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	<title>Mapa Mov Sa�de - Contribuições do usuário [pt-br]</title>
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		<title>Eu defendo o SUS: nossa história</title>
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		<updated>2024-11-03T18:50:11Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Eu defendo o SUS: Correção formatação&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Logo do movimento Eu defendo o SUS .jpg|miniaturadaimagem|Logo do movimento Eu defendo o SUS , desenho e letra cor branca e fundo azul ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 2016, instigado pelo Golpe ocorrido no Governo da Presidenta Dilma Rousseff e incitado pela proposta do Governo Michel Temer de desfinanciamento do SUS (EC 95), se constituiu em Fortaleza / Ceará, o Movimento EU DEFENDO O SUS. A exacerbação de situações e cenários de retirada de direitos, austeridade, discriminação, intolerância e violência já se mostrava em ascendente movimento no país.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mulheres, trabalhadoras e ativistas, de diversas profissões e atuantes na Secretaria Municipal da Saúde de Fortaleza e Educação Permanente em Saúde da Secretaria Estadual da Saúde, movidas pela sensibilidade e indignação, reuniram-se com o objetivo de mobilizar corações e mentes em defesa da Saúde como direito do povo e dever do estado, fortalecendo o direito constitucional garantido na Constituição Federal de 1988.&lt;br /&gt;
O Mote: ‘Defender o SUS’ foi constituído mediante à sensação/situação de ataque ao direito à saúde. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As redes sociais e afetivas aproximaram as pessoas com comum ideário de saúde, movidas pela necessidade de manifestação em defesa da democracia e da saúde como direito, focalizando na defesa radical do SUS a&lt;br /&gt;
efetivação destas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 2016, o #EuDefendooSUS constituiu seu símbolo, na busca por fortalecer a comunicação do argumento e a união dos diversos sujeitos e segmentos constituintes, fazedores e viventes do SUS. A camisa azul do #EuDefendoOSUS, foi o primeiro ato-manifesto. A frase, com as cores do SUS, estampada no peito: “EU DEFENDO O SUS”, representa a força da expressão. Buscavam, vestindo a camisa do SUS, lutar e preservar toda a bravura acumulada de anos de histórias no SUS e do Ceará, que não poderiam ser perdidas. E mais, precisavam ser resgatadas, fortalecidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O uso da camisa foi comunicadora e comunicante do ideário e passou a ser a principal via de comunicação do movimento entre os anos de 2016 e 2019. A busca pela camiseta, comunicou e vinculou, passou a aproximar pessoas, entidades e movimentos sociais. Somaram-se a este pequeno grupo de ativistas um grande número de profissionais da atenção, gestão, controle social, educação e pesquisa do SUS Ceará. Sem estatuto, direção ou&lt;br /&gt;
comando tinha/tem a característica da espontaneidade, estava/está sempre nas manifestações, nas ruas em&lt;br /&gt;
todos os momentos críticos de nossa recente história, somando-se e misturando-se a tantas outras lutas e causas que afligiam/afligem o povo brasileiro e cearense.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De 2016 a 2020 o #Eu Defendo o SUS participou, organizou e protagonizou diversos eventos e movimentos de reafirmação do SUS como única possibilidade de saúde universal no país. E também, como todos os outros&lt;br /&gt;
movimentos e coletivos, vivenciou momentos de arrefecimento e recuo, diante de uma sequência de perdas que ‘paralisou’ grande parte das forças progressistas do país.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos últimos anos foram vários os retrocessos na democracia brasileira. Retrocessos estes que impactam diretamente na saúde do povo brasileiro a curto, médio e longo prazo. A emenda constitucional 95, a paralisação do Plano Viver Sem Limites voltado às pessoas com deficiências, a reforma trabalhista, as mudanças na Política Nacional de Atenção Básica (2017), a eleição de Jair Messias Bolsonaro, a reforma da previdência, o&lt;br /&gt;
