurar a proibição e eliminação das piores formas de trabalho infantil, incluindo recrutamento e utilização de crianças-soldado, e até 2025 acabar com o trabalho infantil em todas as suas formas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8.8 Proteger os direitos trabalhistas e promover ambientes de trabalho seguros e protegidos para todos os trabalhadores, incluindo os trabalhadores migrantes, em particular as mulheres migrantes, e pessoas em empregos precários&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8.9 Até 2030, elaborar e implementar políticas para promover o turismo sustentável, que gera empregos e promove a cultura e os produtos locais&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8.10 Fortalecer a capacidade das instituições financeiras nacionais para incentivar a expansão do acesso aos serviços bancários, de seguros e financeiros para todos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8.a Aumentar o apoio da Iniciativa de Ajuda para o Comércio [Aid for Trade] para os países em desenvolvimento, particularmente os países menos desenvolvidos, inclusive por meio do Quadro Integrado Reforçado para a Assistência Técnica Relacionada com o Comércio para os países menos desenvolvidos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8.b Até 2020, desenvolver e operacionalizar uma estratégia global para o emprego dos jovens e implementar o Pacto Mundial para o Emprego da Organização Internacional do Trabalho [OIT]&lt;br /&gt;
[[Categoria:ODS]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Nataliafazzioni</name></author>
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		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Trabalho_Decente_e_Crescimento_Econ%C3%B4mico&amp;diff=412</id>
		<title>Trabalho Decente e Crescimento Econômico</title>
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		<updated>2024-08-29T18:25:08Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Nataliafazzioni: Nataliafazzioni moveu Categoria:Trabalhodecenteecrescimentoeconômico para Trabalho Decente e Crescimento Econômico sem deixar um redirecionamento&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Objetivo 8. Promover o crescimento econômico sustentado, inclusivo e sustentável, emprego pleno e produtivo e trabalho decente para todas e todos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8.1 Sustentar o crescimento econômico per capita de acordo com as circunstâncias nacionais e, em particular, um crescimento anual de pelo menos 7% do produto interno bruto [PIB] nos países menos desenvolvidos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8.2 Atingir níveis mais elevados de produtividade das economias por meio da diversificação, modernização tecnológica e inovação, inclusive por meio de um foco em setores de alto valor agregado e dos setores intensivos em mão de obra&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8.3 Promover políticas orientadas para o desenvolvimento que apoiem as atividades produtivas, geração de emprego decente, empreendedorismo, criatividade e inovação, e incentivar a formalização e o crescimento das micro, pequenas e médias empresas, inclusive por meio do acesso a serviços financeiros&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8.4 Melhorar progressivamente, até 2030, a eficiência dos recursos globais no consumo e na produção, e empenhar-se para dissociar o crescimento econômico da degradação ambiental, de acordo com o Plano Decenal de Programas sobre Produção e Consumo Sustentáveis, com os países desenvolvidos assumindo a liderança&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8.5 Até 2030, alcançar o emprego pleno e produtivo e trabalho decente para todas as mulheres e homens, inclusive para os jovens e as pessoas com deficiência, e remuneração igual para trabalho de igual valor&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8.6 Até 2020, reduzir substancialmente a proporção de jovens sem emprego, educação ou formação&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8.7 Tomar medidas imediatas e eficazes para erradicar o trabalho forçado, acabar com a escravidão moderna e o tráfico de pessoas, e assegurar a proibição e eliminação das piores formas de trabalho infantil, incluindo recrutamento e utilização de crianças-soldado, e até 2025 acabar com o trabalho infantil em todas as suas formas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8.8 Proteger os direitos trabalhistas e promover ambientes de trabalho seguros e protegidos para todos os trabalhadores, incluindo os trabalhadores migrantes, em particular as mulheres migrantes, e pessoas em empregos precários&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8.9 Até 2030, elaborar e implementar políticas para promover o turismo sustentável, que gera empregos e promove a cultura e os produtos locais&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8.10 Fortalecer a capacidade das instituições financeiras nacionais para incentivar a expansão do acesso aos serviços bancários, de seguros e financeiros para todos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8.a Aumentar o apoio da Iniciativa de Ajuda para o Comércio [Aid for Trade] para os países em desenvolvimento, particularmente os países menos desenvolvidos, inclusive por meio do Quadro Integrado Reforçado para a Assistência Técnica Relacionada com o Comércio para os países menos desenvolvidos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8.b Até 2020, desenvolver e operacionalizar uma estratégia global para o emprego dos jovens e implementar o Pacto Mundial para o Emprego da Organização Internacional do Trabalho [OIT]&lt;br /&gt;
[[Categoria:ODS]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Nataliafazzioni</name></author>
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		<title>Usuário:Nataliafazzioni</title>
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		<updated>2024-08-29T18:03:50Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Nataliafazzioni: Página substituída por &amp;#039;Natália Fazzioni&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Natália Fazzioni&lt;/div&gt;</summary>
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		<title>MapaMovSaude:Regras Editoriais</title>
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		<updated>2024-08-20T13:59:54Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Nataliafazzioni: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Para garantir uma experiência respeitosa, inclusiva e colaborativa para todos, gostaríamos de compartilhar os princípios que orientam nosso projeto:&#039;&#039;&#039;  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;1. Respeito:&#039;&#039;&#039; Valorizamos a diversidade de ideias, experiências e perspectivas, bem como respeitamos a participação plural de pessoas de diferentes origens, raças, etnias, culturas, identidades de gênero e orientações sexuais. Comprometemo-nos a tratar todos os usuários com respeito, mesmo quando houver discordâncias. Não serão tolerados comentários ofensivos, discriminatórios ou que desrespeitem a dignidade humana.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2. Colaboração:&#039;&#039;&#039; Acreditamos que a colaboração é fundamental para alcançar nossos objetivos comuns. Encorajamos a troca de saberes, experiências e iniciativas entre os usuários. Incentivamos a criação de parcerias e ações conjuntas para fortalecer os movimentos sociais em saúde.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;3. Empoderamento:&#039;&#039;&#039; Encorajamos a participação ativa, o compartilhamento de conhecimentos e a disseminação de informações relevantes. Acreditamos que cada ação coletiva tem o poder de fazer a diferença. Buscamos capacitar os movimentos e colaboradores participantes do projeto para que se tornem agentes de transformação em seus territórios.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;4. Solidariedade:&#039;&#039;&#039; Reconhecemos a importância da solidariedade entre os movimentos sociais em saúde. Estamos comprometidos em apoiar uns aos outros, oferecendo uma plataforma que valorize os conhecimentos, o compartilhamento de experiências e práticas, para possibilitar ações conjuntas.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;5. Transparência:&#039;&#039;&#039; Comprometemo-nos a ser transparentes em nossas ações e comunicações. Pedimos aos usuários que forneçam informações precisas e atualizadas sobre os movimentos sociais que representam. Acreditamos que a transparência é essencial para a construção de confiança e credibilidade.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;6. Ética:&#039;&#039;&#039; Valorizamos a ética em todas as nossas interações. Pedimos aos usuários que sejam honestos, íntegros e respeitem os direitos autorais e a propriedade intelectual.  O usuário deve ser responsável pelas informações fornecidas na plataforma do projeto. Não serão toleradas práticas antiéticas, como disseminação de notícias falsas, difamação ou uso indevido de informações.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;7. Inclusão&#039;&#039;&#039;: Buscamos criar um ambiente inclusivo, onde todas as vozes sejam ouvidas e valorizadas. Encorajamos a participação de pessoas de diferentes origens, culturas, identidades de gênero, orientações sexuais e habilidades. Não serão tolerados comportamentos discriminatórios, preconceituosos e excludentes.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Nataliafazzioni</name></author>
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		<title>MapaMovSaude:Regras Editoriais</title>
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		<updated>2024-08-20T13:57:47Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Nataliafazzioni: Criou página com &amp;#039;  Para garantir uma experiência respeitosa, inclusiva e colaborativa para todos, gostaríamos de compartilhar os princípios que orientam nosso projeto:        1. Respeito: Valorizamos a diversidade de ideias, experiências e perspectivas, bem como respeitamos a participação plural de pessoas de diferentes origens, raças, etnias, culturas, identidades de gênero e orientações sexuais. Comprometemo-nos a tratar todos os usuários com respeito, mesmo quando houver di...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para garantir uma experiência respeitosa, inclusiva e colaborativa para todos, gostaríamos de compartilhar os princípios que orientam nosso projeto:  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Respeito: Valorizamos a diversidade de ideias, experiências e perspectivas, bem como respeitamos a participação plural de pessoas de diferentes origens, raças, etnias, culturas, identidades de gênero e orientações sexuais. Comprometemo-nos a tratar todos os usuários com respeito, mesmo quando houver discordâncias. Não serão tolerados comentários ofensivos, discriminatórios ou que desrespeitem a dignidade humana.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Colaboração: Acreditamos que a colaboração é fundamental para alcançar nossos objetivos comuns. Encorajamos a troca de saberes, experiências e iniciativas entre os usuários. Incentivamos a criação de parcerias e ações conjuntas para fortalecer os movimentos sociais em saúde.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Empoderamento: Encorajamos a participação ativa, o compartilhamento de conhecimentos e a disseminação de informações relevantes. Acreditamos que cada ação coletiva tem o poder de fazer a diferença. Buscamos capacitar os movimentos e colaboradores participantes do projeto para que se tornem agentes de transformação em seus territórios.  &lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. Solidariedade: Reconhecemos a importância da solidariedade entre os movimentos sociais em saúde. Estamos comprometidos em apoiar uns aos outros, oferecendo uma plataforma que valorize os conhecimentos, o compartilhamento de experiências e práticas, para possibilitar ações conjuntas.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5. Transparência: Comprometemo-nos a ser transparentes em nossas ações e comunicações. Pedimos aos usuários que forneçam informações precisas e atualizadas sobre os movimentos sociais que representam. Acreditamos que a transparência é essencial para a construção de confiança e credibilidade.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6. Ética: Valorizamos a ética em todas as nossas interações. Pedimos aos usuários que sejam honestos, íntegros e respeitem os direitos autorais e a propriedade intelectual.  O usuário deve ser responsável pelas informações fornecidas na plataforma do projeto. Não serão toleradas práticas antiéticas, como disseminação de notícias falsas, difamação ou uso indevido de informações.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7. Inclusão: Buscamos criar um ambiente inclusivo, onde todas as vozes sejam ouvidas e valorizadas. Encorajamos a participação de pessoas de diferentes origens, culturas, identidades de gênero, orientações sexuais e habilidades. Não serão tolerados comportamentos discriminatórios, preconceituosos e excludentes.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Nataliafazzioni</name></author>
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		<title>MapaMovSaude:Como participar</title>
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		<updated>2024-08-20T13:55:34Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Nataliafazzioni: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Quem pode contribuir?&#039;&#039;&#039;  &lt;br /&gt;
Qualquer pessoa que participe de um movimento social ou de mobilizações que contribuam para a promoção do bem-estar físico, mental e social da população brasileira, partindo do conceito ampliado de saúde, no qual saúde está para além da ausência de doença. Basta se cadastrar no MapaMovSaúde e começar a escrever sua história. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Preciso oferecer alguma informação obrigatória?&#039;&#039;&#039;  &lt;br /&gt;
Não há informações obrigatórias a serem fornecidas. Mas é necessário indicar duas temáticas principais nas quais o movimento ou ação se encaixa e estimulamos fortemente que vocês informem ao menos as informações abaixo, complementando com o que desejarem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Nome do Movimento ou ação&lt;br /&gt;
* Local de atuação (georreferenciado no mapa) - podendo ser município ou bairro ou cep a depender da escolha do movimento.  &lt;br /&gt;
* Se possui alguma atuação direta no ou com o Sistema Único de Saúde  &lt;br /&gt;
* Formas de Contato com o movimento (de preferência email, rede social ou número institucional).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Preciso preencher alguma informação na página do usuário?&#039;&#039;&#039;  &lt;br /&gt;
Recomendamos que a página do usuário traga o maior número de informações possíveis sobre aqueles que preencheram a página do movimento.  &lt;br /&gt;
