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	<title>Mapa Mov Sa�de - Contribuições do usuário [pt-br]</title>
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		<title>Movimento Nacional pela Vacinação: reconstruir a confiança é proteger vidas</title>
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		<updated>2026-04-17T21:51:25Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Guilherme Faro: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Sobre ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lançado pelo Ministério da Saúde em fevereiro de 2023, o Movimento Nacional pela Vacinação responde a uma realidade preocupante, as coberturas vacinais no Brasil caíram drasticamente nos últimos anos, e praticamente todos os imunizantes estão abaixo da meta de 90% &amp;lt;ref&amp;gt;MINISTÉRIO DA SAÚDE (Brasil). Ministério da Saúde lança Movimento Nacional pela Vacinação. Gov.br, 27 fev. 2023. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2023/fevereiro/ministerio-da-saude-lanca-movimento-nacional-pela-vacinacao. Acesso em: 17 abr. 2026.&amp;lt;/ref&amp;gt;. Esse cenário reacendeu o alerta para o retorno de doenças já eliminadas no país, como a poliomielite. Diante do risco real de adoecimento e morte da população não vacinada, a iniciativa busca recuperar índices e reconstruir a confiança da sociedade na ciência e no Sistema Único de Saúde (SUS).&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Material - Peça Publicitária do Ministério da Saúde 2.png|centro|Material - Peça Publicitária do Ministério da Saúde]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Ações ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com o lema &amp;quot;Vacina é vida. Vacina é para todos&amp;quot;, o movimento não se restringe à Covid-19. Ele abrange todos os imunizantes do Calendário Nacional de Vacinação, incluindo a vacina contra a Influenza, e se estende a crianças, adolescentes, adultos, idosos e grupos vulneráveis. O objetivo central é retomar a proteção coletiva para que doenças antes controladas não voltem a ameaçar a saúde da população.&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Foto-vacinados-no-ato-de-lancamento. Fotos- Ricardo Stuckert- PR e Julia Prado-MS.jpg|miniaturadaimagem|Fotos: Ricardo Stuckert/ PR e Julia Prado/MS]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O movimento resgata ainda o Zé Gotinha como embaixador da vacinação, lembrando o tempo em que o Brasil era referência mundial em cobertura vacinal. Mais do que um símbolo, ele representa a união entre ciência, Estado e sociedade para salvar vidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Movimento Nacional pela Vacinação é um chamado à ação coletiva. Vacinar é um direito e um compromisso de cuidado com o outro. Reconstruir essa corrente de solidariedade é o passo mais importante para que nenhuma doença eliminada volte a fazer vítimas no Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências Bibliográficas ==&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Guilherme Faro</name></author>
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		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Arquivo:Foto-vacinados-no-ato-de-lancamento._Fotos-_Ricardo_Stuckert-_PR_e_Julia_Prado-MS.jpg&amp;diff=2525</id>
		<title>Arquivo:Foto-vacinados-no-ato-de-lancamento. Fotos- Ricardo Stuckert- PR e Julia Prado-MS.jpg</title>
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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Fotos: Ricardo Stuckert/ PR e Julia Prado/MS&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Guilherme Faro</name></author>
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		<title>Movimento Nacional pela Vacinação: reconstruir a confiança é proteger vidas</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Guilherme Faro: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Sobre ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lançado pelo Ministério da Saúde em fevereiro de 2023, o Movimento Nacional pela Vacinação responde a uma realidade preocupante, as coberturas vacinais no Brasil caíram drasticamente nos últimos anos, e praticamente todos os imunizantes estão abaixo da meta de 90% &amp;lt;ref&amp;gt;MINISTÉRIO DA SAÚDE (Brasil). Ministério da Saúde lança Movimento Nacional pela Vacinação. Gov.br, 27 fev. 2023. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2023/fevereiro/ministerio-da-saude-lanca-movimento-nacional-pela-vacinacao. Acesso em: 17 abr. 2026.&amp;lt;/ref&amp;gt;. Esse cenário reacendeu o alerta para o retorno de doenças já eliminadas no país, como a poliomielite. Diante do risco real de adoecimento e morte da população não vacinada, a iniciativa busca recuperar índices e reconstruir a confiança da sociedade na ciência e no Sistema Único de Saúde (SUS).&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Material - Peça Publicitária do Ministério da Saúde 2.png|centro|Material - Peça Publicitária do Ministério da Saúde]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Ações ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com o lema &amp;quot;Vacina é vida. Vacina é para todos&amp;quot;, o movimento não se restringe à Covid-19. Ele abrange todos os imunizantes do Calendário Nacional de Vacinação, incluindo a vacina contra a Influenza, e se estende a crianças, adolescentes, adultos, idosos e grupos vulneráveis. O objetivo central é retomar a proteção coletiva para que doenças antes controladas não voltem a ameaçar a saúde da população.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O movimento resgata ainda o Zé Gotinha como embaixador da vacinação, lembrando o tempo em que o Brasil era referência mundial em cobertura vacinal. Mais do que um símbolo, ele representa a união entre ciência, Estado e sociedade para salvar vidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Movimento Nacional pela Vacinação é um chamado à ação coletiva. Vacinar é um direito e um compromisso de cuidado com o outro. Reconstruir essa corrente de solidariedade é o passo mais importante para que nenhuma doença eliminada volte a fazer vítimas no Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências Bibliográficas ==&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Guilherme Faro</name></author>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Guilherme Faro: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Zé Gotinha está dando um joinha!!&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Guilherme Faro</name></author>
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		<title>Movimento Nacional pela Vacinação: reconstruir a confiança é proteger vidas</title>
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		<updated>2026-04-17T21:45:40Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Guilherme Faro: Criou página com &amp;#039;== Sobre ==  Lançado pelo Ministério da Saúde em fevereiro de 2023, o Movimento Nacional pela Vacinação responde a uma realidade preocupante, as coberturas vacinais no Brasil caíram drasticamente nos últimos anos, e praticamente todos os imunizantes estão abaixo da meta de 90% &amp;lt;ref&amp;gt;MINISTÉRIO DA SAÚDE (Brasil). Ministério da Saúde lança Movimento Nacional pela Vacinação. Gov.br, 27 fev. 2023. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Sobre ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lançado pelo Ministério da Saúde em fevereiro de 2023, o Movimento Nacional pela Vacinação responde a uma realidade preocupante, as coberturas vacinais no Brasil caíram drasticamente nos últimos anos, e praticamente todos os imunizantes estão abaixo da meta de 90% &amp;lt;ref&amp;gt;MINISTÉRIO DA SAÚDE (Brasil). Ministério da Saúde lança Movimento Nacional pela Vacinação. Gov.br, 27 fev. 2023. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2023/fevereiro/ministerio-da-saude-lanca-movimento-nacional-pela-vacinacao. Acesso em: 17 abr. 2026.&amp;lt;/ref&amp;gt;. Esse cenário reacendeu o alerta para o retorno de doenças já eliminadas no país, como a poliomielite. Diante do risco real de adoecimento e morte da população não vacinada, a iniciativa busca recuperar índices e reconstruir a confiança da sociedade na ciência e no Sistema Único de Saúde (SUS).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Material - Peça Publicitária do Ministério da Saúde.png|miniaturadaimagem|centro|Material - Peça Publicitária do Ministério da Saúde]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Ações ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com o lema &amp;quot;vacina é vida&amp;quot; e &amp;quot;vacina é para todos&amp;quot;, o movimento não se restringe à Covid-19. Ele abrange todos os imunizantes do Calendário Nacional de Vacinação, incluindo a vacina contra a Influenza, e se estende a crianças, adolescentes, adultos, idosos e grupos vulneráveis. O objetivo central é retomar a proteção coletiva para que doenças antes controladas não voltem a ameaçar a saúde da população.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O movimento resgata ainda o Zé Gotinha como embaixador da vacinação, lembrando o tempo em que o Brasil era referência mundial em cobertura vacinal. Mais do que um símbolo, ele representa a união entre ciência, Estado e sociedade para salvar vidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Movimento Nacional pela Vacinação é um chamado à ação coletiva. Vacinar é um direito e um compromisso de cuidado com o outro. Reconstruir essa corrente de solidariedade é o passo mais importante para que nenhuma doença eliminada volte a fazer vítimas no Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências Bibliográficas ==&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Guilherme Faro</name></author>
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		<updated>2026-04-17T21:44:45Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Guilherme Faro: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Zé Gotinha e uma moça estão mostrando o braço dando alusão de apoio a vacinação.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Guilherme Faro</name></author>
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		<title>Curso Comunicação Popular e Direito à Saúde 2026</title>
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		<updated>2026-03-16T16:46:47Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Guilherme Faro: Adicionei a localidade da aula inaugural&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;O [https://nucleopiratininga.org.br/ Núcleo Piratininga de Comunicação (NPC)] e o [https://www.icict.fiocruz.br/ Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (ICICT/Fiocruz)] uniram suas trajetórias de formação para lançar o Curso Comunicação Popular e Direito à Saúde 2026. A iniciativa, que já tem sua primeira edição em andamento, oferece formação gratuita e de qualidade para fortalecer a atuação de comunicadores populares nas lutas pelo direito universal à saúde.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A aula inaugural, realizada no último sábado (14), no centro do Rio de Janeiro, na Ocupação Manoel Congo, organizada pelo Movimento Nacional de Luta pela Moradia (MNLM), foi um grande sucesso, reunindo uma sala cheia e um público diverso, composto por moradores de diferentes territórios, agentes de saúde e comunicadores populares. Esse primeiro encontro marcou o pontapé inicial de uma jornada que se estenderá até setembro, sempre aos sábados, em formato presencial e quinzenal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Comunicação-popular-npc.jpg|semmoldura|centro|Turma - Curso Comunicação Popular e Direito à Saúde]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Formação gratuita e enraizada nos territórios&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Totalmente gratuito, o curso acontece entre os dias 14 de março e 7 de setembro de 2026, com um total de 12 encontros presenciais. A proposta é promover um espaço de troca e aprendizado que dialogue diretamente com a realidade das comunidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao longo da formação, os participantes vão mergulhar em temas como a história e os desafios da comunicação popular e da saúde coletiva no Brasil, explorando as formas de fortalecimento mútuo entre esses dois campos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O corpo docente é multidisciplinar e reúne comunicadores populares, jornalistas, pesquisadores do ICICT/Fiocruz, garantindo uma rica diversidade de perspectivas. Além disso, haverá atividades extraclasse para experimentação de vivências e reflexões sobre os contextos perpassados nos debates pedagógicos.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Guilherme Faro</name></author>
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		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Curso_Comunica%C3%A7%C3%A3o_Popular_e_Direito_%C3%A0_Sa%C3%BAde_2026&amp;diff=2500</id>
		<title>Curso Comunicação Popular e Direito à Saúde 2026</title>
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		<updated>2026-03-16T16:41:32Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Guilherme Faro: Criou página com &amp;#039;O [https://nucleopiratininga.org.br/ Núcleo Piratininga de Comunicação (NPC)] e o [https://www.icict.fiocruz.br/ Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (ICICT/Fiocruz)] uniram suas trajetórias de formação para lançar o Curso Comunicação Popular e Direito à Saúde 2026. A iniciativa, que já tem sua primeira edição em andamento, oferece formação gratuita e de qualidade para fortalecer a atuação de comunicadores popul...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;O [https://nucleopiratininga.org.br/ Núcleo Piratininga de Comunicação (NPC)] e o [https://www.icict.fiocruz.br/ Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (ICICT/Fiocruz)] uniram suas trajetórias de formação para lançar o Curso Comunicação Popular e Direito à Saúde 2026. A iniciativa, que já tem sua primeira edição em andamento, oferece formação gratuita e de qualidade para fortalecer a atuação de comunicadores populares nas lutas pelo direito universal à saúde.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A aula inaugural, realizada no último sábado (14), no centro do Rio de Janeiro, foi um grande sucesso, reunindo uma sala cheia e um público diverso, composto por moradores de diferentes territórios, agentes de saúde e comunicadores populares. Esse primeiro encontro marcou o pontapé inicial de uma jornada que se estenderá até setembro, sempre aos sábados, em formato presencial e quinzenal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Comunicação-popular-npc.jpg|semmoldura|centro|Turma - Curso Comunicação Popular e Direito à Saúde]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Formação gratuita e enraizada nos territórios&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Totalmente gratuito, o curso acontece entre os dias 14 de março e 7 de setembro de 2026, com um total de 12 encontros presenciais. A proposta é promover um espaço de troca e aprendizado que dialogue diretamente com a realidade das comunidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao longo da formação, os participantes vão mergulhar em temas como a história e os desafios da comunicação popular e da saúde coletiva no Brasil, explorando as formas de fortalecimento mútuo entre esses dois campos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O corpo docente é multidisciplinar e reúne comunicadores populares, jornalistas, pesquisadores do ICICT/Fiocruz, garantindo uma rica diversidade de perspectivas. Além disso, haverá atividades extraclasse para experimentação de vivências e reflexões sobre os contextos perpassados nos debates pedagógicos.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Guilherme Faro</name></author>
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		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Arquivo:Comunica%C3%A7%C3%A3o-popular-npc.jpg&amp;diff=2499</id>
		<title>Arquivo:Comunicação-popular-npc.jpg</title>
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		<updated>2026-03-16T16:39:08Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Guilherme Faro: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Estudantes e docentes reunidos no Curso Comunicação Popular e Direito à Saúde 2026&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Guilherme Faro</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Bagun%C3%A7a_com_Harmonia&amp;diff=2493</id>
		<title>Bagunça com Harmonia</title>