financiamento federal da Atenção Básica e o desfinanciamento dos NASF (Previne Brasil), a fragilização da Farmácia Popular, o desfinanciamento dos Centros de Atenção Psicossocial, o aumento do financiamento&lt;br /&gt;
federal para comunidades terapêuticas e manicômios, o fim do Programa Mais Médicos, a expansão das organizações sociais na gestão do SUS, a criação da Agência para o Desenvolvimento da Atenção Primária à&lt;br /&gt;
Saúde (ADAPS, a corrupção, o desrespeito à vida e milhares de mortes por Covid-19 que poderiam ter sido ser evitadas, o boicote às vacinas contra a Covid-19, o aumento do desmatamento e do garimpo na Amazônia são&lt;br /&gt;
alguns destes retrocessos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A pandemia da COVID-19 desafiou e colocou em foco o direito à saúde e os sistemas de saúde no mundo. Não diferente dos demais países, o Brasil vem também vivenciando a popularização destas pautas. Em situação singular no mundo temos o SUS. Não fosse sua atuação, nosso luto seria ainda maior. Ocorre que o SUS&lt;br /&gt;
historicamente é subestimado, subfinanciado e pouco valorizado como uma das maiores conquistas sociais e políticas de nosso povo. Convivemos num cenário de disputa com a saúde suplementar. Estamos imersos na&lt;br /&gt;
cultura biomédica, medicamentosa, com foco do poder sanitário centrado na uniprofissionalidade médica,&lt;br /&gt;
restando à multiprofissionalidade o status paramédico, seja nos campos da atenção, gestão e política sanitária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A atual pandemia da COVID-19 presente no contexto de austeridade, privação de direitos e congelamento de gastos, exigiu mobilização e articulação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante do cenário, em junho de 2020, o Movimento #EuDefendooSUS reativou suas forças, reuniu-se e mais fortes, com a indubitável afirmação do papel do SUS na preservação de nossa ancestralidade viva, no cuidado&lt;br /&gt;
de nós, nós-povo, nós-pares, integrou e contribuiu com a reativação da Frente Cearense em Defesa do SUS e contra a privatização da Saúde (FCD_SUS), também já atuante no estado, mas também em processo necessário&lt;br /&gt;
de latência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, entre 2015 e 2022, foram realizados momentos de formação política, produção de material educativo/informativo (cards, vídeos), reuniões virtuais abertas, atos de rua, manifestos aos gestores estaduais&lt;br /&gt;
e municipais sobre a condução do SUS Ceará e de Fortaleza na pandemia, carta aos candidatos à prefeitura de Fortaleza, manifestos à Assembleia Legislativa, etc. Ações estas que reuniram, capilarizaram e renovaram as&lt;br /&gt;
lutas no Ceará (v. @eudefendosus).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Chegando em 22 dezembro de 2020, ativada pela Frente pela Vida, o Movimento #Eu Defendo o SUS, como integrante da FCD_SUS, em parceria com o Movimento Democracia Participativa (MDP/CE), Associação&lt;br /&gt;
Brasileira de Juristas pela Democracia (ABJD-CE), Associação Brasileira de Médicas e Médicos pela Democracia&lt;br /&gt;
(ABMMD-CE) e Setorial de Saúde do PT Fortaleza, realizaram o ‘lançamento’ da Frente pela Vida no Ceará, com&lt;br /&gt;
a chamada: “Convite à população cearense para Defesa do SUS e pela Vacina para todas, todos e todes”. Na ocasião, contamos com a presença de Lúcia Souto, do Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (CEBES), como&lt;br /&gt;
representante da Frente pela Vida, e com a participação de diversos movimentos sociais, grupos religiosos,&lt;br /&gt;
entidades, associações de classe, universidades, parlamentares e/ou representantes de mandatos e&lt;br /&gt;
personalidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A vivência do(s) período(s) descrito(s) acima nos permitiu perceber o quanto temos de potência mobilizadora e&lt;br /&gt;
o que temos a percorrer e a mobilizar. Refletimos que ainda estamos problematizando entre nós, que apesar da&lt;br /&gt;
capilaridade alcançada, nos falta muito, especialmente no âmbito da sociedade em geral, usuárias/os do SUS,&lt;br /&gt;
parlamentares, gestores e juventude cearense. A utopia serve para isso, para que continuemos caminhando&lt;br /&gt;
(Eduardo Galeano).&lt;br /&gt;
