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	<title>Mapa Mov Sa�de - Contribuições do usuário [pt-br]</title>
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		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Sa%C3%BAde_e_Democracia:_Construindo_Di%C3%A1logos_e_Caminhos_na_Promo%C3%A7%C3%A3o_e_Preven%C3%A7%C3%A3o,_na_Perspectiva_da_Gest%C3%A3o_Participativa&amp;diff=1556</id>
		<title>Saúde e Democracia: Construindo Diálogos e Caminhos na Promoção e Prevenção, na Perspectiva da Gestão Participativa</title>
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		<updated>2025-01-29T12:02:55Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Lucas Caxangá: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:WhatsApp Image 2025-01-28 at 17.06.56.jpg|miniaturadaimagem|Saúde e Democracia]]&lt;br /&gt;
Evento em Pelotas - RS, 28 a 30 de janeiro, com foco nas regiões de saúde 21 e 22.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O evento &amp;quot;Saúde e Democracia&amp;quot; se configura como um espaço de reafirmação da cidadania e do conceito ampliado de saúde, do qual visa incidir no cuidado para atenção biopsicossocial, sobre as determinações sociais do processo saúde-doença e enfrentar as desigualdades sociais, econômicas, políticas e ambientais pautado pela participação ativa dos diversos atores, sendo os trabalhadores da saúde, gestores, usuários, incluindo os representantes dos movimentos sociais, unidos na construção de políticas públicas que atendam verdadeiramente às necessidades dos territórios. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse espaço busca construir um diálogo coletivo que reforce os princípios do Sistema Único de Saúde (SUS), integrando o conhecimento acadêmico e os saberes populares. Este compartilhamento de saberes tem como base a pedagogia de Paulo Freire, com ênfase na amorosidade, no respeito e no compromisso com o bem-estar biopsicossocial da população. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A participação social é fundamento basilar da construção do SUS que desde a 8ª  Conferência Nacional de Saúde, é essencial para garantir o controle social efetivo e assegurar que as políticas públicas de saúde atendam de fato às demandas do território, promovendo um dos princípios fundamentais para o SUS.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A proposta do evento é que todos, gestores, trabalhadores, usuários e movimentos sociais, participem ativamente da construção de políticas públicas mais fortes e fomentar espaços cada vez mais democráticos. Para isso, é necessário um processo contínuo de escuta, que se faça presente em todos os níveis de gestão, para as decisões estarem alinhadas com as reais necessidades da população. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A luta pela promoção da saúde e pela garantia dos direitos dos usuários é uma tarefa que envolve todas as pessoas envolvidas no sistema de saúde, especialmente no contexto político atual, em que o SUS enfrenta grandes desafios. A construção de um modelo de gestão participativa e colaborativa é uma das estratégias mais eficazes para enfrentar esses desafios. A interdependência entre gestores, trabalhadores e usuários é a chave para a construção de soluções democráticas, que promovam o bem-estar de todos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além disso, o evento destaca a importância de uma gestão pública de saúde que não se limite a tarefas burocráticas ou emergenciais. É preciso garantir um planejamento de saúde que seja ascendente, participativo, baseado nas necessidades reais dos territórios e que reflita a diversidade da população atendida, sem se restringir a documentos cartoriais. Nesse sentido, a regionalização da saúde, com maior acesso e integralidade dos serviços, é uma meta essencial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A defesa do SUS e da democracia, embora conquistas históricas, não são garantias permanentes e continuam em disputa, sendo necessárias ações constantes para proteger e avançar nesses direitos. A articulação de redes com base na construção popular e no compromisso com a dignidade do trabalho e infraestrutura adequados é um caminho para fortalecer esse processo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em suma, o evento propõe um olhar de esperança e ação conjunta, com um foco na construção de um SUS mais democrático, inclusivo e comprometido com as reais necessidades da população, sem perder de vista os princípios fundamentais da saúde pública e da democracia.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Lucas Caxangá</name></author>
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		<title>Saúde e Democracia: Construindo Diálogos e Caminhos na Promoção e Prevenção, na Perspectiva da Gestão Participativa</title>