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		<updated>2026-02-13T18:32:58Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Guilherme Faro: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Cabeçalho - Bagunça com Harmonia.png|centro|800x800px|Cabeçalho - Bagunça com Harmonia]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== &#039;&#039;&#039;Contexto: Carnaval 2026&#039;&#039;&#039; ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desde a pandemia e a retomada dos eventos populares de rua, observamos um aumento significativo no número de camelôs ativos na cidade. O trabalho informal vem crescendo gradativamente, seja como atividade contínua ou como complementação de renda. De qualquer forma, estamos falando de vidas humanas que se dedicam a atividades comerciais em condições precárias, lutando para garantir o sustento próprio e de suas famílias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ô abre alas, que eu quero passar!  Mas e quando todo mundo quer passar e ninguém abre alas?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não dá para ser assim — o carnaval é a festa de todos, é o povo na rua tomando o que é seu, é a economia popular aquecida, é a bagunça onírica, entorpecida pela alegria. Pular carnaval é ocupar democraticamente os espaços públicos, comungar com afetos, harmonia e consciência de classe. Quando o rei Momo recebe a chave da cidade, ele representa o povo assumindo o poder soberano, então o carnaval precisa de &#039;&#039;&#039;ORGANIZAÇÃO POPULAR DE UM ESPAÇO COMUM&#039;&#039;&#039;, sem a brutalidade da ordem do poder público.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os blocos de carnaval de rua são o ápice cultural do Rio de Janeiro. A cidade se enche de foliões em busca de alegria, diversão e um momento para fantasiar a realidade, celebrando a busca coletiva pela felicidade. No entanto, também é evidente que os blocos estão crescendo em número de participantes, surpreendendo a cada ano com sua magnitude.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para acompanhar essa tendência, a estrutura dos blocos precisa evoluir. No entanto, isso se torna difícil sem uma prefeitura que implemente políticas públicas eficazes para apoiar essa construção. Em vez disso, o carnaval é visto como uma oportunidade para mercantilizar a festa e privatizar espaços, somando-se a um forte lobby das empresas de bebidas alcoólicas, que buscam monopolizar o evento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante desse cenário, a integração entre foliões, artistas e nós, camelôs, vem enfrentando tensões. Esses conflitos surgem por diversos motivos: a chegada de novos trabalhadores informais que continuam se adaptando à dinâmica dos blocos, o desrespeito de alguns foliões em relação àqueles que os servem e, sem muita consciência de classe, por fim, a dificuldade de convivência em meio a uma massa gigantesca de pessoas, onde até mesmo camelôs com triciclos podem acabar atrapalhando os artistas, peças fundamentais da festa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A confusão está posta, mas acreditamos ser possível transformar essa bagunça em harmonia. O caminho não é o ataque e o menosprezo! É preciso Harmonia, essa palavra tão importante para o desfile das escolas de samba, é preciso construir um diálogo entre todos aqueles e aquelas que dão vida ao carnaval de rua. Sugerimos o seguinte:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
• Enquanto os camelôs precisam ser cuidadosos, todos nós precisamos garantir o respeito e valorizar o trabalho dessas trabalhadoras e trabalhadores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
• Dialogar com muita educação e respeito com os camelôs, que estão trabalhando para a folia acontecer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
• Destacar integrantes dos blocos para orientar as e os trabalhadores informais, auxiliando na disposição dos triciclos e carroças na rua, durante o cortejo, dando ouvidos a esses trabalhadores para a solução fazer sentido para quem melhor entende do consumo nos blocos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
• Orientar os foliões para dar passagem ao escutar &amp;quot;olha o pesado&amp;quot;! Não tem essa de meu lugar! Imagina a perda econômica para um camelô que precisa repor gelo ou mercadoria e fica preso no bloco?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
• Por outro lado, cabe orientar as e os camelôs a abrir alas e não sufocar o bloco para que os artistas possam evoluir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
• Informar aos foliões que facilita muito e agiliza a vida de todo mundo levar dinheiro trocado, e pedir que camelôs disponham de máquinas de cartão com aproximação ou QR code para PIX.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
• Se bloco decidir correr, é muito importante alertar os trabalhadores que vai haver esse momento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A campanha &amp;quot;Bagunça com Harmonia&amp;quot; propõe um diálogo aberto e colaborativo entre todos os envolvidos no carnaval de rua. Queremos construir um espaço onde foliões, artistas e camelôs possam coexistir de forma respeitosa e integrada, garantindo que a festa seja um momento não só de alegria, mas também de inclusão e oportunidades para todos.&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Foto - Loucura Suburbana.jpg|centro|semmoldura|Conversas com camelôs durante o Bloco Loucura Suburbana]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== &#039;&#039;&#039;Vamos falar de Saúde&#039;&#039;&#039; ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Instruir os camelôs é de extrema importância, especialmente no que diz respeito à prevenção de danos à saúde decorrentes de suas atividades profissionais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
# &#039;&#039;&#039;Hidratação Adequada&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
#* Beba pelo menos 2 litros de água por dia.&lt;br /&gt;
#* Considere bebidas isotônicas para repor eletrólitos.&lt;br /&gt;
# &#039;&#039;&#039;Descanso em Sombra&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
#* Faça pausas regulares em locais com sombra.&lt;br /&gt;
#* Evite a exposição direta ao sol por longos períodos.&lt;br /&gt;
# &#039;&#039;&#039;Alimentação Saudável&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
#* Consuma comidas leves e saudáveis, como saladas e sanduíches.&lt;br /&gt;
#* Leve frutas como melancia, laranja e abacaxi, que ajudam na hidratação.&lt;br /&gt;
# &#039;&#039;&#039;Proteção Solar&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
#* Use protetor solar com fator de proteção adequado, reaplicando a cada 2 horas.&lt;br /&gt;
#* Utilize roupas de proteção UV, chapéus de abas largas e óculos escuros.&lt;br /&gt;
# &#039;&#039;&#039;Cuidado com o Calor&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
#* Esteja atento aos sinais de exaustão pelo calor, como tontura e fadiga.&lt;br /&gt;
#* Se sentir sintomas, procure um local fresco e hidrate-se imediatamente.&lt;br /&gt;
# &#039;&#039;&#039;Organização do Trabalho&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
#* Planeje a venda de produtos que sejam refrescantes e atrativos para o público.&lt;br /&gt;
#* Mantenha o espaço de trabalho limpo e organizado para evitar acidentes.&lt;br /&gt;
# &#039;&#039;&#039;Segurança Pessoal&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
#* Esteja atento ao seu entorno e evite áreas perigosas.&lt;br /&gt;
#* Mantenha seus pertences seguros e próximos a você.&lt;br /&gt;
# &#039;&#039;&#039;Cuidado com Alimentos e Bebidas&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
#* Não aceite bebidas ou comidas de foliões, pois podem conter substâncias entorpecentes.&lt;br /&gt;
# &#039;&#039;&#039;Atenção Redobrada com Crianças&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
#* Se estiver com crianças, redobre a atenção para riscos à saúde e segurança.&lt;br /&gt;
# &#039;&#039;&#039;Preparação para Emergências&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
#* Tenha um kit básico de primeiros socorros à mão.&lt;br /&gt;
#* Conheça os locais mais próximos de atendimento médico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Manifesto - Bagunça com Harmonia:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSe5FmPbLMdE43rpfl-KkPjRjGLQQEuo5jmmzHI_a6WxDOw5NQ/viewform?usp=send_form &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Campanha puxada pelo [[Saúde para os trabalhadores da rua - MUCA|Movimento Unido dos Camelôs]]&lt;br /&gt;
Blocos que estão participando:&lt;br /&gt;
Desculpe o transtorno; Mistério há de pintar por aí; Ocupa Carnaval; Blocato Nada Deve Parecer Impossível de Mudar; Cordão do boitatá; Bloco Céu na terra; Loucura Suburbana; Planta na Mente; Glorioso Mergulho; Glorioso Mergulho; Amores Líquidos; Os Siderais&lt;br /&gt;
Bigode do Leôncio; Bloco to be Wild; Patas e pets; Meu doce acaba hoje; Bacurau tijucano; Caramuela; Blonk; Canários do Reino; Bloco do Quilombo da Glória; Me enterra na quarta; Bloco das Tubas; Labirintos Públicos; Ressuscita no sábado; Gota Serena; Meu doce acabou hoje; Cartela Nova; Oi Tavinho; Cordão da Tia Juca;  Trombetas Cósmicas;  Butano na Bureta; Orquestra Voadora; Noites do Norte;  Bloco Canários do Reino; Bloco Bésame Mucho; Camisa 7; Viva La Vida; Vadios do Celeiro; Glorioso Mergulho à Fantasia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Rio de Janeiro é a cidade com maior número de camelôs/ambulantes do Brasil e o mercado popular é de fato uma característica vital da constituição da cidade e sua a formação socioeconômica.&lt;br /&gt;
[[Categoria:Manifestos]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Guilherme Faro</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Bagun%C3%A7a_com_Harmonia&amp;diff=2492</id>
		<title>Bagunça com Harmonia</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Bagun%C3%A7a_com_Harmonia&amp;diff=2492"/>
		<updated>2026-02-13T17:42:39Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Guilherme Faro: Atualização&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Cabeçalho - Bagunça com Harmonia.png|centro|800x800px|Cabeçalho - Bagunça com Harmonia]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== &#039;&#039;&#039;Contexto: Carnaval 2025&#039;&#039;&#039; ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desde a pandemia e a retomada dos eventos populares de rua, observamos um aumento significativo no número de camelôs ativos na cidade. O trabalho informal vem crescendo gradativamente, seja como atividade contínua ou como complementação de renda. De qualquer forma, estamos falando de vidas humanas que se dedicam a atividades comerciais em condições precárias, lutando para garantir o sustento próprio e de suas famílias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ô abre alas, que eu quero passar!  Mas e quando todo mundo quer passar e ninguém abre alas?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não dá para ser assim — o carnaval é a festa de todos, é o povo na rua tomando o que é seu, é a economia popular aquecida, é a bagunça onírica, entorpecida pela alegria. Pular carnaval é ocupar democraticamente os espaços públicos, comungar com afetos, harmonia e consciência de classe. Quando o rei Momo recebe a chave da cidade, ele representa o povo assumindo o poder soberano, então o carnaval precisa de &#039;&#039;&#039;ORGANIZAÇÃO POPULAR DE UM ESPAÇO COMUM&#039;&#039;&#039;, sem a brutalidade da ordem do poder público.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os blocos de carnaval de rua são o ápice cultural do Rio de Janeiro. A cidade se enche de foliões em busca de alegria, diversão e um momento para fantasiar a realidade, celebrando a busca coletiva pela felicidade. No entanto, também é evidente que os blocos estão crescendo em número de participantes, surpreendendo a cada ano com sua magnitude.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para acompanhar essa tendência, a estrutura dos blocos precisa evoluir. No entanto, isso se torna difícil sem uma prefeitura que implemente políticas públicas eficazes para apoiar essa construção. Em vez disso, o carnaval é visto como uma oportunidade para mercantilizar a festa e privatizar espaços, somando-se a um forte lobby das empresas de bebidas alcoólicas, que buscam monopolizar o evento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante desse cenário, a integração entre foliões, artistas e nós, camelôs, vem enfrentando tensões. Esses conflitos surgem por diversos motivos: a chegada de novos trabalhadores informais que continuam se adaptando à dinâmica dos blocos, o desrespeito de alguns foliões em relação àqueles que os servem e, sem muita consciência de classe, por fim, a dificuldade de convivência em meio a uma massa gigantesca de pessoas, onde até mesmo camelôs com triciclos podem acabar atrapalhando os artistas, peças fundamentais da festa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A confusão está posta, mas acreditamos ser possível transformar essa bagunça em harmonia. O caminho não é o ataque e o menosprezo! É preciso Harmonia, essa palavra tão importante para o desfile das escolas de samba, é preciso construir um diálogo entre todos aqueles e aquelas que dão vida ao carnaval de rua. Sugerimos o seguinte:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
• Enquanto os camelôs precisam ser cuidadosos, todos nós precisamos garantir o respeito e valorizar o trabalho dessas trabalhadoras e trabalhadores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
• Dialogar com muita educação e respeito com os camelôs, que estão trabalhando para a folia acontecer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
• Destacar integrantes dos blocos para orientar as e os trabalhadores informais, auxiliando na disposição dos triciclos e carroças na rua, durante o cortejo, dando ouvidos a esses trabalhadores para a solução fazer sentido para quem melhor entende do consumo nos blocos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
• Orientar os foliões para dar passagem ao escutar &amp;quot;olha o pesado&amp;quot;! Não tem essa de meu lugar! Imagina a perda econômica para um camelô que precisa repor gelo ou mercadoria e fica preso no bloco?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
• Por outro lado, cabe orientar as e os camelôs a abrir alas e não sufocar o bloco para que os artistas possam evoluir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
• Informar aos foliões que facilita muito e agiliza a vida de todo mundo levar dinheiro trocado, e pedir que camelôs disponham de máquinas de cartão com aproximação ou QR code para PIX.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
• Se bloco decidir correr, é muito importante alertar os trabalhadores que vai haver esse momento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A campanha &amp;quot;Bagunça com Harmonia&amp;quot; propõe um diálogo aberto e colaborativo entre todos os envolvidos no carnaval de rua. Queremos construir um espaço onde foliões, artistas e camelôs possam coexistir de forma respeitosa e integrada, garantindo que a festa seja um momento não só de alegria, mas também de inclusão e oportunidades para todos.&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Foto - Loucura Suburbana.jpg|centro|semmoldura|Conversas com camelôs durante o Bloco Loucura Suburbana]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== &#039;&#039;&#039;Vamos falar de Saúde&#039;&#039;&#039; ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Instruir os camelôs é de extrema importância, especialmente no que diz respeito à prevenção de danos à saúde decorrentes de suas atividades profissionais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
# &#039;&#039;&#039;Hidratação Adequada&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
#* Beba pelo menos 2 litros de água por dia.&lt;br /&gt;
#* Considere bebidas isotônicas para repor eletrólitos.&lt;br /&gt;
# &#039;&#039;&#039;Descanso em Sombra&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
#* Faça pausas regulares em locais com sombra.&lt;br /&gt;
#* Evite a exposição direta ao sol por longos períodos.&lt;br /&gt;
# &#039;&#039;&#039;Alimentação Saudável&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
#* Consuma comidas leves e saudáveis, como saladas e sanduíches.&lt;br /&gt;
#* Leve frutas como melancia, laranja e abacaxi, que ajudam na hidratação.&lt;br /&gt;
# &#039;&#039;&#039;Proteção Solar&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
#* Use protetor solar com fator de proteção adequado, reaplicando a cada 2 horas.&lt;br /&gt;
#* Utilize roupas de proteção UV, chapéus de abas largas e óculos escuros.&lt;br /&gt;
# &#039;&#039;&#039;Cuidado com o Calor&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
#* Esteja atento aos sinais de exaustão pelo calor, como tontura e fadiga.&lt;br /&gt;
#* Se sentir sintomas, procure um local fresco e hidrate-se imediatamente.&lt;br /&gt;
# &#039;&#039;&#039;Organização do Trabalho&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
#* Planeje a venda de produtos que sejam refrescantes e atrativos para o público.&lt;br /&gt;
#* Mantenha o espaço de trabalho limpo e organizado para evitar acidentes.&lt;br /&gt;
# &#039;&#039;&#039;Segurança Pessoal&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
#* Esteja atento ao seu entorno e evite áreas perigosas.&lt;br /&gt;
#* Mantenha seus pertences seguros e próximos a você.&lt;br /&gt;
# &#039;&#039;&#039;Cuidado com Alimentos e Bebidas&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
#* Não aceite bebidas ou comidas de foliões, pois podem conter substâncias entorpecentes.&lt;br /&gt;
# &#039;&#039;&#039;Atenção Redobrada com Crianças&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
#* Se estiver com crianças, redobre a atenção para riscos à saúde e segurança.&lt;br /&gt;
# &#039;&#039;&#039;Preparação para Emergências&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
#* Tenha um kit básico de primeiros socorros à mão.&lt;br /&gt;
#* Conheça os locais mais próximos de atendimento médico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Manifesto - Bagunça com Harmonia:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSe5FmPbLMdE43rpfl-KkPjRjGLQQEuo5jmmzHI_a6WxDOw5NQ/viewform?usp=send_form &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Campanha puxada pelo [[Saúde para os trabalhadores da rua - MUCA|Movimento Unido dos Camelôs]]&lt;br /&gt;
Blocos que estão participando:&lt;br /&gt;
Desculpe o transtorno; Mistério há de pintar por aí; Ocupa Carnaval; Blocato Nada Deve Parecer Impossível de Mudar; Cordão do boitatá; Bloco Céu na terra; Loucura Suburbana; Planta na Mente; Glorioso Mergulho; Glorioso Mergulho; Amores Líquidos; Os Siderais&lt;br /&gt;
Bigode do Leôncio; Bloco to be Wild; Patas e pets; Meu doce acaba hoje; Bacurau tijucano; Caramuela; Blonk; Canários do Reino; Bloco do Quilombo da Glória; Me enterra na quarta; Bloco das Tubas; Labirintos Públicos; Ressuscita no sábado; Gota Serena; Meu doce acabou hoje; Cartela Nova; Oi Tavinho; Cordão da Tia Juca;  Trombetas Cósmicas;  Butano na Bureta; Orquestra Voadora; Noites do Norte;  Bloco Canários do Reino; Bloco Bésame Mucho; Camisa 7; Viva La Vida; Vadios do Celeiro; Glorioso Mergulho à Fantasia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Rio de Janeiro é a cidade com maior número de camelôs/ambulantes do Brasil e o mercado popular é de fato uma característica vital da constituição da cidade e sua a formação socioeconômica.&lt;br /&gt;
