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	<title>Mapa Mov Sa�de - Contribuições do usuário [pt-br]</title>
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		<title>Dia Mundial da Saúde e a participação social</title>
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		<updated>2026-04-07T12:04:03Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;MapaMov: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Dia Mundial da Saúde 2026.png|alt=Dia Mundial da Saúde 2026|miniaturadaimagem|Dia Mundial da Saúde 2026]]&lt;br /&gt;
Cerca de dois anos após a aprovação, pela Organização Mundial da Saúde (OMS), da resolução que reconhece a participação social como um elemento fundamental para a existência de sistemas de saúde mais eficazes e justos, o &#039;&#039;&#039;MapaMovSaúde&#039;&#039;&#039; celebra o Dia Mundial da Saúde neste 7 de abril reafirmando o papel dos movimentos sociais para a saúde global.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aprovada em maio de 2024, esta resolução legitima e reconhece a participação social como componente essencial da saúde pública. A decisão foi impulsionada pelo Brasil e tornou o modelo de participação social do SUS uma referência global.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foi mais uma das contribuições do Brasil para a saúde global, como a própria instituição do 7 de abril como data que a celebra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A data de hoje foi instituída para celebrar a criação da Organização Mundial da Saúde, o que só ocorreu graças à contribuição decisiva de brasileiros. Nossa atuação, aliás, também está na origem da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), criada antes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1870, uma epidemia de febre amarela atingiu, além do Brasil, Paraguai, Uruguai e Argentina. Em oito anos a doença se espalhou pelos Estados Unidos, onde matou mais de 20 mil pessoas. A necessidade de controlar a propagação de epidemias entre países, protegendo a saúde das populações sem impactar o comércio marítimo, motivou a criação, em dezembro de 1902, do que hoje conhecemos como Opas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com a própria Organização, isso ocorreu a partir da 1º Conferência Internacional dos Estados Americanos, realizada em Washington, nos EUA, de 2 de outubro de 1889 a 19 de abril de 1890. Na sessão de 7 de dezembro de 1889, os delegados aprovaram a criação de uma Comissão, composta por sete membros de cinco países – Brasil, Nicarágua, Peru, Estados Unidos e Venezuela – para estabelecer as regulamentações sanitárias no comércio entre os vários países representados na Conferência. Essa comissão recomendou, com endosso dos demais países, a adoção da Convenção Sanitária Internacional do Rio de Janeiro (1887) ou o texto da Convenção Sanitária do Congresso de Lima (1888). A aprovação de recomendações sanitárias a todos os países participantes só ocorreu em 1902, na cidade do México, quando foram estabelecidos critérios sanitários para a prevenção e controle da febre amarela, febre tifoide, cólera e peste bubônica, através de medidas como quarentenas e manejo adequado de animais e resíduos sólidos. No mesmo evento, se oficializou a criação da Opas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quase meio século depois, como consequência da Segunda Guerra Mundial e a criação do ‘sistema ONU’, foi criada a Organização Mundial da Saúde. Coautor do livro ‘The World Health Organization – A History’, o pesquisador da Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz) Marcos Cueto afirma que sua origem está relacionada ao trabalho dos Aliados em prestar socorro às populações civis dos territórios europeus liberados das forças do Eixo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em vários trabalhos e entrevistas, Cueto identifica que a proposta de criação da OMS foi encabeçada pelo diplomata chinês Szeming Sze e pelo médico brasileiro Geraldo de Paula Souza. Egresso do curso de doutorado da Faculdade de Higiene e Saúde Pública da John Hopkins University, nos EUA, Souza atuou no cenário internacional a partir de 1927, quando ingressou na Liga das Nações como técnico da Seção de Higiene. Após 18 anos trabalhando entre Europa e África no diagnóstico e combate à febre amarela e malária, o médico integrou a delegação brasileira na Conferência de São Francisco, que em 1945 gerou a Carta das Nações Unidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste espaço, ao lado de Szeming Sze, o médico propôs a criação de um organismo global destinado à saúde pública. Apenas um ano depois, Souza participou da reunião que aprovou a constituição da OMS e a definição de que “saúde é o estado de completo bem-estar físico, mental e social, e não somente a ausência de doença ou enfermidade” – que abre a Constituição da Organização Mundial da Saúde. A OMS foi instituída a partir da primeira Assembleia Mundial da Saúde, em 1948, e dela o médico brasileiro foi membro até falecer em 1951, durante viagem a trabalho pela própria Organização. E essa não é a única curiosidade sobre a participação do Brasil na trajetória da OMS: seu diretor-geral mais longevo, que esteve à frente da Organização por 20 anos (1953-1973), foi o médico brasileiro Marcolino Gomes Candau.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foi durante sua gestão que a entidade deu início a uma das principais conquistas da história da saúde pública: o Programa Intensificado de Erradicação da Varíola, de 1967, até hoje o único exemplo de ‘extinção’ de uma doença viral no mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há anos a expectativa de que o exemplo da varíola se repita ocupa corações e mentes daqueles envolvidos com a Iniciativa Global de Erradicação da Poliomielite (GPEI, na sigla em inglês). De acordo com a OMS, em 2023 as infecções por poliovírus selvagem, causadoras da paralisia infantil, haviam decrescido mais de 99% em comparação com 1988, passando de uma estimativa de 350 mil casos anuais em 125 países endêmicos para 12 infecções em apenas dois países endêmicos – seis casos no Afeganistão e seis no Paquistão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para essa “quase erradicação” contribuiu, em muito, a estratégia brasileira adotada nos anos 1980 de organizar dias nacionais de vacinação com o uso de vacinas orais, chamadas ‘tipo Sabin’, em homenagem ao seu formulador – a imunização em massa com essa vacina gerou imunidade de grupo, reduzindo a capacidade do vírus de infectar indivíduos em bolsões de não vacinados. Em três anos de aplicação dessa estratégia, a incidência de pólio foi quase a zero no Brasil, e em 1989 foi finalmente registrado o último caso de infecção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O sucesso da estratégia fez dela um exemplo, que passou a ser adotado nas Américas através da Opas, tornando este o primeiro continente livre da pólio pelas mãos... de mais um brasileiro: Ciro de Quadros. Sobre ele, o ex-diretor do Instituto Evandro Chagas Francisco de Paula Pinheiro afirma no artigo ‘Ciro de Quadros, herói da saúde pública das Américas e do mundo’ que em 1986, quando eram muitos os “obstáculos a serem enfrentados”, ele “idealizou, organizou e liderou a execução do Programa de Erradicação do Poliovírus Selvagem na América Latina e no Caribe”. E o resultado foi logo percebido: “O último caso de pólio por vírus selvagem nas Américas foi diagnosticado no Peru, em 1991. Em seguida, Ciro comandou os esforços para interromper a transmissão do sarampo – o que ocorreu em 2002 – e da rubéola nas Américas”, conta o autor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além de ‘exportar’ estratégias de vacinação, desde 2001 o Brasil é fornecedor internacional da vacina de febre amarela, e desde 2007 da vacina contra meningite meningocócica, ambas produzidas pela Fundação Oswaldo Cruz, instituição pública ligada ao Ministério da Saúde. Em 2022, a esse portfólio de exportação foi incluída a vacina contra a influenza (gripe), através do Instituto Butantan, também público, vinculado ao governo estadual de São Paulo. Através da venda para agências das Nações Unidas, esses produtos são usados majoritariamente na América Latina, Caribe e África.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A partir da década de 1990, inicialmente no âmbito da Organização Mundial do Comércio (OMC) e posteriormente também na OMS, o Brasil esteve no centro das negociações para o licenciamento compulsório de medicamentos anti-Aids, a fim de reduzir os valores cobrados pela indústria farmacêutica. Em 2001, o país ameaçou quebrar a patente do Nelfinavir, da Roche. Os EUA entraram com reclamação contra o Brasil na OMC e a diplomacia brasileira atuou para levar o tema para a Assembleia da OMS, fórum que aprovou a resolução prevendo o acesso de medicamentos a pacientes com Aids como um direito humano fundamental.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em paralelo, organizações não-governamentais (ONGs) pressionaram Washington a retirar o processo contra o Brasil na OMC, sob a justificativa de que a postura norte-americana ameaçava a política de combate à Aids. Com a vitória obtida na batalha das ideias e na articulação de ações em diferentes organismos multilaterais, com apoio da sociedade civil, em 2003 o Brasil repetiu a ameaça, agora para o Kaletra, da Abbott. A estratégia permitiu que o Ministério da Saúde negociasse a aquisição desses medicamentos a preços mais acessíveis, o que foi fundamental para a execução da Política Nacional de Aids, que distribui gratuitamente, pelo SUS, os medicamentos para portadores de HIV.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 2006, o país foi além da ameaça e, utilizando a flexibilidade prevista no artigo 31 do Acordo sobre os Aspectos dos Direitos de Propriedade Intelectual Relacionadas ao Comércio (TRIPS, na sigla em inglês), declarou o licenciamento compulsório do Efavirenz, da Merck. A decisão permitiu ao Ministério da Saúde importar versões genéricas do remédio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste Dia Mundial da Saúde de 2026, a OMS escolheu o tema “Juntos pela ciência”, celebrando o poder da colaboração científica para proteger a saúde das pessoas, dos animais, das plantas e do planeta, sob a abordagem da Saúde Única e a visão de que a cooperação multilateral necessária para transformar evidências em ação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Num cenário global de conflitos e incertezas, a meta estabelecida pela OMS só ocorrerá com a participação efetiva das sociedades, mais que apenas os governos. Mais que um direito - o de autodeterminação dos povos -, a participação social é uma ferramenta de construção coletiva, de vigilância ambiental e epidemiológica, e também de combate ao negacionismo como o do movimento antivacina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Continue contribuindo para a saúde global reforçando laços de atuação com outros movimentos e coletivos, faça do MapaMovSaúde sua rede de conexões em prol de lutas que promovam o bem-estar de toda a Humanidade!&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
[[Categoria:Notícias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>MapaMov</name></author>
	</entry>
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		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Curso_Comunica%C3%A7%C3%A3o_Popular_e_Direito_%C3%A0_Sa%C3%BAde_2026&amp;diff=2519</id>
		<title>Curso Comunicação Popular e Direito à Saúde 2026</title>
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		<updated>2026-04-07T12:02:43Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;MapaMov: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;O [https://nucleopiratininga.org.br/ Núcleo Piratininga de Comunicação (NPC)] e o [https://www.icict.fiocruz.br/ Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (ICICT/Fiocruz)] uniram suas trajetórias de formação para lançar o Curso Comunicação Popular e Direito à Saúde 2026. A iniciativa, que já tem sua primeira edição em andamento, oferece formação gratuita e de qualidade para fortalecer a atuação de comunicadores populares nas lutas pelo direito universal à saúde.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A aula inaugural, realizada no último sábado (14), no centro do Rio de Janeiro, na Ocupação Manoel Congo, organizada pelo Movimento Nacional de Luta pela Moradia (MNLM), foi um grande sucesso, reunindo uma sala cheia e um público diverso, composto por moradores de diferentes territórios, agentes de saúde e comunicadores populares. Esse primeiro encontro marcou o pontapé inicial de uma jornada que se estenderá até setembro, sempre aos sábados, em formato presencial e quinzenal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Comunicação-popular-npc.jpg|semmoldura|centro|Turma - Curso Comunicação Popular e Direito à Saúde]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Formação gratuita e enraizada nos territórios&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Totalmente gratuito, o curso acontece entre os dias 14 de março e 7 de setembro de 2026, com um total de 12 encontros presenciais. A proposta é promover um espaço de troca e aprendizado que dialogue diretamente com a realidade das comunidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao longo da formação, os participantes vão mergulhar em temas como a história e os desafios da comunicação popular e da saúde coletiva no Brasil, explorando as formas de fortalecimento mútuo entre esses dois campos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O corpo docente é multidisciplinar e reúne comunicadores populares, jornalistas, pesquisadores do ICICT/Fiocruz, garantindo uma rica diversidade de perspectivas. Além disso, haverá atividades extraclasse para experimentação de vivências e reflexões sobre os contextos perpassados nos debates pedagógicos.&lt;br /&gt;
[[Categoria:Movimentos Sociais]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Região Sudeste]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Rio de Janeiro]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>MapaMov</name></author>
	</entry>
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		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Secretaria_de_Sa%C3%BAde_Ind%C3%ADgena_-_SESAI&amp;diff=2518</id>
		<title>Secretaria de Saúde Indígena - SESAI</title>
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		<updated>2026-04-07T12:02:15Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;MapaMov: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Sesai.jpg|alt=Sesai|miniaturadaimagem|Sesai]]&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;A Secretaria de Saúde Indígena - SESAI&#039;&#039;&#039; é responsável por coordenar e executar a [https://www.gov.br/conselho-nacional-de-saude/pt-br/assuntos/noticias/2022/novembro/apos-vinte-anos-povos-originarios-atualizam-politica-nacional-de-atencao-a-saude-indigena Política Nacional de Atenção à Saúde dos Povos Indígenas] e todo o processo de gestão do [https://www.gov.br/planejamento/pt-br/acesso-a-informacao/participacao-social/conselhos-e-orgaos-colegiados/cmap/politicas/2022/avaliacoes-conduzidas-pelo-cmag/subsistema-de-atencao-a-saude-indigena-sasisus Subsistema de Atenção à Saúde Indígena (SasiSUS)] no Sistema Único de Saúde (SUS).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Criada em 2010, a &#039;&#039;&#039;SESAI&#039;&#039;&#039; atende mais de 762 mil indígenas aldeados em todo o Brasil e, de acordo com o Ministério da Saúde, esse trabalho é feito por cerca de 22 mil profissionais, dos quais 52% são indígenas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Secretaria promove a atenção primária à saúde e ações de saneamento, de maneira participativa e diferenciada, respeitando as especificidades epidemiológicas e socioculturais destes povos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Seminário Saúde Indígena: Um SasiSUS para o bem viver&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entre 2024 e 2025, a Sesai organizou o [https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/sesai/seminario-saude-indigena Seminário Saúde Indígena: Um SasiSUS para o bem viver] nas 5 macrorregiões do Brasil. Deste processo, participam usuários, conselheiros distritais e locais, gestores, trabalhadores da saúde indígena, instituições públicas e organizações indígenas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seus objetivos foram:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;- Fortalecer as medicinas indígenas, reconhecendo suas ciências, tecnologias de cuidados ancestrais, proteção, promoção, prevenção e recuperação da saúde integrando-as à Rede de Atenção à Saúde do SUS.&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;- Debater e apoiar a estruturação de diretrizes e estratégias para o Programa Nacional de Saneamento Indígena.&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;- Discutir as formas de cooperação e de articulação junto aos Órgãos Federais e Entes Subnacionais visando ampliar a atuação sobre os determinantes e condicionantes da saúde indígena.&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;- Propor a organização do modelo de atenção e os serviços de saúde de acordo com as especificidades macrorregionais dos DSEI, respeitando as diretrizes da PNASPI.&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;- Discutir diretrizes e metodologias que permitam a educação na saúde e a gestão do trabalho atuar de acordo com as diversidades regionais, epidemiológicas e interculturais dos povos indígenas.&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;- Discutir as necessidades estruturantes do SasiSUS, visando a melhoria das ações e serviços de saúde indígena a partir do financiamento e instância de controle social.&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Movimentos indígenas, como  [[Mães da Terra]], [[Urihi Associação Yanomami]] e [[Tekó - Coletivo de Artivismo Indígena da Região Metropolitana de Belém]] organizam a luta pela saúde indígena em seus territórios, colaborando para o fortalecimento da missão da Sesai.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seu movimento também luta pela &#039;&#039;&#039;saúde indígena&#039;&#039;&#039;? Informe isto editando a página dele aqui na plataforma. Se você ainda não publicou a página do coletivo aqui no &#039;&#039;&#039;MapaMovSaúde&#039;&#039;&#039;, crie! Saiba como [https://mapamovsaude.net.br/index.php/Categoria:Perguntas%20Frequentes aqui]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Movimentos Sociais]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Região Centro-Oeste]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Distrito Federal]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>MapaMov</name></author>