Assim podemos conhecer e valorizar as pessoas que fazem os movimentos acontecer! Fique atento pois esse dado será público, portanto, não divulgue informações que você deseja que sejam sigilosas.  &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Há alguma informação que não devo fornecer?&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
Dados pessoais como endereço residencial e número de celular pessoal não devem ser inseridos na página do usuário, nem do movimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{DEFAULTSORT:Como Participar}}&lt;/div&gt;</summary>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Nataliafazzioni: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Quem pode contribuir?&#039;&#039;&#039;  &lt;br /&gt;
Qualquer pessoa que participe de um movimento social ou de mobilizações que contribuam para a promoção do bem-estar físico, mental e social da população brasileira, partindo do conceito ampliado de saúde, no qual saúde está para além da ausência de doença.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Preciso oferecer alguma informação obrigatória?&#039;&#039;&#039;  &lt;br /&gt;
Não há informações obrigatórias a serem fornecidas. Mas é necessário indicar duas temáticas principais nas quais o movimento ou ação se encaixa e estimulamos fortemente que vocês informem ao menos as informações abaixo, complementando com o que desejarem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Nome do Movimento ou ação&lt;br /&gt;
* Local de atuação (georreferenciado no mapa) - podendo ser município ou bairro ou cep a depender da escolha do movimento.  &lt;br /&gt;
* Se possui alguma atuação direta no ou com o Sistema Único de Saúde  &lt;br /&gt;
* Formas de Contato com o movimento (de preferência email, rede social ou número institucional).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Preciso preencher alguma informação na página do usuário?&#039;&#039;&#039;  &lt;br /&gt;
Recomendamos que a página do usuário traga o maior número de informações possíveis sobre aqueles que preencheram a página do movimento.  &lt;br /&gt;
Assim podemos conhecer e valorizar as pessoas que fazem os movimentos acontecer! Fique atento pois esse dado será público, portanto, não divulgue informações que você deseja que sejam sigilosas.  &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Há alguma informação que não devo fornecer?&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
Dados pessoais como endereço residencial e número de celular pessoal não devem ser inseridos na página do usuário, nem do movimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Nataliafazzioni: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Quem pode contribuir?&#039;&#039;&#039;  &lt;br /&gt;
Qualquer pessoa que participe de um movimento social ou de mobilizações que contribuam para a promoção do bem-estar físico, mental e social da população brasileira, partindo do conceito ampliado de saúde, no qual saúde está para além da ausência de doença.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Preciso oferecer alguma informação obrigatória?&#039;&#039;&#039;  &lt;br /&gt;
Não há informações obrigatórias a serem fornecidas. Mas é necessário indicar duas temáticas principais nas quais o movimento ou ação se encaixa e estimulamos fortemente que vocês informem ao menos as informações abaixo, complementando com o que desejarem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Nome do Movimento ou ação&lt;br /&gt;
* Local de atuação (georreferenciado no mapa) - podendo ser município ou bairro ou cep a depender da escolha do movimento.  &lt;br /&gt;
* Se possui alguma atuação direta no ou com o Sistema Único de Saúde  &lt;br /&gt;
* Formas de Contato com o movimento (de preferência email, rede social ou número institucional).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Preciso preencher alguma informação na página do usuário?&#039;&#039;&#039;  &lt;br /&gt;
Recomendamos que a página do usuário traga o maior número de informações possíveis sobre aqueles que preencheram a página do movimento.  &lt;br /&gt;
Assim podemos conhecer e valorizar as pessoas que fazem os movimentos acontecer! Fique atento pois esse dado será público, portanto, não divulgue informações que você deseja que sejam sigilosas.  &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Há alguma informação que não devo fornecer?&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
Dados pessoais como endereço residencial e número de celular pessoal não devem ser inseridos na página do usuário, nem do movimento.&lt;/div&gt;</summary>
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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Quem pode contribuir?&#039;&#039;&#039;  &lt;br /&gt;
Qualquer pessoa que participe de um movimento social ou de mobilizações que contribuam para a promoção do bem-estar físico, mental e social da população brasileira, partindo do conceito ampliado de saúde, no qual saúde está para além da ausência de doença.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Preciso oferecer alguma informação obrigatória?&#039;&#039;&#039;  &lt;br /&gt;
Não há informações obrigatórias a serem fornecidas. Mas é necessário indicar duas temáticas principais nas quais o movimento ou ação se encaixa e estimulamos fortemente que vocês informem ao menos as informações abaixo, complementando com o que desejarem.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Nome do Movimento ou ação&lt;br /&gt;
* Local de atuação (georreferenciado no mapa) - podendo ser município ou bairro ou cep a depender da escolha do movimento.  &lt;br /&gt;
* Se possui alguma atuação direta no ou com o Sistema Único de Saúde  &lt;br /&gt;
* Formas de Contato com o movimento (de preferência email, rede social ou número institucional).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Preciso preencher alguma informação na página do usuário?&#039;&#039;&#039;  &lt;br /&gt;
Recomendamos que a página do usuário traga o maior número de informações possíveis sobre aqueles que preencheram a página do movimento.  &lt;br /&gt;
Assim podemos conhecer e valorizar as pessoas que fazem os movimentos acontecer! Fique atento pois esse dado será público, portanto, não divulgue informações que você deseja que sejam sigilosas.  &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Há alguma informação que não devo fornecer?&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
Dados pessoais como endereço residencial e número de celular pessoal não devem ser inseridos na página do usuário, nem do movimento.&lt;/div&gt;</summary>
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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Quem pode contribuir?&#039;&#039;&#039;  &lt;br /&gt;
Qualquer pessoa que participe de um movimento social ou de mobilizações que contribuam para a promoção do bem-estar físico, mental e social da população brasileira, partindo do conceito ampliado de saúde, no qual saúde está para além da ausência de doença.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Preciso oferecer alguma informação obrigatória?&#039;&#039;&#039;  &lt;br /&gt;
Não há informações obrigatórias a serem fornecidas. Mas é necessário indicar duas temáticas principais nas quais o movimento ou ação se encaixa e estimulamos fortemente que vocês informem ao menos as informações abaixo, complementando com o que desejarem.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* &amp;lt;br /&amp;gt; Nome do Movimento ou ação  &lt;br /&gt;
* Local de atuação (georreferenciado no mapa) - podendo ser município ou bairro ou cep a depender da escolha do movimento.  &lt;br /&gt;
* Se possui alguma atuação direta no ou com o Sistema Único de Saúde  &lt;br /&gt;
* Formas de Contato com o movimento (de preferência email, rede social ou número institucional).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Preciso preencher alguma informação na página do usuário?&#039;&#039;&#039;  &lt;br /&gt;
Recomendamos que a página do usuário traga o maior número de informações possíveis sobre aqueles que preencheram a página do movimento.  &lt;br /&gt;
Assim podemos conhecer e valorizar as pessoas que fazem os movimentos acontecer! Fique atento pois esse dado será público, portanto, não divulgue informações que você deseja que sejam sigilosas.  &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Há alguma informação que não devo fornecer?&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
Dados pessoais como endereço residencial e número de celular pessoal não devem ser inseridos na página do usuário, nem do movimento.  &amp;lt;big&amp;gt;&amp;lt;small&amp;gt;Texto grande&amp;lt;/small&amp;gt;&amp;lt;small&amp;gt;&amp;lt;big&amp;gt;Texto pequeno&amp;lt;/big&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt;&amp;lt;/big&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Nataliafazzioni</name></author>
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		<title>MapaMovSaude:Como participar</title>
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		<updated>2024-08-20T13:51:19Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Nataliafazzioni: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quem pode contribuir?  &lt;br /&gt;
Qualquer pessoa que participe de um movimento social ou de mobilizações que contribuam para a promoção do bem-estar físico, mental e social da população brasileira, partindo do conceito ampliado de saúde, no qual saúde está para além da ausência de doença.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Preciso oferecer alguma informação obrigatória?  &lt;br /&gt;
Não há informações obrigatórias a serem fornecidas. Mas é necessário indicar duas temáticas principais nas quais o movimento ou ação se encaixa e estimulamos fortemente que vocês informem ao menos as informações abaixo, complementando com o que desejarem.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nome do Movimento ou ação  &lt;br /&gt;
Local de atuação (georreferenciado no mapa) - podendo ser município ou bairro ou cep a depender da escolha do movimento.  &lt;br /&gt;
Se possui alguma atuação direta no ou com o Sistema Único de Saúde  &lt;br /&gt;
Formas de Contato com o movimento (de preferência email, rede social ou número institucional).  &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Preciso preencher alguma informação na página do usuário?  &lt;br /&gt;
Recomendamos que a página do usuário traga o maior número de informações possíveis sobre aqueles que preencheram a página do movimento.  &lt;br /&gt;
Assim podemos conhecer e valorizar as pessoas que fazem os movimentos acontecer! Fique atento pois esse dado será público, portanto, não divulgue informações que você deseja que sejam sigilosas.  &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Há alguma informação que não devo fornecer? &lt;br /&gt;
Dados pessoais como endereço residencial e número de celular pessoal não devem ser inseridos na página do usuário, nem do movimento.&amp;lt;/big&amp;gt;  &amp;lt;big&amp;gt;&amp;lt;small&amp;gt;Texto grande&amp;lt;/small&amp;gt;&amp;lt;small&amp;gt;&amp;lt;big&amp;gt;Texto pequeno&amp;lt;/big&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt;&amp;lt;/big&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
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		<updated>2024-08-20T13:47:54Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Nataliafazzioni: Criou página com &amp;#039;&amp;lt;big&amp;gt;Mapa Colaborativo dos Movimentos Sociais em Saúde     O Mapa Colaborativo dos Movimentos Sociais em Saúde é um projeto colaborativo liderado pelo Ministério da Saúde, Fiocruz, Conselho Nacional de Saúde, que busca dar visibilidade aos movimentos sociais, atuantes no campo ampliado da saúde, como sujeitos políticos da transformação do Brasil, por meio de um mapeamento social e produção interativa e colaborativa de suas ações. Baseada no modelo Wiki, a p...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;big&amp;gt;Mapa Colaborativo dos Movimentos Sociais em Saúde  &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
O Mapa Colaborativo dos Movimentos Sociais em Saúde é um projeto colaborativo liderado pelo Ministério da Saúde, Fiocruz, Conselho Nacional de Saúde, que busca dar visibilidade aos movimentos sociais, atuantes no campo ampliado da saúde, como sujeitos políticos da transformação do Brasil, por meio de um mapeamento social e produção interativa e colaborativa de suas ações. Baseada no modelo Wiki, a produção de conteúdo é disponibilizada de forma aberta e livre.   &lt;br /&gt;
Todas as pessoas que desejarem colaborar com o projeto poderão atuar na produção das páginas que devem abordar conteúdo sobre mobilização social em saúde no Brasil, incluindo a descrição dos próprios movimentos e de suas ações, articulações e iniciativas. Cada participante deverá se identificar com uma conta de usuário na MapaMovSaúde, onde podem descrever também sua trajetória enquanto indivíduos na mobilização social por saúdde.  &lt;br /&gt;
Compreendemos que a participação ativa da sociedade é essencial para a construção de políticas públicas de saúde efetivas e democráticas, que deve acontecer em todos os espaços e campos da sociedade, considerando a produção do conhecimento sanitário, suas práticas formais e informais, suas experiências sociais diretamente relacionadas com os territórios onde a vida acontece. Portanto sejam bem-vindos ao Mapa Colaborativo dos Movimentos Sociais em Saúde!  &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Quem pode contribuir?  &lt;br /&gt;
Qualquer pessoa que participe de um movimento social ou de mobilizações que contribuam para a promoção do bem-estar físico, mental e social da população brasileira, partindo do conceito ampliado de saúde, no qual saúde está para além da ausência de doença.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Preciso oferecer alguma informação obrigatória?  &lt;br /&gt;
Não há informações obrigatórias a serem fornecidas. Mas é necessário indicar duas temáticas principais nas quais o movimento ou ação se encaixa e estimulamos fortemente que vocês informem ao menos as informações abaixo, complementando com o que desejarem.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nome do Movimento ou ação  &lt;br /&gt;
Local de atuação (georreferenciado no mapa) - podendo ser município ou bairro ou cep a depender da escolha do movimento.  &lt;br /&gt;
Se possui alguma atuação direta no ou com o Sistema Único de Saúde  &lt;br /&gt;
Formas de Contato com o movimento (de preferência email, rede social ou número institucional).  &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Preciso preencher alguma informação na página do usuário?  &lt;br /&gt;
Recomendamos que a página do usuário traga o maior número de informações possíveis sobre aqueles que preencheram a página do movimento.  &lt;br /&gt;