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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:WhatsApp Image 2025-01-28 at 17.06.56.jpg|miniaturadaimagem|Saúde e Democracia]]&lt;br /&gt;
Evento em Pelotas - RS, 28 a 30 de janeiro, com foco nas regiões de saúde 21 e 22.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O evento &amp;quot;Saúde e Democracia&amp;quot; se configura como um espaço de reafirmação da cidadania e do conceito ampliado de saúde, do qual visa incidir no cuidado para atenção biopsicossocial, sobre as determinações sociais do processo saúde-doença e enfrentar as desigualdades sociais, econômicas, políticas e ambientais pautado pela participação ativa dos diversos atores, que são os trabalhadores da saúde, gestores, usuários, incluindo os representantes dos movimentos sociais, unidos na construção de políticas públicas que atendam verdadeiramente às necessidades dos territórios.&lt;br /&gt;
Esse espaço busca construir um diálogo coletivo que reforce os princípios do Sistema Único de Saúde (SUS), integrando o conhecimento acadêmico e os saberes populares. Este compartilhamento de saberes tem como base a pedagogia de Paulo Freire, com ênfase na amorosidade, no respeito e no compromisso com o bem-estar biopsicossocial da população. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A participação social é fundamento basilar da construção do SUS que desde a 8ª  Conferência Nacional de Saúde, é essencial para garantir o controle social efetivo e assegurar que as políticas públicas de saúde atendam de fato às demandas do território, promovendo um dos princípios que são fundamentais para o SUS.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A proposta do evento é que todos, gestores, trabalhadores, usuários e movimentos sociais, participem ativamente da construção de políticas públicas mais fortes e fomentar espaços cada vez mais democráticos. Para isso, é necessário um processo contínuo de escuta, que se faça presente em todos os níveis de gestão, para que as decisões estejam alinhadas com as reais necessidades da população. &lt;br /&gt;
A luta pela promoção da saúde e pela garantia dos direitos dos usuários é uma tarefa que envolve todas as pessoas envolvidas no sistema de saúde, especialmente no contexto político atual, em que o SUS enfrenta grandes desafios. A construção de um modelo de gestão participativa e colaborativa é uma das estratégias mais eficazes para enfrentar esses desafios. A interdependência entre gestores, trabalhadores e usuários é a chave para a construção de soluções democráticas, que promovam o bem-estar de todos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além disso, o evento destaca a importância de uma gestão pública de saúde que não se limite a tarefas burocráticas ou emergenciais. É preciso garantir um planejamento de saúde que seja ascendente, participativo, baseado nas necessidades reais dos territórios e que reflita a diversidade da população atendida, sem se restringir a documentos cartoriais. Nesse sentido, a regionalização da saúde, com maior acesso e integralidade dos serviços, é uma meta essencial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A defesa do SUS e da democracia, embora conquistas históricas, não são garantias permanentes e continuam em disputa, sendo necessárias ações constantes para proteger e avançar nesses direitos. A articulação de redes com base na construção popular e no compromisso com a dignidade do trabalho e infraestrutura adequados é um caminho para fortalecer esse processo.&lt;br /&gt;
Em suma, o evento propõe um olhar de esperança e ação conjunta, com um foco na construção de um SUS mais democrático, inclusivo e comprometido com as reais necessidades da população, sem perder de vista os princípios fundamentais da saúde pública e da democracia.&lt;/div&gt;</summary>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Lucas Caxangá: &lt;/p&gt;
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&lt;div&gt;Saúde e democracia&lt;/div&gt;</summary>
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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Evento em Pelotas - RS, 28 a 30 de janeiro, com foco nas regiões de saúde 21 e 22.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O evento &amp;quot;Saúde e Democracia&amp;quot; se configura como um espaço de reafirmação da cidadania e do conceito ampliado de saúde, do qual visa incidir no cuidado para atenção biopsicossocial, sobre as determinações sociais do processo saúde-doença e enfrentar as desigualdades sociais, econômicas, políticas e ambientais pautado pela participação ativa dos diversos atores, que são os trabalhadores da saúde, gestores, usuários, incluindo os representantes dos movimentos sociais, unidos na construção de políticas públicas que atendam verdadeiramente às necessidades dos territórios.&lt;br /&gt;