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		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Distrito_Sanit%C3%A1rio_Especial_Ind%C3%ADgena_-_DSEI&amp;diff=2517</id>
		<title>Distrito Sanitário Especial Indígena - DSEI</title>
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		<updated>2026-04-07T12:01:42Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;MapaMov: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:DSEIs no Brasil.jpg|alt=DSEIs no Brasil|miniaturadaimagem|DSEIs no Brasil]]&lt;br /&gt;
As políticas específicas de saúde para as populações indígenas são materializadas nos &#039;&#039;&#039;Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEIs)&#039;&#039;&#039;, unidades gestoras descentralizada do [https://www.gov.br/planejamento/pt-br/acesso-a-informacao/participacao-social/conselhos-e-orgaos-colegiados/cmap/politicas/2022/avaliacoes-conduzidas-pelo-cmag/subsistema-de-atencao-a-saude-indigena-sasisus Subsistema de Atenção à Saúde Indígena (SasiSUS)].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Brasil conta com 34 &#039;&#039;&#039;DSEIs&#039;&#039;&#039; divididos por critérios territoriais de ocupação geográfica das comunidades indígenas, seguindo definição da [[Secretaria_de_Saúde_Indígena_-_SESAI|Secretaria de Saúde Indígena do Ministério da Saúde]], e não obedecendo aos limites formais das unidades da federação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os &#039;&#039;&#039;DSEI&#039;&#039;&#039; contam com grande participação dos movimentos indígenas, como  [[Mães da Terra]], [[Urihi Associação Yanomami]] e [[Tekó - Coletivo de Artivismo Indígena da Região Metropolitana de Belém|Tekó - Coletivo de Artivismo Indígena da Região Metropolitana de Belé]]m organizam a luta pela saúde indígena em seus territórios, colaborando para o fortalecimento da missão da &#039;&#039;&#039;Sesai&#039;&#039;&#039;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seu movimento também luta pela &#039;&#039;&#039;saúde indígena&#039;&#039;&#039;? Informe isto editando a página dele aqui na plataforma. Se você ainda não publicou a página do coletivo aqui no &#039;&#039;&#039;MapaMovSaúde&#039;&#039;&#039;, crie! Saiba como [https://mapamovsaude.net.br/index.php/Categoria:Perguntas%20Frequentes aqui].&lt;br /&gt;
[[Categoria:Movimentos Sociais]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Região Nordeste]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Maranhão]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>MapaMov</name></author>
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	<entry>
		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Coletivo_De_Transs_Pra_Frente&amp;diff=2498</id>
		<title>Coletivo De Transs Pra Frente</title>
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		<updated>2026-02-26T16:09:10Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;MapaMov: Adicionei o vídeo realizado em parceria com o MapaMovSaúde&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&#039;&#039;Bahia | Salvador&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Coletivo De Transs pra Frente é um grupo formado por ativistas trans e travestis em Salvador, que surgiu da necessidade de nortear os debates acerca das discussões de gênero, sexualidade e suas interseccionalidades.&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Coletivo-De-Trans-Pra-Frente.jpg|esquerda|miniaturadaimagem|152x152px]]&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Saiba mais:&#039;&#039;&#039; [https://www.facebook.com/detranss/ Coletivo De Transs pra Frente] [https://www.instagram.com/detranss/ @detranss]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conheça as lutas do Coletivo de Transs pra Frente neste relato de Gabriel Novaes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=CiDHaRSUREY&lt;br /&gt;
[[Categoria:Movimentos Sociais]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Região Nordeste]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Bahia]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>MapaMov</name></author>
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		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Centro_Cultural_que_Ladeira_%C3%A9_Essa%3F&amp;diff=2497</id>
		<title>Centro Cultural que Ladeira é Essa?</title>
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		<updated>2026-02-26T16:08:01Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;MapaMov: Adicionei o vídeo realizado em parceria com o MapaMovSaúde&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&#039;&#039;Bahia | Salvador&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O “Centro Cultural Que Ladeira É Essa?”, durante sua trajetória, potencializou a comunidade da Ladeira da Preguiça com ações de aprendizagens e práticas antirracistas. As atividades e ações da Ladeira da Preguiça, incluíram outros territórios do Centro Antigo de Salvador atingidos sob diferentes ameaças, formas de despejo, expulsão e deslocamento de população, proibição de modos de existência pelo urbanismo vigente. Participaram dessa construção, organizações da sociedade civil com experiência na luta contra os atos de violência urbana, especialistas com conhecimentos técnicos, em: (direito, urbanismo, antropologia, etc.) Assim como porta-vozes institucionais, que foram interpelados pela comunidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Missão ==&lt;br /&gt;
Promover ações de aprendizado e práticas antirracistas que valorizem e defendam as comunidades vulnerabilizadas do Centro Antigo de Salvador contra processos de despejo, violência urbana e gentrificação, através de uma articulação coletiva que une moradores, especialistas e organizações da sociedade civil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Visão ==&lt;br /&gt;
Ser um catalisador de transformação social, fomentando uma cidade justa e igualitária, onde as práticas culturais e os direitos das comunidades marginalizadas sejam reconhecidos e respeitados, superando as vulnerabilidades sociais e econômicas impostas pelo urbanismo excludente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Valores ==&lt;br /&gt;
Ser uma instituição comprometida com a ética e transparência; Serviço de qualidade; Valorização do ser humano; Responsabilidade social e cultural da comunidade.&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Que-Ladeira-E-Essa.png|esquerda|miniaturadaimagem]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Saiba mais:&#039;&#039;&#039; https://queladeira.com.br/ [https://www.instagram.com/queladeiraessa/ @queladeiraessa]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conheça as lutas do Centro Cultural Que Ladeira é Essa? neste relato de Nilma Santos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=yqhJzX2VTds&lt;br /&gt;
[[Categoria:Movimentos Sociais]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Região Nordeste]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Bahia]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>MapaMov</name></author>
	</entry>
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		<title>A Pombagem - O Museu é a Rua</title>
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		<updated>2026-02-26T16:06:33Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;MapaMov: Adicionei o vídeo realizado em parceria com o MapaMovSaúde&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&#039;&#039;Bahia | Salvador&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ponto de Memória certificado pelo IBRAM, o Grupo de Arte Popular A Pombagem é o coletivo criador do Conceito/Movimento &amp;quot;O Museu é a Rua&amp;quot;, que combina Literatura Periférica, Teatro de Rua e Museologia Social. Além disso, o coletivo faz a gestão da Casa do Museu Popular da Bahia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta funciona como o museu comunitário da Fazenda Grande do Retiro, bairro situado na periferia de Salvador, e se constitui como um espaço de memória, artes e pesquisa, pois, além das atividades estritamente artístico-culturais, promove encontros e seminários sobre museologia popular e novas possibilidades de musealização.&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Logo-A-Pombagem-480x480.jpg|esquerda|miniaturadaimagem|208x208px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Saiba mais:&#039;&#039;&#039; [https://www.instagram.com/apombagem/ @apombagem]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conheça as lutas do A Pombagem - O Museu é a Rua nestes relatos de Fabricio Brito, Luana Gomes, Saionara Gama e Musa da Guiné.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=nHbTHPVvOsw &lt;br /&gt;
[[Categoria:Movimentos Sociais]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Região Nordeste]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Bahia]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>MapaMov</name></author>
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		<title>MNU Bahia</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;MapaMov: Adicionei o vídeo realizado em parceria com o MapaMovSaúde&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&#039;&#039;Bahia | Salvador&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O &#039;&#039;&#039;Movimento Negro Unificado (MNU)&#039;&#039;&#039; é uma organização pioneira na luta do Povo Negro no Brasil. Fundada no dia 18 de junho de 1978, e lançada publicamente no dia 7 de julho, deste mesmo ano, em evento nas escadarias do Teatro Municipal de São Paulo em pleno regime militar. O ato representou um marco referencial histórico na luta contra a discriminação racial no país.&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Logo mnubahia fechado-768x768.png|esquerda|miniaturadaimagem|215x215px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Saiba mais:&#039;&#039;&#039; https://mnubahia.com.br/historia/ [https://www.instagram.com/mnubahia/ @mnubahia]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conheça as lutas do Movimento Negro Unificado da Bahia (MNU-BA) neste relato de Thaise Viana&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=wTxK2j9_JBg &lt;br /&gt;
[[Categoria:Movimentos Sociais]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Região Nordeste]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Bahia]]&lt;/div&gt;</summary>
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		<title>Filhas da Ancestralidade - MUPOIBA</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;MapaMov: Adicionei o vídeo realizado em parceria com o MapaMovSaúde&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Filhas da ancestralidade é um projeto que busca empoderar as mulheres indígenas da Bahia através de diversas ferramentas.&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Filhas da Ancestralidade MUPOIBA.jpg|esquerda|miniaturadaimagem|235x235px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Saiba mais:&#039;&#039;&#039; [https://www.instagram.com/filhas_da_ancestralidade/ @filhas_da_ancestralidade] [https://www.instagram.com/filhasdaancestralidade/ @filhasdaancestralidade]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conheça as lutas do Coletivo Filhas da Ancestralidade neste relato de Magna Kaimbé.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=77z4SEDINK4  &lt;br /&gt;
[[Categoria:Movimentos Sociais]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Região Nordeste]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Bahia]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>MapaMov</name></author>
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		<title>Coletivo Construindo Juntos CDD</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;MapaMov: Criou página com &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Rio de Janeiro | Rio de Janeiro&amp;#039;&amp;#039;  O Coletivo de Pesquisa Construindo Juntos tem como missão trazer voz e legitimidade ou &amp;quot;saber periférico,&amp;quot; conhecimento e formas de ver o mundo de pessoas geralmente excluídas historicamente de espaços acadêmicos: pessoas negras, de baixa renda ou baixa escolaridade formal, e de países historicamente colonizados. Realizamos isso criando parcerias entre a academia e a &amp;quot;periferia&amp;quot; para promover a construção de dados, análises e...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&#039;&#039;Rio de Janeiro | Rio de Janeiro&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Coletivo de Pesquisa Construindo Juntos tem como missão trazer voz e legitimidade ou &amp;quot;saber periférico,&amp;quot; conhecimento e formas de ver o mundo de pessoas geralmente excluídas historicamente de espaços acadêmicos: pessoas negras, de baixa renda ou baixa escolaridade formal, e de países historicamente colonizados. Realizamos isso criando parcerias entre a academia e a &amp;quot;periferia&amp;quot; para promover a construção de dados, análises e teorias sociais de uma forma colaborativa, educativa e com ênfase na justiça social.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Coletivo de Pesquisa Construindo Juntos foi fundado em 2019, como uma expansão de uma pesquisa comunitária realizada em 2017 na Cidade de Deus, Rio de Janeiro. Essa pesquisa tinha como objetivo captar dados quantitativos sobre os temas mais relevantes aos moradores da Cidade de Deus: saúde, educação, moradia, transporte, insegurança e resiliência. Uma comunidade com alto índices de pobreza, violência e informalidade, composta majoritariamente por pretos e pardos, a Cidade de Deus como outras favelas da América-Latina têm sido campo de pesquisa por décadas.  Construindo Juntos surgiu para retornar o poder de pesquisa aos moradores, para que eles pudessem decidir quais temas eram importantes, como captar tais informações e o que fazer com os dados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desde então, nossa equipe cresceu, nossos dados tem tido repercussão internacional, e nossa visão expandiu. Temos agora vários objetivos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
# Coletar dados sobre a Cidade de Deus e outras periferias urbanas em colaboração com moradores da comunidade.&lt;br /&gt;
# Disseminar os dados de uma forma inclusiva, que coloca os sujeitos da pesquisa como autores.&lt;br /&gt;
# Trazer as diversas vozes da periferia urbana para dentro da academia e outros espaços de pesquisa.&lt;br /&gt;
# Criar vínculos e parcerias entre acadêmicos e comunidades periféricas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Coletivo Construindo Juntos CDD.jpg|esquerda|miniaturadaimagem|213x213px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Saiba mais:&#039;&#039;&#039; https://www.construindojuntos.com/ [https://www.instagram.com/construindojuntoscdd/ @construindojuntoscdd]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Movimentos Sociais]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Região Sudeste]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Rio de Janeiro]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>MapaMov</name></author>
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		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Arquivo:Coletivo_Construindo_Juntos_CDD.jpg&amp;diff=2490</id>
		<title>Arquivo:Coletivo Construindo Juntos CDD.jpg</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;MapaMov: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Logo Coletivo Construindo Juntos CDD&lt;/div&gt;</summary>