Assim podemos conhecer e valorizar as pessoas que fazem os movimentos acontecer! Fique atento pois esse dado será público, portanto, não divulgue informações que você deseja que sejam sigilosas.  &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Há alguma informação que não devo fornecer? &lt;br /&gt;
Dados pessoais como endereço residencial e número de celular pessoal não devem ser inseridos na página do usuário, nem do movimento.&amp;lt;/big&amp;gt;  &amp;lt;big&amp;gt;&amp;lt;small&amp;gt;Texto grande&amp;lt;/small&amp;gt;&amp;lt;small&amp;gt;&amp;lt;big&amp;gt;Texto pequeno&amp;lt;/big&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt;&amp;lt;/big&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Nataliafazzioni</name></author>
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		<title>ODS</title>
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		<updated>2024-07-05T14:57:51Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Nataliafazzioni: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Os 193 Estados membros da ONU, incluindo o Brasil, comprometeram-se a adotar a chamada Agenda 2030, considerada uma das mais ambiciosas da história da diplomacia internacional. A partir dela, as nações trabalharão para cumprir os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os ODS representam um plano de ação global para eliminar a pobreza extrema e a fome, oferecer educação de qualidade ao longo da vida para todos, proteger o planeta e promover sociedades pacíficas e inclusivas até 2030.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
São 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável organizados como categorias aqui no Mapa dos Movimentos Sociais em Saúde e convidamos os usuários a categorizarem os conteúdos produzidos aqui a partir dos ODS.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Nataliafazzioni</name></author>
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		<updated>2024-07-05T14:56:53Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Nataliafazzioni: Criou página com &amp;#039;Os 193 Estados membros da ONU, incluindo o Brasil, comprometeram-se a adotar a chamada Agenda 2030, considerada uma das mais ambiciosas da história da diplomacia internacional. A partir dela, as nações trabalharão para cumprir os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).  Os ODS representam um plano de ação global para eliminar a pobreza extrema e a fome, oferecer educação de qualidade ao longo da vida para todos, proteger o planeta e promover sociedades p...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Os 193 Estados membros da ONU, incluindo o Brasil, comprometeram-se a adotar a chamada Agenda 2030, considerada uma das mais ambiciosas da história da diplomacia internacional. A partir dela, as nações trabalharão para cumprir os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os ODS representam um plano de ação global para eliminar a pobreza extrema e a fome, oferecer educação de qualidade ao longo da vida para todos, proteger o planeta e promover sociedades pacíficas e inclusivas até 2030.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estão baseados nos compromissos para as crianças e os adolescentes nas áreas de pobreza, nutrição, saúde, educação, água e saneamento e igualdade de gênero contidos nos precursores dos ODS, os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os ODS também incluem novos objetivos e metas relacionados à proteção da criança e do adolescente, à educação infantil e à redução das desigualdades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
São 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável organizados como categorias aqui no Mapa dos Movimentos Sociais em Saúde e convidamos os usuários a categorizarem os conteúdos produzidos aqui a partir dos ODS.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Nataliafazzioni</name></author>
	</entry>
	<entry>
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		<title>SUS</title>
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		<updated>2024-07-05T14:43:13Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Nataliafazzioni: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
== Sobre o SUS ==&lt;br /&gt;
O &#039;&#039;&#039;Sistema Único de Saúde - SUS&#039;&#039;&#039; é um dos maiores e mais complexos sistemas de saúde pública do mundo, abrangendo desde o simples atendimento para avaliação da pressão arterial, por meio da Atenção Primária, até o transplante de órgãos, garantindo acesso integral, universal e gratuito para toda a população do país. Com a sua criação, o SUS proporcionou o acesso universal ao sistema público de saúde, sem discriminação. A atenção integral à saúde, e não somente aos cuidados assistenciais, passou a ser um direito de todos os brasileiros, desde a gestação e por toda a vida, com foco na saúde com qualidade de vida, visando a prevenção e a promoção da saúde.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;A gestão das ações e dos serviços de saúde deve ser solidária e participativa entre os três entes da Federação:&#039;&#039;&#039; a União, os Estados e os municípios. A rede que compõe o SUS é ampla e abrange tanto ações quanto os serviços de saúde. Engloba a atenção primária, média e alta complexidades, os serviços urgência e emergência, a atenção hospitalar, as ações e serviços das vigilâncias epidemiológica, sanitária e ambiental e assistência farmacêutica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Avanço:&#039;&#039;&#039; Conforme a Constituição Federal de 1988 (CF-88), a “Saúde é direito de todos e dever do Estado”. No período anterior a CF-88, o sistema público de saúde prestava assistência apenas aos trabalhadores vinculados à Previdência Social, aproximadamente 30 milhões de pessoas com acesso aos serviços hospitalares, cabendo o atendimento aos demais cidadãos às entidades filantrópicas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fonte: [https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/s/sus Ministério da Saúde]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Nataliafazzioni</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=1_Conferencia_Livre_de_cuidados_paliativos&amp;diff=280</id>
		<title>1 Conferencia Livre de cuidados paliativos</title>
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		<updated>2024-07-05T14:37:44Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Nataliafazzioni: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;“Cuidados Paliativos: um direito humano - políticas públicas JÁ”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A I Conferência Livre Nacional de Cuidados Paliativos (I CLN-CP), temática “Cuidados Paliativos: um direito humano - políticas públicas JÁ”, teve a finalidade de, dentro do PAPEL DO CONTROLE SOCIAL E DOS MOVIMENTOS SOCIAIS PARA SALVAR VIDAS, aprofundar o debate sobre a implementação da Política Nacional de Cuidados Paliativos e, assim, contribuir com a construção de caminhos para melhoria da qualidade de vida e de morte no Brasil. Propôs-se a dar visibilidade para a urgência em oferecer Cuidados Paliativos àqueles em sofrimento agora, por meio da ampla divulgação dos alarmantes índices de sofrimento relacionado à doença grave, e baixa e desigual qualidade de morte no país - O BRASIL QUE TEMOS. Justificou-se e motivou-se pela defesa do acesso aos Cuidados Paliativos em todos os níveis de atenção em saúde: desde o diagnóstico e em toda a evolução de uma doença grave, garantindo o direito à morte digna e apoio ao enlutado - O BRASIL QUE QUEREMOS. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A fim de GARANTIR DIREITOS E DEFENDER O [[SUS]], A VIDA E A DEMOCRACIA, defende-se a inclusão dos Cuidados Paliativos como Política de Estado e com garantia de financiamento, com a desburocratização e disponibilização de medicações essenciais para o controle da dor e outros sintomas. Buscamos a inclusão na 17a Conferência Nacional de Saúde (17a CNS) do debate sobre os Cuidados Paliativos como um DIREITO HUMANO, tendo como princípios inarredáveis a VALORIZAÇÃO DA VIDA e DA DIGNIDADE HUMANA, em acordo com a Declaração de Alma-Ata, onde todas as pessoas importam e não podem ser deixadas para trás. AMANHÃ VAI SER OUTRO DIA PARA TODAS AS PESSOAS!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A I CLN-CP ocorreu no dia 19 de maio de 2023, das 13 às 18 horas, em formato híbrido, organizada pelo movimento social Frente PaliATIVISTAS – Cuidados Paliativos pelo Brasil, e realizada por vinte (20) polos-sede espalhados pelas cinco (05) regiões do país. Transmitida online via plataforma YouTube (link: https://www.youtube.com/watch?v=D1J2SxTn9Sc).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Às 13h13min iniciou-se a abertura pela Dra. Julieta Carriconde Fripp, fundadora e representante da Comissão Executiva da Frente PaliATIVISTAS, introduzindo a necessidade da população de acesso aos Cuidados Paliativos no Brasil. Seguiu-se a apresentação do vídeo “Participação Social – Cuidados Paliativos no SUS” (https://www.youtube.com/watch?app=desktop&amp;amp;v=KGe5uMRKDsc&amp;amp;noapp=1), enaltecendo este princípio consagrado na Constituição Brasileira e contextualizando a história e mobilização da Frente PaliATIVISTAS nas conferências de saúde ascendentes e na I CLN-CP, a qual contou com mais de 6.000 inscritos das 27 unidades federativas do país e 164 instituições apoiadoras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O presidente do [[Conselho Nacional de Saúde]], Fernando Pigatto, gravou uma mensagem de apoio aos conferencistas, parabenizou a organização do evento e destacou que o número de inscritos na I CLN-CP demonstra que a Política Nacional de Cuidados Paliativos no SUS é uma prioridade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A representante do Ministério da Saúde do Brasil, Lúcia Souto, ressaltou a importância do financiamento adequado, do embasamento da Política Nacional de Cuidados Paliativos na Atenção Primária, e do compartilhamento dos cuidados entre serviços e comunidade para proporcionar qualidade de vida, bem-estar e esperança. Na sequência, a representante do Conselho Nacional de Saúde, Priscilla Viégas, enfatizou sobre a relevância do controle social e o desafio da mobilização nesse grande momento do exercício democrático da população brasileira, ressaltando a participação massiva de PaliATIVISTAS. Priscilla destacou a finalidade da I CLN-CP a qual, para além de discussão dos Cuidados Paliativos, inclui pautas como direitos humanos, dignidade humana, acesso à direitos e saúde como direito para todas as pessoas, sem distinção. Força, coragem e ternura para construir novos amanhãs!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A palestra-magna ficou a cargo do Dr. Luiz Augusto Facchini, com o tema: “Determinantes sociais na saúde pública e sua relação com o acesso aos Cuidados Paliativos no Brasil”. Condições de saúde crônicas incuráveis, com tratamentos a longo prazo, acumulam multi-morbidades, produzem incapacidade funcional e repercutem na qualidade de vida e de morte. Nesse enfrentamento, políticas de saúde que buscam universalizar a integralidade e equidade dos cuidados por meio da Rede de Atenção à Saúde (RAS) integrada, como os Cuidados Paliativos, facilitam o acesso e qualidade dos cuidados, com redução dos agravos que deterioram a qualidade de vida das pessoas e levam à qualidade de morte com indignidade e sofrimento. Justifica-se, assim, a importância da Política Nacional de Cuidados Paliativos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apontou a relevância de ações nas universidades e centros de formação e de pesquisa em saúde para apoio à assistência e melhoria do desempenho dos serviços. Através do apoio social e infraestrutura dos serviços públicos e de saúde, promove-se saúde, previne-se agravos e atende às necessidades da população. Uma questão de justiça social, passando das etapas de mobilização e discurso político, para garantia de financiamento e, assim, sua viabilização e efetivação. Ser um componente de cuidado na Atenção Primária à Saúde (APS) possibilita um conjunto de ações necessárias, a saber: ampliar a cobertura, o acesso e a qualidade dos Cuidados Paliativos, como estratégia de redução de desigualdade social e de iniquidades. A parceria da Atenção Primária com a Atenção Especializada à Saúde leva a um desempenho mais resolutivo e abrangente. O redimensionamento da população atendida, para cerca de 2500 pessoas por equipe na ESF, possibilita um cuidado mais efetivo para a população. Viabilizar intervenções integradas sobre os determinantes sociais, como Bolsa Família, Minha Casa Minha Vida, Mais Médicos, acesso a insumos e medicamentos, Assistência e Apoio Social, complementam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Equipes de saúde com práticas interprofissionais, articulando saberes de forma coordenada, melhoram a capacidade de resposta. A formação de profissionais de saúde deve contemplar Cuidados Paliativos desde a graduação, garantindo a rede de formação atualizada, incluindo a Educação Permanente dos profissionais do SUS que atendam pessoas com doenças graves.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao término, vídeo-homenagem aos polos-sede da I CLN-CP, com a participação de pessoas usuárias, trabalhadoras e gestoras do SUS (https://www.youtube.com/watch?v=xEmfQuiQT3g).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A I CLN-CP seguiu com grupos de trabalho em cada polo-sede. Metodologia conforme Regimento: a diretriz, unânime entre os participantes da Frente PaliATIVISTAS e seus apoiadores, “Implementar a Política Nacional de Cuidados Paliativos, com garantia de financiamento, integrada às Redes de Atenção à Saúde e como componente de cuidado na Atenção Primária à Saúde através da Estratégia de Saúde da Família”, norteou os 4 eixos da 17a CNS. Propostas-base foram formuladas pelas comissões da I CLN-CP. Cada polo- sede discutiu e aprimorou uma proposta em seu grupo de trabalho, a fim de apontar ações específicas para a implementação da Política Nacional de Cuidados Paliativos no SUS.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por fim, cada polo-sede procedeu à eleição de delegados. Conforme o art. 7° do Regimento da I CLN-CP, a distribuição de vagas seguiu critérios de garantia de representatividade de todas as Regiões do país, número de participantes em cada polo-sede, número de polos-sede por Região e densidade demográfica. Foram eleitas 10 pessoas delegadas titulares e 10 pessoas delegadas suplentes, contemplando as 5 Regiões do Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
25 de maio de 2023. &lt;br /&gt;
[[Categoria:Saúde]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Nataliafazzioni</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=1_Conferencia_Livre_de_cuidados_paliativos&amp;diff=277</id>
		<title>1 Conferencia Livre de cuidados paliativos</title>