Esse espaço busca construir um diálogo coletivo que reforce os princípios do Sistema Único de Saúde (SUS), integrando o conhecimento acadêmico e os saberes populares. Este compartilhamento de saberes tem como base a pedagogia de Paulo Freire, com ênfase na amorosidade, no respeito e no compromisso com o bem-estar biopsicossocial da população. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A participação social é fundamento basilar da construção do SUS que desde a 8ª  Conferência Nacional de Saúde, é essencial para garantir o controle social efetivo e assegurar que as políticas públicas de saúde atendam de fato às demandas do território, promovendo um dos princípios que são fundamentais para o SUS.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A proposta do evento é que todos, gestores, trabalhadores, usuários e movimentos sociais, participem ativamente da construção de políticas públicas mais fortes e fomentar espaços cada vez mais democráticos. Para isso, é necessário um processo contínuo de escuta, que se faça presente em todos os níveis de gestão, para que as decisões estejam alinhadas com as reais necessidades da população. &lt;br /&gt;
A luta pela promoção da saúde e pela garantia dos direitos dos usuários é uma tarefa que envolve todas as pessoas envolvidas no sistema de saúde, especialmente no contexto político atual, em que o SUS enfrenta grandes desafios. A construção de um modelo de gestão participativa e colaborativa é uma das estratégias mais eficazes para enfrentar esses desafios. A interdependência entre gestores, trabalhadores e usuários é a chave para a construção de soluções democráticas, que promovam o bem-estar de todos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além disso, o evento destaca a importância de uma gestão pública de saúde que não se limite a tarefas burocráticas ou emergenciais. É preciso garantir um planejamento de saúde que seja ascendente, participativo, baseado nas necessidades reais dos territórios e que reflita a diversidade da população atendida, sem se restringir a documentos cartoriais. Nesse sentido, a regionalização da saúde, com maior acesso e integralidade dos serviços, é uma meta essencial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A defesa do SUS e da democracia, embora conquistas históricas, não são garantias permanentes e continuam em disputa, sendo necessárias ações constantes para proteger e avançar nesses direitos. A articulação de redes com base na construção popular e no compromisso com a dignidade do trabalho e infraestrutura adequados é um caminho para fortalecer esse processo.&lt;br /&gt;
Em suma, o evento propõe um olhar de esperança e ação conjunta, com um foco na construção de um SUS mais democrático, inclusivo e comprometido com as reais necessidades da população, sem perder de vista os princípios fundamentais da saúde pública e da democracia.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Lucas Caxangá</name></author>
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		<title>Saúde das populações migrantes</title>
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		<updated>2024-07-05T14:46:21Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Lucas Caxangá: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Síntese da Conferência Nacional Livre de Saúde das Populações Migrantes &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Conferência Nacional Livre de Saúde da População Migrante (CNLSPM) ocorreu no dia 20 de maio de 2023, das 13h30 às 18h. Foi a primeira Conferência Livre da história cujo objetivo foi debater ações de equidade para as populações migrantes residentes no Brasil no Sistema Único de Saúde (SUS). Ela seguiu-se com mobilização iniciada pela 1ª Plenária Nacional sobre Saúde e Migração, realizada em 2021, e foi convocada pela Frente Nacional pela Saúde de Migrantes (FENAMI). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Comissão Organizadora foi composta pelas seguintes organizações e coletivos: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Associação Brasileira de Antropologia, LGBT+Movimento;&lt;br /&gt;
* Centro de Estudos de Migrações Internacionais da Universidade Estadual de Campinas;&lt;br /&gt;
* Serviço Pastoral dos Migrantes;&lt;br /&gt;
* Equipe de Base Warmis - Convergência de Culturas;&lt;br /&gt;
* Rede Sem Fronteiras, Núcleo de Apoio a Migrantes e Refugiados da Universidade Federal da Bahia;&lt;br /&gt;
* Central Única dos Trabalhadores, Rede Interação;&lt;br /&gt;
* Promigras - Migração e Saúde da Universidade  Federal  de  São  Paulo;&lt;br /&gt;
* Grito  dos  Excluídos  Continental;&lt;br /&gt;
* Comitê  Estadual Intersetorial de Políticas de Atenção aos Refugiados e Migrantes do Rio de Janeiro;&lt;br /&gt;