[[Categoria:Manifestos]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Guilherme Faro</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Sa%C3%BAde_para_os_trabalhadores_da_rua_-_MUCA&amp;diff=2145</id>
		<title>Saúde para os trabalhadores da rua - MUCA</title>
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		<updated>2025-03-12T21:47:30Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Guilherme Faro: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Paz pros Camelôs.jpg|miniaturadaimagem|400x400px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Resumo ==&lt;br /&gt;
O Movimento Unido dos Camelôs tem promovido diversas ações significativas para apoiar os trabalhadores informais do Rio de Janeiro, incluindo assistência jurídica, acesso à cultura, e diálogos com redes de saúde. Além disso, oferece oficinas, atendimento psicológico e articulação com o legislativo para garantir direitos. A luta pela saúde é central, com a necessidade de políticas públicas que atendam a essa população, considerando sua vulnerabilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Origem do movimento ==&lt;br /&gt;
O Movimento Unido dos Camelôs (MUCA), nasceu em 2003, durante um período de graves perseguições e agressões da Guarda Municipal contra os trabalhadores e trabalhadoras camelôs do Rio de Janeiro. Naquele ano, Maria de Lourdes do Carmo, trabalhadora camelô que estava em período puerpério 15 dias após o nascimento de seu terceiro filho, foi espancada covardemente por agentes municipais. Este foi o estopim que impulsionou a organização coletiva da categoria por meio do movimento social, que tem até hoje Maria dos Camelôs como sua coordenadora geral.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O movimento das ruas ==&lt;br /&gt;
Importante destacar as realizações do movimento para com sua base.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;1)&#039;&#039;&#039; assistência e orientação sócio-jurídica aos camelôs; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2)&#039;&#039;&#039; promoção e acesso à cultura; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;3)&#039;&#039;&#039; aproximação e diálogos com a Rede de Atenção à Saúde (RAS) e com a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) do município do Rio de Janeiro; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;4)&#039;&#039;&#039; Oficinas de formação e rodas de conversas sobre temas variados; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;5)&#039;&#039;&#039; projetos de estágio e extensão com universidades; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;6)&#039;&#039;&#039; Atendimento psicológico individual aos trabalhadores e trabalhadoras camelôs em parceria com o Instituto de Psicologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IP-UFRJ); &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;7)&#039;&#039;&#039; articulações com o legislativo e judiciário a fim de resguardar direitos dos trabalhadores e trabalhadoras camelôs; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;8)&#039;&#039;&#039; Orientação e acompanhamento a trabalhadores e trabalhadoras do comércio ambulante para devolução de equipamentos e mercadorias apreendidas; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;9)&#039;&#039;&#039; Acolhimento a trabalhadores e trabalhadoras que sofreram violência relacionada ao trabalho informal; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;10)&#039;&#039;&#039; Participação de negociações com a prefeitura sobre cadastramento e licenciamento dos trabalhadores e trabalhadoras camelôs; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;11)&#039;&#039;&#039; Participação na elaboração e implementação de políticas públicas afetas ao comércio de rua, mobilizando um amplo repertório de ações coletivas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Saúde ao Camelô ==&lt;br /&gt;
O acesso às condições de tratamento, prevenção e cuidado deve ter um caráter universal, tendo as políticas públicas em saúde do trabalho a tarefa de enfrentar os novos desafios colocados pelo trabalho informal. Essa não é a nossa realidade atual, frente aos avanços neoliberais que cada vez mais precarizam as condições de trabalho, as políticas públicas em saúde não podem estar desvinculadas da luta contra a exploração social.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A política de saúde pública deve chegar com qualidade a todos os territórios e a todas as pessoas e, diante da nossa atuação no &#039;&#039;&#039;Movimento Unido dos Camelôs&#039;&#039;&#039; percebemos haver enorme ausência dessas políticas aos trabalhadores das ruas, aqueles diariamente distribuídos na cidade realizando atividades econômicas essenciais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Precisamos implementar campanhas de conscientização em saúde e prevenção junto às comunidades de trabalhadores informais. Sem essa comunicação direta com canais que estejam aptos a realizar escutas ativas em conjunto com projetos de formação, os trabalhadores manterão comportamentos prejudiciais à própria saúde. Além disso, os espaços públicos devem ter estruturas adequadas para essa gente, é raro encontrar banheiros públicos e bebedouros de água potável em qualquer cidade do país. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por fim, buscamos maior reconhecimento. Se somos trabalhadores, é fundamental que as autoridades cumpram a obrigação de notificar e reconhecer as doenças, agravos à saúde, acidentes e mortes resultantes do trabalho informal, estabelecendo uma clara relação com o contexto laboral. Isso é essencial para fortalecer os sistemas de monitoramento e acompanhamento das políticas públicas voltadas à saúde do trabalhador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Consideramos a saúde das pessoas trabalhadoras como um direito humano, &#039;&#039;&#039;a saúde das pessoas trabalhadoras não tem preço!&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== &#039;&#039;&#039;Reinvindicações:&#039;&#039;&#039; ===&lt;br /&gt;
* Implementar campanhas de conscientização em saúde e prevenção junto às comunidades de trabalhadores informais;&lt;br /&gt;
* Pressionar as autoridades responsáveis para o estabelecimento de condições sanitárias e de bem-estar em centros comerciais da cidade do Rio de Janeiro, como a construção de banheiros públicos e bebedouros de água potável;&lt;br /&gt;
* Fortalecer, de acordo com os princípios da Reforma Psiquiátrica brasileira, as políticas públicas em saúde mental junto à Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) para que as pessoas trabalhadoras tenham o acesso qualificado aos seus serviços;&lt;br /&gt;
* Atuar junto às categorias de trabalhadores para o fortalecimento dos Centros de Referência em Saúde do Trabalhador (CEREST) em âmbito municipal, dando especial atenção aos desafios colocados pelas novas configurações do trabalho informal;&lt;br /&gt;
* Pressionar as autoridades responsáveis para que se cumpra a obrigatoriedade de que doenças, agravos à saúde, acidentes e mortes ocasionadas em decorrência do trabalho informal sejam notificadas e reconhecidas em sua relação com o trabalho, fortalecendo os sistemas de monitoramento e acompanhamento de políticas públicas em saúde do trabalhador;&lt;br /&gt;
* Fortalecer a Frente Parlamentar em Defesa da Saúde dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Rio de Janeiro, criada em 2023, e contribuir para a criação de uma Comissão Permanente de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora como um Direito Humano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Atividades atuais do movimento na luta por Saúde ==&lt;br /&gt;
O Movimento Unido dos Camelôs vem colaborando com pesquisas referentes à saúde há anos e temos orgulho de fazer parte da pesquisa realizada pelo Centro de Estudos em Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana (CESTH/ENSP-Fiocruz) com a parceria de nossa amiga e integrante Thaís Lisboa, residente do PRMST. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segue o link para acesso do trabalho final de conclusão da pós-graduação da Thaís Lisboa:  https://www.arca.fiocruz.br/handle/icict/63919&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vale destacar que o MUCA tem participado ativamente de espaços de discussão sobre Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora, como o Fórum Intersindical de Saúde-Trabalho-Direito. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse ano em 2025 damos início a &#039;&#039;&#039;um novo projeto integrando ensino, pesquisa e assistência entre o movimento social e o CESTH&#039;&#039;&#039;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Elencamos duas frentes de trabalho no campo da Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora, que visam melhorar a saúde dos trabalhadores do comércio de rua do Rio de Janeiro: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1) Pesquisa de campo na cidade do Rio de Janeiro para realizar Análise da Situação de Saúde e identificar as principais necessidades de saúde, riscos e agravos relacionados ao trabalho dos/das camelôs; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2) Acolhimento inicial de trabalhadores e trabalhadoras que necessitam de orientação psicossocial devido a sofrimento relacionado ao trabalho e articulação com as Redes de Saúde do SUS para o acompanhamento integral desses.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todas essas frentes de atuação visam fomentar a organização coletiva dos trabalhadores e trabalhadoras do comércio de rua na cidade do Rio de Janeiro, fortalecer a luta pelo direito à cidade, pelo o direito à saúde, construir e reivindicar a melhoria da qualidade de vida dos camelôs.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;code&amp;gt;__TOC__&amp;lt;/code&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;Autoria: Guilherme Faro Bonan (Integrante do movimento)&lt;br /&gt;
&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Movimentos Sociais]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Região Sudeste]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Rio de Janeiro]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Guilherme Faro</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Sa%C3%BAde_para_os_trabalhadores_da_rua_-_MUCA&amp;diff=2144</id>
		<title>Saúde para os trabalhadores da rua - MUCA</title>
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		<updated>2025-03-12T21:44:51Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Guilherme Faro: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Paz pros Camelôs.jpg|centro|1080x1080px|miniaturadaimagem]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Resumo ==&lt;br /&gt;
O Movimento Unido dos Camelôs tem promovido diversas ações significativas para apoiar os trabalhadores informais do Rio de Janeiro, incluindo assistência jurídica, acesso à cultura, e diálogos com redes de saúde. Além disso, oferece oficinas, atendimento psicológico e articulação com o legislativo para garantir direitos. A luta pela saúde é central, com a necessidade de políticas públicas que atendam a essa população, considerando sua vulnerabilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Origem do movimento ==&lt;br /&gt;
O Movimento Unido dos Camelôs (MUCA), nasceu em 2003, durante um período de graves perseguições e agressões da Guarda Municipal contra os trabalhadores e trabalhadoras camelôs do Rio de Janeiro. Naquele ano, Maria de Lourdes do Carmo, trabalhadora camelô que estava em período puerpério 15 dias após o nascimento de seu terceiro filho, foi espancada covardemente por agentes municipais. Este foi o estopim que impulsionou a organização coletiva da categoria por meio do movimento social, que tem até hoje Maria dos Camelôs como sua coordenadora geral.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O movimento das ruas ==&lt;br /&gt;
Importante destacar as realizações do movimento para com sua base.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;1)&#039;&#039;&#039; assistência e orientação sócio-jurídica aos camelôs; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2)&#039;&#039;&#039; promoção e acesso à cultura; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;3)&#039;&#039;&#039; aproximação e diálogos com a Rede de Atenção à Saúde (RAS) e com a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) do município do Rio de Janeiro; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;4)&#039;&#039;&#039; Oficinas de formação e rodas de conversas sobre temas variados; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;5)&#039;&#039;&#039; projetos de estágio e extensão com universidades; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;6)&#039;&#039;&#039; Atendimento psicológico individual aos trabalhadores e trabalhadoras camelôs em parceria com o Instituto de Psicologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IP-UFRJ); &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;7)&#039;&#039;&#039; articulações com o legislativo e judiciário a fim de resguardar direitos dos trabalhadores e trabalhadoras camelôs; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;8)&#039;&#039;&#039; Orientação e acompanhamento a trabalhadores e trabalhadoras do comércio ambulante para devolução de equipamentos e mercadorias apreendidas; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;9)&#039;&#039;&#039; Acolhimento a trabalhadores e trabalhadoras que sofreram violência relacionada ao trabalho informal; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;10)&#039;&#039;&#039; Participação de negociações com a prefeitura sobre cadastramento e licenciamento dos trabalhadores e trabalhadoras camelôs; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;11)&#039;&#039;&#039; Participação na elaboração e implementação de políticas públicas afetas ao comércio de rua, mobilizando um amplo repertório de ações coletivas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Saúde ao Camelô ==&lt;br /&gt;
O acesso às condições de tratamento, prevenção e cuidado deve ter um caráter universal, tendo as políticas públicas em saúde do trabalho a tarefa de enfrentar os novos desafios colocados pelo trabalho informal. Essa não é a nossa realidade atual, frente aos avanços neoliberais que cada vez mais precarizam as condições de trabalho, as políticas públicas em saúde não podem estar desvinculadas da luta contra a exploração social.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A política de saúde pública deve chegar com qualidade a todos os territórios e a todas as pessoas e, diante da nossa atuação no &#039;&#039;&#039;Movimento Unido dos Camelôs&#039;&#039;&#039; percebemos haver enorme ausência dessas políticas aos trabalhadores das ruas, aqueles diariamente distribuídos na cidade realizando atividades econômicas essenciais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Precisamos implementar campanhas de conscientização em saúde e prevenção junto às comunidades de trabalhadores informais. Sem essa comunicação direta com canais que estejam aptos a realizar escutas ativas em conjunto com projetos de formação, os trabalhadores manterão comportamentos prejudiciais à própria saúde. Além disso, os espaços públicos devem ter estruturas adequadas para essa gente, é raro encontrar banheiros públicos e bebedouros de água potável em qualquer cidade do país. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por fim, buscamos maior reconhecimento. Se somos trabalhadores, é fundamental que as autoridades cumpram a obrigação de notificar e reconhecer as doenças, agravos à saúde, acidentes e mortes resultantes do trabalho informal, estabelecendo uma clara relação com o contexto laboral. Isso é essencial para fortalecer os sistemas de monitoramento e acompanhamento das políticas públicas voltadas à saúde do trabalhador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Consideramos a saúde das pessoas trabalhadoras como um direito humano, &#039;&#039;&#039;a saúde das pessoas trabalhadoras não tem preço!&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== &#039;&#039;&#039;Reinvindicações:&#039;&#039;&#039; ===&lt;br /&gt;
* Implementar campanhas de conscientização em saúde e prevenção junto às comunidades de trabalhadores informais;&lt;br /&gt;
* Pressionar as autoridades responsáveis para o estabelecimento de condições sanitárias e de bem-estar em centros comerciais da cidade do Rio de Janeiro, como a construção de banheiros públicos e bebedouros de água potável;&lt;br /&gt;
* Fortalecer, de acordo com os princípios da Reforma Psiquiátrica brasileira, as políticas públicas em saúde mental junto à Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) para que as pessoas trabalhadoras tenham o acesso qualificado aos seus serviços;&lt;br /&gt;
* Atuar junto às categorias de trabalhadores para o fortalecimento dos Centros de Referência em Saúde do Trabalhador (CEREST) em âmbito municipal, dando especial atenção aos desafios colocados pelas novas configurações do trabalho informal;&lt;br /&gt;
* Pressionar as autoridades responsáveis para que se cumpra a obrigatoriedade de que doenças, agravos à saúde, acidentes e mortes ocasionadas em decorrência do trabalho informal sejam notificadas e reconhecidas em sua relação com o trabalho, fortalecendo os sistemas de monitoramento e acompanhamento de políticas públicas em saúde do trabalhador;&lt;br /&gt;