“É preciso ter esperança, mas esperança do verbo esperançar; porque tem gente que tem esperança do verbo&lt;br /&gt;
esperar. E esperança do verbo esperar, não é esperança, é espera. Esperançar é SE LEVANTAR; esperançar é IR&lt;br /&gt;
ATRÁS; esperançar é CONSTRUIR; esperançar é NÃO DESISTIR! Esperançar é levar adiante, esperançar é juntar&lt;br /&gt;
se com outros para fazer de outro modo” (Paulo Freire).&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Eu defendo o SUS</name></author>
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		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Eu_defendo_o_SUS:_nossa_hist%C3%B3ria&amp;diff=1167</id>
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		<updated>2024-11-03T18:49:00Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Eu defendo o SUS: Correção formatação&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Logo do movimento Eu defendo o SUS .jpg|miniaturadaimagem|Logo do movimento Eu defendo o SUS , desenho e letra cor branca e fundo azul ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 2016, instigado pelo Golpe ocorrido no Governo da Presidenta Dilma Rousseff e incitado pela proposta do Governo Michel Temer de desfinanciamento do SUS (EC 95), se constituiu em Fortaleza / Ceará, o Movimento EU DEFENDO O SUS. A exacerbação de situações e cenários de retirada de direitos, austeridade, discriminação, intolerância e violência já se mostrava em ascendente movimento no país.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mulheres, trabalhadoras e ativistas, de diversas profissões e atuantes na Secretaria Municipal da Saúde de Fortaleza e Educação Permanente em Saúde da Secretaria Estadual da Saúde, movidas pela sensibilidade e indignação, reuniram-se com o objetivo de mobilizar corações e mentes em defesa da Saúde como direito do povo e dever do estado, fortalecendo o direito constitucional garantido na Constituição Federal de 1988.&lt;br /&gt;
O Mote: ‘Defender o SUS’ foi constituído mediante à sensação/situação de ataque ao direito à saúde. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As redes sociais e afetivas aproximaram as pessoas com comum ideário de saúde, movidas pela necessidade de manifestação em defesa da democracia e da saúde como direito, focalizando na defesa radical do SUS a&lt;br /&gt;
efetivação destas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 2016, o #EuDefendooSUS constituiu seu símbolo, na busca por fortalecer a comunicação do argumento e a união dos diversos sujeitos e segmentos constituintes, fazedores e viventes do SUS. A camisa azul do #EuDefendoOSUS, foi o primeiro ato-manifesto. A frase, com as cores do SUS, estampada no peito: “EU DEFENDO O SUS”, representa a força da expressão. Buscavam, vestindo a camisa do SUS, lutar e preservar toda a bravura acumulada de anos de histórias no SUS e do Ceará, que não poderiam ser perdidas. E mais, precisavam ser resgatadas, fortalecidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O uso da camisa foi comunicadora e comunicante do ideário e passou a ser a principal via de comunicação do movimento entre os anos de 2016 e 2019. A busca pela camiseta, comunicou e vinculou, passou a aproximar pessoas, entidades e movimentos sociais. Somaram-se a este pequeno grupo de ativistas um grande número de profissionais da atenção, gestão, controle social, educação e pesquisa do SUS Ceará. Sem estatuto, direção ou&lt;br /&gt;
comando tinha/tem a característica da espontaneidade, estava/está sempre nas manifestações, nas ruas em&lt;br /&gt;
todos os momentos críticos de nossa recente história, somando-se e misturando-se a tantas outras lutas e causas que afligiam/afligem o povo brasileiro e cearense.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De 2016 a 2020 o #Eu Defendo o SUS participou, organizou e protagonizou diversos eventos e movimentos de reafirmação do SUS como única possibilidade de saúde universal no país. E também, como todos os outros&lt;br /&gt;