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		<updated>2026-01-25T21:30:32Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;MapaMov: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&#039;&#039;Bahia | Salvador&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O &#039;&#039;&#039;Movimento Negro Unificado (MNU)&#039;&#039;&#039; é uma organização pioneira na luta do Povo Negro no Brasil. Fundada no dia 18 de junho de 1978, e lançada publicamente no dia 7 de julho, deste mesmo ano, em evento nas escadarias do Teatro Municipal de São Paulo em pleno regime militar. O ato representou um marco referencial histórico na luta contra a discriminação racial no país.&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Logo mnubahia fechado-768x768.png|esquerda|miniaturadaimagem|215x215px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Saiba mais:&#039;&#039;&#039; https://mnubahia.com.br/historia/ [https://www.instagram.com/mnubahia/ @mnubahia]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Movimentos Sociais]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Região Nordeste]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Bahia]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>MapaMov</name></author>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;MapaMov: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&#039;&#039;Bahia | Salvador&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Coletivo De Transs pra Frente é um grupo formado por ativistas trans e travestis em Salvador, que surgiu da necessidade de nortear os debates acerca das discussões de gênero, sexualidade e suas interseccionalidades.&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Coletivo-De-Trans-Pra-Frente.jpg|esquerda|miniaturadaimagem|152x152px]]&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Saiba mais:&#039;&#039;&#039; [https://www.facebook.com/detranss/ Coletivo De Transs pra Frente] [https://www.instagram.com/detranss/ @detranss]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Movimentos Sociais]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Região Nordeste]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Bahia]]&lt;/div&gt;</summary>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;MapaMov: Criou página com &amp;#039;O Coletivo De Transs pra Frente é um grupo formado por ativistas trans e travestis em Salvador, que surgiu da necessidade de nortear os debates acerca das discussões de gênero, sexualidade e suas interseccionalidades. 152x152px &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Saiba mais:&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; [https://www.facebook.com/detranss/ Coletivo De Transs pra Frente] [https://www.instagram.com/detranss/ @detranss] Categoria:Movimentos Sociais Cate...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;O Coletivo De Transs pra Frente é um grupo formado por ativistas trans e travestis em Salvador, que surgiu da necessidade de nortear os debates acerca das discussões de gênero, sexualidade e suas interseccionalidades.&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Coletivo-De-Trans-Pra-Frente.jpg|esquerda|miniaturadaimagem|152x152px]]&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Saiba mais:&#039;&#039;&#039; [https://www.facebook.com/detranss/ Coletivo De Transs pra Frente] [https://www.instagram.com/detranss/ @detranss]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Movimentos Sociais]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Região Nordeste]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Bahia]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>MapaMov</name></author>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;MapaMov: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Logo Coletivo De Transs Pra Frente&lt;/div&gt;</summary>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;MapaMov: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;O &#039;&#039;&#039;Movimento Negro Unificado (MNU)&#039;&#039;&#039; é uma organização pioneira na luta do Povo Negro no Brasil. Fundada no dia 18 de junho de 1978, e lançada publicamente no dia 7 de julho, deste mesmo ano, em evento nas escadarias do Teatro Municipal de São Paulo em pleno regime militar. O ato representou um marco referencial histórico na luta contra a discriminação racial no país.&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Logo mnubahia fechado-768x768.png|esquerda|miniaturadaimagem|215x215px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Saiba mais:&#039;&#039;&#039; https://mnubahia.com.br/historia/ [https://www.instagram.com/mnubahia/ @mnubahia]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Movimentos Sociais]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Região Nordeste]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Bahia]]&lt;/div&gt;</summary>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;MapaMov: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;O &#039;&#039;&#039;Movimento Negro Unificado (MNU)&#039;&#039;&#039; é uma organização pioneira na luta do Povo Negro no Brasil. Fundada no dia 18 de junho de 1978, e lançada publicamente no dia 7 de julho, deste mesmo ano, em evento nas escadarias do Teatro Municipal de São Paulo em pleno regime militar. O ato representou um marco referencial histórico na luta contra a discriminação racial no país.&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Logo mnubahia fechado-768x768.png|esquerda|miniaturadaimagem|215x215px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Saiba mais:&#039;&#039;&#039; https://mnubahia.com.br/historia/&lt;br /&gt;
[[Categoria:Movimentos Sociais]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Região Nordeste]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Bahia]]&lt;/div&gt;</summary>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;MapaMov: Criou página com &amp;#039;O &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Movimento Negro Unificado (MNU)&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; é uma organização pioneira na luta do Povo Negro no Brasil. Fundada no dia 18 de junho de 1978, e lançada publicamente no dia 7 de julho, deste mesmo ano, em evento nas escadarias do Teatro Municipal de São Paulo em pleno regime militar. O ato representou um marco referencial histórico na luta contra a discriminação racial no país. 215x215px   &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Saib...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;O &#039;&#039;&#039;Movimento Negro Unificado (MNU)&#039;&#039;&#039; é uma organização pioneira na luta do Povo Negro no Brasil. Fundada no dia 18 de junho de 1978, e lançada publicamente no dia 7 de julho, deste mesmo ano, em evento nas escadarias do Teatro Municipal de São Paulo em pleno regime militar. O ato representou um marco referencial histórico na luta contra a discriminação racial no país.&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Logo mnubahia fechado-768x768.png|esquerda|miniaturadaimagem|215x215px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Saiba mais:&#039;&#039;&#039; https://mnubahia.com.br/historia/&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>MapaMov</name></author>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;MapaMov: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Logo MNU Bahia&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>MapaMov</name></author>
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		<updated>2026-01-25T21:11:09Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;MapaMov: Criou página com &amp;#039;Filhas da ancestralidade é um projeto que busca empoderar as mulheres indígenas da Bahia através de diversas ferramentas. 235x235px   &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Saiba mais:&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; [https://www.instagram.com/filhas_da_ancestralidade/ @filhas_da_ancestralidade] [https://www.instagram.com/filhasdaancestralidade/ @filhasdaancestralidade] Categoria:Movimentos Sociais Categoria:Região Nordeste Categoria:Bahia&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Filhas da ancestralidade é um projeto que busca empoderar as mulheres indígenas da Bahia através de diversas ferramentas.&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Filhas da Ancestralidade MUPOIBA.jpg|esquerda|miniaturadaimagem|235x235px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Saiba mais:&#039;&#039;&#039; [https://www.instagram.com/filhas_da_ancestralidade/ @filhas_da_ancestralidade] [https://www.instagram.com/filhasdaancestralidade/ @filhasdaancestralidade]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Movimentos Sociais]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Região Nordeste]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Bahia]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>MapaMov</name></author>
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		<title>Arquivo:Filhas da Ancestralidade - MUPOIBA.jpg</title>
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		<title>A Pombagem - O Museu é a Rua</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;MapaMov: Criou página com &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Bahia | Salvador&amp;#039;&amp;#039;  Ponto de Memória certificado pelo IBRAM, o Grupo de Arte Popular A Pombagem é o coletivo criador do Conceito/Movimento &amp;quot;O Museu é a Rua&amp;quot;, que combina Literatura Periférica, Teatro de Rua e Museologia Social. Além disso, o coletivo faz a gestão da Casa do Museu Popular da Bahia.  Esta funciona como o museu comunitário da Fazenda Grande do Retiro, bairro situado na periferia de Salvador, e se constitui como um espaço de memória, artes e pesqu...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&#039;&#039;Bahia | Salvador&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ponto de Memória certificado pelo IBRAM, o Grupo de Arte Popular A Pombagem é o coletivo criador do Conceito/Movimento &amp;quot;O Museu é a Rua&amp;quot;, que combina Literatura Periférica, Teatro de Rua e Museologia Social. Além disso, o coletivo faz a gestão da Casa do Museu Popular da Bahia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta funciona como o museu comunitário da Fazenda Grande do Retiro, bairro situado na periferia de Salvador, e se constitui como um espaço de memória, artes e pesquisa, pois, além das atividades estritamente artístico-culturais, promove encontros e seminários sobre museologia popular e novas possibilidades de musealização.&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Logo-A-Pombagem-480x480.jpg|esquerda|miniaturadaimagem|208x208px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Saiba mais:&#039;&#039;&#039; [https://www.instagram.com/apombagem/ @apombagem]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Movimentos Sociais]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Região Nordeste]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Bahia]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>MapaMov</name></author>
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		<author><name>MapaMov</name></author>
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		<title>Centro Cultural que Ladeira é Essa?</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;MapaMov: Criou página com &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Bahia | Salvador&amp;#039;&amp;#039;  O “Centro Cultural Que Ladeira É Essa?”, durante sua trajetória, potencializou a comunidade da Ladeira da Preguiça com ações de aprendizagens e práticas antirracistas. As atividades e ações da Ladeira da Preguiça, incluíram outros territórios do Centro Antigo de Salvador atingidos sob diferentes ameaças, formas de despejo, expulsão e deslocamento de população, proibição de modos de existência pelo urbanismo vigente. Participara...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&#039;&#039;Bahia | Salvador&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O “Centro Cultural Que Ladeira É Essa?”, durante sua trajetória, potencializou a comunidade da Ladeira da Preguiça com ações de aprendizagens e práticas antirracistas. As atividades e ações da Ladeira da Preguiça, incluíram outros territórios do Centro Antigo de Salvador atingidos sob diferentes ameaças, formas de despejo, expulsão e deslocamento de população, proibição de modos de existência pelo urbanismo vigente. Participaram dessa construção, organizações da sociedade civil com experiência na luta contra os atos de violência urbana, especialistas com conhecimentos técnicos, em: (direito, urbanismo, antropologia, etc.) Assim como porta-vozes institucionais, que foram interpelados pela comunidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Missão ==&lt;br /&gt;
Promover ações de aprendizado e práticas antirracistas que valorizem e defendam as comunidades vulnerabilizadas do Centro Antigo de Salvador contra processos de despejo, violência urbana e gentrificação, através de uma articulação coletiva que une moradores, especialistas e organizações da sociedade civil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Visão ==&lt;br /&gt;
Ser um catalisador de transformação social, fomentando uma cidade justa e igualitária, onde as práticas culturais e os direitos das comunidades marginalizadas sejam reconhecidos e respeitados, superando as vulnerabilidades sociais e econômicas impostas pelo urbanismo excludente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Valores ==&lt;br /&gt;
Ser uma instituição comprometida com a ética e transparência; Serviço de qualidade; Valorização do ser humano; Responsabilidade social e cultural da comunidade.&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Que-Ladeira-E-Essa.png|esquerda|miniaturadaimagem]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Saiba mais:&#039;&#039;&#039; https://queladeira.com.br/ [https://www.instagram.com/queladeiraessa/ @queladeiraessa]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Movimentos Sociais]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Região Nordeste]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Bahia]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>MapaMov</name></author>
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		<title>Arquivo:Que-Ladeira-E-Essa.png</title>
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		<updated>2026-01-25T20:47:57Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;MapaMov: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Logo tipo Centro Cultura Que Ladeira é Essa&lt;/div&gt;</summary>
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		<title>Atenção Básica</title>
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		<updated>2025-11-11T12:34:04Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;MapaMov: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;A Atenção Básica no Sistema Único de Saúde (SUS) é a porta de entrada preferencial recomendada para o acesso dos cidadãos aos programas e serviços de saúde no Brasil, desempenhando papel fundamental na promoção, prevenção, tratamento e reabilitação da saúde da população. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse modelo de atenção à saúde, por muitos entendido como sinônomo de Atenção Primária à Saúde, tem como marco fundador a Conferência Internacional sobre Cuidados Primários de Saúde, realizada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) na cidade de Alma-Ata, na República Socialista Soviética do Cazaquistão, em setembro de 1978. A saúde é entendida como uma expressão do &amp;quot;completo bem-estar físico, mental e social, e não simplesmente a ausência de doença ou enfermidade&amp;quot;, defendida como direito fundamental e principal meta social de todos os governos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desde a Conferência da Alma-Ata, uma atenção básica bem estruturada, com os profissionais, materiais e equipamentos necessários, tem sido a principal orientação para a organização dos sistemas de saúde rumo à capacidade de resolver a maioria dos problemas de saúde das comunidades, evitando a necessidade de encaminhamentos para níveis mais complexos de atenção e que requerem, necessariamente, mais investimentos em tecnologia e profissionais especializados. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando falamos em atenção básica, na verdade, estamos relacionando uma série de políticas públicas do SUS que trabalham de forma articulada nesse nível de atenção, mais próximo ao território e mais democrática. Com a criação do SUS, em 1988, o modelo da atenção básica foi definido como o orientador do sistema. No entanto, as primeiras políticas públicas datam de 2006, com a Política Nacional de Atenção Básica (PNAB), seguida de atualizações, e que orienta o seu funcionamento; a Estratégia Saúde da Família (ESF), uma política que atua conjuntamente com a PNAB e define a atuação das equipes de saúde da família; a atuação dos Agentes Comunitários de Saúde; o programa Farmácia Popular, entre outras políticas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Devido à sua extensão, presente em mais de 90% do território brasileiro e concepção, a Atenção Básica no SUS enfrenta obstáculos significativos, entre eles o financiamento inadequado e a grande diferença na qualidade do atendimento por equipes tão diversas espalhadas no território nacional. O processo de informatização da Atenção Básica, que tem buscado avançar com a implantação do sistema e-SUS, facilitando o registro, o acompanhamento e a avaliação das ações em saúde, visa também sua melhoria gerencial e conhecimento de indicadores.&lt;br /&gt;
[[Categoria:Artigos]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>MapaMov</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=UBS&amp;diff=2470</id>
		<title>UBS</title>
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		<updated>2025-11-11T12:33:51Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;MapaMov: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;As Unidades Básicas de Saúde (UBS) são a porta de entrada do Sistema Único de Saúde (SUS) e desempenham papel fundamental na atenção primária, oferecendo serviços essenciais como consultas médicas, vacinação, acompanhamento de doenças crônicas e promoção da saúde. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
São essas as unidades responsáveis por garantir o acesso da população a cuidados contínuos e integrados, atuando na prevenção, diagnóstico e tratamento de condições de saúde comuns, além de organizar o encaminhamento para níveis de atenção mais complexos quando necessário. As UBS também são espaços importante para ações educativas e de vigilância em saúde, fortalecendo a relação entre comunidade e sistema de saúde.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As UBS são, de certa forma, a continuidade histórica dos postos de saúde, as primeiras estruturas abertas para oferta de serviços de saúde à população. A infraestrutura e a disponibilidade de materiais influenciam diretamente a qualidade do atendimento e a satisfação da população com as UBS, que devem contar com atuação multiprofissional, incluindo médicos, enfermeiros, farmacêuticos e agentes comunitários. A conexão das UBS com os territórios pode ser fortalecida com a realização das eleições dos conselhos locais de saúde.&lt;br /&gt;
[[Categoria:Artigos]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>MapaMov</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Os_movimentos_sociais_diante_dos_impactos_das_emerg%C3%AAncias_clim%C3%A1ticas_sobre_a_sa%C3%BAde&amp;diff=2469</id>
		<title>Os movimentos sociais diante dos impactos das emergências climáticas sobre a saúde</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Os_movimentos_sociais_diante_dos_impactos_das_emerg%C3%AAncias_clim%C3%A1ticas_sobre_a_sa%C3%BAde&amp;diff=2469"/>
		<updated>2025-11-11T12:33:35Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;MapaMov: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Evento-Bahia.jpg|alt=Evento-Bahia|miniaturadaimagem|Evento-Bahia]]&lt;br /&gt;