* Fortalecer a Frente Parlamentar em Defesa da Saúde dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Rio de Janeiro, criada em 2023, e contribuir para a criação de uma Comissão Permanente de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora como um Direito Humano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Atividades atuais do movimento na luta por Saúde ==&lt;br /&gt;
O Movimento Unido dos Camelôs vem colaborando com pesquisas referentes à saúde há anos e temos orgulho de fazer parte da pesquisa realizada pelo Centro de Estudos em Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana (CESTH/ENSP-Fiocruz) com a parceria de nossa amiga e integrante Thaís Lisboa, residente do PRMST. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segue o link para acesso do trabalho final de conclusão da pós-graduação da Thaís Lisboa:  https://www.arca.fiocruz.br/handle/icict/63919&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vale destacar que o MUCA tem participado ativamente de espaços de discussão sobre Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora, como o Fórum Intersindical de Saúde-Trabalho-Direito. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse ano em 2025 damos início a &#039;&#039;&#039;um novo projeto integrando ensino, pesquisa e assistência entre o movimento social e o CESTH&#039;&#039;&#039;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Elencamos duas frentes de trabalho no campo da Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora, que visam melhorar a saúde dos trabalhadores do comércio de rua do Rio de Janeiro: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1) Pesquisa de campo na cidade do Rio de Janeiro para realizar Análise da Situação de Saúde e identificar as principais necessidades de saúde, riscos e agravos relacionados ao trabalho dos/das camelôs; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2) Acolhimento inicial de trabalhadores e trabalhadoras que necessitam de orientação psicossocial devido a sofrimento relacionado ao trabalho e articulação com as Redes de Saúde do SUS para o acompanhamento integral desses.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todas essas frentes de atuação visam fomentar a organização coletiva dos trabalhadores e trabalhadoras do comércio de rua na cidade do Rio de Janeiro, fortalecer a luta pelo direito à cidade, pelo o direito à saúde, construir e reivindicar a melhoria da qualidade de vida dos camelôs.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;code&amp;gt;__TOC__&amp;lt;/code&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;Autoria: Guilherme Faro Bonan (Integrante do movimento)&lt;br /&gt;
&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Movimentos Sociais]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Região Sudeste]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Rio de Janeiro]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Guilherme Faro</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Sa%C3%BAde_para_os_trabalhadores_da_rua_-_MUCA&amp;diff=2143</id>
		<title>Saúde para os trabalhadores da rua - MUCA</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Sa%C3%BAde_para_os_trabalhadores_da_rua_-_MUCA&amp;diff=2143"/>
		<updated>2025-03-12T21:43:43Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Guilherme Faro: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Paz pros Camelôs.jpg|centro|semmoldura|1080x1080px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Resumo ==&lt;br /&gt;
O Movimento Unido dos Camelôs tem promovido diversas ações significativas para apoiar os trabalhadores informais do Rio de Janeiro, incluindo assistência jurídica, acesso à cultura, e diálogos com redes de saúde. Além disso, oferece oficinas, atendimento psicológico e articulação com o legislativo para garantir direitos. A luta pela saúde é central, com a necessidade de políticas públicas que atendam a essa população, considerando sua vulnerabilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Origem do movimento ==&lt;br /&gt;
O Movimento Unido dos Camelôs (MUCA), nasceu em 2003, durante um período de graves perseguições e agressões da Guarda Municipal contra os trabalhadores e trabalhadoras camelôs do Rio de Janeiro. Naquele ano, Maria de Lourdes do Carmo, trabalhadora camelô que estava em período puerpério 15 dias após o nascimento de seu terceiro filho, foi espancada covardemente por agentes municipais. Este foi o estopim que impulsionou a organização coletiva da categoria por meio do movimento social, que tem até hoje Maria dos Camelôs como sua coordenadora geral.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O movimento das ruas ==&lt;br /&gt;
Importante destacar as realizações do movimento para com sua base.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;1)&#039;&#039;&#039; assistência e orientação sócio-jurídica aos camelôs; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2)&#039;&#039;&#039; promoção e acesso à cultura; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;3)&#039;&#039;&#039; aproximação e diálogos com a Rede de Atenção à Saúde (RAS) e com a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) do município do Rio de Janeiro; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;4)&#039;&#039;&#039; Oficinas de formação e rodas de conversas sobre temas variados; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;5)&#039;&#039;&#039; projetos de estágio e extensão com universidades; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;6)&#039;&#039;&#039; Atendimento psicológico individual aos trabalhadores e trabalhadoras camelôs em parceria com o Instituto de Psicologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IP-UFRJ); &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;7)&#039;&#039;&#039; articulações com o legislativo e judiciário a fim de resguardar direitos dos trabalhadores e trabalhadoras camelôs; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;8)&#039;&#039;&#039; Orientação e acompanhamento a trabalhadores e trabalhadoras do comércio ambulante para devolução de equipamentos e mercadorias apreendidas; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;9)&#039;&#039;&#039; Acolhimento a trabalhadores e trabalhadoras que sofreram violência relacionada ao trabalho informal; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;10)&#039;&#039;&#039; Participação de negociações com a prefeitura sobre cadastramento e licenciamento dos trabalhadores e trabalhadoras camelôs; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;11)&#039;&#039;&#039; Participação na elaboração e implementação de políticas públicas afetas ao comércio de rua, mobilizando um amplo repertório de ações coletivas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Saúde ao Camelô ==&lt;br /&gt;
O acesso às condições de tratamento, prevenção e cuidado deve ter um caráter universal, tendo as políticas públicas em saúde do trabalho a tarefa de enfrentar os novos desafios colocados pelo trabalho informal. Essa não é a nossa realidade atual, frente aos avanços neoliberais que cada vez mais precarizam as condições de trabalho, as políticas públicas em saúde não podem estar desvinculadas da luta contra a exploração social.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A política de saúde pública deve chegar com qualidade a todos os territórios e a todas as pessoas e, diante da nossa atuação no &#039;&#039;&#039;Movimento Unido dos Camelôs&#039;&#039;&#039; percebemos haver enorme ausência dessas políticas aos trabalhadores das ruas, aqueles diariamente distribuídos na cidade realizando atividades econômicas essenciais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Precisamos implementar campanhas de conscientização em saúde e prevenção junto às comunidades de trabalhadores informais. Sem essa comunicação direta com canais que estejam aptos a realizar escutas ativas em conjunto com projetos de formação, os trabalhadores manterão comportamentos prejudiciais à própria saúde. Além disso, os espaços públicos devem ter estruturas adequadas para essa gente, é raro encontrar banheiros públicos e bebedouros de água potável em qualquer cidade do país. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por fim, buscamos maior reconhecimento. Se somos trabalhadores, é fundamental que as autoridades cumpram a obrigação de notificar e reconhecer as doenças, agravos à saúde, acidentes e mortes resultantes do trabalho informal, estabelecendo uma clara relação com o contexto laboral. Isso é essencial para fortalecer os sistemas de monitoramento e acompanhamento das políticas públicas voltadas à saúde do trabalhador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Consideramos a saúde das pessoas trabalhadoras como um direito humano, &#039;&#039;&#039;a saúde das pessoas trabalhadoras não tem preço!&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== &#039;&#039;&#039;Reinvindicações:&#039;&#039;&#039; ===&lt;br /&gt;
* Implementar campanhas de conscientização em saúde e prevenção junto às comunidades de trabalhadores informais;&lt;br /&gt;
* Pressionar as autoridades responsáveis para o estabelecimento de condições sanitárias e de bem-estar em centros comerciais da cidade do Rio de Janeiro, como a construção de banheiros públicos e bebedouros de água potável;&lt;br /&gt;
* Fortalecer, de acordo com os princípios da Reforma Psiquiátrica brasileira, as políticas públicas em saúde mental junto à Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) para que as pessoas trabalhadoras tenham o acesso qualificado aos seus serviços;&lt;br /&gt;
* Atuar junto às categorias de trabalhadores para o fortalecimento dos Centros de Referência em Saúde do Trabalhador (CEREST) em âmbito municipal, dando especial atenção aos desafios colocados pelas novas configurações do trabalho informal;&lt;br /&gt;
* Pressionar as autoridades responsáveis para que se cumpra a obrigatoriedade de que doenças, agravos à saúde, acidentes e mortes ocasionadas em decorrência do trabalho informal sejam notificadas e reconhecidas em sua relação com o trabalho, fortalecendo os sistemas de monitoramento e acompanhamento de políticas públicas em saúde do trabalhador;&lt;br /&gt;
* Fortalecer a Frente Parlamentar em Defesa da Saúde dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Rio de Janeiro, criada em 2023, e contribuir para a criação de uma Comissão Permanente de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora como um Direito Humano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Atividades atuais do movimento na luta por Saúde ==&lt;br /&gt;
O Movimento Unido dos Camelôs vem colaborando com pesquisas referentes à saúde há anos e temos orgulho de fazer parte da pesquisa realizada pelo Centro de Estudos em Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana (CESTH/ENSP-Fiocruz) com a parceria de nossa amiga e integrante Thaís Lisboa, residente do PRMST. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segue o link para acesso do trabalho final de conclusão da pós-graduação da Thaís Lisboa:  https://www.arca.fiocruz.br/handle/icict/63919&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vale destacar que o MUCA tem participado ativamente de espaços de discussão sobre Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora, como o Fórum Intersindical de Saúde-Trabalho-Direito. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse ano em 2025 damos início a &#039;&#039;&#039;um novo projeto integrando ensino, pesquisa e assistência entre o movimento social e o CESTH&#039;&#039;&#039;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Elencamos duas frentes de trabalho no campo da Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora, que visam melhorar a saúde dos trabalhadores do comércio de rua do Rio de Janeiro: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1) Pesquisa de campo na cidade do Rio de Janeiro para realizar Análise da Situação de Saúde e identificar as principais necessidades de saúde, riscos e agravos relacionados ao trabalho dos/das camelôs; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2) Acolhimento inicial de trabalhadores e trabalhadoras que necessitam de orientação psicossocial devido a sofrimento relacionado ao trabalho e articulação com as Redes de Saúde do SUS para o acompanhamento integral desses.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todas essas frentes de atuação visam fomentar a organização coletiva dos trabalhadores e trabalhadoras do comércio de rua na cidade do Rio de Janeiro, fortalecer a luta pelo direito à cidade, pelo o direito à saúde, construir e reivindicar a melhoria da qualidade de vida dos camelôs.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;code&amp;gt;__TOC__&amp;lt;/code&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;Autoria: Guilherme Faro Bonan (Integrante do movimento)&lt;br /&gt;
&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Movimentos Sociais]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Região Sudeste]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Rio de Janeiro]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Guilherme Faro</name></author>
	</entry>
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		<title>Saúde para os trabalhadores da rua - MUCA</title>
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		<updated>2025-03-12T21:36:16Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Guilherme Faro: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;__FORCETOC__&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Resumo ==&lt;br /&gt;
O Movimento Unido dos Camelôs tem promovido diversas ações significativas para apoiar os trabalhadores informais do Rio de Janeiro, incluindo assistência jurídica, acesso à cultura, e diálogos com redes de saúde. Além disso, oferece oficinas, atendimento psicológico e articulação com o legislativo para garantir direitos. A luta pela saúde é central, com a necessidade de políticas públicas que atendam a essa população, considerando sua vulnerabilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Origem do movimento ==&lt;br /&gt;
O Movimento Unido dos Camelôs (MUCA), nasceu em 2003, durante um período de graves perseguições e agressões da Guarda Municipal contra os trabalhadores e trabalhadoras camelôs do Rio de Janeiro. Naquele ano, Maria de Lourdes do Carmo, trabalhadora camelô que estava em período puerpério 15 dias após o nascimento de seu terceiro filho, foi espancada covardemente por agentes municipais. Este foi o estopim que impulsionou a organização coletiva da categoria por meio do movimento social, que tem até hoje Maria dos Camelôs como sua coordenadora geral.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O movimento das ruas ==&lt;br /&gt;
Importante destacar as realizações do movimento para com sua base.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;1)&#039;&#039;&#039; assistência e orientação sócio-jurídica aos camelôs; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2)&#039;&#039;&#039; promoção e acesso à cultura; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;3)&#039;&#039;&#039; aproximação e diálogos com a Rede de Atenção à Saúde (RAS) e com a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) do município do Rio de Janeiro; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;4)&#039;&#039;&#039; Oficinas de formação e rodas de conversas sobre temas variados; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;5)&#039;&#039;&#039; projetos de estágio e extensão com universidades; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;6)&#039;&#039;&#039; Atendimento psicológico individual aos trabalhadores e trabalhadoras camelôs em parceria com o Instituto de Psicologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IP-UFRJ); &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;7)&#039;&#039;&#039; articulações com o legislativo e judiciário a fim de resguardar direitos dos trabalhadores e trabalhadoras camelôs; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;8)&#039;&#039;&#039; Orientação e acompanhamento a trabalhadores e trabalhadoras do comércio ambulante para devolução de equipamentos e mercadorias apreendidas; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;9)&#039;&#039;&#039; Acolhimento a trabalhadores e trabalhadoras que sofreram violência relacionada ao trabalho informal; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;10)&#039;&#039;&#039; Participação de negociações com a prefeitura sobre cadastramento e licenciamento dos trabalhadores e trabalhadoras camelôs; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;11)&#039;&#039;&#039; Participação na elaboração e implementação de políticas públicas afetas ao comércio de rua, mobilizando um amplo repertório de ações coletivas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Saúde ao Camelô ==&lt;br /&gt;
O acesso às condições de tratamento, prevenção e cuidado deve ter um caráter universal, tendo as políticas públicas em saúde do trabalho a tarefa de enfrentar os novos desafios colocados pelo trabalho informal. Essa não é a nossa realidade atual, frente aos avanços neoliberais que cada vez mais precarizam as condições de trabalho, as políticas públicas em saúde não podem estar desvinculadas da luta contra a exploração social.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A política de saúde pública deve chegar com qualidade a todos os territórios e a todas as pessoas e, diante da nossa atuação no &#039;&#039;&#039;Movimento Unido dos Camelôs&#039;&#039;&#039; percebemos haver enorme ausência dessas políticas aos trabalhadores das ruas, aqueles diariamente distribuídos na cidade realizando atividades econômicas essenciais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Precisamos implementar campanhas de conscientização em saúde e prevenção junto às comunidades de trabalhadores informais. Sem essa comunicação direta com canais que estejam aptos a realizar escutas ativas em conjunto com projetos de formação, os trabalhadores manterão comportamentos prejudiciais à própria saúde. Além disso, os espaços públicos devem ter estruturas adequadas para essa gente, é raro encontrar banheiros públicos e bebedouros de água potável em qualquer cidade do país. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por fim, buscamos maior reconhecimento. Se somos trabalhadores, é fundamental que as autoridades cumpram a obrigação de notificar e reconhecer as doenças, agravos à saúde, acidentes e mortes resultantes do trabalho informal, estabelecendo uma clara relação com o contexto laboral. Isso é essencial para fortalecer os sistemas de monitoramento e acompanhamento das políticas públicas voltadas à saúde do trabalhador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Consideramos a saúde das pessoas trabalhadoras como um direito humano, &#039;&#039;&#039;a saúde das pessoas trabalhadoras não tem preço!&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== &#039;&#039;&#039;Reinvindicações:&#039;&#039;&#039; ===&lt;br /&gt;