* Instituto Políticas Públicas Migratórias, Instituto Leônidas e Maria Deane - Fiocruz Amazonas;&lt;br /&gt;
* Conselho Regional de Psicologia de Minas Gerais, Conselho Regional de Psicologia do Paraná;&lt;br /&gt;
* Conselho Regional de Psicologia do Rio de Janeiro, Associação de Mulheres Imigrantes Luz e Vida;&lt;br /&gt;
* Rede de Mulheres Imigrantes Lésbicas, Bissexuais e Pansexuais;&lt;br /&gt;
* Núcleo de Estudos sobre Psicologia, Migrações e Culturas;&lt;br /&gt;
* Serviço Jesuíta a Migrantes e Refugiados, Instituto Migrações e Direitos Humanos;&lt;br /&gt;
* Coletivo Cio da Terra;&lt;br /&gt;
* Centro de Direitos Humanos e Cidadania do Imigrante;&lt;br /&gt;
* Escola Nacional de Saúde Pública; e&lt;br /&gt;
* Federação Árabe Palestina do Brasil e Latinas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Conferência foi estruturada de maneira híbrida, com o debate online na plataforma Zoom e a organização de 27 polos presenciais distribuídos em 19  municípios de 13 diferentes estados e do Distrito Federal. Participaram da Conferência 876 pessoas, sendo 550 em polos presenciais, e 306 conectadas ao Zoom. O evento teve três diferentes momentos, entre 13h30 e 14h30, ocorreu o cerimonial de abertura e a apresentação do regimento e da metodologia. De 14h30 ms 16h20, ocorreu o debate, e, às 16h40 iniciou-se a Plenária Final destinada m eleição de delegados(as) e aprovação de diretrizes, propostas e destaques.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A mesa de abertura da conferência foi iniciada ms 13h30, e teve como palestrantes Roberto   Portela,   representando   o   Conselho   Nacional  de Saúde,   Verônica   Yujra, representando migrantes e trabalhadores de saúde, Aline Caixeta, representando o Ministério Público Federal, e Igor Rodrigues, representando o Departamento de Vigilância em Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador do Ministério da Saúde. A mesa foi mediada por Alexandre Branco-Pereira, coordenador da FENAMI. Encerradas as considerações dos convidados, procedeu-se as orientações sobre a metodologia adotada para realização da Conferência Livre. Às 14h30, iniciou-se o debate, com falas organizadas por lista de inscrição priorizando a participação de migrantes - a proporção estipulada pelo regimento era de 5 manifestações de migrantes para cada manifestação de brasileiro(a). Foram realizadas intervenções de participantes de treze polos presenciais, e de participantes online,  abrangendo  as  seguintes  localidades:  Ponta  Grossa-PR,  Curitiba-PR,  Rio  de Janeiro-RJ, Brasília-DF, Foz do Iguaçu-PR, Juiz de Fora-MG, Salvador-BA, Maricá-RJ, Belo Horizonte-MG, Porto Alegre-RS, Boa Vista-RR, São Paulo-SP, Lauro de Freitas-BA, Senador Canedo-GO, João Pessoa-PB e Porto Velho-RO.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As exposições realizadas durante a conferência versaram sobre diversas temáticas direcionadas m garantia do direito ao acesso m saúde pelas populações migrantes, sugestões acerca de possíveis encaminhamentos referentes m política de saúde e atendimento a migrantes, relatos de vivências e fragilidades enfrentadas no Sistema Único de Saúde, entre outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Às 16h20 foi realizado um período de intervalo dedicado m consolidação das propostas e destaques recebidos durante a fase de debates. Após o intervalo, deu-se início m Plenária Final, começando pela eleição de delegados(as) - como a lista de presença já apontava 876 participantes, foram destinadas 5 vagas para a eleição de delegados(as) titulares e 5 vagas para a eleição de suplentes. Um Google Forms foi enviado para os(as) participantes da CNLSPM, que ﬁcaram permitidos de votar até 17h40. De acordo com o regimento, o polo presencial que registrasse a presença de mais de 100 pessoas teria direito de indicar um(a) delegado(a) sem necessidade de submissão do nome m eleição geral. Dois delegados(as) titulares foram eleitos dessa forma: Garry Ulysse, eleito pelo polo de Maricá-RJ, e Yelitza Lafont, eleita pelo polo Morro do Banco, Rio de Janeiro-RJ. Além deles, também foram eleitos como titulares Alberto Navarro, Diego Cruz e Efren Villalba. Entre os suplentes, foram eleitos(as) Asunilio Zapata, Rockmylis Palomo, Angelica Lozano, Yuri Orozco, Raimary Rodriguez.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por ﬁm, as propostas, diretrizes e destaques foram lidos e aprovados por bloco de eixo temático. A Conferência encerrou-se ms 18h15, horário de Brasília.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Saiba Mais: [https://crppr.org.br/evento/conferencia-nacional-livre-de-saude-das-populacoes-migrantes/ Conferência Nacional de Saúde das Populações Migrantes]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Saúde]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Migrantes]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Conferência Livre]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Lucas Caxangá</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Sa%C3%BAde_das_popula%C3%A7%C3%B5es_migrantes&amp;diff=281</id>