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		<updated>2024-07-05T14:35:53Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Nataliafazzioni: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;“Cuidados Paliativos: um direito humano - políticas públicas JÁ”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A I Conferência Livre Nacional de Cuidados Paliativos (I CLN-CP), temática “Cuidados Paliativos: um direito humano - políticas públicas JÁ”, teve a finalidade de, dentro do PAPEL DO CONTROLE SOCIAL E DOS MOVIMENTOS SOCIAIS PARA SALVAR VIDAS, aprofundar o debate sobre a implementação da Política Nacional de Cuidados Paliativos e, assim, contribuir com a construção de caminhos para melhoria da qualidade de vida e de morte no Brasil. Propôs-se a dar visibilidade para a urgência em oferecer Cuidados Paliativos àqueles em sofrimento agora, por meio da ampla divulgação dos alarmantes índices de sofrimento relacionado à doença grave, e baixa e desigual qualidade de morte no país - O BRASIL QUE TEMOS. Justificou-se e motivou-se pela defesa do acesso aos Cuidados Paliativos em todos os níveis de atenção em saúde: desde o diagnóstico e em toda a evolução de uma doença grave, garantindo o direito à morte digna e apoio ao enlutado - O BRASIL QUE QUEREMOS. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A fim de GARANTIR DIREITOS E DEFENDER O SUS, A VIDA E A DEMOCRACIA, defende-se a inclusão dos Cuidados Paliativos como Política de Estado e com garantia de financiamento, com a desburocratização e disponibilização de medicações essenciais para o controle da dor e outros sintomas. Buscamos a inclusão na 17a Conferência Nacional de Saúde (17a CNS) do debate sobre os Cuidados Paliativos como um DIREITO HUMANO, tendo como princípios inarredáveis a VALORIZAÇÃO DA VIDA e DA DIGNIDADE HUMANA, em acordo com a Declaração de Alma-Ata, onde todas as pessoas importam e não podem ser deixadas para trás. AMANHÃ VAI SER OUTRO DIA PARA TODAS AS PESSOAS!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A I CLN-CP ocorreu no dia 19 de maio de 2023, das 13 às 18 horas, em formato híbrido, organizada pelo movimento social Frente PaliATIVISTAS – Cuidados Paliativos pelo Brasil, e realizada por vinte (20) polos-sede espalhados pelas cinco (05) regiões do país. Transmitida online via plataforma YouTube (link: https://www.youtube.com/watch?v=D1J2SxTn9Sc).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Às 13h13min iniciou-se a abertura pela Dra. Julieta Carriconde Fripp, fundadora e representante da Comissão Executiva da Frente PaliATIVISTAS, introduzindo a necessidade da população de acesso aos Cuidados Paliativos no Brasil. Seguiu-se a apresentação do vídeo “Participação Social – Cuidados Paliativos no SUS” (&amp;lt;nowiki&amp;gt;https://www.youtube.com/watch?app=desktop&amp;amp;v=KGe5uMRKDsc&amp;amp;noapp=1&amp;lt;/nowiki&amp;gt;), enaltecendo este princípio consagrado na Constituição Brasileira e contextualizando a história e mobilização da Frente PaliATIVISTAS nas conferências de saúde ascendentes e na I CLN-CP, a qual contou com mais de 6.000 inscritos das 27 unidades federativas do país e 164 instituições apoiadoras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O presidente do [[Conselho Nacional de Saúde]], Fernando Pigatto, gravou uma mensagem de apoio aos conferencistas, parabenizou a organização do evento e destacou que o número de inscritos na I CLN-CP demonstra que a Política Nacional de Cuidados Paliativos no SUS é uma prioridade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A representante do Ministério da Saúde do Brasil, Lúcia Souto, ressaltou a importância do financiamento adequado, do embasamento da Política Nacional de Cuidados Paliativos na Atenção Primária, e do compartilhamento dos cuidados entre serviços e comunidade para proporcionar qualidade de vida, bem-estar e esperança. Na sequência, a representante do Conselho Nacional de Saúde, Priscilla Viégas, enfatizou sobre a relevância do controle social e o desafio da mobilização nesse grande momento do exercício democrático da população brasileira, ressaltando a participação massiva de PaliATIVISTAS. Priscilla destacou a finalidade da I CLN-CP a qual, para além de discussão dos Cuidados Paliativos, inclui pautas como direitos humanos, dignidade humana, acesso à direitos e saúde como direito para todas as pessoas, sem distinção. Força, coragem e ternura para construir novos amanhãs!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A palestra-magna ficou a cargo do Dr. Luiz Augusto Facchini, com o tema: “Determinantes sociais na saúde pública e sua relação com o acesso aos Cuidados Paliativos no Brasil”. Condições de saúde crônicas incuráveis, com tratamentos a longo prazo, acumulam multi-morbidades, produzem incapacidade funcional e repercutem na qualidade de vida e de morte. Nesse enfrentamento, políticas de saúde que buscam universalizar a integralidade e equidade dos cuidados por meio da Rede de Atenção à Saúde (RAS) integrada, como os Cuidados Paliativos, facilitam o acesso e qualidade dos cuidados, com redução dos agravos que deterioram a qualidade de vida das pessoas e levam à qualidade de morte com indignidade e sofrimento. Justifica-se, assim, a importância da Política Nacional de Cuidados Paliativos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apontou a relevância de ações nas universidades e centros de formação e de pesquisa em saúde para apoio à assistência e melhoria do desempenho dos serviços. Através do apoio social e infraestrutura dos serviços públicos e de saúde, promove-se saúde, previne-se agravos e atende às necessidades da população. Uma questão de justiça social, passando das etapas de mobilização e discurso político, para garantia de financiamento e, assim, sua viabilização e efetivação. Ser um componente de cuidado na Atenção Primária à Saúde (APS) possibilita um conjunto de ações necessárias, a saber: ampliar a cobertura, o acesso e a qualidade dos Cuidados Paliativos, como estratégia de redução de desigualdade social e de iniquidades. A parceria da Atenção Primária com a Atenção Especializada à Saúde leva a um desempenho mais resolutivo e abrangente. O redimensionamento da população atendida, para cerca de 2500 pessoas por equipe na ESF, possibilita um cuidado mais efetivo para a população. Viabilizar intervenções integradas sobre os determinantes sociais, como Bolsa Família, Minha Casa Minha Vida, Mais Médicos, acesso a insumos e medicamentos, Assistência e Apoio Social, complementam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Equipes de saúde com práticas interprofissionais, articulando saberes de forma coordenada, melhoram a capacidade de resposta. A formação de profissionais de saúde deve contemplar Cuidados Paliativos desde a graduação, garantindo a rede de formação atualizada, incluindo a Educação Permanente dos profissionais do SUS que atendam pessoas com doenças graves.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao término, vídeo-homenagem aos polos-sede da I CLN-CP, com a participação de pessoas usuárias, trabalhadoras e gestoras do SUS (https://www.youtube.com/watch?v=xEmfQuiQT3g).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A I CLN-CP seguiu com grupos de trabalho em cada polo-sede. Metodologia conforme Regimento: a diretriz, unânime entre os participantes da Frente PaliATIVISTAS e seus apoiadores, “Implementar a Política Nacional de Cuidados Paliativos, com garantia de financiamento, integrada às Redes de Atenção à Saúde e como componente de cuidado na Atenção Primária à Saúde através da Estratégia de Saúde da Família”, norteou os 4 eixos da 17a CNS. Propostas-base foram formuladas pelas comissões da I CLN-CP. Cada polo- sede discutiu e aprimorou uma proposta em seu grupo de trabalho, a fim de apontar ações específicas para a implementação da Política Nacional de Cuidados Paliativos no SUS.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por fim, cada polo-sede procedeu à eleição de delegados. Conforme o art. 7° do Regimento da I CLN-CP, a distribuição de vagas seguiu critérios de garantia de representatividade de todas as Regiões do país, número de participantes em cada polo-sede, número de polos-sede por Região e densidade demográfica. Foram eleitas 10 pessoas delegadas titulares e 10 pessoas delegadas suplentes, contemplando as 5 Regiões do Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
25 de maio de 2023. &lt;br /&gt;
[[Categoria:Saúde]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Nataliafazzioni</name></author>
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		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=1_Conferencia_Livre_de_cuidados_paliativos&amp;diff=274</id>
		<title>1 Conferencia Livre de cuidados paliativos</title>
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		<updated>2024-07-05T14:34:16Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Nataliafazzioni: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;“Cuidados Paliativos: um direito humano - políticas públicas JÁ”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A I Conferência Livre Nacional de Cuidados Paliativos (I CLN-CP), temática “Cuidados Paliativos: um direito humano - políticas públicas JÁ”, teve a finalidade de, dentro do PAPEL DO CONTROLE SOCIAL E DOS MOVIMENTOS SOCIAIS PARA SALVAR VIDAS, aprofundar o debate sobre a implementação da Política Nacional de Cuidados Paliativos e, assim, contribuir com a construção de caminhos para melhoria da qualidade de vida e de morte no Brasil. Propôs-se a dar visibilidade para a urgência em oferecer Cuidados Paliativos àqueles em sofrimento agora, por meio da ampla divulgação dos alarmantes índices de sofrimento relacionado à doença grave, e baixa e desigual qualidade de morte no país - O BRASIL QUE TEMOS. Justificou-se e motivou-se pela defesa do acesso aos Cuidados Paliativos em todos os níveis de atenção em saúde: desde o diagnóstico e em toda a evolução de uma doença grave, garantindo o direito à morte digna e apoio ao enlutado - O BRASIL QUE QUEREMOS. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A fim de GARANTIR DIREITOS E DEFENDER O SUS, A VIDA E A DEMOCRACIA, defende-se a inclusão dos Cuidados Paliativos como Política de Estado e com garantia de financiamento, com a desburocratização e disponibilização de medicações essenciais para o controle da dor e outros sintomas. Buscamos a inclusão na 17a Conferência Nacional de Saúde (17a CNS) do debate sobre os Cuidados Paliativos como um DIREITO HUMANO, tendo como princípios inarredáveis a VALORIZAÇÃO DA VIDA e DA DIGNIDADE HUMANA, em acordo com a Declaração de Alma-Ata, onde todas as pessoas importam e não podem ser deixadas para trás. AMANHÃ VAI SER OUTRO DIA PARA TODAS AS PESSOAS!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A I CLN-CP ocorreu no dia 19 de maio de 2023, das 13 às 18 horas, em formato híbrido, organizada pelo movimento social Frente PaliATIVISTAS – Cuidados Paliativos pelo Brasil, e realizada por vinte (20) polos-sede espalhados pelas cinco (05) regiões do país. Transmitida online via plataforma YouTube (link: &amp;lt;nowiki&amp;gt;https://www.youtube.com/watch?v=D1J2SxTn9Sc&amp;lt;/nowiki&amp;gt;).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Às 13h13min iniciou-se a abertura pela Dra. Julieta Carriconde Fripp, fundadora e representante da Comissão Executiva da Frente PaliATIVISTAS, introduzindo a necessidade da população de acesso aos Cuidados Paliativos no Brasil. Seguiu-se a apresentação do vídeo “Participação Social – Cuidados Paliativos no SUS” (&amp;lt;nowiki&amp;gt;https://www.youtube.com/watch?app=desktop&amp;amp;v=KGe5uMRKDsc&amp;amp;noapp=1&amp;lt;/nowiki&amp;gt;), enaltecendo este princípio consagrado na Constituição Brasileira e contextualizando a história e mobilização da Frente PaliATIVISTAS nas conferências de saúde ascendentes e na I CLN-CP, a qual contou com mais de 6.000 inscritos das 27 unidades federativas do país e 164 instituições apoiadoras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O presidente do Conselho Nacional de Saúde, Fernando Pigatto, gravou uma mensagem de apoio aos conferencistas, parabenizou a organização do evento e destacou que o número de inscritos na I CLN-CP demonstra que a Política Nacional de Cuidados Paliativos no SUS é uma prioridade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A representante do Ministério da Saúde do Brasil, Lúcia Souto, ressaltou a importância do financiamento adequado, do embasamento da Política Nacional de Cuidados Paliativos na Atenção Primária, e do compartilhamento dos cuidados entre serviços e comunidade para proporcionar qualidade de vida, bem-estar e esperança. Na sequência, a representante do Conselho Nacional de Saúde, Priscilla Viégas, enfatizou sobre a relevância do controle social e o desafio da mobilização nesse grande momento do exercício democrático da população brasileira, ressaltando a participação massiva de PaliATIVISTAS. Priscilla destacou a finalidade da I CLN-CP a qual, para além de discussão dos Cuidados Paliativos, inclui pautas como direitos humanos, dignidade humana, acesso à direitos e saúde como direito para todas as pessoas, sem distinção. Força, coragem e ternura para construir novos amanhãs!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A palestra-magna ficou a cargo do Dr. Luiz Augusto Facchini, com o tema: “Determinantes sociais na saúde pública e sua relação com o acesso aos Cuidados Paliativos no Brasil”. Condições de saúde crônicas incuráveis, com tratamentos a longo prazo, acumulam multi-morbidades, produzem incapacidade funcional e repercutem na qualidade de vida e de morte. Nesse enfrentamento, políticas de saúde que buscam universalizar a integralidade e equidade dos cuidados por meio da Rede de Atenção à Saúde (RAS) integrada, como os Cuidados Paliativos, facilitam o acesso e qualidade dos cuidados, com redução dos agravos que deterioram a qualidade de vida das pessoas e levam à qualidade de morte com indignidade e sofrimento. Justifica-se, assim, a importância da Política Nacional de Cuidados Paliativos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apontou a relevância de ações nas universidades e centros de formação e de pesquisa em saúde para apoio à assistência e melhoria do desempenho dos serviços. Através do apoio social e infraestrutura dos serviços públicos e de saúde, promove-se saúde, previne-se agravos e atende às necessidades da população. Uma questão de justiça social, passando das etapas de mobilização e discurso político, para garantia de financiamento e, assim, sua viabilização e efetivação. Ser um componente de cuidado na Atenção Primária à Saúde (APS) possibilita um conjunto de ações necessárias, a saber: ampliar a cobertura, o acesso e a qualidade dos Cuidados Paliativos, como estratégia de redução de desigualdade social e de iniquidades. A parceria da Atenção Primária com a Atenção Especializada à Saúde leva a um desempenho mais resolutivo e abrangente. O redimensionamento da população atendida, para cerca de 2500 pessoas por equipe na ESF, possibilita um cuidado mais efetivo para a população. Viabilizar intervenções integradas sobre os determinantes sociais, como Bolsa Família, Minha Casa Minha Vida, Mais Médicos, acesso a insumos e medicamentos, Assistência e Apoio Social, complementam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Equipes de saúde com práticas interprofissionais, articulando saberes de forma coordenada, melhoram a capacidade de resposta. A formação de profissionais de saúde deve contemplar Cuidados Paliativos desde a graduação, garantindo a rede de formação atualizada, incluindo a Educação Permanente dos profissionais do SUS que atendam pessoas com doenças graves.