O Auditório do Instituto de Saúde Coletiva da Universidade Federal da Bahia (UFBA), em Salvador, recebeu nos dias 30 e 31 de outubro os Encontro Ciência, Saúde e Participação Popular. Organizado pelo Mapa Colaborativo dos Movimentos Sociais em Saúde (MapaMovSaúde), em parceria com o Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes), a Cooperação Social da Fiocruz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O evento debateu as emergências climáticas, que já transformam o presente e impactam profundamente a saúde e as condições de vida das populações. Secas, enchentes e ondas de calor extremo têm revelado, de forma cada vez mais evidente, que a crise ambiental é também uma crise social e sanitária, que exige respostas urgentes, solidárias e democráticas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Destacando a importância da educação popular e a necessidade de aproximar ciência de saberes tradicioanis, as práticas dos movimentos sociais e a defesa do Sistema Único de Saúde (SUS), André Lima, representando a Coordenação de Cooperação Social da Presidência da Fiocruz, apresentou a Oficina-Assembleia do Mapa dos Movimentos Sociais em Saúde. “O principal desafio hoje é garantir o direito a existir, especialmente nos territórios historicamente silenciados”, apontou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diretora adjunta do Instituto de Saúde Coletiva da Universidade Federal da Bahia (ISC/UFBA), Joilda Nery, destacou a relevância da parceria entre as instituições realizadoras. &amp;quot;O ISC é parte constituinte do Cebes. É uma parceria profícua receber a Fiocruz e o MapaMovSaúde, bem como todos os movimentos sociais presentes&amp;quot;, ressaltou. Em seguida, o  presidente do Cebes, Carlos Fidelis, iniciou sua fala lembrando que o país não pode naturalizar o horror vivenciado dias antes na operação odo Governo do Estado do Rio de Janeiro que gerou mais de 100 óbitos. “A gente não pode negar, não pode ignorar o que está acontecendo no Rio de Janeiro. Se hoje estamos de luto, isso não significa que paremos de lutar”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fidelis destacou tal ação como tentativa de capturar a potência criativa e solidária do povo brasileiro, observada nas cinco regiões onde o MapaMovSaúde vem promovendo encontros, e reforçou a importância da ação coletiva como força de resistência. “Em todos os lugares do Brasil há gente como a gente. Nós não estamos sós, somos a maioria”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em seguida, a coordenadora do MapaMovSaúde, Lucia Souto, ressaltou que as cenas de violência estatal no Rio de Janeiro “não são fato isolado, mas parte de uma agenda autoritária, de um golpe continuado” que naturaliza a violência e manipula as emoções da saociedade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Precisamos estar atentos e fortes para enfrentar esse projeto de destruição dos direitos e da democracia”. Lucia convidou Jairnilson Paim e Naomar Almeida Filho a comporem a mesa da Oficina-Assembleia do MapaMovSaúde.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Professor emérito da UFBA, Paim situou a disputa de projetos para a saúde, entre a reforma democrática do Estado e o avanço mercantil da saúde. Ele alertou para a persistência de tendências autoritárias e neofascistas, alimentadas pela desconfiança nas instituições. Para enfrentar esse quadro, defendeu “clareza teórica” e acúmulo de evidências sobre como pensam e sentem as maiorias populares. Segundo Paim, mais da metade da população se divide entre “desengajados” e “cautelosos”, frequentemente tragados por narrativas conservadoras como as da meritocracia, do individualismo, da competição e da prosperidade. “Estes invisíveis precisam ser vistos. Por que o povo, muitas vezes vota em seus inimigos?”, provocou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No campo do SUS, Paim retomou a tensão público-privada e destacou que o sistema público opera em desvantagem estrutural frente à saúde suplementar. &amp;quot;Muitas vezes nós ignoramos, esquecemos que existe o privado, e eles mandam e estão mandando cada vez mais&amp;quot;, comentou, antes de defender a necessidade de regulação robusta que priorize o interesse público e organização de base nos territórios. “A saída passa por política e regulação. Precisamos continuar contra a naturalização desse sistema de saúde desigual e injusto, apesar de termos o SUS, de termos uma democracia, não como a queríamos, mas que está sendo possível”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também professor da UFBA, Naomar Almeida Filho ressaltou o ambiente digital como aquele com capacidade de converter, armazenar e transmitir sinais (som, imagem, dados) em código binário, permitindo presença múltipla e ubiquidade. “O digital já está na saúde desde quando o SUS começa. Já havia uma inserção de tecnologias e sinais de comunicação, reprodução de imagens, detecção de padrões e tomadas de decisão que têm componentes digitais”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com ele, essa infraestrutura reconfigurou prontuários, fluxos de informação e expandiu a telesaúde/telemedicina, especialmente na pandemia, reduzindo barreiras territoriais de acesso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante deste poder, Naomar alertou para a centralidade das Big Techs na &amp;quot;Economia Política&amp;quot; da era digital, que promove a individualização radical mediada pelo smartphone. Diante disso, sugeriu que &amp;quot;as regulações passam desde escolhas sobre protocolos de transmissão de dados, até formas de uso. Por isso que os departamentos jurídicos dessas Big Techs são maiores e mais poderosos do que os departamentos de criação tecnológica”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Organização dos movimentos sociais&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A conjuntura debatida na mesa aponta para a necessidade de melhor interlocução dos movimentos sociais. Diante disso, foi unânime a avaliação da necessidade de fortalecer ferramentas como MapaMovSaúde.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lucia Souto lembrou, por exemplo, que o SUS é fruto da mobilização popular. &amp;quot;A 8ª conferencia foi uma constituinte popular da saúde&amp;quot;, afirmou. &amp;quot;O nosso lado sempre será o do SUS e do direito à vida. Não existe SSUS nem mudança sem a garantia da reconhecimento daqueles que precisam ser ouvidos&amp;quot;, afirmou Marcos Gêmeo, do Conselho Estadual de Saúde da Bahia. Essa voz pode ser compartilhada e gerar redes de colaboração na plataforma do MapaMovSaúde, colaborando para a formulação de políticas públicas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foi o que lembrou Luis Eugenio de Souza, diretor do ISC/UFBA. &amp;quot;O trabalho do MapaMovSaúde  importantíssimo, pois no Brasil e no mundo, os governos por si sós estão se mostrando incapazes de resolver questões como as emergências climáticas&amp;quot;, comentou Souza. O aprofundamento da democracia se faz necessário para ultrapassar as iniquidades desde o período colonial, como lembrou Fidelis. &amp;quot;Nosso país traz uma marca de nascença. Um país que começa com o genocídio dos povos originários por uma elite do atraso, que vive de moer pessoas e sonhos&amp;quot;, lembrou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Assista na íntegra &lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O evento está disponível para ser assistido na íntegra - confira em:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Oficina-Assembleia do Mapa Colaborativo dos Movimentos Sociais em Saúde&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://www.youtube.com/live/TD9kC23BnMA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Dia 2 Manhã | Encontros Ciência, Saúde e Participação Popular&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://www.youtube.com/live/KvRHbdxms2U&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Dia 2 Tarde | Encontros Ciência, Saúde e Participação Popular&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://www.youtube.com/live/EYTjYqKNa0g&lt;br /&gt;
[[Categoria:Notícias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>MapaMov</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Controle_Social_da_Sa%C3%BAde&amp;diff=2468</id>
		<title>Controle Social da Saúde</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Controle_Social_da_Sa%C3%BAde&amp;diff=2468"/>
		<updated>2025-11-11T12:33:10Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;MapaMov: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Semana-do-Controle-Social-de-Saude-3-1536x635.jpg|miniaturadaimagem|Ação do Controle Social em Manaus (AM) Foto: Prefeitura de Manaus ]]&lt;br /&gt;
O Controle Social na Saúde é a forma como a sociedade participa da elaboração, acompanhamento e fiscalização das políticas públicas de saúde. Seu exercício depende da transparência das ações do setor público e da corresponsabilidade da sociedade ao exercer ativamente essa participação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O termo “[https://www.sites.epsjv.fiocruz.br/dicionario/verbetes/consoc.html controle social]” tem origem na sociologia e seu uso mais comum está ligado à ideia de controle e disciplinamento. No Brasil, sua história e aplicação quase como sinônimo de “participação social” estão intimamente ligados ao campo da saúde e ao movimento pela Reforma Sanitária]] na década de 70 - que lutava por um sistema nacional de saúde universal, público, participativo, descentralizado e de qualidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A participação da sociedade no Sistema Único de Saúde (SUS), na perspectiva de controle social, foi um dos cernes dos debates da [[Conferência Nacional de Saúde|VIII Conferência Nacional de Saúde]], realizada em 1986. Recém encerrada o ciclo de mais de 20 anos de ditadura civil militar no País,esta foi a primeira conferência com participação da sociedade com direito à voz e voto e que teve como principais eixos “saúde como direito, reformulação do Sistema Nacional de Saúde e financiamento do setor”. Entidades como [[Associação Brasileira de Saúde Coletiva|Abrasco]], [[CEBES|Cebes]], Movimento de Saúde da Zona Leste de São Paulo,MAB, entre outras, tiveram papel preponderante na construção e no debate da conferência, o que faz a VIII Conferência um marco histórico do controle social no Brasil e no mundo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foi a partir dessa discussão que o controle social chegou à Constituição de 1988 como uma garantia constitucional da participação enquanto contribuição ativa da sociedade na formulação das políticas públicas, no acompanhamento dos gastos e implementação dessas políticas, além do controle das ações do poder público. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo o texto constitucional,Hoje, o Controle Social na Saúde é parte estruturante e fundamental do [[SUS]], garantido pelo Art. 198 da Constituição de 1988 que institui a “participação da comunidade” como uma das diretrizes para a saúde, e é visto como um [https://www.gov.br/cgu/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/controle-social/arquivos/controlesocial.pdf mecanismo de prevenção da corrupção, de fortalecimento da cidadania e de consolidação da democracia.]&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Em 1990,No entanto, a participação da comunidade na gestão do SUS e a estrutura de financiamento do novo sistema passam são regulamentadas em 1990, com a promulgação da [https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8142.htm42 Lei 8.142/90].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É a partir desta legislação que as [[Conferências de Saúde|Conferências]] e os [[Conselhos de Saúde]] ganham institucionalidade como instâncias colegiadas do novo sistema de saúde. Isto significa que a população passa a participar de forma oficial por meio das representações nestes órgãos e por meio deles é possível participar do planejamento da saúde, cobrar o uso de recursos financeiros, incidir sobre as gestões municipais, estaduais e federal .Todas as entidades, organizações e movimentos que participam ativamente nas conferências e conselhos de saúde estão contribuindo para o fortalecimento e renovação do controle social na saúde. Atualmente, as [[Conferências Livres|conferências livres]] somam-se no processo do controle social, com maior liberdade temática e regimental.   &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É importante ressaltar que o controle social e a participação na Saúde também podem ser feitos de outras formas em uma democracia participativa como o Brasil. Uma das ferramentas recentes mais acessíveis e que permite ao cidadão conhecer, questionar e atuar como fiscal da aplicação de recursos públicos é a [https://www.gov.br/acessoainformacao/pt-br Lei de Acesso à Informação], e o [https://portaldatransparencia.gov.br/controle-social Portal da Transparência]. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além disso, a garantia do direito à saúde também pode ser acessada pelas comissões das assembléias legislativas estaduais, do Congresso Nacional, pressionando representantes e acionando instâncias jurídicas, como ministério público, defensorias e conselhos profissionais, sem esquecer do papel de meios de comunicação e ferramentas de comunicação popular como instrumentos de pressão e defesa de direitos.&lt;br /&gt;
[[Categoria:Artigos]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>MapaMov</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Conselhos_de_Sa%C3%BAde&amp;diff=2467</id>
		<title>Conselhos de Saúde</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Conselhos_de_Sa%C3%BAde&amp;diff=2467"/>
		<updated>2025-11-11T12:33:00Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;MapaMov: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Plenário do conselho nacional de Saúde.jpg|miniaturadaimagem|Plenário do Conselho Nacional de Saúde, em Brasília]] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No Brasil, a população tem o direito de acompanhar e debater oficialmente as políticas de saúde e a organização das mesmas nos serviços e programas do Sistema Único de Saúde (SUS). Mais do que isso, a participação ativa de toda a sociedade é um dos princípios do SUS que está garantido na Constituição de 1988 e se efetiva pelos conselhos de saúde. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim como as [[Conferências de Saúde|conferências de saúde]], os conselhos de saúde compõem o sistema de participação e [[Controle Social da Saúde|controle social]] do SUS e são regulamentados pela l[https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8142.htm ei nº 8.142, de 28 de dezembro de 1990].  Os conselhos estão presentes em todos os mais de 5. 500 municípios brasileiros e nas 27 unidades federativas; e há um conselho para todo o país, o [https://www.gov.br/conselho-nacional-de-saude/pt-br Conselho Nacional de Saúde (CNS).]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Rumo as 9 décadas de história&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Criado no governo de Getúlio Vargas pela lei n.º 378, de 13 de janeiro de 1937, quando da reorganização do então Ministério da Educação e Saúde Pública, o &#039;&#039;&#039;Conselho Nacional de Saúde (CNS)&#039;&#039;&#039; foi pensado para ser um órgão de consulta do Ministério da Saúde para auxiliar as deliberações sobre as bases gerais das políticas de saúde da época. Inicialmente, o &#039;&#039;&#039;CNS&#039;&#039;&#039; foi composto por 17 membros, reunindo os titulares dos principais cargos de chefia do Ministério e especialistas, “pessoas de notória capacidade em assuntos relativos à saúde”, escolhidas diretamente pelo ministro. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A mudança de concepção sobre o papel do &#039;&#039;&#039;CNS&#039;&#039;&#039; e criação dos demais conselhos foi um resultado direto da mobilização social provocada pelas entidades do Movimento da Reforma Sanitária brasileira, iniciado no final da década de 1970 e que atuou substancialmente na 8ª Conferência Nacional de Saúde e na Assembleia Nacional Constituinte, ambas em 1986. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesses espaços, militantes da saúde, entre servidores públicos e privados, pesquisadores e professores universitários e ativistas, debateram e argumentaram com os políticos e dirigentes de órgãos e instituições públicas pela organização de um sistema de saúde que atendesse todas as pessoas sem distinção; com atuação sobre as necessidades de cuidado das camadas vulnerabilizadas; e que tivesse uma participação social capilarizada em todo o país por meio de conselhos de saúde, como um de seus princípios. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As pessoas que são diariamente cuidadas por serviços e programas e têm seus direitos garantidos por políticas públicas do setor são representadas pelos usuários do SUS, vinculados aos movimentos sociais, tanto do campo como da cidade; entidades que representam os diversos segmentos da sociedade civil, como mulheres, pessoas pretas, estudantes, pessoas LGBTQIAP+, aposentados, indígenas; associações de pessoas e familiares com vivem doenças, agravos e deficiências. Eles ocupam 50% das cadeiras de cada conselho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já os profissionais, trabalhadores e entidades científicas da saúde ocupam 25% dos assentos e os demais 25% são ocupados por representantes da gestão – secretários, assessores e dirigentes das secretarias de saúde, empresários e prestadores de serviços de saúde, como hospitais, laboratórios e entidades patronais, totalizando assim 100%. Exemplos de conselhos de saúde são os [[Conselho Municipal de Pedras de Fogo|Conselho Municipal de Pedras do Fogo (PB);]] [[Conselho Municipal de Saúde - SP|Conselho Municipal de São Paulo (SP)]] e [[Conselho Municipal de Saúde - Guarapuava|Conselho Municipal de Guarapuava (PR)]], entre tantos.   &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os conselhos de saúde devem, entre outras funções, debater as leis, os projetos e as propostas apresentadas pelas prefeituras e governos estaduais e distrital das localidades onde estão organizados. É o conselho de saúde o órgão que deve aprovar o plano anual de saúde. Este documento detalha como o SUS está organizado naquela localidade e quais são os investimentos financeiros programados para efetivar os programas e serviços descritos, e, no caso do CNS, debater e acompanhar as diretrizes nacionais do nosso sistema único, que precisa garantir os mesmos direitos em todo o Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por ser um espaço que precisa reunir a nossa população, os conselhos devem ser compostos por representantes dos segmentos diretamente envolvidos com as políticas de saúde e participantes das [[Conferências de Saúde|conferências de saúde]] e também das [[Conferências de Saúde|conferências livres]], que além de realizar os grandes debates do SUS aproximadamente a cada quatro anos, também elegem os integrantes dos conselhos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É um país inteiro, em cada município e estado, acompanhando a aplicação de recursos e funcionamento do SUS e, mais recentemente, acompanhando em cada posto de saúde, hospital, bairro ou região, com os conselhos locais de saúde. Cada conselho é uma parte viva, vibrante e pulsante do direito à saúde, à participação e de demais direitos sociais e humanos. Participe dos conselhos de saúde.&lt;br /&gt;