* Implementar campanhas de conscientização em saúde e prevenção junto às comunidades de trabalhadores informais;&lt;br /&gt;
* Pressionar as autoridades responsáveis para o estabelecimento de condições sanitárias e de bem-estar em centros comerciais da cidade do Rio de Janeiro, como a construção de banheiros públicos e bebedouros de água potável;&lt;br /&gt;
* Fortalecer, de acordo com os princípios da Reforma Psiquiátrica brasileira, as políticas públicas em saúde mental junto à Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) para que as pessoas trabalhadoras tenham o acesso qualificado aos seus serviços;&lt;br /&gt;
* Atuar junto às categorias de trabalhadores para o fortalecimento dos Centros de Referência em Saúde do Trabalhador (CEREST) em âmbito municipal, dando especial atenção aos desafios colocados pelas novas configurações do trabalho informal;&lt;br /&gt;
* Pressionar as autoridades responsáveis para que se cumpra a obrigatoriedade de que doenças, agravos à saúde, acidentes e mortes ocasionadas em decorrência do trabalho informal sejam notificadas e reconhecidas em sua relação com o trabalho, fortalecendo os sistemas de monitoramento e acompanhamento de políticas públicas em saúde do trabalhador;&lt;br /&gt;
* Fortalecer a Frente Parlamentar em Defesa da Saúde dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Rio de Janeiro, criada em 2023, e contribuir para a criação de uma Comissão Permanente de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora como um Direito Humano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Atividades atuais do movimento na luta por Saúde ==&lt;br /&gt;
O Movimento Unido dos Camelôs vem colaborando com pesquisas referentes à saúde há anos e temos orgulho de fazer parte da pesquisa realizada pelo Centro de Estudos em Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana (CESTH/ENSP-Fiocruz) com a parceria de nossa amiga e integrante Thaís Lisboa, residente do PRMST. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segue o link para acesso do trabalho final de conclusão da pós-graduação da Thaís Lisboa:  https://www.arca.fiocruz.br/handle/icict/63919&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vale destacar que o MUCA tem participado ativamente de espaços de discussão sobre Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora, como o Fórum Intersindical de Saúde-Trabalho-Direito. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse ano em 2025 damos início a &#039;&#039;&#039;um novo projeto integrando ensino, pesquisa e assistência entre o movimento social e o CESTH&#039;&#039;&#039;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Elencamos duas frentes de trabalho no campo da Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora, que visam melhorar a saúde dos trabalhadores do comércio de rua do Rio de Janeiro: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1) Pesquisa de campo na cidade do Rio de Janeiro para realizar Análise da Situação de Saúde e identificar as principais necessidades de saúde, riscos e agravos relacionados ao trabalho dos/das camelôs; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2) Acolhimento inicial de trabalhadores e trabalhadoras que necessitam de orientação psicossocial devido a sofrimento relacionado ao trabalho e articulação com as Redes de Saúde do SUS para o acompanhamento integral desses.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todas essas frentes de atuação visam fomentar a organização coletiva dos trabalhadores e trabalhadoras do comércio de rua na cidade do Rio de Janeiro, fortalecer a luta pelo direito à cidade, pelo o direito à saúde, construir e reivindicar a melhoria da qualidade de vida dos camelôs.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;Autoria: Guilherme Faro Bonan (Integrante do movimento)&lt;br /&gt;
&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Movimentos Sociais]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Região Sudeste]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Rio de Janeiro]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Guilherme Faro</name></author>
	</entry>
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		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Sa%C3%BAde_para_os_trabalhadores_da_rua_-_MUCA&amp;diff=2140</id>
		<title>Saúde para os trabalhadores da rua - MUCA</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Sa%C3%BAde_para_os_trabalhadores_da_rua_-_MUCA&amp;diff=2140"/>
		<updated>2025-03-12T21:14:30Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Guilherme Faro: /* Saúde ao Camelô */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Resumo ==&lt;br /&gt;
O Movimento Unido dos Camelôs tem promovido diversas ações significativas para apoiar os trabalhadores informais do Rio de Janeiro, incluindo assistência jurídica, acesso à cultura, e diálogos com redes de saúde. Além disso, oferece oficinas, atendimento psicológico e articulação com o legislativo para garantir direitos. A luta pela saúde é central, com a necessidade de políticas públicas que atendam a essa população, considerando sua vulnerabilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Origem do movimento ==&lt;br /&gt;
O Movimento Unido dos Camelôs (MUCA), nasceu em 2003, durante um período de graves perseguições e agressões da Guarda Municipal contra os trabalhadores e trabalhadoras camelôs do Rio de Janeiro. Naquele ano, Maria de Lourdes do Carmo, trabalhadora camelô que estava em período puerpério 15 dias após o nascimento de seu terceiro filho, foi espancada covardemente por agentes municipais. Este foi o estopim que impulsionou a organização coletiva da categoria por meio do movimento social, que tem até hoje Maria dos Camelôs como sua coordenadora geral.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O movimento das ruas ==&lt;br /&gt;
Importante destacar as realizações do movimento para com sua base.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;1)&#039;&#039;&#039; assistência e orientação sócio-jurídica aos camelôs; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2)&#039;&#039;&#039; promoção e acesso à cultura; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;3)&#039;&#039;&#039; aproximação e diálogos com a Rede de Atenção à Saúde (RAS) e com a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) do município do Rio de Janeiro; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;4)&#039;&#039;&#039; Oficinas de formação e rodas de conversas sobre temas variados; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;5)&#039;&#039;&#039; projetos de estágio e extensão com universidades; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;6)&#039;&#039;&#039; Atendimento psicológico individual aos trabalhadores e trabalhadoras camelôs em parceria com o Instituto de Psicologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IP-UFRJ); &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;7)&#039;&#039;&#039; articulações com o legislativo e judiciário a fim de resguardar direitos dos trabalhadores e trabalhadoras camelôs; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;8)&#039;&#039;&#039; Orientação e acompanhamento a trabalhadores e trabalhadoras do comércio ambulante para devolução de equipamentos e mercadorias apreendidas; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;9)&#039;&#039;&#039; Acolhimento a trabalhadores e trabalhadoras que sofreram violência relacionada ao trabalho informal; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;10)&#039;&#039;&#039; Participação de negociações com a prefeitura sobre cadastramento e licenciamento dos trabalhadores e trabalhadoras camelôs; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;11)&#039;&#039;&#039; Participação na elaboração e implementação de políticas públicas afetas ao comércio de rua, mobilizando um amplo repertório de ações coletivas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Saúde ao Camelô ==&lt;br /&gt;
O acesso às condições de tratamento, prevenção e cuidado deve ter um caráter universal, tendo as políticas públicas em saúde do trabalho a tarefa de enfrentar os novos desafios colocados pelo trabalho informal. Essa não é a nossa realidade atual, frente aos avanços neoliberais que cada vez mais precarizam as condições de trabalho, as políticas públicas em saúde não podem estar desvinculadas da luta contra a exploração social.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A política de saúde pública deve chegar com qualidade a todos os territórios e a todas as pessoas e, diante da nossa atuação no &#039;&#039;&#039;Movimento Unido dos Camelôs&#039;&#039;&#039; percebemos haver enorme ausência dessas políticas aos trabalhadores das ruas, aqueles diariamente distribuídos na cidade realizando atividades econômicas essenciais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Precisamos implementar campanhas de conscientização em saúde e prevenção junto às comunidades de trabalhadores informais. Sem essa comunicação direta com canais que estejam aptos a realizar escutas ativas em conjunto com projetos de formação, os trabalhadores manterão comportamentos prejudiciais à própria saúde. Além disso, os espaços públicos devem ter estruturas adequadas para essa gente, é raro encontrar banheiros públicos e bebedouros de água potável em qualquer cidade do país. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por fim, buscamos maior reconhecimento. Se somos trabalhadores, é fundamental que as autoridades cumpram a obrigação de notificar e reconhecer as doenças, agravos à saúde, acidentes e mortes resultantes do trabalho informal, estabelecendo uma clara relação com o contexto laboral. Isso é essencial para fortalecer os sistemas de monitoramento e acompanhamento das políticas públicas voltadas à saúde do trabalhador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Consideramos a saúde das pessoas trabalhadoras como um direito humano, &#039;&#039;&#039;a saúde das pessoas trabalhadoras não tem preço!&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== &#039;&#039;&#039;Reinvindicações:&#039;&#039;&#039; ===&lt;br /&gt;
* Implementar campanhas de conscientização em saúde e prevenção junto às comunidades de trabalhadores informais;&lt;br /&gt;
* Pressionar as autoridades responsáveis para o estabelecimento de condições sanitárias e de bem-estar em centros comerciais da cidade do Rio de Janeiro, como a construção de banheiros públicos e bebedouros de água potável;&lt;br /&gt;
* Fortalecer, de acordo com os princípios da Reforma Psiquiátrica brasileira, as políticas públicas em saúde mental junto à Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) para que as pessoas trabalhadoras tenham o acesso qualificado aos seus serviços;&lt;br /&gt;
* Atuar junto às categorias de trabalhadores para o fortalecimento dos Centros de Referência em Saúde do Trabalhador (CEREST) em âmbito municipal, dando especial atenção aos desafios colocados pelas novas configurações do trabalho informal;&lt;br /&gt;
* Pressionar as autoridades responsáveis para que se cumpra a obrigatoriedade de que doenças, agravos à saúde, acidentes e mortes ocasionadas em decorrência do trabalho informal sejam notificadas e reconhecidas em sua relação com o trabalho, fortalecendo os sistemas de monitoramento e acompanhamento de políticas públicas em saúde do trabalhador;&lt;br /&gt;
* Fortalecer a Frente Parlamentar em Defesa da Saúde dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Rio de Janeiro, criada em 2023, e contribuir para a criação de uma Comissão Permanente de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora como um Direito Humano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Atividades atuais do movimento na luta por Saúde ==&lt;br /&gt;
O Movimento Unido dos Camelôs vem colaborando com pesquisas referentes à saúde há anos e temos orgulho de fazer parte da pesquisa realizada pelo Centro de Estudos em Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana (CESTH/ENSP-Fiocruz) com a parceria de nossa amiga e integrante Thaís Lisboa, residente do PRMST. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segue o link para acesso do trabalho final de conclusão da pós-graduação da Thaís Lisboa:  https://www.arca.fiocruz.br/handle/icict/63919&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vale destacar que o MUCA tem participado ativamente de espaços de discussão sobre Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora, como o Fórum Intersindical de Saúde-Trabalho-Direito. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse ano em 2025 damos início a &#039;&#039;&#039;um novo projeto integrando ensino, pesquisa e assistência entre o movimento social e o CESTH&#039;&#039;&#039;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Elencamos duas frentes de trabalho no campo da Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora, que visam melhorar a saúde dos trabalhadores do comércio de rua do Rio de Janeiro: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1) Pesquisa de campo na cidade do Rio de Janeiro para realizar Análise da Situação de Saúde e identificar as principais necessidades de saúde, riscos e agravos relacionados ao trabalho dos/das camelôs; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2) Acolhimento inicial de trabalhadores e trabalhadoras que necessitam de orientação psicossocial devido a sofrimento relacionado ao trabalho e articulação com as Redes de Saúde do SUS para o acompanhamento integral desses.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todas essas frentes de atuação visam fomentar a organização coletiva dos trabalhadores e trabalhadoras do comércio de rua na cidade do Rio de Janeiro, fortalecer a luta pelo direito à cidade, pelo o direito à saúde, construir e reivindicar a melhoria da qualidade de vida dos camelôs.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;Autoria: Guilherme Faro Bonan (Integrante do movimento)&lt;br /&gt;
&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Movimentos Sociais]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Região Sudeste]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Rio de Janeiro]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Guilherme Faro</name></author>
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		<title>Saúde para os trabalhadores da rua - MUCA</title>
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		<updated>2025-03-12T21:14:10Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Guilherme Faro: /* Atividades do movimento na luta por Saúde */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Resumo ==&lt;br /&gt;
O Movimento Unido dos Camelôs tem promovido diversas ações significativas para apoiar os trabalhadores informais do Rio de Janeiro, incluindo assistência jurídica, acesso à cultura, e diálogos com redes de saúde. Além disso, oferece oficinas, atendimento psicológico e articulação com o legislativo para garantir direitos. A luta pela saúde é central, com a necessidade de políticas públicas que atendam a essa população, considerando sua vulnerabilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Origem do movimento ==&lt;br /&gt;
O Movimento Unido dos Camelôs (MUCA), nasceu em 2003, durante um período de graves perseguições e agressões da Guarda Municipal contra os trabalhadores e trabalhadoras camelôs do Rio de Janeiro. Naquele ano, Maria de Lourdes do Carmo, trabalhadora camelô que estava em período puerpério 15 dias após o nascimento de seu terceiro filho, foi espancada covardemente por agentes municipais. Este foi o estopim que impulsionou a organização coletiva da categoria por meio do movimento social, que tem até hoje Maria dos Camelôs como sua coordenadora geral.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O movimento das ruas ==&lt;br /&gt;