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao término, vídeo-homenagem aos polos-sede da I CLN-CP, com a participação de pessoas usuárias, trabalhadoras e gestoras do SUS (&amp;lt;nowiki&amp;gt;https://www.youtube.com/watch?v=xEmfQuiQT3g&amp;lt;/nowiki&amp;gt;).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A I CLN-CP seguiu com grupos de trabalho em cada polo-sede. Metodologia conforme Regimento: a diretriz, unânime entre os participantes da Frente PaliATIVISTAS e seus apoiadores, “Implementar a Política Nacional de Cuidados Paliativos, com garantia de financiamento, integrada às Redes de Atenção à Saúde e como componente de cuidado na Atenção Primária à Saúde através da Estratégia de Saúde da Família”, norteou os 4 eixos da 17a CNS. Propostas-base foram formuladas pelas comissões da I CLN-CP. Cada polo- sede discutiu e aprimorou uma proposta em seu grupo de trabalho, a fim de apontar ações específicas para a implementação da Política Nacional de Cuidados Paliativos no SUS.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por fim, cada polo-sede procedeu à eleição de delegados. Conforme o art. 7° do Regimento da I CLN-CP, a distribuição de vagas seguiu critérios de garantia de representatividade de todas as Regiões do país, número de participantes em cada polo-sede, número de polos-sede por Região e densidade demográfica. Foram eleitas 10 pessoas delegadas titulares e 10 pessoas delegadas suplentes, contemplando as 5 Regiões do Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
25 de maio de 2023. &lt;br /&gt;
[[Categoria:Saúde]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Nataliafazzioni</name></author>
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		<updated>2024-07-05T14:11:27Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Nataliafazzioni: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Natália Fazzioni é doutora em Antropologia Cultural.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[https://drive.google.com/drive/folders/1y6sy_t81DtTQqAc7ykVvoza0w4xt9RED?usp=drive_link&amp;amp;#x20;&amp;amp;#x20;https://drive.google.com/drive/folders/1y6sy_t81DtTQqAc7ykVvoza0w4xt9RED?usp=drive_link &amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;nowiki&amp;gt;https://drive.google.com/drive/folders/1y6sy_t81DtTQqAc7ykVvoza0w4xt9RED?usp=drive_link&amp;lt;/nowiki&amp;gt;]&lt;/div&gt;</summary>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Nataliafazzioni: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Natália Fazzioni é doutora em Antropologia Cultural.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;nowiki&amp;gt;https://drive.google.com/drive/folders/1y6sy_t81DtTQqAc7ykVvoza0w4xt9RED?usp=drive_link&amp;lt;/nowiki&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Nataliafazzioni: Criou página com &amp;#039;Natália Fazzioni é doutora em Antropologia Cultural.&amp;#039;&lt;/p&gt;
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&lt;div&gt;Natália Fazzioni é doutora em Antropologia Cultural.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Nataliafazzioni</name></author>
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		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=1%C2%B0_Confer%C3%AAncia_Nacional_Livre_de_Sa%C3%BAde_Quilombola&amp;diff=243</id>
		<title>1° Conferência Nacional Livre de Saúde Quilombola</title>
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		<updated>2024-07-05T13:20:01Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Nataliafazzioni: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Data: 30/05/2023, terça-feira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Horário: Início 19 horas, finalização 22 horas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realização: [[Coordenação nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais e Quilombolas|Coordenação nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais e Quilombolas (CONAQ)]], comissão organizadora e grupo de apoio técnico e o [[Conselho Nacional de Saúde|Conselho Nacional de Saúde (CNS)]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apoiadores: Via Campesina, MST, MAB, MPA, MMC, MSP, UNEGRO, Conselho Quilombola da Bacia e Vale do Iguape, Federação das Comunidades Quilombolas do Estado de Minas Gerais (N&#039;Golo), Mariana Crioula - Mulheres Quilombolas de Minas Gerais, ATERRA Produções, [[Associação Brasileira de Saúde Coletiva|ABRASCO]], [[CEBES]], Rede Unida, ISC/UFBA e do Programa de Residência Multiprofissional de Saúde da Família com Ênfase na População do Campo (UPE).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quantitativo de presentes: 564 participantes de todas as regiões do Brasil, pertencentes aos Estados da Bahia, Minas Gerais, Pará, Roraima, Amapá, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Ceará, Piauí, Maranhão, Paraíba, Alagoas, Sergipe, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, São Paulo, Espirito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Distrito Federal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As discussões giraram em torno da necessidade de defesa do SUS, da democracia e da garantia dos direitos quilombolas através do acesso à terra, sem terra não se tem saúde. A saúde quilombola precisa ser vista enquanto política pública, é preciso que se crie uma Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da População Quilombola, de modo a olhar para as suas especificidades em saúde bem como promover a equidade em saúde para os quilombolas. Os saberes e práticas de cuidado em saúde da medicina tradicional e ancestral quilombola precisam ser reconhecidos e valorizados pelo SUS, além disso é preciso combater as barreiras de acesso que os quilombolas tem de enfrentar para adentrarem e permanecerem em espaços de participação social no SUS. Para que quilombolas tenham verdadeiramente acesso à saúde se faz necessário fortalecer a Atenção Básica de base territorial, que adentre os quilombos, especialmente os rurais, de modo a garantir a implementação da Estratégia de Saúde da Família em todos os quilombos do Brasil. Por fim, os quilombolas do Brasil afirmam “Um novo modelo de saúde é possível”, um modelo onde de fato a medicina quilombola tenha valor e que o povo quilombola tenha acesso à saúde. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Às 18 horas, enquanto os convidados e participantes da conferência adentravam a sala do Google Meet a conferência começou a sofrer um ataque hacker de teor racista e fascista, a partir da fala de terroristas infiltrados na sala, cerca de 10 pessoas, que abriram os seus áudios, escreveram  nsultos no chat e compartilharam suas telas de modo seguido e ininterrupto com conteúdos racistas, misóginos e pornográficos. Com isso, a sala foi derrubada, sendo criada uma segunda sala na mesma plataforma apenas para os participantes que iriam compor as mesas para a transmissão nos dois canais do YouTube. O restante dos participantes seguiram para o YouTube e participaram da plenária da conferência a partir do chat do YouTube.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Às 19 horas, a conferência deu início aos trabalhos, com uma hora de atraso, após ajustes na metodologia e infraestrutura frente ao ataque hacker. Foram dadas as boas-vindas registrado e denunciado o ataque hacker, bem como a importância histórica na realização da 1° Conferência Nacional Livre de Saúde Quilombola. Além disso, foi registrado a adesão da conferência no calendário oficial da 17° Conferência Nacional de Saúde. Foram apresentadas e homologadas a metodologia da conferência, bem como os critérios e formas de eleição dos delegados e das propostas. Após aprovação em plenário virtual, a palavra foi passada aos convidados e autoridades presentes, incluindo o Sr. Fernando Pigatto, presidente do CNS.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Às 19 horas e 45 minutos, se deu início a palestras “Mais saúde nos quilombos já!” facilitada pela Dra. Givânia Silva, co-fundadora da CONAQ. doutora em Sociologia (UnB), quilombola da Comunidade Conceição das Crioulas/PE, integra a Rede de Ativistas da Educação do Fundo Malala Yousafzai. O foco da palestra foi introduzir as discussões dos 04 eixos temáticos trabalhados na conferência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Às 20 horas e 15 minutos, se iniciou a leitura das 20 propostas construídas na “PréConferência Nacional Livre de Saúde Quilombola”, realizada de modo virtual pelo Google Meet, no dia 16/05/2023, das 19 horas às 21 horas, reunindo mais de 150 quilombolas de 10 Estados de todas as regiões do Brasil. As 20 propostas objetivaram trabalhar os 04 eixos temáticos da 17° Conferência Nacional de Saúde, eixo 01 “O Brasil que temos. O Brasil que queremos”, eixo 02 “O papel do controle social e movimento sociais para salvar vidas”, eixo 03 “Garantir direitos defender o SUS, a vida e a democracia”, eixo 04 “Amanhã será outro dia para todas as pessoas”. Após a leitura das 05 propostas de cada um dos 04 eixos, a palavra foi aberta ao público presente no intuito de destacar ou aperfeiçoar as propostas. Feito isso, as propostas foram homologadas e aprovadas em plenário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Às 21 horas, deu-se início ao processo de eleição dos delegados e delegadas, com a presença de mais de 550 participantes e mais de 1.150 pessoas inscritas, a conferência elegeu 05 delegados e 05 suplentes, buscando cumprir as regras pactuadas e aprovadas pelo plenário no início da conferência, sendo elas a paridade de gênero, raça/cor, idade, região do país, obrigatoriedade da identidade quilombola e do acúmulo na luta quilombola pela saúde. Como pactuado no início, das 10 vagas, 50% seriam reservadas para a indicação do Coletivo Nacional de Saúde Quilombola da CONAQ, movimento social quilombola, e 50% das vagas restantes seriam disponibilizadas a todos os presentes. As inscrições foram por região geográfica, sendo abertas as inscrições, em seguida votação e por fim homologação dos mais votados pelo plenário. Foram eleitos os 05 delegados, sendo eles: Mateus dos Santos Brito (Comunidade Quilombola Lagoa de Maria Clemência/BA), Ananias Nery Viana (Comunidade Quilombola Kaonge/BA), Maria da Graça Epifânio (Comunidade Quilombola Carrapatos da Tabatinga/MG), Andreia Nazareno dos Santos (Comunidade Quilombola Sítio Grossos, Bom Jesus/RN), Tereza de Jesus da Silva (Comunidade Quilombola Canguçu, Canguçu/RS), junto aos seus respectivos suplentes, Lucimara Pereira Muniz (Comunidade Quilombola de Custodópolis, Campo dos Goytacazes/RJ), Laura Ferreira da Silva (Comunidade Quilombola Mutuca, Nossa Senhora do Livramento/MT), José Ramos de Freitas (Comunidade Quilombola Porto do Campo, Camamu/BA), Tarciara Raquel dos Santos Castro (Comunidade Quilombola de Santa Tereza do Matupiri, Barreirinha/AM), Jorge Odilon Gomes Gonçalves (Comunidade Quilombola Morro Alto, Maquini/RS).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Às 21 horas e 50 minutos, a conferência foi finalizada, com uma fala de agradecimento, repúdio aos ataques sofridos e com uma intervenção de mística final.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Comissão Organizadora da 1° Conferência Nacional Livre de Saúde Quilombola&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(CONAQ/CNS).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Salvador, Bahia. 02 de junho de 2023.&lt;br /&gt;
[[Categoria:Saúde]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Nataliafazzioni</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Categoria:Parceriasemeiosdeimplementa%C3%A7%C3%A3o&amp;diff=148</id>
		<title>Categoria:Parceriasemeiosdeimplementação</title>
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		<updated>2024-07-02T15:51:07Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Nataliafazzioni: Criou página com &amp;#039;Objetivo 17. Fortalecer os meios de implementação e revitalizar a parceria global para o desenvolvimento sustentável  Finanças  17.1 Fortalecer a mobilização de recursos internos, inclusive por meio do apoio internacional aos países em desenvolvimento, para melhorar a capacidade nacional para arrecadação de impostos e outras receitas  17.2 Países desenvolvidos implementarem plenamente os seus compromissos em matéria de assistência oficial ao desenvolvimento [...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Objetivo 17. Fortalecer os meios de implementação e revitalizar a parceria global para o desenvolvimento sustentável&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Finanças&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
17.1 Fortalecer a mobilização de recursos internos, inclusive por meio do apoio internacional aos países em desenvolvimento, para melhorar a capacidade nacional para arrecadação de impostos e outras receitas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
17.2 Países desenvolvidos implementarem plenamente os seus compromissos em matéria de assistência oficial ao desenvolvimento [AOD], inclusive fornecer 0,7% da renda nacional bruta [RNB] em AOD aos países em desenvolvimento, dos quais 0,15% a 0,20% para os países menos desenvolvidos; provedores de AOD são encorajados a considerar a definir uma meta para fornecer pelo menos 0,20% da renda nacional bruta em AOD para os países menos desenvolvidos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
17.3 Mobilizar recursos financeiros adicionais para os países em desenvolvimento a partir de múltiplas fontes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
17.4 Ajudar os países em desenvolvimento a alcançar a sustentabilidade da dívida de longo prazo por meio de políticas coordenadas destinadas a promover o financiamento, a redução e a reestruturação da dívida, conforme apropriado, e tratar da dívida externa dos países pobres altamente endividados para reduzir o superendividamento&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
17.5 Adotar e implementar regimes de promoção de investimentos para os países menos desenvolvidos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tecnologia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