movimentos e coletivos, vivenciou momentos de arrefecimento e recuo, diante de uma sequência de perdas que ‘paralisou’ grande parte das forças progressistas do país.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos últimos anos foram vários os retrocessos na democracia brasileira. Retrocessos estes que impactam diretamente na saúde do povo brasileiro a curto, médio e longo prazo. A emenda constitucional 95, a paralisação do Plano Viver Sem Limites voltado às pessoas com deficiências, a reforma trabalhista, as mudanças na Política Nacional de Atenção Básica (2017), a eleição de Jair Messias Bolsonaro, a reforma da previdência, o&lt;br /&gt;
financiamento federal da Atenção Básica e o desfinanciamento dos NASF (Previne Brasil), a fragilização da Farmácia Popular, o desfinanciamento dos Centros de Atenção Psicossocial, o aumento do financiamento&lt;br /&gt;
federal para comunidades terapêuticas e manicômios, o fim do Programa Mais Médicos, a expansão das organizações sociais na gestão do SUS, a criação da Agência para o Desenvolvimento da Atenção Primária à&lt;br /&gt;
Saúde (ADAPS, a corrupção, o desrespeito à vida e milhares de mortes por Covid-19 que poderiam ter sido ser evitadas, o boicote às vacinas contra a Covid-19, o aumento do desmatamento e do garimpo na Amazônia são&lt;br /&gt;
alguns destes retrocessos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A pandemia da COVID-19 desafiou e colocou em foco o direito à saúde e os sistemas de saúde no mundo. Não diferente dos demais países, o Brasil vem também vivenciando a popularização destas pautas. Em situação singular no mundo temos o SUS. Não fosse sua atuação, nosso luto seria ainda maior. Ocorre que o SUS&lt;br /&gt;
historicamente é subestimado, subfinanciado e pouco valorizado como uma das maiores conquistas sociais e políticas de nosso povo. Convivemos num cenário de disputa com a saúde suplementar. Estamos imersos na&lt;br /&gt;
cultura biomédica, medicamentosa, com foco do poder sanitário centrado na uniprofissionalidade médica,&lt;br /&gt;
restando à multiprofissionalidade o status paramédico, seja nos campos da atenção, gestão e política sanitária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A atual pandemia da COVID-19 presente no contexto de austeridade, privação de direitos e congelamento de gastos, exigiu mobilização e articulação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante do cenário, em junho de 2020, o Movimento #EuDefendooSUS reativou suas forças, reuniu-se e mais fortes, com a indubitável afirmação do papel do SUS na preservação de nossa ancestralidade viva, no cuidado&lt;br /&gt;
de nós, nós-povo, nós-pares, integrou e contribuiu com a reativação da Frente Cearense em Defesa do SUS e contra a privatização da Saúde (FCD_SUS), também já atuante no estado, mas também em processo necessário&lt;br /&gt;
de latência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, entre 2015 e 2022, foram realizados momentos de formação política, produção de material educativo/informativo (cards, vídeos), reuniões virtuais abertas, atos de rua, manifestos aos gestores estaduais&lt;br /&gt;
e municipais sobre a condução do SUS Ceará e de Fortaleza na pandemia, carta aos candidatos à prefeitura de Fortaleza, manifestos à Assembleia Legislativa, etc. Ações estas que reuniram, capilarizaram e renovaram as&lt;br /&gt;
lutas no Ceará (v. @eudefendosus).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Chegando em 22 dezembro de 2020, ativada pela Frente pela Vida, o Movimento #Eu Defendo o SUS, como integrante da FCD_SUS, em parceria com o Movimento Democracia Participativa (MDP/CE), Associação&lt;br /&gt;
Brasileira de Juristas pela Democracia (ABJD-CE), Associação Brasileira de Médicas e Médicos pela Democracia&lt;br /&gt;
(ABMMD-CE) e Setorial de Saúde do PT Fortaleza, realizaram o ‘lançamento’ da Frente pela Vida no Ceará, com&lt;br /&gt;
a chamada: “Convite à população cearense para Defesa do SUS e pela Vacina para todas, todos e todes”. Na ocasião, contamos com a presença de Lúcia Souto, do Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (CEBES), como&lt;br /&gt;
representante da Frente pela Vida, e com a participação de diversos movimentos sociais, grupos religiosos,&lt;br /&gt;
entidades, associações de classe, universidades, parlamentares e/ou representantes de mandatos e&lt;br /&gt;
personalidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A vivência do(s) período(s) descrito(s) acima nos permitiu perceber o quanto temos de potência mobilizadora e&lt;br /&gt;