		<title>Saúde das populações migrantes</title>
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		<updated>2024-07-05T14:37:48Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Lucas Caxangá: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Síntese da Conferência Nacional Livre de Saúde das Populações Migrantes &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Conferência Nacional Livre de Saúde da População Migrante (CNLSPM) ocorreu no dia 20 de maio de 2023, das 13h30 às 18h. Foi a primeira Conferência Livre da história cujo objetivo foi debater ações de equidade para as populações migrantes residentes no Brasil no Sistema Único de Saúde (SUS). Ela seguiu-se com mobilização iniciada pela 1ª Plenária Nacional sobre Saúde e Migração, realizada em 2021, e foi convocada pela Frente Nacional pela Saúde de Migrantes (FENAMI). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Comissão Organizadora foi composta pelas seguintes organizações e coletivos: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Associação Brasileira de Antropologia, LGBT+Movimento, Centro de Estudos de Migrações Internacionais da Universidade Estadual de Campinas, Serviço Pastoral dos Migrantes, Equipe de Base Warmis - Convergência de Culturas, Rede Sem Fronteiras, Núcleo de Apoio a Migrantes e Refugiados da Universidade Federal da Bahia, Central Única dos Trabalhadores, Rede Interação, Promigras - Migração e Saúde da Universidade  Federal  de  São  Paulo,  Grito  dos  Excluídos  Continental,  Comitê  Estadual Intersetorial de Políticas de Atenção aos Refugiados e Migrantes do Rio de Janeiro, Instituto Políticas Públicas Migratórias, Instituto Leônidas e Maria Deane - Fiocruz Amazonas, Conselho Regional de Psicologia de Minas Gerais, Conselho Regional de Psicologia do Paraná, Conselho Regional de Psicologia do Rio de Janeiro, Associação de Mulheres Imigrantes Luz e Vida, Rede de Mulheres Imigrantes Lésbicas, Bissexuais e Pansexuais, Núcleo de Estudos sobre Psicologia, Migrações e Culturas, Serviço Jesuíta a Migrantes e Refugiados, Instituto Migrações e Direitos Humanos, Coletivo Cio da Terra, Centro de Direitos Humanos e Cidadania do Imigrante, Escola Nacional de Saúde Pública, Federação Árabe Palestina do Brasil e Latinas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Conferência foi estruturada de maneira híbrida, com o debate online na plataforma Zoom e a organização de 27 polos presenciais distribuídos em 19 municípios de 13 diferentes estados e do Distrito Federal. Participaram da Conferência 876 pessoas, sendo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
550 em polos presenciais, e 306 conectadas ao Zoom. O evento teve três diferentes momentos. Entre 13h30 e 14h30, ocorreu o cerimonial de abertura e a apresentação do regimento e da metodologia. De 14h30 ms 16h20, ocorreu o debate, e, ms 16h40 iniciou-se a Plenária Final destinada m eleição de delegados(as) e aprovação de diretrizes, propostas e destaques.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A mesa de abertura da conferência foi iniciada ms 13h30, e teve como palestrantes Roberto   Portela,   representando   o   Conselho   Nacional   de   Saúde,   Verônica   Yujra, representando migrantes e trabalhadores de saúde, Aline Caixeta, representando o Ministério Público Federal, e Igor Rodrigues, representando o Departamento de Vigilância em Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador do Ministério da Saúde. A mesa foi mediada por Alexandre Branco-Pereira, coordenador da FENAMI. Encerradas as considerações dos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
convidados, procedeu-se ms orientações sobre a metodologia adotada para realização da Conferência Livre. Às 14h30, iniciou-se o debate, com falas organizadas por lista de inscrição priorizando a participação de migrantes - a proporção estipulada pelo regimento era de 5 manifestações de migrantes para cada manifestação de brasileiro(a). Foram realizadas intervenções de participantes de treze polos presenciais, e de participantes online,  abrangendo  as  seguintes  localidades:  Ponta  Grossa-PR,  Curitiba-PR,  Rio  de Janeiro-RJ, Brasília-DF, Foz do Iguaçu-PR, Juiz de Fora-MG, Salvador-BA, Maricá-RJ, Belo Horizonte-MG, Porto Alegre-RS, Boa Vista-RR, São Paulo-SP, Lauro de Freitas-BA, Senador Canedo-GO, João Pessoa-PB e Porto Velho-RO.