17.6 Melhorar a cooperação Norte-Sul, Sul-Sul e triangular regional e internacional e o acesso à ciência, tecnologia e inovação, e aumentar o compartilhamento de conhecimentos em termos mutuamente acordados, inclusive por meio de uma melhor coordenação entre os mecanismos existentes, particularmente no nível das Nações Unidas, e por meio de um mecanismo de facilitação de tecnologia global&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
17.7 Promover o desenvolvimento, a transferência, a disseminação e a difusão de tecnologias ambientalmente corretas para os países em desenvolvimento, em condições favoráveis, inclusive em condições concessionais e preferenciais, conforme mutuamente acordado&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
17.8 Operacionalizar plenamente o Banco de Tecnologia e o mecanismo de capacitação em ciência, tecnologia e inovação para os países menos desenvolvidos até 2017, e aumentar o uso de tecnologias de capacitação, em particular das tecnologias de informação e comunicação&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Capacitação&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
17.9 Reforçar o apoio internacional para a implementação eficaz e orientada da capacitação em países em desenvolvimento, a fim de apoiar os planos nacionais para implementar todos os objetivos de desenvolvimento sustentável, inclusive por meio da cooperação Norte-Sul, Sul-Sul e triangular&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Comércio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
17.10 Promover um sistema multilateral de comércio universal, baseado em regras, aberto, não discriminatório e equitativo no âmbito da Organização Mundial do Comércio, inclusive por meio da conclusão das negociações no âmbito de sua Agenda de Desenvolvimento de Doha&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
17.11 Aumentar significativamente as exportações dos países em desenvolvimento, em particular com o objetivo de duplicar a participação dos países menos desenvolvidos nas exportações globais até 2020&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
17.12 Concretizar a implementação oportuna de acesso a mercados livres de cotas e taxas, de forma duradoura, para todos os países menos desenvolvidos, de acordo com as decisões da OMC, inclusive por meio de garantias de que as regras de origem preferenciais aplicáveis às importações provenientes de países menos desenvolvidos sejam transparentes e simples, e contribuam para facilitar o acesso ao mercado&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Questões sistêmicas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;Coerência de políticas e institucional&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
17.13 Aumentar a estabilidade macroeconômica global, inclusive por meio da coordenação e da coerência de políticas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
17.14 Aumentar a coerência das políticas para o desenvolvimento sustentável&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
17.15 Respeitar o espaço político e a liderança de cada país para estabelecer e implementar políticas para a erradicação da pobreza e o desenvolvimento sustentável&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;As parcerias multissetoriais&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
17.16 Reforçar a parceria global para o desenvolvimento sustentável, complementada por parcerias multissetoriais que mobilizem e compartilhem conhecimento, expertise, tecnologia e recursos financeiros, para apoiar a realização dos objetivos do desenvolvimento sustentável em todos os países, particularmente nos países em desenvolvimento&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
17.17 Incentivar e promover parcerias públicas, público-privadas e com a sociedade civil eficazes, a partir da experiência das estratégias de mobilização de recursos dessas parcerias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;Dados, monitoramento e prestação de contas&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
17.18 Até 2020, reforçar o apoio à capacitação para os países em desenvolvimento, inclusive para os países menos desenvolvidos e pequenos Estados insulares em desenvolvimento, para aumentar significativamente a disponibilidade de dados de alta qualidade, atuais e confiáveis, desagregados por renda, gênero, idade, raça, etnia, status migratório, deficiência, localização geográfica e outras características relevantes em contextos nacionais&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
17.19 Até 2030, valer-se de iniciativas existentes para desenvolver medidas do progresso do desenvolvimento sustentável que complementem o produto interno bruto [PIB] e apoiem a capacitação estatística nos países em desenvolvimento&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Nataliafazzioni</name></author>
	</entry>
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		<title>Categoria:Pazjustiçaeinstituiçõeseficazes</title>
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		<updated>2024-07-02T15:49:51Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Nataliafazzioni: Criou página com &amp;#039;Objetivo 16. Promover sociedades pacíficas e inclusivas para o desenvolvimento sustentável, proporcionar o acesso à justiça para todos e construir instituições eficazes, responsáveis e inclusivas em todos os níveis  16.1 Reduzir significativamente todas as formas de violência e as taxas de mortalidade relacionada em todos os lugares  16.2 Acabar com abuso, exploração, tráfico e todas as formas de violência e tortura contra crianças  16.3 Promover o Estado d...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Objetivo 16. Promover sociedades pacíficas e inclusivas para o desenvolvimento sustentável, proporcionar o acesso à justiça para todos e construir instituições eficazes, responsáveis e inclusivas em todos os níveis&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
16.1 Reduzir significativamente todas as formas de violência e as taxas de mortalidade relacionada em todos os lugares&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
16.2 Acabar com abuso, exploração, tráfico e todas as formas de violência e tortura contra crianças&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
16.3 Promover o Estado de Direito, em nível nacional e internacional, e garantir a igualdade de acesso à justiça para todos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
16.4 Até 2030, reduzir significativamente os fluxos financeiros e de armas ilegais, reforçar a recuperação e devolução de recursos roubados e combater todas as formas de crime organizado&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
16.5 Reduzir substancialmente a corrupção e o suborno em todas as suas formas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
16.6 Desenvolver instituições eficazes, responsáveis e transparentes em todos os níveis&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
16.7 Garantir a tomada de decisão responsiva, inclusiva, participativa e representativa em todos os níveis&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
16.8 Ampliar e fortalecer a participação dos países em desenvolvimento nas instituições de governança global&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
16.9 Até 2030, fornecer identidade legal para todos, incluindo o registro de nascimento&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
16.10 Assegurar o acesso público à informação e proteger as liberdades fundamentais, em conformidade com a legislação nacional e os acordos internacionais&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
16.a Fortalecer as instituições nacionais relevantes, inclusive por meio da cooperação internacional, para a construção de capacidades em todos os níveis, em particular nos países em desenvolvimento, para a prevenção da violência e o combate ao terrorismo e ao crime&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
16.b Promover e fazer cumprir leis e políticas não discriminatórias para o desenvolvimento sustentável&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Nataliafazzioni</name></author>
	</entry>
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		<title>Categoria:Vidaterrestre</title>
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		<updated>2024-07-02T15:48:56Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Nataliafazzioni: Criou página com &amp;#039;Objetivo 15. Proteger, recuperar e promover o uso sustentável dos ecossistemas terrestres, gerir de forma sustentável as florestas, combater a desertificação, deter e reverter a degradação da terra e deter a perda de biodiversidade  15.1 Até 2020, assegurar a conservação, recuperação e uso sustentável de ecossistemas terrestres e de água doce interiores e seus serviços, em especial florestas, zonas úmidas, montanhas e terras áridas, em conformidade com as...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Objetivo 15. Proteger, recuperar e promover o uso sustentável dos ecossistemas terrestres, gerir de forma sustentável as florestas, combater a desertificação, deter e reverter a degradação da terra e deter a perda de biodiversidade&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
15.1 Até 2020, assegurar a conservação, recuperação e uso sustentável de ecossistemas terrestres e de água doce interiores e seus serviços, em especial florestas, zonas úmidas, montanhas e terras áridas, em conformidade com as obrigações decorrentes dos acordos internacionais&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
15.2 Até 2020, promover a implementação da gestão sustentável de todos os tipos de florestas, deter o desmatamento, restaurar florestas degradadas e aumentar substancialmente o florestamento e o reflorestamento globalmente&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
15.3 Até 2030, combater a desertificação, restaurar a terra e o solo degradado, incluindo terrenos afetados pela desertificação, secas e inundações, e lutar para alcançar um mundo neutro em termos de degradação do solo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
15.4 Até 2030, assegurar a conservação dos ecossistemas de montanha, incluindo a sua biodiversidade, para melhorar a sua capacidade de proporcionar benefícios que são essenciais para o desenvolvimento sustentável&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
15.5 Tomar medidas urgentes e significativas para reduzir a degradação de habitat naturais, deter a perda de biodiversidade e, até 2020, proteger e evitar a extinção de espécies ameaçadas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
15.6 Garantir uma repartição justa e equitativa dos benefícios derivados da utilização dos recursos genéticos e promover o acesso adequado aos recursos genéticos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
15.7 Tomar medidas urgentes para acabar com a caça ilegal e o tráfico de espécies da flora e fauna protegidas e abordar tanto a demanda quanto a oferta de produtos ilegais da vida selvagem&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
15.8 Até 2020, implementar medidas para evitar a introdução e reduzir significativamente o impacto de espécies exóticas invasoras em ecossistemas terrestres e aquáticos, e controlar ou erradicar as espécies prioritárias&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
15.9 Até 2020, integrar os valores dos ecossistemas e da biodiversidade ao planejamento nacional e local, nos processos de desenvolvimento, nas estratégias de redução da pobreza e nos sistemas de contas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
15.a Mobilizar e aumentar significativamente, a partir de todas as fontes, os recursos financeiros para a conservação e o uso sustentável da biodiversidade e dos ecossistemas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
15.b Mobilizar recursos significativos de todas as fontes e em todos os níveis para financiar o manejo florestal sustentável e proporcionar incentivos adequados aos países em desenvolvimento para promover o manejo florestal sustentável, inclusive para a conservação e o reflorestamento&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
15.c Reforçar o apoio global para os esforços de combate à caça ilegal e ao tráfico de espécies protegidas, inclusive por meio do aumento da capacidade das comunidades locais para buscar oportunidades de subsistência sustentável&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Nataliafazzioni</name></author>
	</entry>
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		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Categoria:Vidana%C3%A1gua&amp;diff=145</id>
		<title>Categoria:Vidanaágua</title>
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		<updated>2024-07-02T15:48:06Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Nataliafazzioni: Criou página com &amp;#039;Objetivo 14. Conservação e uso sustentável dos oceanos, dos mares e dos recursos marinhos para o desenvolvimento sustentável  14.1 Até 2025, prevenir e reduzir significativamente a poluição marinha de todos os tipos, especialmente a advinda de atividades terrestres, incluindo detritos marinhos e a poluição por nutrientes  14.2 Até 2020, gerir de forma sustentável e proteger os ecossistemas marinhos e costeiros para evitar impactos adversos significativos, incl...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Objetivo 14. Conservação e uso sustentável dos oceanos, dos mares e dos recursos marinhos para o desenvolvimento sustentável&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
14.1 Até 2025, prevenir e reduzir significativamente a poluição marinha de todos os tipos, especialmente a advinda de atividades terrestres, incluindo detritos marinhos e a poluição por nutrientes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
14.2 Até 2020, gerir de forma sustentável e proteger os ecossistemas marinhos e costeiros para evitar impactos adversos significativos, inclusive por meio do reforço da sua capacidade de resiliência, e tomar medidas para a sua restauração, a fim de assegurar oceanos saudáveis e produtivos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
14.3 Minimizar e enfrentar os impactos da acidificação dos oceanos, inclusive por meio do reforço da cooperação científica em todos os níveis&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
14.4 Até 2020, efetivamente regular a coleta, e acabar com a sobrepesca, ilegal, não reportada e não regulamentada e as práticas de pesca destrutivas, e implementar planos de gestão com base científica, para restaurar populações de peixes no menor tempo possível, pelo menos a níveis que possam produzir rendimento máximo sustentável, como determinado por suas características biológicas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
14.5 Até 2020, conservar pelo menos 10% das zonas costeiras e marinhas, de acordo com a legislação nacional e internacional, e com base na melhor informação científica disponível&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