o que temos a percorrer e a mobilizar. Refletimos que ainda estamos problematizando entre nós, que apesar da&lt;br /&gt;
capilaridade alcançada, nos falta muito, especialmente no âmbito da sociedade em geral, usuárias/os do SUS,&lt;br /&gt;
parlamentares, gestores e juventude cearense. A utopia serve para isso, para que continuemos caminhando&lt;br /&gt;
(Eduardo Galeano).&lt;br /&gt;
“É preciso ter esperança, mas esperança do verbo esperançar; porque tem gente que tem esperança do verbo&lt;br /&gt;
esperar. E esperança do verbo esperar, não é esperança, é espera. Esperançar é SE LEVANTAR; esperançar é IR&lt;br /&gt;
ATRÁS; esperançar é CONSTRUIR; esperançar é NÃO DESISTIR! Esperançar é levar adiante, esperançar é juntar&lt;br /&gt;
se com outros para fazer de outro modo” (Paulo Freire).&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Eu defendo o SUS</name></author>
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		<updated>2024-11-03T18:46:40Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Eu defendo o SUS: Acrescenta a imagem da logo&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Logo do movimento Eu defendo o SUS .jpg|miniaturadaimagem|Logo do movimento Eu defendo o SUS , desenho e letra cor branca e fundo azul ]]&lt;br /&gt;
Em 2016, instigado pelo Golpe ocorrido no Governo da Presidenta Dilma Rousseff e incitado pela proposta do Governo Michel Temer de desfinanciamento do SUS (EC 95), se constituiu em Fortaleza / Ceará, o Movimento EU DEFENDO O SUS. A exacerbação de situações e cenários de retirada de direitos, austeridade, discriminação, intolerância e violência já se mostrava em ascendente movimento no país.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mulheres, trabalhadoras e ativistas, de diversas profissões e atuantes na Secretaria Municipal da Saúde de Fortaleza e Educação Permanente em Saúde da Secretaria Estadual da Saúde, movidas pela sensibilidade e indignação, reuniram-se com o objetivo de mobilizar corações e mentes em defesa da Saúde como direito do povo e dever do estado, fortalecendo o direito constitucional garantido na Constituição Federal de 1988.&lt;br /&gt;
O Mote: ‘Defender o SUS’ foi constituído mediante à sensação/situação de ataque ao direito à saúde. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As redes sociais e afetivas aproximaram as pessoas com comum ideário de saúde, movidas pela necessidade de manifestação em defesa da democracia e da saúde como direito, focalizando na defesa radical do SUS a&lt;br /&gt;
efetivação destas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 2016, o #EuDefendooSUS constituiu seu símbolo, na busca por fortalecer a comunicação do argumento e a união dos diversos sujeitos e segmentos constituintes, fazedores e viventes do SUS. A camisa azul do #EuDefendoOSUS, foi o primeiro ato-manifesto. A frase, com as cores do SUS, estampada no peito: “EU DEFENDO O SUS”, representa a força da expressão. Buscavam, vestindo a camisa do SUS, lutar e preservar toda a bravura acumulada de anos de histórias no SUS e do Ceará, que não poderiam ser perdidas. E mais, precisavam ser resgatadas, fortalecidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O uso da camisa foi comunicadora e comunicante do ideário e passou a ser a principal via de comunicação do movimento entre os anos de 2016 e 2019. A busca pela camiseta, comunicou e vinculou, passou a aproximar pessoas, entidades e movimentos sociais. Somaram-se a este pequeno grupo de ativistas um grande número de profissionais da atenção, gestão, controle social, educação e pesquisa do SUS Ceará. Sem estatuto, direção ou&lt;br /&gt;
comando tinha/tem a característica da espontaneidade, estava/está sempre nas manifestações, nas ruas em&lt;br /&gt;
todos os momentos críticos de nossa recente história, somando-se e misturando-se a tantas outras lutas e causas que afligiam/afligem o povo brasileiro e cearense.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De 2016 a 2020 o #Eu Defendo o SUS participou, organizou e protagonizou diversos eventos e movimentos de reafirmação do SUS como única possibilidade de saúde universal no país. E também, como todos os outros&lt;br /&gt;