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As exposições realizadas durante a conferência versaram sobre diversas temáticas direcionadas m garantia do direito ao acesso m saúde pelas populações migrantes, sugestões acerca de possíveis encaminhamentos referentes m política de saúde e atendimento a migrantes, relatos de vivências e fragilidades enfrentadas no Sistema Único de Saúde, entre outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Às 16h20 foi realizado um período de intervalo dedicado m consolidação das propostas e destaques recebidos durante a fase de debates. Após o intervalo, deu-se início m Plenária Final, começando pela eleição de delegados(as) - como a lista de presença já apontava 876 participantes, foram destinadas 5 vagas para a eleição de delegados(as) titulares e 5 vagas para a eleição de suplentes. Um Google Forms foi enviado para os(as) participantes da CNLSPM, que ﬁcaram permitidos de votar até 17h40. De acordo com o regimento, o polo presencial que registrasse a presença de mais de 100 pessoas teria direito de indicar um(a) delegado(a) sem necessidade de submissão do nome m eleição geral. Dois delegados(as) titulares foram eleitos dessa forma: Garry Ulysse, eleito pelo polo de Maricá-RJ, e Yelitza Lafont, eleita pelo polo Morro do Banco, Rio de Janeiro-RJ. Além deles, também foram eleitos como titulares Alberto Navarro, Diego Cruz e Efren Villalba. Entre os suplentes, foram eleitos(as) Asunilio Zapata, Rockmylis Palomo, Angelica Lozano, Yuri Orozco, Raimary Rodriguez.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por ﬁm, as propostas, diretrizes e destaques foram lidos e aprovados por bloco de eixo temático. A Conferência encerrou-se ms 18h15, horário de Brasília.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Saiba mais&lt;br /&gt;
[[Categoria:Saúde]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Migrantes]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Conferência Livre]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Lucas Caxangá</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Sa%C3%BAde_das_popula%C3%A7%C3%B5es_migrantes&amp;diff=276</id>
		<title>Saúde das populações migrantes</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Sa%C3%BAde_das_popula%C3%A7%C3%B5es_migrantes&amp;diff=276"/>
		<updated>2024-07-05T14:35:43Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Lucas Caxangá: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Síntese da Conferência Nacional Livre de Saúde das Populações Migrantes &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Conferência Nacional Livre de Saúde da População Migrante (CNLSPM) ocorreu no dia 20 de maio de 2023, das 13h30 às 18h. Foi a primeira Conferência Livre da história cujo objetivo foi debater ações de equidade para as populações migrantes residentes no Brasil no SUS. Ela seguiu-se m mobilização iniciada pela 1ª Plenária Nacional sobre Saúde e Migração, realizada em 2021, e foi convocada pela Frente Nacional pela Saúde de Migrantes (FENAMI). Sua Comissão Organizadora foi composta pelas seguintes organizações e coletivos: Associação Brasileira de Antropologia, LGBT+Movimento, Centro de Estudos de Migrações Internacionais da Universidade Estadual de Campinas, Serviço Pastoral dos Migrantes, Equipe de Base Warmis - Convergência de Culturas, Rede Sem Fronteiras, Núcleo de Apoio a Migrantes e Refugiados da Universidade Federal da Bahia, Central Única dos Trabalhadores, Rede Interação, Promigras - Migração e Saúde da Universidade  Federal  de  São  Paulo,  Grito  dos  Excluídos  Continental,  Comitê  Estadual Intersetorial de Políticas de Atenção aos Refugiados e Migrantes do Rio de Janeiro, Instituto Políticas Públicas Migratórias, Instituto Leônidas e Maria Deane - Fiocruz Amazonas, Conselho Regional de Psicologia de Minas Gerais, Conselho Regional de Psicologia do Paraná, Conselho Regional de Psicologia do Rio de Janeiro, Associação de Mulheres Imigrantes Luz e Vida, Rede de Mulheres Imigrantes Lésbicas, Bissexuais e Pansexuais, Núcleo de Estudos sobre Psicologia, Migrações e Culturas, Serviço Jesuíta a Migrantes e Refugiados, Instituto Migrações e Direitos Humanos, Coletivo Cio da Terra, Centro de Direitos Humanos e Cidadania do Imigrante, Escola Nacional de Saúde Pública, Federação Árabe Palestina do Brasil e Latinas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Conferência foi estruturada de maneira híbrida, com o debate online na plataforma Zoom e a organização de 27 polos presenciais distribuídos em 19 municípios de 13 diferentes estados e do Distrito Federal. Participaram da Conferência 876 pessoas, sendo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