Importante destacar as realizações do movimento para com sua base.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;1)&#039;&#039;&#039; assistência e orientação sócio-jurídica aos camelôs; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2)&#039;&#039;&#039; promoção e acesso à cultura; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;3)&#039;&#039;&#039; aproximação e diálogos com a Rede de Atenção à Saúde (RAS) e com a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) do município do Rio de Janeiro; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;4)&#039;&#039;&#039; Oficinas de formação e rodas de conversas sobre temas variados; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;5)&#039;&#039;&#039; projetos de estágio e extensão com universidades; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;6)&#039;&#039;&#039; Atendimento psicológico individual aos trabalhadores e trabalhadoras camelôs em parceria com o Instituto de Psicologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IP-UFRJ); &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;7)&#039;&#039;&#039; articulações com o legislativo e judiciário a fim de resguardar direitos dos trabalhadores e trabalhadoras camelôs; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;8)&#039;&#039;&#039; Orientação e acompanhamento a trabalhadores e trabalhadoras do comércio ambulante para devolução de equipamentos e mercadorias apreendidas; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;9)&#039;&#039;&#039; Acolhimento a trabalhadores e trabalhadoras que sofreram violência relacionada ao trabalho informal; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;10)&#039;&#039;&#039; Participação de negociações com a prefeitura sobre cadastramento e licenciamento dos trabalhadores e trabalhadoras camelôs; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;11)&#039;&#039;&#039; Participação na elaboração e implementação de políticas públicas afetas ao comércio de rua, mobilizando um amplo repertório de ações coletivas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Saúde ao Camelô ==&lt;br /&gt;
O acesso às condições de tratamento, prevenção e cuidado deve ter um caráter universal, tendo as políticas públicas em saúde do trabalho a tarefa de enfrentar os novos desafios colocados pelo trabalho informal. Essa não é a nossa realidade atual, frente aos avanços neoliberais que cada vez mais precarizam as condições de trabalho, as políticas públicas em saúde não podem estar desvinculadas da luta contra a exploração social.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A política de saúde pública deve chegar com qualidade a todos os territórios e a todas as pessoas e, diante da nossa atuação no &#039;&#039;&#039;Movimento Unido dos Camelôs&#039;&#039;&#039; percebemos haver enorme ausência dessas políticas aos trabalhadores das ruas, aqueles diariamente distribuídos na cidade realizando atividades econômicas essenciais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Precisamos implementar campanhas de conscientização em saúde e prevenção junto às comunidades de trabalhadores informais. Sem essa comunicação direta com canais que estejam aptos a realizar escutas ativas em conjunto com projetos de formação, os trabalhadores manterão comportamentos prejudiciais à própria saúde. Além disso, os espaços públicos devem ter estruturas adequadas para essa gente, é raro encontrar banheiros públicos e bebedouros de água potável em qualquer cidade do país. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por fim, buscamos maior reconhecimento. Se somos trabalhadores, é fundamental que as autoridades cumpram a obrigação de notificar e reconhecer as doenças, agravos à saúde, acidentes e mortes resultantes do trabalho informal, estabelecendo uma clara relação com o contexto laboral. Isso é essencial para fortalecer os sistemas de monitoramento e acompanhamento das políticas públicas voltadas à saúde do trabalhador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Consideramos a saúde das pessoas trabalhadoras como um direito humano, &#039;&#039;&#039;a saúde das pessoas trabalhadoras não tem preço!&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Reinvindicações:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Implementar campanhas de conscientização em saúde e prevenção junto às comunidades de trabalhadores informais;&lt;br /&gt;
* Pressionar as autoridades responsáveis para o estabelecimento de condições sanitárias e de bem-estar em centros comerciais da cidade do Rio de Janeiro, como a construção de banheiros públicos e bebedouros de água potável;&lt;br /&gt;
* Fortalecer, de acordo com os princípios da Reforma Psiquiátrica brasileira, as políticas públicas em saúde mental junto à Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) para que as pessoas trabalhadoras tenham o acesso qualificado aos seus serviços;&lt;br /&gt;
* Atuar junto às categorias de trabalhadores para o fortalecimento dos Centros de Referência em Saúde do Trabalhador (CEREST) em âmbito municipal, dando especial atenção aos desafios colocados pelas novas configurações do trabalho informal;&lt;br /&gt;
* Pressionar as autoridades responsáveis para que se cumpra a obrigatoriedade de que doenças, agravos à saúde, acidentes e mortes ocasionadas em decorrência do trabalho informal sejam notificadas e reconhecidas em sua relação com o trabalho, fortalecendo os sistemas de monitoramento e acompanhamento de políticas públicas em saúde do trabalhador;&lt;br /&gt;
* Fortalecer a Frente Parlamentar em Defesa da Saúde dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Rio de Janeiro, criada em 2023, e contribuir para a criação de uma Comissão Permanente de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora como um Direito Humano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Atividades atuais do movimento na luta por Saúde ==&lt;br /&gt;
O Movimento Unido dos Camelôs vem colaborando com pesquisas referentes à saúde há anos e temos orgulho de fazer parte da pesquisa realizada pelo Centro de Estudos em Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana (CESTH/ENSP-Fiocruz) com a parceria de nossa amiga e integrante Thaís Lisboa, residente do PRMST. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segue o link para acesso do trabalho final de conclusão da pós-graduação da Thaís Lisboa:  https://www.arca.fiocruz.br/handle/icict/63919&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vale destacar que o MUCA tem participado ativamente de espaços de discussão sobre Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora, como o Fórum Intersindical de Saúde-Trabalho-Direito. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse ano em 2025 damos início a &#039;&#039;&#039;um novo projeto integrando ensino, pesquisa e assistência entre o movimento social e o CESTH&#039;&#039;&#039;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Elencamos duas frentes de trabalho no campo da Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora, que visam melhorar a saúde dos trabalhadores do comércio de rua do Rio de Janeiro: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1) Pesquisa de campo na cidade do Rio de Janeiro para realizar Análise da Situação de Saúde e identificar as principais necessidades de saúde, riscos e agravos relacionados ao trabalho dos/das camelôs; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2) Acolhimento inicial de trabalhadores e trabalhadoras que necessitam de orientação psicossocial devido a sofrimento relacionado ao trabalho e articulação com as Redes de Saúde do SUS para o acompanhamento integral desses.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todas essas frentes de atuação visam fomentar a organização coletiva dos trabalhadores e trabalhadoras do comércio de rua na cidade do Rio de Janeiro, fortalecer a luta pelo direito à cidade, pelo o direito à saúde, construir e reivindicar a melhoria da qualidade de vida dos camelôs.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;Autoria: Guilherme Faro Bonan (Integrante do movimento)&lt;br /&gt;
&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Movimentos Sociais]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Região Sudeste]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Rio de Janeiro]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Guilherme Faro</name></author>
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		<title>Saúde para os trabalhadores da rua - MUCA</title>
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		<updated>2025-03-12T21:13:00Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Guilherme Faro: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Resumo ==&lt;br /&gt;
O Movimento Unido dos Camelôs tem promovido diversas ações significativas para apoiar os trabalhadores informais do Rio de Janeiro, incluindo assistência jurídica, acesso à cultura, e diálogos com redes de saúde. Além disso, oferece oficinas, atendimento psicológico e articulação com o legislativo para garantir direitos. A luta pela saúde é central, com a necessidade de políticas públicas que atendam a essa população, considerando sua vulnerabilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Origem do movimento ==&lt;br /&gt;
O Movimento Unido dos Camelôs (MUCA), nasceu em 2003, durante um período de graves perseguições e agressões da Guarda Municipal contra os trabalhadores e trabalhadoras camelôs do Rio de Janeiro. Naquele ano, Maria de Lourdes do Carmo, trabalhadora camelô que estava em período puerpério 15 dias após o nascimento de seu terceiro filho, foi espancada covardemente por agentes municipais. Este foi o estopim que impulsionou a organização coletiva da categoria por meio do movimento social, que tem até hoje Maria dos Camelôs como sua coordenadora geral.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O movimento das ruas ==&lt;br /&gt;
Importante destacar as realizações do movimento para com sua base.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;1)&#039;&#039;&#039; assistência e orientação sócio-jurídica aos camelôs; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2)&#039;&#039;&#039; promoção e acesso à cultura; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;3)&#039;&#039;&#039; aproximação e diálogos com a Rede de Atenção à Saúde (RAS) e com a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) do município do Rio de Janeiro; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;4)&#039;&#039;&#039; Oficinas de formação e rodas de conversas sobre temas variados; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;5)&#039;&#039;&#039; projetos de estágio e extensão com universidades; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;6)&#039;&#039;&#039; Atendimento psicológico individual aos trabalhadores e trabalhadoras camelôs em parceria com o Instituto de Psicologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IP-UFRJ); &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;7)&#039;&#039;&#039; articulações com o legislativo e judiciário a fim de resguardar direitos dos trabalhadores e trabalhadoras camelôs; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;8)&#039;&#039;&#039; Orientação e acompanhamento a trabalhadores e trabalhadoras do comércio ambulante para devolução de equipamentos e mercadorias apreendidas; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;9)&#039;&#039;&#039; Acolhimento a trabalhadores e trabalhadoras que sofreram violência relacionada ao trabalho informal; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;10)&#039;&#039;&#039; Participação de negociações com a prefeitura sobre cadastramento e licenciamento dos trabalhadores e trabalhadoras camelôs; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;11)&#039;&#039;&#039; Participação na elaboração e implementação de políticas públicas afetas ao comércio de rua, mobilizando um amplo repertório de ações coletivas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Saúde ao Camelô ==&lt;br /&gt;
O acesso às condições de tratamento, prevenção e cuidado deve ter um caráter universal, tendo as políticas públicas em saúde do trabalho a tarefa de enfrentar os novos desafios colocados pelo trabalho informal. Essa não é a nossa realidade atual, frente aos avanços neoliberais que cada vez mais precarizam as condições de trabalho, as políticas públicas em saúde não podem estar desvinculadas da luta contra a exploração social.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A política de saúde pública deve chegar com qualidade a todos os territórios e a todas as pessoas e, diante da nossa atuação no &#039;&#039;&#039;Movimento Unido dos Camelôs&#039;&#039;&#039; percebemos haver enorme ausência dessas políticas aos trabalhadores das ruas, aqueles diariamente distribuídos na cidade realizando atividades econômicas essenciais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Precisamos implementar campanhas de conscientização em saúde e prevenção junto às comunidades de trabalhadores informais. Sem essa comunicação direta com canais que estejam aptos a realizar escutas ativas em conjunto com projetos de formação, os trabalhadores manterão comportamentos prejudiciais à própria saúde. Além disso, os espaços públicos devem ter estruturas adequadas para essa gente, é raro encontrar banheiros públicos e bebedouros de água potável em qualquer cidade do país. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por fim, buscamos maior reconhecimento. Se somos trabalhadores, é fundamental que as autoridades cumpram a obrigação de notificar e reconhecer as doenças, agravos à saúde, acidentes e mortes resultantes do trabalho informal, estabelecendo uma clara relação com o contexto laboral. Isso é essencial para fortalecer os sistemas de monitoramento e acompanhamento das políticas públicas voltadas à saúde do trabalhador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Consideramos a saúde das pessoas trabalhadoras como um direito humano, &#039;&#039;&#039;a saúde das pessoas trabalhadoras não tem preço!&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Reinvindicações:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Implementar campanhas de conscientização em saúde e prevenção junto às comunidades de trabalhadores informais;&lt;br /&gt;
* Pressionar as autoridades responsáveis para o estabelecimento de condições sanitárias e de bem-estar em centros comerciais da cidade do Rio de Janeiro, como a construção de banheiros públicos e bebedouros de água potável;&lt;br /&gt;
* Fortalecer, de acordo com os princípios da Reforma Psiquiátrica brasileira, as políticas públicas em saúde mental junto à Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) para que as pessoas trabalhadoras tenham o acesso qualificado aos seus serviços;&lt;br /&gt;
* Atuar junto às categorias de trabalhadores para o fortalecimento dos Centros de Referência em Saúde do Trabalhador (CEREST) em âmbito municipal, dando especial atenção aos desafios colocados pelas novas configurações do trabalho informal;&lt;br /&gt;
* Pressionar as autoridades responsáveis para que se cumpra a obrigatoriedade de que doenças, agravos à saúde, acidentes e mortes ocasionadas em decorrência do trabalho informal sejam notificadas e reconhecidas em sua relação com o trabalho, fortalecendo os sistemas de monitoramento e acompanhamento de políticas públicas em saúde do trabalhador;&lt;br /&gt;
* Fortalecer a Frente Parlamentar em Defesa da Saúde dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Rio de Janeiro, criada em 2023, e contribuir para a criação de uma Comissão Permanente de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora como um Direito Humano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Atividades do movimento na luta por Saúde ==&lt;br /&gt;
O Movimento Unido dos Camelôs vem colaborando com pesquisas referentes à saúde há anos e temos orgulho de fazer parte da pesquisa realizada pelo Centro de Estudos em Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana (CESTH/ENSP-Fiocruz) com a parceria de nossa amiga e integrante Thaís Lisboa, residente do PRMST. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segue o link para acesso do trabalho final de conclusão da pós-graduação da Thaís Lisboa:  https://www.arca.fiocruz.br/handle/icict/63919&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vale destacar que o MUCA tem participado ativamente de espaços de discussão sobre Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora, como o Fórum Intersindical de Saúde-Trabalho-Direito. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse ano em 2025 damos início a &#039;&#039;&#039;um novo projeto integrando ensino, pesquisa e assistência entre o movimento social e o CESTH&#039;&#039;&#039;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Elencamos duas frentes de trabalho no campo da Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora, que visam melhorar a saúde dos trabalhadores do comércio de rua do Rio de Janeiro: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1) Pesquisa de campo na cidade do Rio de Janeiro para realizar Análise da Situação de Saúde e identificar as principais necessidades de saúde, riscos e agravos relacionados ao trabalho dos/das camelôs; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2) Acolhimento inicial de trabalhadores e trabalhadoras que necessitam de orientação psicossocial devido a sofrimento relacionado ao trabalho e articulação com as Redes de Saúde do SUS para o acompanhamento integral desses.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todas essas frentes de atuação visam fomentar a organização coletiva dos trabalhadores e trabalhadoras do comércio de rua na cidade do Rio de Janeiro, fortalecer a luta pelo direito à cidade, pelo o direito à saúde, construir e reivindicar a melhoria da qualidade de vida dos camelôs.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;pre&amp;gt;Autoria: Guilherme Faro Bonan (Integrante do movimento)&lt;br /&gt;
&amp;lt;/pre&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Movimentos Sociais]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Região Sudeste]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Rio de Janeiro]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Guilherme Faro</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Sa%C3%BAde_para_os_trabalhadores_da_rua_-_MUCA&amp;diff=2135</id>
		<title>Saúde para os trabalhadores da rua - MUCA</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Sa%C3%BAde_para_os_trabalhadores_da_rua_-_MUCA&amp;diff=2135"/>
		<updated>2025-03-12T21:05:53Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Guilherme Faro: /* Saúde ao Camelô */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Origem do movimento ==&lt;br /&gt;