movimentos e coletivos, vivenciou momentos de arrefecimento e recuo, diante de uma sequência de perdas que ‘paralisou’ grande parte das forças progressistas do país.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos últimos anos foram vários os retrocessos na democracia brasileira. Retrocessos estes que impactam diretamente na saúde do povo brasileiro a curto, médio e longo prazo. A emenda constitucional 95, a paralisação do Plano Viver Sem Limites voltado às pessoas com deficiências, a reforma trabalhista, as mudanças na Política Nacional de Atenção Básica (2017), a eleição de Jair Messias Bolsonaro, a reforma da previdência, o&lt;br /&gt;
financiamento federal da Atenção Básica e o desfinanciamento dos NASF (Previne Brasil), a fragilização da Farmácia Popular, o desfinanciamento dos Centros de Atenção Psicossocial, o aumento do financiamento&lt;br /&gt;
federal para comunidades terapêuticas e manicômios, o fim do Programa Mais Médicos, a expansão das organizações sociais na gestão do SUS, a criação da Agência para o Desenvolvimento da Atenção Primária à&lt;br /&gt;
Saúde (ADAPS, a corrupção, o desrespeito à vida e milhares de mortes por Covid-19 que poderiam ter sido ser evitadas, o boicote às vacinas contra a Covid-19, o aumento do desmatamento e do garimpo na Amazônia são&lt;br /&gt;
alguns destes retrocessos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A pandemia da COVID-19 desafiou e colocou em foco o direito à saúde e os sistemas de saúde no mundo. Não diferente dos demais países, o Brasil vem também vivenciando a popularização destas pautas. Em situação singular no mundo temos o SUS. Não fosse sua atuação, nosso luto seria ainda maior. Ocorre que o SUS&lt;br /&gt;
historicamente é subestimado, subfinanciado e pouco valorizado como uma das maiores conquistas sociais e políticas de nosso povo. Convivemos num cenário de disputa com a saúde suplementar. Estamos imersos na&lt;br /&gt;
cultura biomédica, medicamentosa, com foco do poder sanitário centrado na uniprofissionalidade médica,&lt;br /&gt;
restando à multiprofissionalidade o status paramédico, seja nos campos da atenção, gestão e política sanitária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A atual pandemia da COVID-19 presente no contexto de austeridade, privação de direitos e congelamento de gastos, exigiu mobilização e articulação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante do cenário, em junho de 2020, o Movimento #EuDefendooSUS reativou suas forças, reuniu-se e mais fortes, com a indubitável afirmação do papel do SUS na preservação de nossa ancestralidade viva, no cuidado&lt;br /&gt;
de nós, nós-povo, nós-pares, integrou e contribuiu com a reativação da Frente Cearense em Defesa do SUS e contra a privatização da Saúde (FCD_SUS), também já atuante no estado, mas também em processo necessário&lt;br /&gt;
de latência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, entre 2015 e 2022, foram realizados momentos de formação política, produção de material educativo/informativo (cards, vídeos), reuniões virtuais abertas, atos de rua, manifestos aos gestores estaduais&lt;br /&gt;
e municipais sobre a condução do SUS Ceará e de Fortaleza na pandemia, carta aos candidatos à prefeitura de Fortaleza, manifestos à Assembleia Legislativa, etc. Ações estas que reuniram, capilarizaram e renovaram as&lt;br /&gt;
lutas no Ceará (v. @eudefendosus).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Chegando em 22 dezembro de 2020, ativada pela Frente pela Vida, o Movimento #Eu Defendo o SUS, como integrante da FCD_SUS, em parceria com o Movimento Democracia Participativa (MDP/CE), Associação&lt;br /&gt;
Brasileira de Juristas pela Democracia (ABJD-CE), Associação Brasileira de Médicas e Médicos pela Democracia&lt;br /&gt;
(ABMMD-CE) e Setorial de Saúde do PT Fortaleza, realizaram o ‘lançamento’ da Frente pela Vida no Ceará, com&lt;br /&gt;
a chamada: “Convite à população cearense para Defesa do SUS e pela Vacina para todas, todos e todes”. Na ocasião, contamos com a presença de Lúcia Souto, do Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (CEBES), como&lt;br /&gt;
representante da Frente pela Vida, e com a participação de diversos movimentos sociais, grupos religiosos,&lt;br /&gt;