550 em polos presenciais, e 306 conectadas ao Zoom. O evento teve três diferentes momentos. Entre 13h30 e 14h30, ocorreu o cerimonial de abertura e a apresentação do regimento e da metodologia. De 14h30 ms 16h20, ocorreu o debate, e, ms 16h40 iniciou-se a Plenária Final destinada m eleição de delegados(as) e aprovação de diretrizes, propostas e destaques.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A mesa de abertura da conferência foi iniciada ms 13h30, e teve como palestrantes Roberto   Portela,   representando   o   Conselho   Nacional   de   Saúde,   Verônica   Yujra, representando migrantes e trabalhadores de saúde, Aline Caixeta, representando o Ministério Público Federal, e Igor Rodrigues, representando o Departamento de Vigilância em Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador do Ministério da Saúde. A mesa foi mediada por Alexandre Branco-Pereira, coordenador da FENAMI. Encerradas as considerações dos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
convidados, procedeu-se ms orientações sobre a metodologia adotada para realização da Conferência Livre. Às 14h30, iniciou-se o debate, com falas organizadas por lista de inscrição priorizando a participação de migrantes - a proporção estipulada pelo regimento era de 5 manifestações de migrantes para cada manifestação de brasileiro(a). Foram realizadas intervenções de participantes de treze polos presenciais, e de participantes online,  abrangendo  as  seguintes  localidades:  Ponta  Grossa-PR,  Curitiba-PR,  Rio  de Janeiro-RJ, Brasília-DF, Foz do Iguaçu-PR, Juiz de Fora-MG, Salvador-BA, Maricá-RJ, Belo Horizonte-MG, Porto Alegre-RS, Boa Vista-RR, São Paulo-SP, Lauro de Freitas-BA, Senador Canedo-GO, João Pessoa-PB e Porto Velho-RO.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As exposições realizadas durante a conferência versaram sobre diversas temáticas direcionadas m garantia do direito ao acesso m saúde pelas populações migrantes, sugestões acerca de possíveis encaminhamentos referentes m política de saúde e atendimento a migrantes, relatos de vivências e fragilidades enfrentadas no Sistema Único de Saúde, entre outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Às 16h20 foi realizado um período de intervalo dedicado m consolidação das propostas e destaques recebidos durante a fase de debates. Após o intervalo, deu-se início m Plenária Final, começando pela eleição de delegados(as) - como a lista de presença já apontava 876 participantes, foram destinadas 5 vagas para a eleição de delegados(as) titulares e 5 vagas para a eleição de suplentes. Um Google Forms foi enviado para os(as) participantes da CNLSPM, que ﬁcaram permitidos de votar até 17h40. De acordo com o regimento, o polo presencial que registrasse a presença de mais de 100 pessoas teria direito de indicar um(a) delegado(a) sem necessidade de submissão do nome m eleição geral. Dois delegados(as) titulares foram eleitos dessa forma: Garry Ulysse, eleito pelo polo de Maricá-RJ, e Yelitza Lafont, eleita pelo polo Morro do Banco, Rio de Janeiro-RJ. Além deles, também foram eleitos como titulares Alberto Navarro, Diego Cruz e Efren Villalba. Entre os suplentes, foram eleitos(as) Asunilio Zapata, Rockmylis Palomo, Angelica Lozano, Yuri Orozco, Raimary Rodriguez.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por ﬁm, as propostas, diretrizes e destaques foram lidos e aprovados por bloco de eixo temático. A Conferência encerrou-se ms 18h15, horário de Brasília.&lt;br /&gt;
[[Categoria:Saúde]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Migrantes]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Conferência Livre]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Lucas Caxangá</name></author>
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		<title>Saúde das populações migrantes</title>
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		<updated>2024-07-05T14:33:33Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Lucas Caxangá: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Síntese da Conferência Nacional Livre de Saúde das Populações Migrantes &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Conferência Nacional Livre de Saúde da População Migrante (CNLSPM) ocorreu no dia 20 de maio de 2023, das 13h30 ms 18h. Foi a primeira Conferência Livre da história cujo objetivo foi debater ações de equidade para as populações migrantes residentes no Brasil no SUS. Ela seguiu-se m mobilização iniciada pela 1ª Plenária Nacional sobre Saúde e&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Migração, realizada em 2021, e foi convocada pela Frente Nacional pela Saúde de Migrantes (FENAMI). Sua Comissão Organizadora foi composta pelas seguintes organizações e coletivos: Associação Brasileira de Antropologia, LGBT+Movimento, Centro de Estudos de Migrações Internacionais da Universidade Estadual de Campinas, Serviço Pastoral dos Migrantes, Equipe de Base Warmis - Convergência de Culturas, Rede Sem Fronteiras, Núcleo de Apoio a Migrantes e Refugiados da Universidade Federal da Bahia, Central Única dos Trabalhadores, Rede Interação, Promigras - Migração e Saúde da Universidade  