[[Categoria:Artigos]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>MapaMov</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Conselho_Municipal_de_Sa%C3%BAde_-_MG&amp;diff=2466</id>
		<title>Conselho Municipal de Saúde - MG</title>
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		<updated>2025-11-11T12:32:35Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;MapaMov: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{DISPLAYTITLE:Página excluída}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Página excluída&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{DEFAULTSORT:Página excluída}}&lt;br /&gt;
[[Categoria:Rascunho/Histórico]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>MapaMov</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Igualdade_de_G%C3%AAnero&amp;diff=2465</id>
		<title>Igualdade de Gênero</title>
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		<updated>2025-11-11T12:31:35Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;MapaMov: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 5: Alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5.1 Acabar com todas as formas de discriminação contra todas as mulheres e meninas em toda parte&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5.2 Eliminar todas as formas de violência contra todas as mulheres e meninas nas esferas públicas e privadas, incluindo o tráfico e exploração sexual e de outros tipos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5.3 Eliminar todas as práticas nocivas, como os casamentos prematuros, forçados e de crianças e mutilações genitais femininas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5.4 Reconhecer e valorizar o trabalho de assistência e doméstico não remunerado, por meio da disponibilização de serviços públicos, infraestrutura e políticas de proteção social, bem como a promoção da responsabilidade compartilhada dentro do lar e da família, conforme os contextos nacionais&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5.5 Garantir a participação plena e efetiva das mulheres e a igualdade de oportunidades para a liderança em todos os níveis de tomada de decisão na vida política, econômica e pública&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5.6 Assegurar o acesso universal à saúde sexual e reprodutiva e os direitos reprodutivos, como acordado em conformidade com o Programa de Ação da Conferência Internacional sobre População e Desenvolvimento e com a Plataforma de Ação de Pequim e os documentos resultantes de suas conferências de revisão&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5.a Realizar reformas para dar às mulheres direitos iguais aos recursos econômicos, bem como o acesso a propriedade e controle sobre a terra e outras formas de propriedade, serviços financeiros, herança e os recursos naturais, de acordo com as leis nacionais&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5.b Aumentar o uso de tecnologias de base, em particular as tecnologias de informação e comunicação, para promover o empoderamento das mulheres&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5.c Adotar e fortalecer políticas sólidas e legislação aplicável para a promoção da igualdade de gênero e o empoderamento de todas as mulheres e meninas em todos os níveis&lt;br /&gt;
[[Categoria:Artigos]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>MapaMov</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Estrat%C3%A9gia_Sa%C3%BAde_da_Fam%C3%ADlia&amp;diff=2464</id>
		<title>Estratégia Saúde da Família</title>
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		<updated>2025-11-11T12:31:04Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;MapaMov: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;A Estratégia Saúde da Família (ESF) é um modelo de atenção primária à saúde fundamental para o Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil, focado na promoção da saúde, prevenção de doenças e cuidado integral das famílias. A ESF atua diretamente nas comunidades, com equipes multiprofissionais que incluem médicos, enfermeiros, agentes comunitários de saúde e, desde 2000, cirurgiões-dentistas, ampliando o cuidado integral no SUS para a dimensão da saúde bucal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ESF destaca-se por promover ações educativas, rastreamento precoce de doenças e uso de tecnologias digitais, além de programas intersetoriais como o Academia da Saúde, que contribuem para a melhoria dos indicadores de saúde, especialmente no enfrentamento das doenças crônicas não transmissíveis (DCNTs). Essa estratégia favorece a equidade no acesso e o cuidado integral, sobretudo para populações vulneráveis, reforçando o papel da atenção primária como porta de entrada do sistema de saúde.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diversos estudos de avaliação indicam que a ESF apresenta bom desempenho em atributos como longitudinalidade (ou seja, o acompanhamento dos usuários por um longo tempo dentro dos diferentes níveis de atenção à saúde), coordenação do sistema de informações e integração de cuidados, mas ainda precisa melhorar em acessibilidade, orientação comunitária e ampliação de oferta de serviços. A integração efetiva entre os profissionais e o fortalecimento da rede de atenção são essenciais para superar fragilidades, como a insuficiência e a rotatividade nas equipes.&lt;br /&gt;
[[Categoria:Artigos]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>MapaMov</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Energia_limpa_e_acess%C3%ADvel&amp;diff=2463</id>
		<title>Energia limpa e acessível</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Energia_limpa_e_acess%C3%ADvel&amp;diff=2463"/>
		<updated>2025-11-11T12:30:51Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;MapaMov: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Objetivo 7. Assegurar o acesso confiável, sustentável, moderno e a preço acessível à energia para todas e todos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7.1 Até 2030, assegurar o acesso universal, confiável, moderno e a preços acessíveis a serviços de energia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7.2 Até 2030, aumentar substancialmente a participação de energias renováveis na matriz energética global&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7.3 Até 2030, dobrar a taxa global de melhoria da eficiência energética&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7.a Até 2030, reforçar a cooperação internacional para facilitar o acesso a pesquisa e tecnologias de energia limpa, incluindo energias renováveis, eficiência energética e tecnologias de combustíveis fósseis avançadas e mais limpas, e promover o investimento em infraestrutura de energia e em tecnologias de energia limpa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7.b Até 2030, expandir a infraestrutura e modernizar a tecnologia para o fornecimento de serviços de energia modernos e sustentáveis para todos nos países em desenvolvimento, particularmente nos países menos desenvolvidos, nos pequenos Estados insulares em desenvolvimento e nos países em desenvolvimento sem litoral, de acordo com seus respectivos programas de apoio&lt;br /&gt;
[[Categoria:Artigos]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>MapaMov</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Confer%C3%AAncias_Livres&amp;diff=2462</id>
		<title>Conferências Livres</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Confer%C3%AAncias_Livres&amp;diff=2462"/>
		<updated>2025-11-11T12:30:37Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;MapaMov: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Conferência livre.jpg|miniaturadaimagem|As conferências livres podem compor quórum e delegaçao para as conferências de saúde regulamentares. ]] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As &#039;&#039;&#039;conferências livres&#039;&#039;&#039; são espaços democráticos e inclusivos de debate e participação da sociedade civil e do poder público, comumente compondo o calendário de atividades das conferências nacionais de saúde. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contudo, ao contrário das [[Conferência Nacional de Saúde|conferências de saúde]] regulamentadas puxadas pelos [[Conselhos de Saúde|conselhos]] – sejam municipais, estaduais/distrital ou nacional – as &#039;&#039;&#039;conferências livres&#039;&#039;&#039; não precisam obedecer aos ritos formais das representações da participação social para eleição de delegados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como o próprio nome expressa, elas são livres e podem ser convocadas por apenas um ou mais grupos da sociedade, organizados em entidades, movimentos sociais e coletivos, com liberdade para definir os temas e a metodologia de seus debates. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessa forma, as &#039;&#039;&#039;conferências livres&#039;&#039;&#039; são importantes instrumentos de discussão e construção de políticas públicas, oferecendo um ambiente aberto para a troca de ideias e a busca por soluções para questões específicas, contribuindo tanto com propostas como com participantes para as conferências formais e regulamentares. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No setor saúde, as &#039;&#039;&#039;conferências livres&#039;&#039;&#039; têm sido realizadas desde os anos 2000. Suas contribuições e resultados têm sido tão expressivos que, a cada novo ciclo de conferência nacional, mais conferências livres são realizadas. Em 2023, por conta da 17ª Conferência Nacional de Saúde, foram realizadas cerca de 100 conferências livres. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== &#039;&#039;&#039;Confira abaixo os relatórios e resoluções de algumas dessas conferências livres que apresentaram contribuições à 17ª CNS.&#039;&#039;&#039; ===&lt;br /&gt;
[[Conferência Nacional Livre de Vítimas e Familiares de Vítimas da Covid-19]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[I Conferência Livre de Hanseníase]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[1° Conferência Nacional Livre de Saúde Quilombola]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[1a Conferência Livre Nacional dos Usuários da RAPS]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Conferência Nacional livre de Saúde da População LGBTQIAPN+]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Conferência Livre Nacional de Mulheres e Saúde Mental Antimanicomial]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[1a Conferência de Saúde Livre Nacional de Mulheres da Amazônia]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Conferência Livre em Saúde da Juventude do Campo, da Floresta e das Águas - Semeando resistência e cultivando um mundo novo.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Relatório da Conferência Livre em Saúde da Juventude do Campo, da Floresta e das Águas: Semeando resistência e cultivando um mundo novo.|Conferência Livre em Saúde da Juventude do Campo, da Floresta e das Águas: Semeando resistência e cultivando um mundo novo.]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Conferências]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>MapaMov</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Confer%C3%AAncias_de_Sa%C3%BAde&amp;diff=2461</id>
		<title>Conferências de Saúde</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Confer%C3%AAncias_de_Sa%C3%BAde&amp;diff=2461"/>
		<updated>2025-11-11T12:30:24Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;MapaMov: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Conferencia nacional de saúde.jpg|miniaturadaimagem|Plenária final da 17ª Conferência Nacional de Saúde, realizada em julho de 2023. ]] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim como os [[Conselhos de Saúde|conselhos de saúde]], as conferências de saúde compõem o sistema de participação e [[Controle Social da Saúde|controle social]] do SUS e são regulamentadas pela [https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8142.htm42 lei nº 8.142, de 28 de dezembro de 1990]. As conferências são espaços ampliados da sociedade civil para o debate das políticas públicas do setor saúde, avaliando as ações em curso, ampliando e garantindo direitos sociais e propondo avanços e novos estratégias para a efetivação do direito à saúde. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As conferências formais e regulares de saúde devem ser mobilizadas periodicamente pelos conselhos de saúde municipais e estaduais, realizando as discussões sobre o cenários e os desafios da saúde nos cidades, estados e Distrito Federal. Há também as [[Conferências Livres|conferências livres]], que têm liberdade para definir os temas e a metodologia de seus debates.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A conferência nacional de saúde é o fórum principal do debate da saúde pública brasileira. Seu processo culmina na composição do [https://www.gov.br/conselho-nacional-de-saude/pt-br Conselho Nacional de Saúde (CNS)]. Ao longo da história da saúde pública no Brasil, foram realizadas dezesete conferências – antes e depois da implementação do SUS. Atualmente, a periodicidade delas é de quatro em quatro anos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;História:&#039;&#039;&#039; A primeira conferência nacional de saúde foi realizada entre 22 e 29 de junho de 1941, e em conjunto com a 1ª conferência nacional de educação, organizadas pelo então Ministério da Educação e Saúde. A partir da 2ª CNS, realizada em 1950, até a 7ª edição, em 1980, as conferências nacionais de saúde serviram para reunir as altas esferas do Ministério da Saúde para debater os caminhos da prestação de serviços e da organização do setor saúde. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Porém, com a crescente mobilização popular e social pela redemocratização da sociedade brasileira ao fim da ditadura civil-militar, instalada em 1964 e que durou até 1985, a organização da VIII Conferência Nacional de Saúde já trazia uma considerável ampliação na participação do movimento social, com sindicatos, associações científicas e movimentos de bairros e por moradia que tinham forte atuação na área da saúde. Pela primeira vez, uma Conferência Nacional da Saúde esteve aberta à sociedade e por ela foi devidamente ocupada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A VIII CNS foi realizada entre 17 a 21 de março de 1986, em Brasília, e seu relatório final, que apresenta a proposta de um sistema universal de saúde, ganhou visibilidade pública. A forte atuação do movimento sanitário na Assembleia Nacional Constituinte, realizada no mesmo ano, fez com que o relatório final da Conferência servisse de base para o capítulo sobre Saúde na Constituição Federal de 1988, resultando na criação do Sistema Único de Saúde (SUS), e do sistema de participação social no setor saúde. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;A atualidade da Conferência Nacional de Saúde:&#039;&#039;&#039; A partir de então, as conferências nacionais de saúde entraram para o calendário da sociedade brasileira, mobilizando a cada edição mais usuários do SUS, movimentos sociais, trabalhadores e gestores de todo o Brasil. Sua última edição, a 17ª CNS, foi realizada entre 2 a 5 de julho de 2023 e reuniu cerca de 5,8 mil pessoas, em Brasília. Foram mais de 3 mil delegados eleitos para a etapa nacional a partir das conferências municipais, estaduais e livres, representantes de uma mobilização de base com mais de 2 milhões de pessoas envolvidas, um novo marco histórico do setor saúde. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[https://www.gov.br/conselho-nacional-de-saude/pt-br/assuntos/noticias/2025/outubro/conselho-nacional-de-saude-convoca-a-18a-conferencia-nacional-de-saude A convocação da 18ª CNS foi anunciada oficialmente em 10 de setembro de 2025]. Seu tema será [https://www.gov.br/conselho-nacional-de-saude/pt-br/assuntos/noticias/2025/outubro/tema-da-18a-conferencia-nacional-de-saude-reforca-a-identidade-e-a-soberania-nacional-do-povo-brasileiro &amp;quot;Brasil das Brasileiras e dos Brasileiros: SUS e Soberania – Cuidar do Povo é Cuidar do Brasil”] . A etapa nacional será realizada em junho de 2027.&lt;br /&gt;
[[Categoria:Conferências]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>MapaMov</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Em_defesa_do_SUS_e_dos_ACE&amp;diff=2460</id>
		<title>Em defesa do SUS e dos ACE</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Em_defesa_do_SUS_e_dos_ACE&amp;diff=2460"/>
		<updated>2025-11-11T12:26:26Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;MapaMov: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Associação dos Agentes de Combate às Endemias do Baixo Parnaíba Estado do Maranhão, é uma entidade voltada na defesa do SUS, e dos ACE - agentes de combate às endemias, a nível regional. Na questão da Saúde do trabalhador direito trabalhista.&lt;br /&gt;
[[Categoria:Rascunho/Histórico]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>MapaMov</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Associa%C3%A7%C3%A3o_de_Mulheres_de_Itagua%C3%AD_Guerreiras_e_Articuladoras_Sociais&amp;diff=2459</id>
		<title>Associação de Mulheres de Itaguaí Guerreiras e Articuladoras Sociais</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Associa%C3%A7%C3%A3o_de_Mulheres_de_Itagua%C3%AD_Guerreiras_e_Articuladoras_Sociais&amp;diff=2459"/>
		<updated>2025-11-11T12:24:20Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;MapaMov: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Associação de Mulheres de Itaguaí Guerreiras e Articuladoras Sociais.jpg|alt=Associação de Mulheres de Itaguaí Guerreiras e Articuladoras Sociais|miniaturadaimagem|Associação de Mulheres de Itaguaí Guerreiras e Articuladoras Sociais]]&lt;br /&gt;
Somos uma reunião de mulheres engajadas nas causas sociais, no combate à fome e a miséria, contra as desigualdades sociais, no combate à violência doméstica e à violência de gênero. Lutamos pela justiça social , pelos Direitos Humanos, pela inclusão social através da educação e cultura , com o objetivo de conferir dignidade pela facilitação de acesso ao mercado de trabalho ou na área do empreendedorismo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lei Maria da Penha ( Lei Nº 11.340/06 )&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contato: (21) 98660-6686&lt;br /&gt;