14.6 Até 2020, proibir certas formas de subsídios à pesca, que contribuem para a sobrecapacidade e a sobrepesca, e eliminar os subsídios que contribuam para a pesca ilegal, não reportada e não regulamentada, e abster-se de introduzir novos subsídios como estes, reconhecendo que o tratamento especial e diferenciado adequado e eficaz para os países em desenvolvimento e os países menos desenvolvidos deve ser parte integrante da negociação sobre subsídios à pesca da Organização Mundial do Comércio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
14.7 Até 2030, aumentar os benefícios econômicos para os pequenos Estados insulares em desenvolvimento e os países menos desenvolvidos, a partir do uso sustentável dos recursos marinhos, inclusive por meio de uma gestão sustentável da pesca, aquicultura e turismo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
14.a Aumentar o conhecimento científico, desenvolver capacidades de pesquisa e transferir tecnologia marinha, tendo em conta os critérios e orientações sobre a Transferência de Tecnologia Marinha da Comissão Oceanográfica Intergovernamental, a fim de melhorar a saúde dos oceanos e aumentar a contribuição da biodiversidade marinha para o desenvolvimento dos países em desenvolvimento, em particular os pequenos Estados insulares em desenvolvimento e os países menos desenvolvidos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
14.b Proporcionar o acesso dos pescadores artesanais de pequena escala aos recursos marinhos e mercados&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
14.c Assegurar a conservação e o uso sustentável dos oceanos e seus recursos pela implementação do direito internacional, como refletido na UNCLOS [Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar], que provê o arcabouço legal para a conservação e utilização sustentável dos oceanos e dos seus recursos, conforme registrado no parágrafo 158 do “Futuro Que Queremos”&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Nataliafazzioni</name></author>
	</entry>
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		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=A%C3%A7%C3%A3o_Contra_a_Mudan%C3%A7a_Global_do_Clima&amp;diff=144</id>
		<title>Ação Contra a Mudança Global do Clima</title>
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		<updated>2024-07-02T15:43:18Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Nataliafazzioni: Criou página com &amp;#039;Objetivo 13. Tomar medidas urgentes para combater a mudança climática e seus impactos (*)  13.1 Reforçar a resiliência e a capacidade de adaptação a riscos relacionados ao clima e às catástrofes naturais em todos os países  13.2 Integrar medidas da mudança do clima nas políticas, estratégias e planejamentos nacionais  13.3 Melhorar a educação, aumentar a conscientização e a capacidade humana e institucional sobre mitigação, adaptação, redução de imp...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Objetivo 13. Tomar medidas urgentes para combater a mudança climática e seus impactos (*)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
13.1 Reforçar a resiliência e a capacidade de adaptação a riscos relacionados ao clima e às catástrofes naturais em todos os países&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
13.2 Integrar medidas da mudança do clima nas políticas, estratégias e planejamentos nacionais&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
13.3 Melhorar a educação, aumentar a conscientização e a capacidade humana e institucional sobre mitigação, adaptação, redução de impacto e alerta precoce da mudança do clima&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
13.a Implementar o compromisso assumido pelos países desenvolvidos partes da Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima [UNFCCC] para a meta de mobilizar conjuntamente US$ 100 bilhões por ano a partir de 2020, de todas as fontes, para atender às necessidades dos países em desenvolvimento, no contexto das ações de mitigação significativas e transparência na implementação; e operacionalizar plenamente o Fundo Verde para o Clima por meio de sua capitalização o mais cedo possível&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
13.b Promover mecanismos para a criação de capacidades para o planejamento relacionado à mudança do clima e à gestão eficaz, nos países menos desenvolvidos, inclusive com foco em mulheres, jovens, comunidades locais e marginalizadas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;(*) Reconhecendo que a Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima [UNFCCC] é o fórum internacional intergovernamental primário para negociar a resposta global à mudança do clima.&#039;&#039;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Nataliafazzioni</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Categoria:Consumoeprodu%C3%A7%C3%A3orespons%C3%A1veis&amp;diff=143</id>
		<title>Categoria:Consumoeproduçãoresponsáveis</title>
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		<updated>2024-07-02T15:41:50Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Nataliafazzioni: Criou página com &amp;#039;Objetivo 12. Assegurar padrões de produção e de consumo sustentáveis  12.1 Implementar o Plano Decenal de Programas sobre Produção e Consumo Sustentáveis, com todos os países tomando medidas, e os países desenvolvidos assumindo a liderança, tendo em conta o desenvolvimento e as capacidades dos países em desenvolvimento  12.2 Até 2030, alcançar a gestão sustentável e o uso eficiente dos recursos naturais  12.3 Até 2030, reduzir pela metade o desperdício d...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Objetivo 12. Assegurar padrões de produção e de consumo sustentáveis&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
12.1 Implementar o Plano Decenal de Programas sobre Produção e Consumo Sustentáveis, com todos os países tomando medidas, e os países desenvolvidos assumindo a liderança, tendo em conta o desenvolvimento e as capacidades dos países em desenvolvimento&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
12.2 Até 2030, alcançar a gestão sustentável e o uso eficiente dos recursos naturais&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
12.3 Até 2030, reduzir pela metade o desperdício de alimentos per capita mundial, nos níveis de varejo e do consumidor, e reduzir as perdas de alimentos ao longo das cadeias de produção e abastecimento, incluindo as perdas pós-colheita&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
12.4 Até 2020, alcançar o manejo ambientalmente saudável dos produtos químicos e todos os resíduos, ao longo de todo o ciclo de vida destes, de acordo com os marcos internacionais acordados, e reduzir significativamente a liberação destes para o ar, água e solo, para minimizar seus impactos negativos sobre a saúde humana e o meio ambiente&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
12.5 Até 2030, reduzir substancialmente a geração de resíduos por meio da prevenção, redução, reciclagem e reuso&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
12.6 Incentivar as empresas, especialmente as empresas grandes e transnacionais, a adotar práticas sustentáveis e a integrar informações de sustentabilidade em seu ciclo de relatórios&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
12.7 Promover práticas de compras públicas sustentáveis, de acordo com as políticas e prioridades nacionais&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
12.8 Até 2030, garantir que as pessoas, em todos os lugares, tenham informação relevante e conscientização para o desenvolvimento sustentável e estilos de vida em harmonia com a natureza&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
12.a Apoiar países em desenvolvimento a fortalecer suas capacidades científicas e tecnológicas para mudar para padrões mais sustentáveis de produção e consumo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
12.b Desenvolver e implementar ferramentas para monitorar os impactos do desenvolvimento sustentável para o turismo sustentável, que gera empregos, promove a cultura e os produtos locais&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
12.c Racionalizar subsídios ineficientes aos combustíveis fósseis, que encorajam o consumo exagerado, eliminando as distorções de mercado, de acordo com as circunstâncias nacionais, inclusive por meio da reestruturação fiscal e a eliminação gradual desses subsídios prejudiciais, caso existam, para refletir os seus impactos ambientais, tendo plenamente em conta as necessidades específicas e condições dos países em desenvolvimento e minimizando os possíveis impactos adversos sobre o seu desenvolvimento de uma forma que proteja os pobres e as comunidades afetadas&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Nataliafazzioni</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Categoria:Cidadesecomunidadessustent%C3%A1veis&amp;diff=142</id>
		<title>Categoria:Cidadesecomunidadessustentáveis</title>
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		<updated>2024-07-02T15:41:07Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Nataliafazzioni: Criou página com &amp;#039;Objetivo 11. Tornar as cidades e os assentamentos humanos inclusivos, seguros, resilientes e sustentáveis  11.1 Até 2030, garantir o acesso de todos à habitação segura, adequada e a preço acessível, e aos serviços básicos e urbanizar as favelas  11.2 Até 2030, proporcionar o acesso a sistemas de transporte seguros, acessíveis, sustentáveis e a preço acessível para todos, melhorando a segurança rodoviária por meio da expansão dos transportes públicos, co...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Objetivo 11. Tornar as cidades e os assentamentos humanos inclusivos, seguros, resilientes e sustentáveis&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
11.1 Até 2030, garantir o acesso de todos à habitação segura, adequada e a preço acessível, e aos serviços básicos e urbanizar as favelas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
11.2 Até 2030, proporcionar o acesso a sistemas de transporte seguros, acessíveis, sustentáveis e a preço acessível para todos, melhorando a segurança rodoviária por meio da expansão dos transportes públicos, com especial atenção para as necessidades das pessoas em situação de vulnerabilidade, mulheres, crianças, pessoas com deficiência e idosos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
11.3 Até 2030, aumentar a urbanização inclusiva e sustentável, e as capacidades para o planejamento e gestão de assentamentos humanos participativos, integrados e sustentáveis, em todos os países&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
11.4 Fortalecer esforços para proteger e salvaguardar o patrimônio cultural e natural do mundo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
11.5 Até 2030, reduzir significativamente o número de mortes e o número de pessoas afetadas por catástrofes e substancialmente diminuir as perdas econômicas diretas causadas por elas em relação ao produto interno bruto global, incluindo os desastres relacionados à água, com o foco em proteger os pobres e as pessoas em situação de vulnerabilidade&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
11.6 Até 2030, reduzir o impacto ambiental negativo per capita das cidades, inclusive prestando especial atenção à qualidade do ar, gestão de resíduos municipais e outros&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
11.7 Até 2030, proporcionar o acesso universal a espaços públicos seguros, inclusivos, acessíveis e verdes, particularmente para as mulheres e crianças, pessoas idosas e pessoas com deficiência&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
11.a Apoiar relações econômicas, sociais e ambientais positivas entre áreas urbanas, periurbanas e rurais, reforçando o planejamento nacional e regional de desenvolvimento&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
11.b Até 2020, aumentar substancialmente o número de cidades e assentamentos humanos adotando e implementando políticas e planos integrados para a inclusão, a eficiência dos recursos, mitigação e adaptação às mudanças climáticas, a resiliência a desastres; e desenvolver e implementar, de acordo com o Marco de Sendai para a Redução do Risco de Desastres 2015-2030, o gerenciamento holístico do risco de desastres em todos os níveis&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
11.c Apoiar os países menos desenvolvidos, inclusive por meio de assistência técnica e financeira, para construções sustentáveis e resilientes, utilizando materiais locais&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Nataliafazzioni</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Redu%C3%A7%C3%A3o_das_Desigualdades&amp;diff=141</id>
		<title>Redução das Desigualdades</title>
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		<updated>2024-07-02T15:40:07Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Nataliafazzioni: Criou página com &amp;#039;Objetivo 10. Reduzir a desigualdade dentro dos países e entre eles  10.1 Até 2030, progressivamente alcançar e sustentar o crescimento da renda dos 40% da população mais pobre a uma taxa maior que a média nacional  10.2 Até 2030, empoderar e promover a inclusão social, econômica e política de todos, independentemente da idade, gênero, deficiência, raça, etnia, origem, religião, condição econômica ou outra  10.3 Garantir a igualdade de oportunidades e red...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Objetivo 10. Reduzir a desigualdade dentro dos países e entre eles&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
10.1 Até 2030, progressivamente alcançar e sustentar o crescimento da renda dos 40% da população mais pobre a uma taxa maior que a média nacional&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
10.2 Até 2030, empoderar e promover a inclusão social, econômica e política de todos, independentemente da idade, gênero, deficiência, raça, etnia, origem, religião, condição econômica ou outra&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
10.3 Garantir a igualdade de oportunidades e reduzir as desigualdades de resultados, inclusive por meio da eliminação de leis, políticas e práticas discriminatórias e da promoção de legislação, políticas e ações adequadas a este respeito&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
10.4 Adotar políticas, especialmente fiscal, salarial e de proteção social, e alcançar progressivamente uma maior igualdade&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
10.5 Melhorar a regulamentação e monitoramento dos mercados e instituições financeiras globais e fortalecer a implementação de tais regulamentações&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