O Movimento Unido dos Camelôs (MUCA), nasceu em 2003, durante um período de graves perseguições e agressões da Guarda Municipal contra os trabalhadores e trabalhadoras camelôs do Rio de Janeiro. Naquele ano, Maria de Lourdes do Carmo, trabalhadora camelô que estava em período puerpério 15 dias após o nascimento de seu terceiro filho, foi espancada covardemente por agentes municipais. Este foi o estopim que impulsionou a organização coletiva da categoria por meio do movimento social, que tem até hoje Maria dos Camelôs como sua coordenadora geral.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O movimento das ruas ==&lt;br /&gt;
Importante destacar as realizações do movimento para com sua base.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;1)&#039;&#039;&#039; assistência e orientação sócio-jurídica aos camelôs; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2)&#039;&#039;&#039; promoção e acesso à cultura; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;3)&#039;&#039;&#039; aproximação e diálogos com a Rede de Atenção à Saúde (RAS) e com a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) do município do Rio de Janeiro; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;4)&#039;&#039;&#039; Oficinas de formação e rodas de conversas sobre temas variados; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;5)&#039;&#039;&#039; projetos de estágio e extensão com universidades; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;6)&#039;&#039;&#039; Atendimento psicológico individual aos trabalhadores e trabalhadoras camelôs em parceria com o Instituto de Psicologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IP-UFRJ); &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;7)&#039;&#039;&#039; articulações com o legislativo e judiciário a fim de resguardar direitos dos trabalhadores e trabalhadoras camelôs; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;8)&#039;&#039;&#039; Orientação e acompanhamento a trabalhadores e trabalhadoras do comércio ambulante para devolução de equipamentos e mercadorias apreendidas; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;9)&#039;&#039;&#039; Acolhimento a trabalhadores e trabalhadoras que sofreram violência relacionada ao trabalho informal; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;10)&#039;&#039;&#039; Participação de negociações com a prefeitura sobre cadastramento e licenciamento dos trabalhadores e trabalhadoras camelôs; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;11)&#039;&#039;&#039; Participação na elaboração e implementação de políticas públicas afetas ao comércio de rua, mobilizando um amplo repertório de ações coletivas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Saúde ao Camelô ==&lt;br /&gt;
O acesso às condições de tratamento, prevenção e cuidado deve ter um caráter universal, tendo as políticas públicas em saúde do trabalho a tarefa de enfrentar os novos desafios colocados pelo trabalho informal. Essa não é a nossa realidade atual, frente aos avanços neoliberais que cada vez mais precarizam as condições de trabalho, as políticas públicas em saúde não podem estar desvinculadas da luta contra a exploração social.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A política de saúde pública deve chegar com qualidade a todos os territórios e a todas as pessoas e, diante da nossa atuação no &#039;&#039;&#039;Movimento Unido dos Camelôs&#039;&#039;&#039; percebemos haver enorme ausência dessas políticas aos trabalhadores das ruas, aqueles diariamente distribuídos na cidade realizando atividades econômicas essenciais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Precisamos implementar campanhas de conscientização em saúde e prevenção junto às comunidades de trabalhadores informais. Sem essa comunicação direta com canais que estejam aptos a realizar escutas ativas em conjunto com projetos de formação, os trabalhadores manterão comportamentos prejudiciais à própria saúde. Além disso, os espaços públicos devem ter estruturas adequadas para essa gente, é raro encontrar banheiros públicos e bebedouros de água potável em qualquer cidade do país. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por fim, buscamos maior reconhecimento. Se somos trabalhadores, é fundamental que as autoridades cumpram a obrigação de notificar e reconhecer as doenças, agravos à saúde, acidentes e mortes resultantes do trabalho informal, estabelecendo uma clara relação com o contexto laboral. Isso é essencial para fortalecer os sistemas de monitoramento e acompanhamento das políticas públicas voltadas à saúde do trabalhador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Consideramos a saúde das pessoas trabalhadoras como um direito humano, &#039;&#039;&#039;a saúde das pessoas trabalhadoras não tem preço!&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Reinvindicações:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Implementar campanhas de conscientização em saúde e prevenção junto às comunidades de trabalhadores informais;&lt;br /&gt;
* Pressionar as autoridades responsáveis para o estabelecimento de condições sanitárias e de bem-estar em centros comerciais da cidade do Rio de Janeiro, como a construção de banheiros públicos e bebedouros de água potável;&lt;br /&gt;
* Fortalecer, de acordo com os princípios da Reforma Psiquiátrica brasileira, as políticas públicas em saúde mental junto à Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) para que as pessoas trabalhadoras tenham o acesso qualificado aos seus serviços;&lt;br /&gt;
* Atuar junto às categorias de trabalhadores para o fortalecimento dos Centros de Referência em Saúde do Trabalhador (CEREST) em âmbito municipal, dando especial atenção aos desafios colocados pelas novas configurações do trabalho informal;&lt;br /&gt;
* Pressionar as autoridades responsáveis para que se cumpra a obrigatoriedade de que doenças, agravos à saúde, acidentes e mortes ocasionadas em decorrência do trabalho informal sejam notificadas e reconhecidas em sua relação com o trabalho, fortalecendo os sistemas de monitoramento e acompanhamento de políticas públicas em saúde do trabalhador;&lt;br /&gt;
* Fortalecer a Frente Parlamentar em Defesa da Saúde dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Rio de Janeiro, criada em 2023, e contribuir para a criação de uma Comissão Permanente de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora como um Direito Humano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Atividades do movimento na luta por Saúde ==&lt;br /&gt;
O Movimento Unido dos Camelôs vem colaborando com pesquisas referentes à saúde há anos e temos orgulho de fazer parte da pesquisa realizada pelo Centro de Estudos em Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana (CESTH/ENSP-Fiocruz) com a parceria de nossa amiga e integrante Thaís Lisboa, residente do PRMST. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segue o link para acesso do trabalho final de conclusão da pós-graduação da Thaís Lisboa:  https://www.arca.fiocruz.br/handle/icict/63919&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vale destacar que o MUCA tem participado ativamente de espaços de discussão sobre Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora, como o Fórum Intersindical de Saúde-Trabalho-Direito. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse ano em 2025 damos início a &#039;&#039;&#039;um novo projeto integrando ensino, pesquisa e assistência entre o movimento social e o CESTH&#039;&#039;&#039;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Elencamos duas frentes de trabalho no campo da Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora, que visam melhorar a saúde dos trabalhadores do comércio de rua do Rio de Janeiro: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1) Pesquisa de campo na cidade do Rio de Janeiro para realizar Análise da Situação de Saúde e identificar as principais necessidades de saúde, riscos e agravos relacionados ao trabalho dos/das camelôs; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2) Acolhimento inicial de trabalhadores e trabalhadoras que necessitam de orientação psicossocial devido a sofrimento relacionado ao trabalho e articulação com as Redes de Saúde do SUS para o acompanhamento integral desses.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todas essas frentes de atuação visam fomentar a organização coletiva dos trabalhadores e trabalhadoras do comércio de rua na cidade do Rio de Janeiro, fortalecer a luta pelo direito à cidade, pelo o direito à saúde, construir e reivindicar a melhoria da qualidade de vida dos camelôs.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Movimentos Sociais]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Região Sudeste]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Rio de Janeiro]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Guilherme Faro</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Sa%C3%BAde_para_os_trabalhadores_da_rua_-_MUCA&amp;diff=2134</id>
		<title>Saúde para os trabalhadores da rua - MUCA</title>
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		<updated>2025-03-12T21:03:54Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Guilherme Faro: Coloquei cabeçalhos&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Origem do movimento ==&lt;br /&gt;
O Movimento Unido dos Camelôs (MUCA), nasceu em 2003, durante um período de graves perseguições e agressões da Guarda Municipal contra os trabalhadores e trabalhadoras camelôs do Rio de Janeiro. Naquele ano, Maria de Lourdes do Carmo, trabalhadora camelô que estava em período puerpério 15 dias após o nascimento de seu terceiro filho, foi espancada covardemente por agentes municipais. Este foi o estopim que impulsionou a organização coletiva da categoria por meio do movimento social, que tem até hoje Maria dos Camelôs como sua coordenadora geral.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O movimento das ruas ==&lt;br /&gt;
Importante destacar as realizações do movimento para com sua base.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;1)&#039;&#039;&#039; assistência e orientação sócio-jurídica aos camelôs; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2)&#039;&#039;&#039; promoção e acesso à cultura; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;3)&#039;&#039;&#039; aproximação e diálogos com a Rede de Atenção à Saúde (RAS) e com a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) do município do Rio de Janeiro; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;4)&#039;&#039;&#039; Oficinas de formação e rodas de conversas sobre temas variados; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;5)&#039;&#039;&#039; projetos de estágio e extensão com universidades; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;6)&#039;&#039;&#039; Atendimento psicológico individual aos trabalhadores e trabalhadoras camelôs em parceria com o Instituto de Psicologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IP-UFRJ); &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;7)&#039;&#039;&#039; articulações com o legislativo e judiciário a fim de resguardar direitos dos trabalhadores e trabalhadoras camelôs; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;8)&#039;&#039;&#039; Orientação e acompanhamento a trabalhadores e trabalhadoras do comércio ambulante para devolução de equipamentos e mercadorias apreendidas; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;9)&#039;&#039;&#039; Acolhimento a trabalhadores e trabalhadoras que sofreram violência relacionada ao trabalho informal; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;10)&#039;&#039;&#039; Participação de negociações com a prefeitura sobre cadastramento e licenciamento dos trabalhadores e trabalhadoras camelôs; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;11)&#039;&#039;&#039; Participação na elaboração e implementação de políticas públicas afetas ao comércio de rua, mobilizando um amplo repertório de ações coletivas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Saúde ao Camelô ==&lt;br /&gt;
O acesso às condições de tratamento, prevenção e cuidado deve ter um caráter universal, tendo as políticas públicas em saúde do trabalho a tarefa de enfrentar os novos desafios colocados pelo trabalho informal. Essa não é a nossa realidade atual, frente aos avanços neoliberais que cada vez mais precarizam as condições de trabalho, as políticas públicas em saúde não podem estar desvinculadas da luta contra a exploração social.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A política de saúde pública deve chegar com qualidade a todos os territórios e a todas as pessoas e, diante da nossa atuação no &#039;&#039;&#039;Movimento Unido dos Camelôs&#039;&#039;&#039; percebemos haver enorme ausência dessas políticas aos trabalhadores das ruas, aqueles diariamente distribuídos na cidade realizando atividades econômicas essenciais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Precisamos implementar campanhas de conscientização em saúde e prevenção junto às comunidades de trabalhadores informais. Sem essa comunicação direta com canais que estejam aptos a realizar escutas ativas em conjunto com projetos de formação, os trabalhadores manterão comportamentos prejudiciais à própria saúde. Além disso, os espaços públicos devem ter estruturas adequadas para essa gente, é raro encontrar banheiros públicos e bebedouros de água potável em qualquer cidade do país. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por fim, buscamos maior reconhecimento. Se somos trabalhadores, é fundamental que as autoridades cumpram a obrigação de notificar e reconhecer as doenças, agravos à saúde, acidentes e mortes resultantes do trabalho informal, estabelecendo uma clara relação com o contexto laboral. Isso é essencial para fortalecer os sistemas de monitoramento e acompanhamento das políticas públicas voltadas à saúde do trabalhador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Consideramos a saúde das pessoas trabalhadoras como um direito humano, &#039;&#039;&#039;a saúde das pessoas trabalhadoras não tem preço!&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Atividades do movimento na luta por Saúde ==&lt;br /&gt;
O Movimento Unido dos Camelôs vem colaborando com pesquisas referentes à saúde há anos e temos orgulho de fazer parte da pesquisa realizada pelo Centro de Estudos em Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana (CESTH/ENSP-Fiocruz) com a parceria de nossa amiga e integrante Thaís Lisboa, residente do PRMST. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segue o link para acesso do trabalho final de conclusão da pós-graduação da Thaís Lisboa:  https://www.arca.fiocruz.br/handle/icict/63919&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vale destacar que o MUCA tem participado ativamente de espaços de discussão sobre Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora, como o Fórum Intersindical de Saúde-Trabalho-Direito. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse ano em 2025 damos início a &#039;&#039;&#039;um novo projeto integrando ensino, pesquisa e assistência entre o movimento social e o CESTH&#039;&#039;&#039;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Elencamos duas frentes de trabalho no campo da Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora, que visam melhorar a saúde dos trabalhadores do comércio de rua do Rio de Janeiro: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1) Pesquisa de campo na cidade do Rio de Janeiro para realizar Análise da Situação de Saúde e identificar as principais necessidades de saúde, riscos e agravos relacionados ao trabalho dos/das camelôs; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2) Acolhimento inicial de trabalhadores e trabalhadoras que necessitam de orientação psicossocial devido a sofrimento relacionado ao trabalho e articulação com as Redes de Saúde do SUS para o acompanhamento integral desses.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todas essas frentes de atuação visam fomentar a organização coletiva dos trabalhadores e trabalhadoras do comércio de rua na cidade do Rio de Janeiro, fortalecer a luta pelo direito à cidade, pelo o direito à saúde, construir e reivindicar a melhoria da qualidade de vida dos camelôs.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Movimentos Sociais]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Região Sudeste]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Rio de Janeiro]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Guilherme Faro</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Coletivo_dos_Coletivos&amp;diff=1965</id>
		<title>Coletivo dos Coletivos</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Coletivo_dos_Coletivos&amp;diff=1965"/>
		<updated>2025-02-28T19:13:41Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Guilherme Faro: Hiperlinkei movimentos já inclusos no Mapa&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=== &#039;&#039;&#039;Quem Somos&#039;&#039;&#039; ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Rede de Coletivos Suburbanos e Periféricos, anticapitalistas, classistas e democráticos.&lt;br /&gt;
Fazem parte dessa rede: [[Saúde para os trabalhadores da rua - MUCA|Movimento Unido dos Camelôs (MUCA)]], [[Centro Socialista da Penha Circular|Centro Socialista da Penha (CS-Penha)]], Centro Cultural Octavio Brandão (CCOB), Coletivo Casulo e Frente Ampla Suburbana (FAS), Planta na Mente, [[Movimento Negro Unificado|Movimento Negro Unificado (MNU)]], Núcleo Gonzaguinha, Leopoldina Orgânica, Centro Ruy Mauro Marini, [[Fórum Permanente sobre População Adulta em Situação de Rua RJ|Fórum Permanente Sobre Educação Adulta Em Situação de Rua]], Instituto de Pesquisas Das Culturas Negras (IPCN), Associação de Cineclubes do Rio de Janeiro (ASCINE-RJ). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realizamos reuniões ordinárias para trocar experiências e estabelecer estratégias conjuntas de atuação a favor da inclusão de políticas públicas para nosso subúrbio, fomento cultural do território e desenvolvimento social. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== &#039;&#039;&#039;Ações Continuadas&#039;&#039;&#039; ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assumimos a responsabilidade de organizar todo o evento Viradão Cultural Suburbano que já se encontra na sua 6 edição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todas as quintas-feiras realizamos o programa &amp;quot;Quintas Político-Culturais&amp;quot; em parceria com a WebRádio Censura Livre. &lt;br /&gt;