E-mail: amigas.itaguai@gmail.com&lt;br /&gt;
Instagram: @amigasitaguai&lt;br /&gt;
[[Categoria:Rascunho/Histórico]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>MapaMov</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=P%C3%A1gina_de_Movimento_-_Hist%C3%B3ria_em_Constru%C3%A7%C3%A3o&amp;diff=2458</id>
		<title>Página de Movimento - História em Construção</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=P%C3%A1gina_de_Movimento_-_Hist%C3%B3ria_em_Constru%C3%A7%C3%A3o&amp;diff=2458"/>
		<updated>2025-11-11T12:23:49Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;MapaMov: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Este movimento ainda não publicou uma história no MapaMovSaúde.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você faz parte ou conhece a trajetória e o legado do &#039;&#039;&#039;Movimento XXX&#039;&#039;&#039;?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Faça login e comece a escrever essa história! Sua contribuição é fundamental para que mais pessoas se conectem com essa iniciativa.&lt;br /&gt;
----▶ [[:Categoria:Perguntas Frequentes|Clique aqui e veja Como editar a história desse Movimento Social ◀]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
__SEMTDC____NAOEDITARSECAO____DISAMBIG____NAOINDEXAR____SEMLINKDENOVASECAO__&lt;br /&gt;
[[Categoria:Rascunho/Histórico]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>MapaMov</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Hist%C3%B3rias_em_constru%C3%A7%C3%A3o:_Como_editar_sua_hist%C3%B3ria&amp;diff=2457</id>
		<title>Histórias em construção: Como editar sua história</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Hist%C3%B3rias_em_constru%C3%A7%C3%A3o:_Como_editar_sua_hist%C3%B3ria&amp;diff=2457"/>
		<updated>2025-11-11T12:23:07Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;MapaMov: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Se você chegou até aqui, é porque o seu Movimento Social já tem uma história cadastrada aqui no MapaMovSaúde e está na categoria de &#039;&#039;&#039;HISTÓRIAS EM CONSTRUÇÃO.&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Este passo a passo foi feito especialmente para você!&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para facilitar, dividimos o processo em &#039;&#039;&#039;três etapas essenciais&#039;&#039;&#039;:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
# &#039;&#039;&#039;Como criar uma conta:&#039;&#039;&#039; Se ainda não tem uma conta na nossa plataforma, é necessário criar uma para poder editar a sua história.&lt;br /&gt;
# &#039;&#039;&#039;Como acessar a sua conta:&#039;&#039;&#039; Para editar sua história, é preciso realizar o login na plataforma.&lt;br /&gt;
# &#039;&#039;&#039;Como editar a história do seu Movimento Social:&#039;&#039;&#039; Nesta etapa, você aprenderá como escrever o legado do seu Movimento aqui na plataforma. Vamos te mostrar como incluir fotos, formatar o texto e inserir links para enriquecer ainda mais a sua narrativa.&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Antes de começar, confira algumas dicas:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* O passo a passo abaixo é o mesmo para &#039;&#039;&#039;computadores, tablets e celulares&#039;&#039;&#039;!&lt;br /&gt;
* Caso mude de página sem querer, clique na opção &#039;&#039;&#039;VOLTAR&#039;&#039;&#039; do seu navegador para retornar a esta página.&lt;br /&gt;
* Se preferir, salve está página como &#039;&#039;&#039;FAVORITA&#039;&#039;&#039; no seu navegador e acesse mais fácil sempre que quiser.&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Tire prints do passo a passo&#039;&#039;&#039; para salvar no celular ou tablet. Isso pode te ajudar a não perder nenhum detalhe durante a edição da história.&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Compartilhe o link&#039;&#039;&#039; com todos os membros do seu Movimento. Todos são bem-vindos e podem contribuir!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;&amp;lt;big&amp;gt;Vamos lá?&amp;lt;/big&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== 1. Como criar uma conta ==&lt;br /&gt;
Antes de começar essa etapa, é &#039;&#039;&#039;importante ressaltar&#039;&#039;&#039; que &#039;&#039;&#039;qualquer membro do seu Movimento Social pode criar uma conta&#039;&#039;&#039;. Sendo assim, vocês &#039;&#039;&#039;podem criar quantas contas forem necessárias&#039;&#039;&#039;, tanto &#039;&#039;&#039;com e-mail pessoal&#039;&#039;&#039; quanto &#039;&#039;&#039;com o e-mail oficial de contato do Movimento&#039;&#039;&#039;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;É gratuito e super fácil!&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;&amp;lt;big&amp;gt;Confira o passo a passo:&amp;lt;/big&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;&amp;lt;big&amp;gt;Passo 1 - Crie sua conta de usuário!&amp;lt;/big&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No menu superior, clique em &#039;&#039;&#039;CRIAR CONTA&#039;&#039;&#039; para acessar o formulário de cadastro, conforme imagem abaixo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Passo1-Criar_conta_de_usuário.png|semmoldura|900x900px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;&amp;lt;big&amp;gt;Passo 2 - Informe os dados necessários para criação da conta (pessoal ou do movimento):&amp;lt;/big&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
# Escolha um nome de usuário fácil de identificar;&lt;br /&gt;
# Crie uma senha e confirme-a;&lt;br /&gt;
# Insira seu e-mail para liberar o acesso à plataforma;&lt;br /&gt;
# Responda a tarefa solicitada;&lt;br /&gt;
# Clique em &#039;&#039;&#039;CRIE SUA CONTA&#039;&#039;&#039;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;&amp;lt;u&amp;gt;&amp;lt;big&amp;gt;IMPORTANTE:&amp;lt;/big&amp;gt;&amp;lt;/u&amp;gt; Acesse seu e-mail para confirmar o cadastro. Caso não confirme, você NÃO poderá criar ou editar histórias.&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Passo2-Criar conta de usuário.png|miniaturadaimagem|900x900px|nenhum]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Pronto!&#039;&#039;&#039; Agora que você já &#039;&#039;&#039;criou sua conta e &amp;lt;u&amp;gt;confirmou o seu e-mail&amp;lt;/u&amp;gt;&#039;&#039;&#039;, vamos para a segunda etapa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== &#039;&#039;&#039;2. Como acessar a sua conta&#039;&#039;&#039; ==&lt;br /&gt;
Para editar sua história, primeiro você precisa &#039;&#039;&#039;acessar sua conta&#039;&#039;&#039;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
# Tanto na página inicial ou em qualquer outro página da plataforma, no menu superior, clique em &#039;&#039;&#039;ENTRAR&#039;&#039;&#039;;&lt;br /&gt;
# Digite o nome de usuário e a senha criados no passo anterior;&lt;br /&gt;
# Clique novamente em &#039;&#039;&#039;ENTRAR&#039;&#039;&#039;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Dica:&#039;&#039;&#039; Marque a opção &#039;&#039;&#039;Mantenha-me conectado&#039;&#039;&#039; para não precisar digitar usuário e senha toda vez que precisar entrar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Passo_3-Criar_conta_de_usuário.png|semmoldura|900x900px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Passo 4-Criar conta de usuário.png|nenhum|miniaturadaimagem|900x900px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sucesso!&#039;&#039;&#039; Agora que você já está logado no MapaMovSaúde, chegou a hora de editar a história do seu Movimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== &#039;&#039;&#039;3. Como editar a história do seu Movimento Social&#039;&#039;&#039; ==&lt;br /&gt;
Nessa etapa, a criatividade rola solta! A história do seu Movimento é um legado importante e pode inspirar diferentes pessoas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Então capriche na escrita e lembre-se:&#039;&#039;&#039; qualquer membro do Movimento Social pode contribuir e editar o texto a qualquer hora, sempre que quiser!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;&amp;lt;big&amp;gt;Confira o passo a passo:&amp;lt;/big&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;&amp;lt;big&amp;gt;Passo 1 - Localize a história do Movimento Social&amp;lt;/big&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso pode ser feito de &#039;&#039;&#039;duas formas&#039;&#039;&#039;:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
# Por e-mail: se você recebeu nosso contato por e-mail, lá você encontra o link que leva direto para a história do seu movimento!&lt;br /&gt;
# Localizando o movimento pelo &#039;&#039;&#039;NOME&#039;&#039;&#039; nessa lista aqui ▷ [[:Categoria:Histórias em construção|&#039;&#039;&#039;Lista&#039;&#039;&#039; &#039;&#039;&#039;de&#039;&#039;&#039; &#039;&#039;&#039;Movimentos com Histórias em Construção&#039;&#039;&#039;]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;&amp;lt;u&amp;gt;SÓ PRA LEMBRAR:&amp;lt;/u&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Caso mude de página sem querer, clique na opção &#039;&#039;&#039;VOLTAR&#039;&#039;&#039; do seu navegador para retornar a esta página.&lt;br /&gt;
* Se preferir, salve está página como &#039;&#039;&#039;FAVORITA&#039;&#039;&#039; no seu navegador.&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Tire prints do passo a passo&#039;&#039;&#039; para salvar no celular ou tablet. Isso pode te ajudar a não perder nenhum detalhe durante a edição da história.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;&amp;lt;big&amp;gt;Passo 2 - Lápis de edição&amp;lt;/big&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No menu superior, clique na figura do &#039;&#039;&#039;LÁPIS&#039;&#039;&#039;, como mostra na imagem abaixo: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;small&amp;gt;*Se necessário, selecione &#039;&#039;&#039;Edição Visual (olhinho)&#039;&#039;&#039;, aguarde a barra azul de carregamento.&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Lápis - Como editar uma história.jpg|semmoldura|900x900px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;&amp;lt;big&amp;gt;Passo 3 - Apague o conteúdo inicial&amp;lt;/big&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
# Selecione todo o conteúdo pré-definido da página, &#039;&#039;&#039;apague por completo&#039;&#039;&#039;;&lt;br /&gt;
# Deixe somente o nome do movimento;&lt;br /&gt;
# Escreva tudo que você abaixo do nome. O espaço é todo seu! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Editando Conteúdo Original.jpg|semmoldura|900x900px]][[Arquivo:Editando Conteúdo Original 2.jpg|semmoldura|900x900px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;&amp;lt;big&amp;gt;Passo 4 - Personalize seu texto&amp;lt;/big&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para isso, utilize as ferramentas disponíveis na &#039;&#039;&#039;Barra de Edição&#039;&#039;&#039; que fica logo abaixo do menu superior.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Confira abaixo o que cada uma das ferramentas faz. Elas estão identificadas por número na imagem para você entender!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Personalizar texto.jpg|semmoldura|900x900px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
# Personalizar o texto em negrito, itálico, sublinhado, taxado, outros;&lt;br /&gt;
# Inserir link em uma palavra ou frase específica.&lt;br /&gt;
## Selecione a palavra com mouse, clique no ícone de elo, clique em site externo, cole a URL, clique em concluído.&lt;br /&gt;
# Para fazer referências textuais.&lt;br /&gt;
# Para formatar em listas de marcadores ou numéricas (ideal para tópicos, passo a passo etc.).&lt;br /&gt;
# Inserir imagens, tabelas, comentários, mapas etc.&lt;br /&gt;
## Para inserir imagem, clique em &#039;&#039;Imagem e mídia&#039;&#039; &amp;gt; &#039;&#039;Enviar&#039;&#039; &amp;gt; &#039;&#039;Selecionar arquivo&#039;&#039; &amp;gt; &#039;&#039;Procure no seu computador/celular&#039;&#039; &amp;gt; &#039;&#039;Isto é meu trabalho&#039;&#039; &amp;gt; &#039;&#039;Enviar&#039;&#039;;&lt;br /&gt;
## Escolha o nome da imagem e faça a descrição conforme as orientações do site. Ex: Círculo vermelho com estrelas douradas e duas mãos com punho serrado.&lt;br /&gt;
## Clique em &#039;&#039;Usar esta imagem&#039;&#039; &amp;gt; &#039;&#039;Insira uma legenda (opcional)&#039;&#039;; Em &#039;&#039;Avançado&#039;&#039;, utilize as funções para formatar e alinhar a imagem ao texto (esquerda, direito, centro, miniatura, com quadro, tamanho padrão ou personalizado etc.).&lt;br /&gt;
## &#039;&#039;Inserir&#039;&#039;.&lt;br /&gt;
## Caso deseje mudar a imagem, selecione &#039;&#039;Mudar Imagem&#039;&#039; e seguir o passo a passo novamente;&lt;br /&gt;
## Imagem ficou muito grande? Utilize as setinhas para aumentar e diminuir ou clique em editar.&lt;br /&gt;
## Para mudar de local, utilize o mouse para mover a imagem ou clique em editar.&lt;br /&gt;
# Utilize para inserir caracteres especiais de diferentes línguas.&lt;br /&gt;
# Verificar informações de ajuda.&lt;br /&gt;
# Notificações relacionadas a sua atividade no site.&lt;br /&gt;
# Utilize apenas ao finalizar todo o seu texto.&lt;br /&gt;
## Clique em &#039;&#039;Opções&#039;&#039; &amp;gt; &#039;&#039;Categoria&#039;&#039; &amp;gt; &#039;&#039;Adicione a categoria Movimentos Sociais e todas as outras que achar necessário&#039;&#039; (Saúde, Política, Esportes, etc) &amp;gt; &#039;&#039;Opções&#039;&#039; &amp;gt; &#039;&#039;Insira o nome do seu Movimento Social&#039;&#039;.&lt;br /&gt;
## As demais opções não precisam ser preenchidas e modificadas.&lt;br /&gt;
# Utilize apenas caso tenha experiência em escrita via código fonte (código de programação).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;&amp;lt;big&amp;gt;Passo 5 - Salve suas alterações&amp;lt;/big&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após finalizar e revisar todo o conteúdo, clique em &#039;&#039;&#039;SALVAR ALTERAÇÕES&#039;&#039;&#039;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
# Faça um breve resumo sobre o que você inseriu na página.&lt;br /&gt;
# Opção &#039;&#039;&#039;&#039;&#039;Vigiar esta Página&#039;&#039;&#039; (Opcional)&#039;&#039;: Se desejar acompanhar as alterações na página do movimento e a evolução do conteúdo, mantenha essa opção marcada. Assim, receberá uma notificação sempre que alguém editar a página. Se preferir não receber essas notificações, basta desmarcar a opção.&lt;br /&gt;
# Clique novamente em &#039;&#039;&#039;SALVAR ALTERAÇÕES&#039;&#039;&#039;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;&amp;lt;big&amp;gt;DICA: Sempre que possível, salve suas alterações, mesmo antes de terminar de escrever.&amp;lt;/big&amp;gt;&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Infelizmente nossa plataforma ainda não conta com opção de Salvamento Automático! Então, é melhor prevenir, né? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;big&amp;gt;&#039;&#039;&#039;Chegamos ao fim!&#039;&#039;&#039;&amp;lt;/big&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora que você já entendeu como faz para editar uma história e personalizar o texto. Que tal praticar?&lt;br /&gt;
Volte ao &#039;&#039;&#039;Passo 1&#039;&#039;&#039; (Localize a história do Movimento Social) da &#039;&#039;&#039;Etapa 3&#039;&#039;&#039; (Como editar a história do seu Movimento Social) e comece a escrever sobre o legado do seu Movimento Social!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Contamos com vocês!&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
[[Categoria:Tutoriais/Passo a passo]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>MapaMov</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Associa%C3%A7%C3%A3o_Brasileira_de_Sa%C3%BAde_Coletiva_(Abrasco)&amp;diff=2456</id>
		<title>Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco)</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Associa%C3%A7%C3%A3o_Brasileira_de_Sa%C3%BAde_Coletiva_(Abrasco)&amp;diff=2456"/>
		<updated>2025-11-11T12:21:53Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;MapaMov: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{DISPLAYTITLE:Página excluída}}&lt;br /&gt;
__NAOINDEXAR__&lt;br /&gt;
__SEMLINKDENOVASECAO__&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Rascunho/Histórico]]&lt;br /&gt;
{{DEFAULTSORT:Página excluída}}&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>MapaMov</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Movimento_Ba%C3%ADa_Viva&amp;diff=2455</id>
		<title>Movimento Baía Viva</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Movimento_Ba%C3%ADa_Viva&amp;diff=2455"/>
		<updated>2025-11-11T12:21:21Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;MapaMov: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{DISPLAYTITLE:Página excluída}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{DEFAULTSORT:Página excluída}}&lt;br /&gt;
[[Categoria:Rascunho/Histórico]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>MapaMov</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=AACEBPMA_-_Associa%C3%A7%C3%A3o_dos_Agentes_de_Combate_as_Endemias_do_Baixo_Parna%C3%ADba_Estado_do_Maranh%C3%A3o&amp;diff=2454</id>
		<title>AACEBPMA - Associação dos Agentes de Combate as Endemias do Baixo Parnaíba Estado do Maranhão</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=AACEBPMA_-_Associa%C3%A7%C3%A3o_dos_Agentes_de_Combate_as_Endemias_do_Baixo_Parna%C3%ADba_Estado_do_Maranh%C3%A3o&amp;diff=2454"/>
		<updated>2025-11-11T12:19:05Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;MapaMov: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{DISPLAYTITLE:Página excluída}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{DEFAULTSORT:Página excluída}}&lt;br /&gt;
[[Categoria:Rascunho/Histórico]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>MapaMov</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Movimento_Todos_Juntos_Contra_o_C%C3%A2ncer&amp;diff=2453</id>
		<title>Movimento Todos Juntos Contra o Câncer</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Movimento_Todos_Juntos_Contra_o_C%C3%A2ncer&amp;diff=2453"/>
		<updated>2025-11-11T12:18:31Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;MapaMov: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{DISPLAYTITLE:Página excluída}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{DEFAULTSORT:-}}&lt;br /&gt;