Federal  de  São  Paulo,  Grito  dos  Excluídos  Continental,  Comitê  Estadual Intersetorial de Políticas de Atenção aos Refugiados e Migrantes do Rio de Janeiro, Instituto Políticas Públicas Migratórias, Instituto Leônidas e Maria Deane - Fiocruz Amazonas, Conselho Regional de Psicologia de Minas Gerais, Conselho Regional de Psicologia do Paraná, Conselho Regional de Psicologia do Rio de Janeiro, Associação de Mulheres Imigrantes Luz e Vida, Rede de Mulheres Imigrantes Lésbicas, Bissexuais e Pansexuais, Núcleo de Estudos sobre Psicologia, Migrações e Culturas, Serviço Jesuíta a Migrantes e Refugiados, Instituto Migrações e Direitos Humanos, Coletivo Cio da Terra, Centro de Direitos Humanos e Cidadania do Imigrante, Escola Nacional de Saúde Pública, Federação Árabe Palestina do Brasil e Latinas.&lt;br /&gt;
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A Conferência foi estruturada de maneira híbrida, com o debate online na plataforma Zoom e a organização de 27 polos presenciais distribuídos em 19 municípios de 13 diferentes estados e do Distrito Federal. Participaram da Conferência 876 pessoas, sendo&lt;br /&gt;
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550 em polos presenciais, e 306 conectadas ao Zoom. O evento teve três diferentes momentos. Entre 13h30 e 14h30, ocorreu o cerimonial de abertura e a apresentação do regimento e da metodologia. De 14h30 ms 16h20, ocorreu o debate, e, ms 16h40 iniciou-se a Plenária Final destinada m eleição de delegados(as) e aprovação de diretrizes, propostas e destaques.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A mesa de abertura da conferência foi iniciada ms 13h30, e teve como palestrantes Roberto   Portela,   representando   o   Conselho   Nacional   de   Saúde,   Verônica   Yujra, representando migrantes e trabalhadores de saúde, Aline Caixeta, representando o Ministério Público Federal, e Igor Rodrigues, representando o Departamento de Vigilância em Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador do Ministério da Saúde. A mesa foi mediada por Alexandre Branco-Pereira, coordenador da FENAMI. Encerradas as considerações dos&lt;br /&gt;
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convidados, procedeu-se ms orientações sobre a metodologia adotada para realização da Conferência Livre. Às 14h30, iniciou-se o debate, com falas organizadas por lista de inscrição priorizando a participação de migrantes - a proporção estipulada pelo regimento era de 5 manifestações de migrantes para cada manifestação de brasileiro(a). Foram realizadas intervenções de participantes de treze polos presenciais, e de participantes online,  abrangendo  as  seguintes  localidades:  Ponta  Grossa-PR,  Curitiba-PR,  Rio  de Janeiro-RJ, Brasília-DF, Foz do Iguaçu-PR, Juiz de Fora-MG, Salvador-BA, Maricá-RJ, Belo Horizonte-MG, Porto Alegre-RS, Boa Vista-RR, São Paulo-SP, Lauro de Freitas-BA, Senador Canedo-GO, João Pessoa-PB e Porto Velho-RO.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As exposições realizadas durante a conferência versaram sobre diversas temáticas direcionadas m garantia do direito ao acesso m saúde pelas populações migrantes, sugestões acerca de possíveis encaminhamentos referentes m política de saúde e atendimento a migrantes, relatos de vivências e fragilidades enfrentadas no Sistema Único de Saúde, entre outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Às 16h20 foi realizado um período de intervalo dedicado m consolidação das propostas e destaques recebidos durante a fase de debates. Após o intervalo, deu-se início m Plenária Final, começando pela eleição de delegados(as) - como a lista de presença já apontava 876 participantes, foram destinadas 5 vagas para a eleição de delegados(as) titulares e 5 vagas para a eleição de suplentes. Um Google Forms foi enviado para os(as) participantes da CNLSPM, que ﬁcaram permitidos de votar até 17h40. De acordo com o regimento, o polo presencial que registrasse a presença de mais de 100 pessoas teria direito de indicar um(a) delegado(a) sem necessidade de submissão do nome m eleição geral. Dois delegados(as) titulares foram eleitos dessa forma: Garry Ulysse, eleito pelo polo de Maricá-RJ, e Yelitza Lafont, eleita pelo polo Morro do Banco, Rio de Janeiro-RJ. Além deles, também foram eleitos como titulares Alberto Navarro, Diego Cruz e Efren Villalba. Entre os suplentes, foram eleitos(as) Asunilio Zapata, Rockmylis Palomo, Angelica Lozano, Yuri Orozco, Raimary Rodriguez.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por ﬁm, as propostas, diretrizes e destaques foram lidos e aprovados por bloco de eixo temático. A Conferência encerrou-se ms 18h15, horário de Brasília.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Lucas Caxangá</name></author>
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