Assista aqui: [http://youtube.com/c/CensuraLivre youtube.com/c/CensuraLivre]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Redes&lt;br /&gt;
Instagram:https://www.instagram.com/coletivodecoletivos/&lt;br /&gt;
[[Categoria:Movimentos Sociais]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Região Sudeste]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Rio de Janeiro]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Guilherme Faro</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Coletivo_dos_Coletivos&amp;diff=1957</id>
		<title>Coletivo dos Coletivos</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Coletivo_dos_Coletivos&amp;diff=1957"/>
		<updated>2025-02-27T12:52:01Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Guilherme Faro: Criou página com &amp;#039;=== &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Quem Somos&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; ===  Rede de Coletivos Suburbanos e Periféricos, anticapitalistas, classistas e democráticos. Fazem parte dessa rede: Movimento Unido dos Camelôs (MUCA), Centro Socialista da Penha (CS-Penha), Centro Cultural Octavio Brandão (CCOB), Coletivo Casulo e Frente Ampla Suburbana (FAS), Planta na Mente, Movimento Negro Unificado (MNU), Núcleo Gonzaguinha, Leopoldina Orgânica,...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=== &#039;&#039;&#039;Quem Somos&#039;&#039;&#039; ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Rede de Coletivos Suburbanos e Periféricos, anticapitalistas, classistas e democráticos.&lt;br /&gt;
Fazem parte dessa rede: [[Saúde para os trabalhadores da rua - MUCA|Movimento Unido dos Camelôs (MUCA)]], Centro Socialista da Penha (CS-Penha), Centro Cultural Octavio Brandão (CCOB), Coletivo Casulo e Frente Ampla Suburbana (FAS), Planta na Mente, [[Movimento Negro Unificado|Movimento Negro Unificado (MNU)]], Núcleo Gonzaguinha, Leopoldina Orgânica, Centro Ruy Mauro Marini, Fórum Permanente Sobre Educação Adulta Em Situação de Rua, Instituto de Pesquisas Das Culturas Negras (IPCN), Associação de Cineclubes do Rio de Janeiro (ASCINE-RJ). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realizamos reuniões ordinárias para trocar experiências e estabelecer estratégias conjuntas de atuação a favor da inclusão de políticas públicas para nosso subúrbio, fomento cultural do território e desenvolvimento social. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== &#039;&#039;&#039;Ações Continuadas&#039;&#039;&#039; ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assumimos a responsabilidade de organizar todo o evento Viradão Cultural Suburbano que já se encontra na sua 6 edição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todas as quintas-feiras realizamos o programa &amp;quot;Quintas Político-Culturais&amp;quot; em parceria com a WebRádio Censura Livre. &lt;br /&gt;
Assista aqui: [http://youtube.com/c/CensuraLivre youtube.com/c/CensuraLivre]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Redes&lt;br /&gt;
Instagram:https://www.instagram.com/coletivodecoletivos/&lt;br /&gt;
[[Categoria:Movimentos Sociais]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Região Sudeste]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Rio de Janeiro]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Guilherme Faro</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Sa%C3%BAde_para_os_trabalhadores_da_rua_-_MUCA&amp;diff=1806</id>
		<title>Saúde para os trabalhadores da rua - MUCA</title>
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		<updated>2025-02-13T21:45:25Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Guilherme Faro: Incrementei informações mais atuais&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Paz pros Camelôs Nova.jpg|miniaturadaimagem|320x320px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Origem do movimento ===&lt;br /&gt;
O Movimento Unido dos Camelôs (MUCA), nasceu em 2003, durante um período de graves perseguições e agressões da Guarda Municipal contra os trabalhadores e trabalhadoras camelôs do Rio de Janeiro. Naquele ano, Maria de Lourdes do Carmo, trabalhadora camelô que estava em período puerpério 15 dias após o nascimento de seu terceiro filho, foi espancada covardemente por agentes municipais. Este foi o estopim que impulsionou a organização coletiva da categoria por meio do movimento social, que tem até hoje Maria dos Camelôs como sua coordenadora geral.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== O movimento das ruas ===&lt;br /&gt;
Importante destacar as realizações do movimento para com sua base.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;1)&#039;&#039;&#039; assistência e orientação sócio-jurídica aos camelôs; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;2)&#039;&#039;&#039; promoção e acesso à cultura; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;3)&#039;&#039;&#039; aproximação e diálogos com a Rede de Atenção à Saúde (RAS) e com a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) do município do Rio de Janeiro; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;4)&#039;&#039;&#039; Oficinas de formação e rodas de conversas sobre temas variados; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;5)&#039;&#039;&#039; projetos de estágio e extensão com universidades; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;6)&#039;&#039;&#039; Atendimento psicológico individual aos trabalhadores e trabalhadoras camelôs em parceria com o Instituto de Psicologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IP-UFRJ); &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;7)&#039;&#039;&#039; articulações com o legislativo e judiciário a fim de resguardar direitos dos trabalhadores e trabalhadoras camelôs; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;8)&#039;&#039;&#039; Orientação e acompanhamento a trabalhadores e trabalhadoras do comércio ambulante para devolução de equipamentos e mercadorias apreendidas; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;9)&#039;&#039;&#039; Acolhimento a trabalhadores e trabalhadoras que sofreram violência relacionada ao trabalho informal; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;10)&#039;&#039;&#039; Participação de negociações com a prefeitura sobre cadastramento e licenciamento dos trabalhadores e trabalhadoras camelôs; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;11)&#039;&#039;&#039; Participação na elaboração e implementação de políticas públicas afetas ao comércio de rua, mobilizando um amplo repertório de ações coletivas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Saúde ao Camelô ===&lt;br /&gt;
O acesso às condições de tratamento, prevenção e cuidado deve ter um caráter universal, tendo as políticas públicas em saúde do trabalho a tarefa de enfrentar os novos desafios colocados pelo trabalho informal. Essa não é a nossa realidade atual, frente aos avanços neoliberais que cada vez mais precarizam as condições de trabalho, as políticas públicas em saúde não podem estar desvinculadas da luta contra a exploração social.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A política de saúde pública deve chegar com qualidade a todos os territórios e a todas as pessoas e, diante da nossa atuação no &#039;&#039;&#039;Movimento Unido dos Camelôs&#039;&#039;&#039; percebemos haver enorme ausência dessas políticas aos trabalhadores das ruas, aqueles diariamente distribuídos na cidade realizando atividades econômicas essenciais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Precisamos implementar campanhas de conscientização em saúde e prevenção junto às comunidades de trabalhadores informais. Sem essa comunicação direta com canais que estejam aptos a realizar escutas ativas em conjunto com projetos de formação, os trabalhadores manterão comportamentos prejudiciais à própria saúde. Além disso, os espaços públicos devem ter estruturas adequadas para essa gente, é raro encontrar banheiros públicos e bebedouros de água potável em qualquer cidade do país. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por fim, buscamos maior reconhecimento. Se somos trabalhadores, é fundamental que as autoridades cumpram a obrigação de notificar e reconhecer as doenças, agravos à saúde, acidentes e mortes resultantes do trabalho informal, estabelecendo uma clara relação com o contexto laboral. Isso é essencial para fortalecer os sistemas de monitoramento e acompanhamento das políticas públicas voltadas à saúde do trabalhador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Consideramos a saúde das pessoas trabalhadoras como um direito humano, &#039;&#039;&#039;a saúde das pessoas trabalhadoras não tem preço!&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Atividades do movimento na luta por Saúde ===&lt;br /&gt;
O Movimento Unido dos Camelôs vem colaborando com pesquisas referentes à saúde há anos e temos orgulho de fazer parte da pesquisa realizada pelo Centro de Estudos em Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana (CESTH/ENSP-Fiocruz) com a parceria de nossa amiga e integrante Thaís Lisboa, residente do PRMST. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segue o link para acesso do trabalho final de conclusão da pós-graduação da Thaís Lisboa:  https://www.arca.fiocruz.br/handle/icict/63919&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vale destacar que o MUCA tem participado ativamente de espaços de discussão sobre Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora, como o Fórum Intersindical de Saúde-Trabalho-Direito. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse ano em 2025 damos início a &#039;&#039;&#039;um novo projeto integrando ensino, pesquisa e assistência entre o movimento social e o CESTH&#039;&#039;&#039;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Elencamos duas frentes de trabalho no campo da Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora, que visam melhorar a saúde dos trabalhadores do comércio de rua do Rio de Janeiro: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1) Pesquisa de campo na cidade do Rio de Janeiro para realizar Análise da Situação de Saúde e identificar as principais necessidades de saúde, riscos e agravos relacionados ao trabalho dos/das camelôs; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2) Acolhimento inicial de trabalhadores e trabalhadoras que necessitam de orientação psicossocial devido a sofrimento relacionado ao trabalho e articulação com as Redes de Saúde do SUS para o acompanhamento integral desses.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todas essas frentes de atuação visam fomentar a organização coletiva dos trabalhadores e trabalhadoras do comércio de rua na cidade do Rio de Janeiro, fortalecer a luta pelo direito à cidade, pelo o direito à saúde, construir e reivindicar a melhoria da qualidade de vida dos camelôs.&lt;br /&gt;
[[Categoria:Movimentos Sociais]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Região Sudeste]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Rio de Janeiro]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Guilherme Faro</name></author>
	</entry>
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		<title>Saúde para os trabalhadores da rua - MUCA</title>
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		<updated>2024-10-24T20:59:57Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Guilherme Faro: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Paz pros Camelôs.jpg|miniaturadaimagem]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O acesso às condições de tratamento, prevenção e cuidado devem ter um caráter universal, tendo as políticas públicas em saúde do trabalho a tarefa de enfrentar os novos desafios colocados pelo trabalho informal. Essa não é a nossa realidade atual, frente aos avanços neoliberais que cada vez mais precarizam as condições de trabalho, as políticas públicas em saúde não podem estar desvinculadas da luta contra a exploração social.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A política de saúde pública deve chegar com qualidade a todos os territórios e a todas as pessoas e diante a nossa atuação no &#039;&#039;&#039;Movimento Unido dos Camelôs&#039;&#039;&#039; percebemos haver enorme ausência dessas políticas aos trabalhadores das ruas, aqueles que estão diariamente distribuídos na cidade realizando atividades econômicas essenciais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Precisamos implementar campanhas de conscientização em saúde e prevenção junto às comunidades de trabalhadores informais, sem essa comunicação direta com canais que estejam aptos a realizar escutas ativas em conjunto com projetos de formação, os trabalhadores manterão comportamentos prejudiciais a sua própria saúde. Além disso, os espaços públicos devem ter estruturas adequadas para essa gente, é raro encontrar banheiros públicos e bebedouros de água potável em qualquer cidade do país. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por fim, buscamos maior reconhecimento. Se somos trabalhadores, é fundamental que as autoridades cumpram a obrigação de notificar e reconhecer as doenças, agravos à saúde, acidentes e mortes resultantes do trabalho informal, estabelecendo uma clara relação com o contexto laboral. Isso é essencial para fortalecer os sistemas de monitoramento e acompanhamento das políticas públicas voltadas à saúde do trabalhador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Consideramos a saúde das pessoas trabalhadoras como um direito humano, &#039;&#039;&#039;a saúde das pessoas trabalhadoras não tem preço!&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Movimento Unido dos Camelôs vem colaborando com pesquisas referente a saúde há anos e temos orgulho de fazer parte da pesquisa realizada pelo Centro de Estudos em Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana (CESTH/ENSP-Fiocruz) com a nossa amiga e integrante Thaís Lisboa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segue o link para acesso:  https://www.arca.fiocruz.br/handle/icict/63919&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Guilherme Faro</name></author>
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		<title>Saúde para os trabalhadores da rua - MUCA</title>
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		<updated>2024-10-24T20:51:26Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Guilherme Faro: As políticas públicas em saúde do trabalho devem ser universais e enfrentar os desafios do trabalho informal, especialmente diante da precarização neoliberal. O &amp;#039;Movimento Unido dos Camelôs destaca a ausência de apoio para trabalhadores das ruas, que realizam atividades essenciais.&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Paz pros Camelôs.jpg|miniaturadaimagem]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O acesso às condições de tratamento, prevenção e cuidado devem ter um caráter universal, tendo as políticas públicas em saúde do trabalho a tarefa de enfrentar os novos desafios colocados pelo trabalho informal. Essa não é a nossa realidade atual, frente aos avanços neoliberais que cada vez mais precarizam as condições de trabalho, as políticas públicas em saúde não podem estar desvinculadas da luta contra a exploração social.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A política de saúde pública deve chegar com qualidade a todos os territórios e a todas as pessoas e diante a nossa atuação no &#039;&#039;&#039;Movimento Unido dos Camelôs&#039;&#039;&#039; percebemos haver enorme ausência dessas políticas aos trabalhadores das ruas, aqueles que estão diariamente distribuídos na cidade realizando atividades econômicas essenciais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Precisamos implementar campanhas de conscientização em saúde e prevenção junto às comunidades de trabalhadores informais, sem essa comunicação direta com canais que estejam aptos a realizar escutas ativas em conjunto com projetos de formação, os trabalhadores manterão comportamentos prejudiciais a sua própria saúde. Além disso, os espaços públicos devem ter estruturas adequadas para essa gente, é raro encontrar banheiros públicos e bebedouros de água potável em qualquer cidade do país. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por fim, buscamos maior reconhecimento. Se somos trabalhadores, é fundamental que as autoridades cumpram a obrigação de notificar e reconhecer as doenças, agravos à saúde, acidentes e mortes resultantes do trabalho informal, estabelecendo uma clara relação com o contexto laboral. Isso é essencial para fortalecer os sistemas de monitoramento e acompanhamento das políticas públicas voltadas à saúde do trabalhador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Consideramos a saúde das pessoas trabalhadoras como um direito humano, &#039;&#039;&#039;a saúde das pessoas trabalhadoras não tem preço!&#039;&#039;&#039;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Guilherme Faro</name></author>
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		<updated>2024-10-24T20:49:49Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Guilherme Faro: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Ato na Uruguaiana em prol dos camelôs e suas reinvidicações&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Guilherme Faro</name></author>
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