[[Categoria:Rascunho/Histórico]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>MapaMov</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Ba%C3%ADa_Viva&amp;diff=2423</id>
		<title>Baía Viva</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Ba%C3%ADa_Viva&amp;diff=2423"/>
		<updated>2025-10-23T22:27:23Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;MapaMov: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;O Movimento Baía Viva, é uma Associação Civil sem fins lucrativos fundada em 1984, reconhecida como uma Organização da Sociedade Civil (OSC) de caráter socioambiental, cultural e pluriétnica, inscrita no CNPJ sob o nº 41.931.182/0001-00, com sede na  Rua Joaquim Silva, no. 95 - Centro, Rio de Janeiro (RJ) - CEP: 20.241-110.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Projetos em desenvolvimento&lt;br /&gt;
●	Projeto Brigada Guarani por Maricá: Iniciado em janeiro de 2025, terá a duração de 6 meses e visa formar uma turma de Brigadistas Indígena Voluntária composta por 30 pessoas, entre homens e mulheres a partir de 18 anos, oriundas das aldeias Guarani de Mata Verde Bonita (Tekoa Ka’aguy Hovy Porã) e Céu Azul (Tekoa Ara Hovy), ambas localizadas em Maricá. A proposta foi selecionada no edital da chamada “Apoio a Grupos de Base no Enfrentamento de Emergências Climáticas Provocadas a partir dos Incêndios Florestais” do Fundo Casa Socioambiental, com apoio do Instituto ITAÚSA e Alliance for the Amazon and Beyond. Ao todo, foram selecionados 30 projetos em diversos biomas brasileiros.&lt;br /&gt;
O curso está sendo organizado a partir de encontros presenciais no território da Tekoa Ka’aguy Hovy Porã e tem por objetivo capacitar uma equipe de Guarani Mbyá para atuar na prevenção e combate ao fogo e em ações de Monitoramento Participativo da gestão da Área de Proteção Ambiental (APA) Estadual de Maricá e de Unidades de Conservação Ambiental do município, formando a primeira Brigada de Incêndio Guarani no estado do Rio de Janeiro!&lt;br /&gt;
Diversos órgãos públicos parceiros (Corpo de Bombeiros, Defesa Civil, ICMBio, IBAMA, FUNAI, INEA/SEAS, Secretaria Municipal de Saúde e Fiocruz Mata Atlântica) contribuirão com as capacitações cujo conteúdo abordarão temas, como: técnicas de prevenção e combate aos incêndios, educação ambiental de base comunitária, primeiros socorros e justiça climática e se darão em diálogo com os saberes ancestrais Guarani. Será disponibilizado pelo projeto uma ajuda de custo (Bolsa de capacitação comunitária) para os selecionados e serão adquiridos equipamentos de proteção individual (EPIs) e ferramentas. Os Certificado de capacitação da Brigada será emitida pelo programa PREVFOGO coordenado pelo Centro Nacional de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais do IBAMA, órgão do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) que atua em todo o território brasileiro, com o objetivo de prevenir, monitorar e combater incêndios florestais e queimadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
●	Projeto de Formação de Agentes Educadoras e Educadores Populares de Saúde da Aldeia Sapukai (Angra dos Reis, Rio de Janeiro): Iniciativa em processo de implantação junto à Aldeia Sapukai (Terra Indígena de Bracuí), de Angra dos Reis (RJ). A proposta da formação foi aprovada em 2024 junto ao Edital de seleção de movimentos sociais populares para execução de ações do Programa de Formação de Agentes Educadoras e Educadores Populares de Saúde (AgPopSUS) coordenado pela Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ) em parceria com o Ministério da Saúde. Será formada uma turma com 20 cursistas indígenas entre homens, mulheres e jovens a partir de 16 anos, durante 6 meses. &lt;br /&gt;
São parceiros do projeto: Fundação Nacional do Índio (FUNAI) órgão do Ministério dos Povos Indígenas (MPI); FIOCRUZ (unidades Fiocruz Mata Atlântica e Farmanguinhos); Colégio Indígena Estadual Karai Kuery Renda (Secretaria de Educação do Estado do Rio de Janeiro - SEEDUC); Secretaria de Estado de Saúde (SES) e Secretaria Municipal de Saúde (Prefeitura de Angra dos Reis).&lt;br /&gt;
A metodologia do projeto se dará em articulação com a atuação de órgãos vinculados ao Sistema Único de Saúde (SUS), e objetiva formar pessoas desta comunidade tradicional para dialogar e realizar ações práticas orientadas pelo conceito de Saúde Única (“Uma Só Saúde”), com ênfase nas áreas da saúde coletiva, saúde ambiental e a justiça climática para que sejam reconhecidos os problemas e desafios do território, visando mobilizar a comunidade para buscar melhorias em políticas públicas, com a valorização dos saberes ancestrais Guarani. Os certificados de conclusão do curso serão emitidos pelo Ministério da Saúde e Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ).&lt;br /&gt;
Temas abordados no processo de formação: Medicinas indígenas no contexto do Sistema Único de Saúde (SUS) e controle social; Política Nacional de Saúde Indígena; Direito à Saúde Única: Declaração das Nações Unidas sobre os Direitos dos Povos Indígenas; Convenção no. 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) sobre Povos Indígenas e Tribais; Política Nacional de Gestão Territorial e Ambiental de Terras Indígenas (PNGATI); Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos e as Medicinas Indígenas; Prevenção à Saúde da Mulher e dos Jovens; Cuidados em Saúde Mental (prevenção às drogas e álcool); Direito à Alimentação Saudável: Agroecologia, Agrofloresta e Permacultura; Saneamento Ambiental e Saúde Ambiental; Década da Restauração dos Ecossistemas e do Oceano (2023-2030) e Bioma Mata Atlântica; Justiça Climática, Vigilância Popular em Saúde e Saneamento e Educação Ambiental de Base Comunitária.&lt;br /&gt;
A escolha da Aldeia Sapukai (TI de Bracuí) deu-se pelo fato desta comunidade tradicional se enquadrar em uma situação de multivulnerabilidades e possuir metade da população indígena aldeada no Rio de Janeiro, sendo 173 famílias com aproximadamente 600 Guarani Mbyá. A aldeia vivencia um quadro de grave insegurança alimentar e de subnutrição infantil, precariedade dos sistemas de saneamento básico e de abastecimento de água para consumo humano, má gestão do lixo urbano (resíduos sólidos) e problemas de saúde animal (sarna, feridas nos cachorros). Após a pandemia de COVID-19 houve um agravamento dos problemas de saúde mental na comunidade, com um aumento de casos de mutilações entre jovens indígenas, e a ocorrência de dois suicídios de jovens entre 2023-2024.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
●	Projeto Saúde das Populações Tradicionais na Sub-bacia do Canal do Cunha (Baía de Guanabara) - Vigilância Popular em Saúde e Educação Ambiental e Sanitária de Base Comunitária: A proposta está sendo implementada através da Chamada Pública para Apoio a Ações de Saúde Integral nas Favelas do Rio de Janeiro (FIOCRUZ), vinculada ao Ministério da Saúde, e tem sido desenvolvida em articulação com uma rede formada por 146 coletivos e organizações comunitárias de vários municípios fluminenses que estão construindo um inédito Plano Integrado de Saúde das Favelas do RJ. O projeto coordenado pelo Baía Viva vem atuando junto às comunidades pesqueiras da Ponta do Cajú, Maré, Praia de Ramos e das ilha do Governador, Fundão e Paquetá; territórios favelizados e a população autodeclarada indígena que vivem em contexto urbano na Zona Norte carioca, através do desenvolvimento de ações de mobilização comunitária, educação ambiental e sanitária e a aplicação de pesquisa de opinião junto aos grupos sociais beneficiários do projeto sobre a relação entre saúde coletiva (saúde humana), saúde ambiental e a Justiça Climática que objetivam promover metodologias de Monitoramento Participativo e ativo de políticas públicas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
●	Projeto da I Conferência Participativa por um Plano Integrado pela Restauração da Saúde Ambiental da Baía de Guanabara na Década do Oceano (PRAI-BG, 2023-2030): Proposta em desenvolvimento com o apoio institucional do EDITAL FAPERJ Nº 06/2023 – Programa de &amp;quot;Apoio à organização de Eventos Científicos, Tecnológicos e de Inovação no Estado do Rio de Janeiro – 2023&amp;quot;, por meio da realização de pré-conferências participativas em vários municípios da metrópole, universidade e comunidades; oficinas de capacitação; ações de Monitoramento Participativo de políticas públicas e de Plano de Educomunicação. Durante 2023 e 2024, o processo de construção da Conferência PRAI-BG contou com o apoio institucional da Casa Fluminense (Edital Agenda Rio) e da seção brasileira da Fundação Heinrich Boell da Alemanha. Em 21/09/2024, foi realizada a Barqueata “Por uma Universidade do Mar na Década do Oceano&amp;quot; com participação de várias comunidades pesqueiras, praticantes de esportes náuticos e da Capitania dos Portos (Marinha do Brasil), Corpo de Bombeiros Militar do Estado do RJ (CBMERJ) e da Guarda Marítima Municipal (GMM) da Prefeitura do Rio de Janeiro. &lt;br /&gt;
A I Conferência PRAI-BG dispõe de um Comitê Organizador formado por cerca de 90 organizações populares, coletivos de juventudes, movimentos sociais e entidades representativas da pesca artesanal e da agricultura familiar. Em fevereiro/2023, foi instalado o Comitê Científico da Conferência constituído por pesquisadores/as da UFRJ, UNIRIO, UERJ, UFRRJ, UFF, PUC Rio e FIOCRUZ, dos Institutos Federal Fluminense (IFFs) dos campis de Maricá e de Itaboraí, Universidade de Maryland (UMCES, EUA), Cátedra UNESCO para Sustentabilidade do Oceano (USP), Estácio de Sá (UESA); ICMBio e IBAMA, órgãos vinculados ao Ministério do Meio Ambiente e do Clima (MMA); Comissão Interministerial dos Recursos do Mar (CIRM), Docas-RJ, Secretaria de Estado do Ambiente e Sustentabilidade (SEAS), Instituto Estadual do Ambiente (INEA), INEPAC, FIPERJ e Prefeituras.  Em 21/09/2024, será realizada Barqueata na Ilha do Fundão com concentração no píer do Hangar Náutico da UFRJ (Estaleiro Escola) com oficinas de educação ambiental, roda de conversa com pescadores/as artesanais e pesquisadores/as, mutirão de limpeza do lixo marinho (lixo plástico) por embarcações de pesca, caminhada no Parque Ecológico do Catalão e evento cultural.&lt;br /&gt;
Em 19/03/2025 será realizada Expedição Científica na Baía de Guanabara com pesquisadores/as da FAU/UFRJ e da Universidade de Columbia com trajeto entre o Quadrado da Urca e o Arquipélago de Paquetá e Ilha de Brocoió.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
●	Projeto Estaleiro Escola da Baía de Guanabara: Executado a partir de janeiro/2023 no Hangar Náutico da UFRJ, na Ilha do Fundão (RJ), num galpão industrial com 3 mil M2 com área externa de 44 mil M2, tem como objetivo contribuir para o ressurgimento da cadeia produtiva da construção de embarcação pesqueira no Estado do Rio de Janeiro. A 1ª. etapa da proposta foi implantada através de uma parceria celebrada o Baía Viva, a Associação de Pescadores Livres de Tubiacanga (Apelt) e o Núcleo Interdisciplinar para o Desenvolvimento Social (NIDES/UFRJ) e apoio da Reitoria da UFRJ, tendo sido já capacitadas 2 turmas de Aprendizes da Carpintaria Naval Artesanal, com 60 cursistas entre homens, mulheres e jovens, oriundos de comunidades pesqueiras de 7 municípios costeiros da Baía de Guanabara (Rio de Janeiro, Niterói, São Gonçalo, Magé, Guapimirim, Itaboraí e Duque de Caxias). O Estaleiro Escola dispõe de um comitê pedagógico formado por professores-pesquisadores/as do NIDES/UFRJ e pela equipe técnica do Baía Viva. Na sua 1ª. fase a implantação do projeto contou inicialmente com recursos de medidas compensatórias à pesca artesanal e ao meio ambiente destinadas através de edital de seleção gerido pelo MPF/FUNBIO por meio do TAC Frade. &lt;br /&gt;
Através desta parceria com a UFRJ, objetiva-se entre 2025-2027, transformar este espaço num Centro de Formação em Economia do Mar (Baía de Guanabara) com a realização de novos cursos de capacitação voltadas prioritariamente a grupos sociais em situação de vulnerabilidade socioeconômica e socioambiental, assim como ampliando a sua área de abrangência para atender as comunidades pesqueiras de outros municípios costeiros, bem como das baías de Sepetiba e da Ilha Grande. Os cursos/oficinas de capacitação previstas são: Carpintaria Naval Artesanal, Extensão Pesqueira (Beneficiamento e Boas Práticas), Ensino Profissionalizante Marítimo (EPM), Turismo de Base Comunitária, Viveiristas, Meliponicultura, Economia Solidária e Agroecologia e Sistemas Agroalimentares.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
●	Projeto UNIVERSIDADE DO MAR (UniMAR): Proposta de Inovação Social elaborada a partir de 2018 através de parceria firmada entre o Baía Viva, a Associação de Moradores da Ilha de Paquetá (MORENA) e pesquisadores/as da Faculdade de Oceanografia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, (FAOC/UERJ), o que resultou na criação em 08/03/2022 de Programa de Extensão universitária através do Ato Executivo de Decisão Administrativa (AEDA No. 015/REITORIA/2022), assinado pela Reitoria da UERJ. Atualmente, a UniMAR dispõe de uma rede de apoio formada por cerca de 100 instituições parceiras entre instituições acadêmicas (UERJ, UFRJ, UFF, UFRRJ, PUC Rio e FIOCRUZ), órgãos públicos, comunidades pesqueiras e rurais e entidades representativas da sociedade civil. Um dos objetivos desta coalização interinstitucional é conquistar junto ao GOERJ a Cessão de Uso da Ilha de Brocoió, situada no Arquipélago de Paquetá, para a implantação de um campus avançado da UniMAR na Baía de Guanabara.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
●	Projeto BAÍA CIDADÃ - Cultura e Ecologia Política na Baía de Guanabara (1986/1988): Executado com apoio do Fundo LIFE do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Programa PNUD/Fundo LIFE) voltado ao Monitoramento Participativo do Programa de Despoluição da Baía de Guanabara (PDBG, BID/GOERJ). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
●	Programa Trupes da Folia, Oficinas de Esporte, Arte &amp;amp; Prazer (1996): O projeto foi desenvolvido como um componente de Educação Ambiental do Programa de Despoluição da Baía de Guanabara (PDBG, BID/GOERJ): Executado em parceria com a Secretaria de Estado de Cultura e Esporte na Colônia de Pescadores Z-10 na Ilha do Governador (RJ). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
●	Programa de Capacitação para Gestão Ambiental – Sub Projeto de Educação Ambiental do Programa de Despoluição da Baía de Guanabara (PDBG, BID/GOERJ, 1996): Implantado em parceria com a Secretaria de Estado de Educação e do CEPUERJ (UERJ) que capacitou 800 professores/as de escolas da rede estadual de ensino de municípios da Região Metropolitana-RJ. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
●	Projeto Reciclagem Solidária (2003/2004): Realizado em parceria com a Cáritas Diocesana do RJ e patrocínio da Petrobras S/A, que capacitou e estruturou 20 Cooperativas de catadores de materiais recicláveis da Zona Norte do Rio de Janeiro e do Parque das Missões em Duque de Caxias. &lt;br /&gt;
Entre 2021-2024, a equipe técnica multidisciplinar do Baía Viva também colaborou como parceiro institucional nos processos de Elaboração e de Execução de alguns projetos patrocinados pelo FUNBIO (MPF), tais como: Projeto “PESCATUR – Turismo de Base Comunitária e Cidadania nos Municípios Costeiros da Baía de Guanabara” e Projeto “Economia do Mar na Baía de Guanabara” ambos coordenados pela Ong Trama Ecológica; com as formações para comunidades pesqueiras previstas no Projeto “Pesca Solidária” administrado pela Associação Banco Preventório (Niterói) e na execução do Projeto “Maré a Leste” (2021/2023) coordenado pela Comfrem Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Representações institucionais: O Baía Viva participa dos seguintes espaços colegiados:&lt;br /&gt;
●	 Área de Proteção Ambiental (APA) Federal de Guapi-Mirim (Decreto nº 90.225/1984) e da Estação Ecológica da Guanabara (ESEC) criada pelo Decreto nº 15 de fevereiro de 2006): Esta importante Unidade de Conservação abrange a maior extensão de manguezais do Estado do RJ, assim como os Territórios Pesqueiros dos municípios de Magé, Guapimirim, Itaboraí e São Gonçalo. Estas Unidades de Conservação da Natureza são geridas pelo Instituto Chico Mendes de Biodiversidade (ICMBio), órgão vinculado ao Ministério do Meio Ambiente e do Clima (MMA), sendo seu Conselho Consultivo formado por diversas comunidades pesqueiras da Baía de Guanabara, universidades e órgãos públicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
●	Área de Proteção Ambiental (APA) Estadual dos Tamoios (Baía da Ilha Grande): Criada pelo Decreto Estadual nº 9.452/1986, e gerida pelo Instituto Estadual do Ambiente (INEA-RJ), órgão da Secretaria de Estado do Ambiente e Sustentabilidade (SEAS).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
●	Área de Proteção Ambiental (APA) do Sertão Carioca e Mosaico das Vargens: Criada pelo Decreto Rio nº 49.695/2021 que abrange os bairros de Vargem Grande, Vargem Pequena, Recreio dos Bandeirantes e Camorim no município do Rio de Janeiro, administrada pela Secretaria Municipal do Ambiente e do Clima (SMAC).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
●	Conselho Estadual da Economia Solidária (CEES/ERJ): Nossa organização é membro Suplente tendo sido eleita para compor o CEES/ERJ (mandato 2023-2025) que é um órgão colegiado vinculado à estrutura organizacional da Secretaria de Estado de Trabalho e Renda (SETRAB) e que foi instituído pela Lei estadual nº 5.315/2008 e alterada pela Lei estadual nº 5.888/2011.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
●	Subcomitê Oeste da Região Hidrográfica da Baía de Guanabara e dos Sistemas Lagunares de Maricá e de Jacarepaguá: Em 2024, o Baía Viva foi eleito como uma das instituições representantes da Sociedade Civil no Subcomitê Oeste da Baía de Guanabara vinculado ao CBH-BG cujo mandato abrangerá o biênio 2024/2026. A área de abrangência deste colegiado inclui a Zona Norte da cidade do Rio de Janeiro, ilhas da Baía de Guanabara e vários municípios da Baixada Fluminense (Duque de Caxias, Belford Roxo, Nova Iguaçu, Magé e Guapimirim).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