10.6 Assegurar uma representação e voz mais forte dos países em desenvolvimento em tomadas de decisão nas instituições econômicas e financeiras internacionais globais, a fim de produzir instituições mais eficazes, críveis, responsáveis e legítimas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
10.7 Facilitar a migração e a mobilidade ordenada, segura, regular e responsável das pessoas, inclusive por meio da implementação de políticas de migração planejadas e bem geridas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
10.a Implementar o princípio do tratamento especial e diferenciado para países em desenvolvimento, em particular os países menos desenvolvidos, em conformidade com os acordos da OMC&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
10.b Incentivar a assistência oficial ao desenvolvimento e fluxos financeiros, incluindo o investimento externo direto, para os Estados onde a necessidade é maior, em particular os países menos desenvolvidos, os países africanos, os pequenos Estados insulares em desenvolvimento e os países em desenvolvimento sem litoral, de acordo com seus planos e programas nacionais&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
10.c Até 2030, reduzir para menos de 3% os custos de transação de remessas dos migrantes e eliminar os corredores de remessas com custos superiores a 5%&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Nataliafazzioni</name></author>
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		<title>Indústria Inovação e Infraestrutura</title>
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		<updated>2024-07-02T15:38:41Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Nataliafazzioni: Criou página com &amp;#039;Objetivo 9. Construir infraestruturas resilientes, promover a industrialização inclusiva e sustentável e fomentar a inovação  9.1 Desenvolver infraestrutura de qualidade, confiável, sustentável e resiliente, incluindo infraestrutura regional e transfronteiriça, para apoiar o desenvolvimento econômico e o bem-estar humano, com foco no acesso equitativo e a preços acessíveis para todos  9.2 Promover a industrialização inclusiva e sustentável e, até 2030, aum...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Objetivo 9. Construir infraestruturas resilientes, promover a industrialização inclusiva e sustentável e fomentar a inovação&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
9.1 Desenvolver infraestrutura de qualidade, confiável, sustentável e resiliente, incluindo infraestrutura regional e transfronteiriça, para apoiar o desenvolvimento econômico e o bem-estar humano, com foco no acesso equitativo e a preços acessíveis para todos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
9.2 Promover a industrialização inclusiva e sustentável e, até 2030, aumentar significativamente a participação da indústria no setor de emprego e no PIB, de acordo com as circunstâncias nacionais, e dobrar sua participação nos países menos desenvolvidos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
9.3 Aumentar o acesso das pequenas indústrias e outras empresas, particularmente em países em desenvolvimento, aos serviços financeiros, incluindo crédito acessível e sua integração em cadeias de valor e mercados&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
9.4 Até 2030, modernizar a infraestrutura e reabilitar as indústrias para torná-las sustentáveis, com eficiência aumentada no uso de recursos e maior adoção de tecnologias e processos industriais limpos e ambientalmente corretos; com todos os países atuando de acordo com suas respectivas capacidades&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
9.5 Fortalecer a pesquisa científica, melhorar as capacidades tecnológicas de setores industriais em todos os países, particularmente os países em desenvolvimento, inclusive, até 2030, incentivando a inovação e aumentando substancialmente o número de trabalhadores de pesquisa e desenvolvimento por milhão de pessoas e os gastos público e privado em pesquisa e desenvolvimento&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
9.a Facilitar o desenvolvimento de infraestrutura sustentável e resiliente em países em desenvolvimento, por meio de maior apoio financeiro, tecnológico e técnico aos países africanos, aos países menos desenvolvidos, aos países em desenvolvimento sem litoral e aos pequenos Estados insulares em desenvolvimento&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
9.b Apoiar o desenvolvimento tecnológico, a pesquisa e a inovação nacionais nos países em desenvolvimento, inclusive garantindo um ambiente político propício para, entre outras coisas, a diversificação industrial e a agregação de valor às commodities&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
9.c Aumentar significativamente o acesso às tecnologias de informação e comunicação e se empenhar para oferecer acesso universal e a preços acessíveis à internet nos países menos desenvolvidos, até 2020&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Nataliafazzioni</name></author>
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		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Trabalho_Decente_e_Crescimento_Econ%C3%B4mico&amp;diff=139</id>
		<title>Trabalho Decente e Crescimento Econômico</title>
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		<updated>2024-07-02T15:37:31Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Nataliafazzioni: Criou página com &amp;#039;Objetivo 8. Promover o crescimento econômico sustentado, inclusivo e sustentável, emprego pleno e produtivo e trabalho decente para todas e todos  8.1 Sustentar o crescimento econômico per capita de acordo com as circunstâncias nacionais e, em particular, um crescimento anual de pelo menos 7% do produto interno bruto [PIB] nos países menos desenvolvidos  8.2 Atingir níveis mais elevados de produtividade das economias por meio da diversificação, modernização tec...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Objetivo 8. Promover o crescimento econômico sustentado, inclusivo e sustentável, emprego pleno e produtivo e trabalho decente para todas e todos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8.1 Sustentar o crescimento econômico per capita de acordo com as circunstâncias nacionais e, em particular, um crescimento anual de pelo menos 7% do produto interno bruto [PIB] nos países menos desenvolvidos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8.2 Atingir níveis mais elevados de produtividade das economias por meio da diversificação, modernização tecnológica e inovação, inclusive por meio de um foco em setores de alto valor agregado e dos setores intensivos em mão de obra&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8.3 Promover políticas orientadas para o desenvolvimento que apoiem as atividades produtivas, geração de emprego decente, empreendedorismo, criatividade e inovação, e incentivar a formalização e o crescimento das micro, pequenas e médias empresas, inclusive por meio do acesso a serviços financeiros&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8.4 Melhorar progressivamente, até 2030, a eficiência dos recursos globais no consumo e na produção, e empenhar-se para dissociar o crescimento econômico da degradação ambiental, de acordo com o Plano Decenal de Programas sobre Produção e Consumo Sustentáveis, com os países desenvolvidos assumindo a liderança&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8.5 Até 2030, alcançar o emprego pleno e produtivo e trabalho decente para todas as mulheres e homens, inclusive para os jovens e as pessoas com deficiência, e remuneração igual para trabalho de igual valor&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8.6 Até 2020, reduzir substancialmente a proporção de jovens sem emprego, educação ou formação&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8.7 Tomar medidas imediatas e eficazes para erradicar o trabalho forçado, acabar com a escravidão moderna e o tráfico de pessoas, e assegurar a proibição e eliminação das piores formas de trabalho infantil, incluindo recrutamento e utilização de crianças-soldado, e até 2025 acabar com o trabalho infantil em todas as suas formas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8.8 Proteger os direitos trabalhistas e promover ambientes de trabalho seguros e protegidos para todos os trabalhadores, incluindo os trabalhadores migrantes, em particular as mulheres migrantes, e pessoas em empregos precários&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8.9 Até 2030, elaborar e implementar políticas para promover o turismo sustentável, que gera empregos e promove a cultura e os produtos locais&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8.10 Fortalecer a capacidade das instituições financeiras nacionais para incentivar a expansão do acesso aos serviços bancários, de seguros e financeiros para todos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8.a Aumentar o apoio da Iniciativa de Ajuda para o Comércio [Aid for Trade] para os países em desenvolvimento, particularmente os países menos desenvolvidos, inclusive por meio do Quadro Integrado Reforçado para a Assistência Técnica Relacionada com o Comércio para os países menos desenvolvidos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8.b Até 2020, desenvolver e operacionalizar uma estratégia global para o emprego dos jovens e implementar o Pacto Mundial para o Emprego da Organização Internacional do Trabalho [OIT]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Nataliafazzioni</name></author>
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		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Categoria:Energialimpaeacess%C3%ADvel&amp;diff=138</id>
		<title>Categoria:Energialimpaeacessível</title>
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		<updated>2024-07-02T15:34:06Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Nataliafazzioni: Criou página com &amp;#039;Objetivo 7. Assegurar o acesso confiável, sustentável, moderno e a preço acessível à energia para todas e todos  7.1 Até 2030, assegurar o acesso universal, confiável, moderno e a preços acessíveis a serviços de energia  7.2 Até 2030, aumentar substancialmente a participação de energias renováveis na matriz energética global  7.3 Até 2030, dobrar a taxa global de melhoria da eficiência energética  7.a Até 2030, reforçar a cooperação internacional pa...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Objetivo 7. Assegurar o acesso confiável, sustentável, moderno e a preço acessível à energia para todas e todos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7.1 Até 2030, assegurar o acesso universal, confiável, moderno e a preços acessíveis a serviços de energia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7.2 Até 2030, aumentar substancialmente a participação de energias renováveis na matriz energética global&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7.3 Até 2030, dobrar a taxa global de melhoria da eficiência energética&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7.a Até 2030, reforçar a cooperação internacional para facilitar o acesso a pesquisa e tecnologias de energia limpa, incluindo energias renováveis, eficiência energética e tecnologias de combustíveis fósseis avançadas e mais limpas, e promover o investimento em infraestrutura de energia e em tecnologias de energia limpa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7.b Até 2030, expandir a infraestrutura e modernizar a tecnologia para o fornecimento de serviços de energia modernos e sustentáveis para todos nos países em desenvolvimento, particularmente nos países menos desenvolvidos, nos pequenos Estados insulares em desenvolvimento e nos países em desenvolvimento sem litoral, de acordo com seus respectivos programas de apoio&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Nataliafazzioni</name></author>
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		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Categoria:%C3%81guapot%C3%A1velesaneamento&amp;diff=137</id>
		<title>Categoria:Águapotávelesaneamento</title>
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		<updated>2024-07-02T15:32:58Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Nataliafazzioni: Criou página com &amp;#039;Objetivo 6. Assegurar a disponibilidade e gestão sustentável da água e saneamento para todas e todos  6.1 Até 2030, alcançar o acesso universal e equitativo a água potável e segura para todos  6.2 Até 2030, alcançar o acesso a saneamento e higiene adequados e equitativos para todos, e acabar com a defecação a céu aberto, com especial atenção para as necessidades das mulheres e meninas e daqueles em situação de vulnerabilidade  6.3 Até 2030, melhorar a qu...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Objetivo 6. Assegurar a disponibilidade e gestão sustentável da água e saneamento para todas e todos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6.1 Até 2030, alcançar o acesso universal e equitativo a água potável e segura para todos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6.2 Até 2030, alcançar o acesso a saneamento e higiene adequados e equitativos para todos, e acabar com a defecação a céu aberto, com especial atenção para as necessidades das mulheres e meninas e daqueles em situação de vulnerabilidade&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6.3 Até 2030, melhorar a qualidade da água, reduzindo a poluição, eliminando despejo e minimizando a liberação de produtos químicos e materiais perigosos, reduzindo à metade a proporção de águas residuais não tratadas e aumentando substancialmente a reciclagem e reutilização segura globalmente&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6.4 Até 2030, aumentar substancialmente a eficiência do uso da água em todos os setores e assegurar retiradas sustentáveis e o abastecimento de água doce para enfrentar a escassez de água, e reduzir substancialmente o número de pessoas que sofrem com a escassez de água&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6.5 Até 2030, implementar a gestão integrada dos recursos hídricos em todos os níveis, inclusive via cooperação transfronteiriça, conforme apropriado&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6.6 Até 2020, proteger e restaurar ecossistemas relacionados com a água, incluindo montanhas, florestas, zonas úmidas, rios, aquíferos e lagos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6.a Até 2030, ampliar a cooperação internacional e o apoio à capacitação para os países em desenvolvimento em atividades e programas relacionados à água e saneamento, incluindo a coleta de água, a dessalinização, a eficiência no uso da água, o tratamento de efluentes, a reciclagem e as tecnologias de reuso&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6.b Apoiar e fortalecer a participação das comunidades locais, para melhorar a gestão da água e do saneamento&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Nataliafazzioni</name></author>
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