●	Mosaico Mata Atlântica Central Fluminense (MCF): Órgão colegiado criado pela Portaria No. 350/2006, abrange uma área de 295.723 hectares, formada por 14 municípios com e composta por 22 unidades de conservação. Seu processo de reestruturação foi iniciado em 2023 com a mudança de gestão no MMA, tendo realizado neste período reuniões, seminários e encontro científico. A composição do MCF abrange órgãos públicos, organizações da sociedade civil, pesquisadores/as e comunidades tradicionais.&lt;br /&gt;
Desde sua criação, o MCF tem se destacado como um esforço conjunto de integração de unidades de conservação federais, estaduais e municipais, incluindo parques, áreas de proteção ambiental (APA), reservas biológicas (REBIO), monumentos naturais (MONA), estações ecológicas (ESEC), refúgios de vida silvestre (RVS), além de reservas particulares do patrimônio natural (RPPNs). Originalmente, o Mosaico era composto por cinco UCs federais, sete estaduais, seis municipais e quatro particulares, abrangendo uma vasta gama de ecossistemas da Mata Atlântica, desde manguezais até campos de altitude na Serra do Mar fluminense.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Acordos de Cooperação Técnica (ACT)&lt;br /&gt;
●	Acordo de Cooperação Técnica (ACT) com a Fundação Oswaldo Cruz: O ACT N° 149/2024 foi firmado em 17/09/2024 através do Processo no 25380.002717/2024-75 (SEI no 4042030), publicado no Diário Oficial da União (DOU) de 29/08/2024 (Edição 167, Seção 3, pág. 165), tendo como objetivo promover a implantação do Projeto “Bem Viver dos Povos Indígenas: Promoção de territórios sustentáveis e saudáveis e da segurança alimentar nas Aldeias Indígenas do Estado do Rio de Janeiro no âmbito da Agenda 2030 do Desenvolvimento Sustentável (ONU), com ênfase no Sistema Único de Saúde (SUS)”.&lt;br /&gt;
O presente ACT é um desdobramento do Projeto Viveiro da Mata Atlântica (Oo Nhanhemboaty Vea Tekoa Sapukai) implantado entre 2023-2024 na Aldeia Guarani Mbyá de Sapukai, de Angra dos Reis (RJ), por meio de uma parceria firmada entre o Baía Viva e a Associação Comunitária Indígena do Bracuí (ACIBRA) e apoio institucional do Fundo Casa Socioambiental, cujo objetivo foi promover estratégias e ações visando garantir a soberania da segurança alimentar da população indígena e promover ações de restauração ecológica do bioma, como parte de um Programa Estadual de Soberania na Segurança Alimentar e Nutricional nas Aldeias Indígenas do Estado do RJ (PESSAN-RJ) que pretende-se implantar nos próximos anos junto aos territórios das oito aldeias indígenas do estado do RJ das etnias Guarani Mbyá e Nhandeva e Pataxó que estão localizadas nos municípios de Maricá, Angra dos Reis e Paraty (RJ). Nos dias 02 e 03/10/2024, foi realizado o I Encontro dos Povos Indígenas do Estado do RJ, nos campis da Fundação Oswaldo Cruz em Jacarepaguá (Fiocruz Mata Atlântica) e no Castelinho de Manguinhos, com participação de representantes de comunidades indígenas, presidência da FIOCRUZ e pesquisadores/as, Ministério da Saúde (SESAI) e da Secretaria de Estado de Saúde (SES). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
●	Acordo de Cooperação Técnica (ACT) com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), vinculado ao Ministério do Meio Ambiente e do Clima (MMA): Em tramitação através do Processo nº 02022.000321/2025-48 (Despacho nº 22197622/2025-Supes-RJ) da Superintendência Regional do IBAMA-RJ. Tem por objetivo regular a parceria institucional para implantação do Projeto: VIVEIRO DA MATA ATLÂNTICA – Consórcio Bem Viver de Restauração Ecológica e Promoção de Territórios Sustentáveis e Saudáveis no Município de Maricá (RJ) que encontra-se em análise no âmbito do Edital 28/2024 - Floresta Viva – Florestas do Rio de Restauração Ecológica e Fortalecimento da Cadeia Produtiva da Restauração nas Regiões Hidrográficas (RHs) II, V, VI e VIII do Estado do Rio de Janeiro, e será executado em parceria pelo Baía e FIOCRUZ e apoio de uma rede de instituições como órgãos públicos, universidades e comunidades locais (agricultores familiares, produtores agroecológicos e povos indígenas).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
●	Acordo de Cooperação Técnica (ACT) com a Universidade federal do Rio de Janeiro (UFRJ): O ACT encontra-se em tramitação junto à Reitoria da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), através do Processo: 23079.233581/2024-31 (SEI 4586656), e tem por objetivo viabilizar a implantação do Centro de Formação em Economia do Mar (Baía de Guanabara) no Hangar Náutico da UFRJ, situado na Ilha do Fundão (RJ), onde funciona desde 2023 o Estaleiro Escola.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
●	Acordo de Cooperação Técnica (ACT) com a Secretaria Municipal de Trabalho e Emprego (SMTE): O ACT foi firmado em 19/07/2023 com a Secretaria Municipal de Trabalho e Emprego (SMTE), da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, para atuar na realização de cursos de capacitação/formação profissional nas áreas da Inovação tecnológica e social voltados à criação de Empregos Verdes (PNUMA), Economia Solidária e Economia do Mar, tendo como público alvo prioritário pescadores, artesanais, moradores de favelas do município, agricultores familiares de base agroecológica e trabalhadores/as de cooperativas de catadores de materiais recicláveis. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
●	Acordo de Cooperação Técnica (ACT) com a Secretaria Municipal de Agricultura e Pesca (SMAP) da Prefeitura de Itaguaí (RJ): O ACT está em tramitação através do Processo nº 1218/2025. Em janeiro de 2025 foram elaborados 4 projetos socioambientais, de restauração ecológica e apoio à pesca artesanal encaminhados pela prefeitura para obtenção de emendas parlamentares do Congresso Nacional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Canais de comunicação em funcionamento:&lt;br /&gt;
Instagram: https://www.instagram.com/movimentobaiaviva/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Site: www.baiaviva.org.br&lt;br /&gt;
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Boletim de Econotícias: https://baiaviva.org.br/boletins-informativos/&lt;br /&gt;
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Tel./WhatsApp: (21) 99907-5946&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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[[Categoria:Movimentos Sociais]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Região Sudeste]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Rio de Janeiro]]&lt;/div&gt;</summary>
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		<title>Movimento Baía Viva</title>
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		<title>AACEBPMA - Associação dos Agentes de Combate as Endemias do Baixo Parnaíba Estado do Maranhão</title>
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		<title>Associação dos Agentes de Combate às Endemias do Baixo Parnaíba Estado do Maranhão AACEBPMA. Em defesa do SUS e dos ACE - agente de combate às endemias</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;MapaMov: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Visa na defesa do SUS e dos profissionais da área da saúde aqui me refiro aos Agentes de Combate às Endemias - ACE, que leva saúde à casa dos brasileiros mais carentes, na prevenção de doenças como Dengue, zika e chikungunya, vacinação contra Raiva em cães e gatos.&lt;br /&gt;
[[Categoria:Movimentos Sociais]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Região Nordeste]]&lt;br /&gt;
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		<author><name>MapaMov</name></author>
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		<title>MapaMovSaúde, Cebes e Fiocruz realizam evento para debater as emergências climáticas e o protagonismo dos movimentos sociais</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;MapaMov: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&#039;&#039;Encontros Ciência, Saúde e Participação Popular: evento reunirá, em Salvador, trabalhadores do SUS e militantes populares em defesa da vida, do SUS e da justiça climática.&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Evento Mapa Bahia.jpg|miniaturadaimagem]]&lt;br /&gt;
As emergências climáticas já não são uma ameaça distante, elas estão transformando o presente e impactando profundamente a saúde e as condições de vida das populações. Secas, enchentes e ondas de calor extremo têm revelado, de forma cada vez mais evidente, que a crise ambiental é também uma crise social e sanitária, que exige respostas urgentes, solidárias e democráticas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É diante desse cenário que o Mapa Colaborativo dos Movimentos Sociais em Saúde (MapaMovSaúde), o Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes) e a Cooperação Social da Fiocruz realizam, nos dias 30 e 31 de outubro de 2025, os Encontros Ciência, Saúde e Participação Popular, no Auditório do Instituto de Saúde Coletiva da Universidade Federal da Bahia (UFBA), em Salvador (BA).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O evento reunirá pesquisadores, trabalhadores do SUS e militantes de movimentos sociais para discutir um dos temas mais urgentes do nosso tempo: os impactos das emergências climáticas sobre a saúde e o bem-estar da população.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em meio à intensificação dos desastres ambientais e à desigualdade social crescente, o encontro propõe refletir sobre como o SUS, o Movimento da Reforma Sanitária Brasileira e demais movimentos sociais podem responder aos desafios que ameaçam a vida em seu sentido mais amplo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“O colapso climático não é uma possibilidade futura, ele já está em curso. Diante dessa realidade, torna-se urgente que nos reunamos para pensar coletivamente os caminhos da luta por uma vida digna, especialmente frente ao avanço das políticas neoliberais que aprofundam desigualdades e ameaçam direitos”, destaca Carlos Fidelis, presidente do Cebes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;O protagonismo dos movimentos sociais e articulação com a ciência&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para o enfrentamento a esses males, a autonomia dos movimentos sociais se faz fundamental, bem como a capacidade de diálogo de lideranças dos territórios com a comunidade científica comprometida com a justiça social. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Promover esses dois pilares - autonomia e diálogo - são os objetivos do evento, aproximando e articulando organizações para o debate das questões mais candentes dos movimentos sociais e das lutas por justiça climática e ambiental e pela democracia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“O movimento social, especialmente o da saúde, é muito expressivo e enraizado na sociedade brasileira, e nada mais importante conhecer quem somos, onde estamos e o que estamos fazendo. Em Salvador, vamos realizar conjuntamente essa primeira edição dos Encontros Ciência, Saúde e Participação Popular, que reunirá debates junto a uma oficina territorial com os movimentos sociais da Bahia, para potencializar e estimular essa exuberante presença e atuação e ampliar nossa vocalização por uma democracia participativa na internet, uma arena cada vez mais estratégica ”, explica Lucia Souto, coordenadora do MapaMovSaúde. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Na Cooperação Social, nós utilizamos a metodologia do Modo de Agir em Cooperação Social. Ou seja, a partir de uma instituição como a Fiocruz — de excelência  em pesquisa, ensino e produção de ciência — é possível conduzir iniciativas que dialoguem diretamente com movimentos sociais, com o território, numa perspectiva que nós entendemos que seja a construção compartilhada de conhecimento, que promova a valorização de conhecimentos produzidos a partir desses territórios e coletivos. A partir dessa metodologia, nós conseguimos aproximar esses dois mundos que, aparentemente, são tão distantes. Nós alinhamos o modo tradicional que é o conhecimento historicamente sistematizado pela humanidade com o conhecimento das camadas populares, das suas lideranças e seus territórios. Para nós, fazer ciência cidadã significa um desenvolvimento de iniciativas em complementariedade&amp;quot;, afirmou Leonídio Santos, Coordenador da Cooperação Social da Fiocruz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O evento será realizado no Auditório do Instituto de Saúde Coletiva da Universidade Federal da Bahia (ISC/UFBA) e tem também o apoio da Escola de Enfermagem da UFBA e do Conselho Nacional de Saúde (CNS). “Esta iniciativa vem para ampliar a facilitar a interseccionalidade entre as entidades do território nacional, entre essas entidades, as representadas no CNS.Para nós, conselheiros nacionais de saúde, será uma atividade de extrema importância”, reforça Heliana Emetério, conselheira nacional de saúde.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Programação&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O evento será dividido em dois momentos principais:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
30 de outubro, das 14h às 17h — A &#039;&#039;&#039;Oficina-Assembleia do MapaMovSaúde&#039;&#039;&#039; reunirá coletivos, entidades e organizações populares para debater como os movimentos sociais podem atuar frente às transformações tecnológicas, às mudanças climáticas e às novas expressões das desigualdades, reafirmando sua força política e propositiva na construção de uma saúde democrática.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
31 de outubro — &#039;&#039;&#039;I Seminário Nacional “Emergências Climáticas e o Viver Saudável”&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aberto ao público, o seminário abordará a agenda das injustiças ambientais e climáticas e colocará em pauta perguntas essenciais: As instâncias de governo estão preparadas para responder a essas emergências? Como garantir um SUS universal, público e participativo em um contexto de crise ambiental global? Que caminhos os movimentos sociais podem trilhar para proteger a vida e fortalecer a justiça climática?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Painéis temáticos:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Painel 1 – &#039;&#039;&#039;“Não estamos no mesmo barco! Desigualdades, Saúde e Emergências Climáticas”&#039;&#039;&#039;: impactos desiguais das crises e a urgência de políticas públicas que priorizem os mais vulnerabilizados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Painel 2 – &#039;&#039;&#039;“Movimentos Sociais, Emergências Climáticas e Saúde”&#039;&#039;&#039;: o papel histórico dos movimentos na defesa da vida, da justiça ambiental e da equidade em saúde, com destaque para as lições da pandemia de Covid-19.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Painel 3 – &#039;&#039;&#039;“Geração Cidadã de Dados, Vigilância Popular em Saúde e Emergências Climáticas”&#039;&#039;&#039;: experiências de coletivos de favelas e periferias que produzem dados e conhecimento para transformar suas realidades e fortalecer a incidência política.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Convite à participação&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
As inscrições são gratuitas e estão abertas pelo link:&lt;br /&gt;
https://www.even3.com.br/encontros-ciencia-saude-e-participacao-popular-638212/&lt;br /&gt;
(As vagas são limitadas à capacidade do auditório — 140 lugares)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mais do que um evento, os Encontros Ciência, Saúde e Participação Popular se afirmam como um espaço de convergência entre ciência, movimentos sociais e políticas públicas, reafirmando o compromisso coletivo com a defesa do SUS, da democracia e da vida em tempos de crise climática.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Serviço:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Encontros Ciência, Saúde e Participação Popular&#039;&#039;&#039; &lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Datas:&#039;&#039;&#039; 30 de outubro - das 14h às 17h; e 31 de outubro - das 9h às 17h &lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Local:&#039;&#039;&#039; Auditório do Instituto de Saúde Coletiva da Universidade Federal da Bahia (UFBA)&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Endereço:&#039;&#039;&#039; R. Basílio da Gama, s/n - Canela, Salvador - BA, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O evento será transmitido pelos canais YouTube &lt;br /&gt;
ISC/UFBA (https://www.youtube.com/labvideoisc), &lt;br /&gt;
Cebes (https://www.youtube.com/@Cebesbrasil)&lt;br /&gt;
Cidades em Movimento (https://www.youtube.com/@cidadesemmovimento) MapaMovSaúde (https://www.youtube.com/@MapaMovSaude)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Sobre as organizações&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;MapaMovSaúde&#039;&#039;&#039; — O Mapa Colaborativo dos Movimentos Sociais em Saúde é uma plataforma digital voltada ao fortalecimento das redes e parcerias em defesa da saúde como direito. Criado em 2023, o projeto amplia a visibilidade das ações dos movimentos sociais e possibilita a construção colaborativa de estratégias e políticas em torno da participação popular, da justiça social e do fortalecimento do SUS. Conheça a plataforma mapamovsaude.net.br e siga o projeto nas redes sociais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Cebes&#039;&#039;&#039; — O Centro Brasileiro de Estudos de Saúde é uma das principais entidades do campo da saúde coletiva no país, atuando desde a década de 1970 na defesa do direito universal à saúde e na construção do Sistema Único de Saúde (SUS). Foi e segue sendo protagonista na Reforma Sanitária Brasileira, contribuindo para a formulação de políticas públicas e para o pensamento crítico sobre saúde, democracia e desenvolvimento social. Conheça mais através do site cebes.org.br&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Fiocruz (Cooperação Social)&#039;&#039;&#039; — A Fundação Oswaldo Cruz, por meio de sua Cooperação Social, desenvolve iniciativas e projetos voltados à promoção da saúde e da equidade, baseados na construção compartilhada do conhecimento com organizações populares, movimentos sociais e trabalhadores do SUS. Sua atuação reforça a missão institucional da Fiocruz de produzir ciência e tecnologia comprometidas com a transformação social.&lt;br /&gt;
[[Categoria:Notícias]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Eventos]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>MapaMov</name></author>
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