entidades, associações de classe, universidades, parlamentares e/ou representantes de mandatos e&lt;br /&gt;
personalidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A vivência do(s) período(s) descrito(s) acima nos permitiu perceber o quanto temos de potência mobilizadora e&lt;br /&gt;
o que temos a percorrer e a mobilizar. Refletimos que ainda estamos problematizando entre nós, que apesar da&lt;br /&gt;
capilaridade alcançada, nos falta muito, especialmente no âmbito da sociedade em geral, usuárias/os do SUS,&lt;br /&gt;
parlamentares, gestores e juventude cearense. A utopia serve para isso, para que continuemos caminhando&lt;br /&gt;
(Eduardo Galeano).&lt;br /&gt;
“É preciso ter esperança, mas esperança do verbo esperançar; porque tem gente que tem esperança do verbo&lt;br /&gt;
esperar. E esperança do verbo esperar, não é esperança, é espera. Esperançar é SE LEVANTAR; esperançar é IR&lt;br /&gt;
ATRÁS; esperançar é CONSTRUIR; esperançar é NÃO DESISTIR! Esperançar é levar adiante, esperançar é juntar&lt;br /&gt;
se com outros para fazer de outro modo” (Paulo Freire).&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Eu defendo o SUS</name></author>
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		<title>Arquivo:Logo do movimento Eu defendo o SUS .jpg</title>
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		<updated>2024-11-03T18:45:01Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Eu defendo o SUS: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Letras e desenho da logo do movimento cor branca e fundo azul royal&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Eu defendo o SUS</name></author>
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		<id>https://mapamovsaude.net.br/index.php?title=Eu_defendo_o_SUS:_nossa_hist%C3%B3ria&amp;diff=1163</id>
		<title>Eu defendo o SUS: nossa história</title>
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		<updated>2024-11-03T18:22:54Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Eu defendo o SUS: Erro na formatação&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Em 2016, instigado pelo Golpe ocorrido no Governo da Presidenta Dilma Rousseff e incitado pela proposta do Governo Michel Temer de desfinanciamento do SUS (EC 95), se constituiu em Fortaleza / Ceará, o Movimento EU DEFENDO O SUS. A exacerbação de situações e cenários de retirada de direitos, austeridade, discriminação, intolerância e violência já se mostrava em ascendente movimento no país.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mulheres, trabalhadoras e ativistas, de diversas profissões e atuantes na Secretaria Municipal da Saúde de Fortaleza e Educação Permanente em Saúde da Secretaria Estadual da Saúde, movidas pela sensibilidade e indignação, reuniram-se com o objetivo de mobilizar corações e mentes em defesa da Saúde como direito do povo e dever do estado, fortalecendo o direito constitucional garantido na Constituição Federal de 1988.&lt;br /&gt;
O Mote: ‘Defender o SUS’ foi constituído mediante à sensação/situação de ataque ao direito à saúde. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As redes sociais e afetivas aproximaram as pessoas com comum ideário de saúde, movidas pela necessidade de manifestação em defesa da democracia e da saúde como direito, focalizando na defesa radical do SUS a&lt;br /&gt;
efetivação destas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 2016, o #EuDefendooSUS constituiu seu símbolo, na busca por fortalecer a comunicação do argumento e a união dos diversos sujeitos e segmentos constituintes, fazedores e viventes do SUS. A camisa azul do #EuDefendoOSUS, foi o primeiro ato-manifesto. A frase, com as cores do SUS, estampada no peito: “EU DEFENDO O SUS”, representa a força da expressão. Buscavam, vestindo a camisa do SUS, lutar e preservar toda a bravura acumulada de anos de histórias no SUS e do Ceará, que não poderiam ser perdidas. E mais, precisavam ser resgatadas, fortalecidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O uso da camisa foi comunicadora e comunicante do ideário e passou a ser a principal via de comunicação do movimento entre os anos de 2016 e 2019. A busca pela camiseta, comunicou e vinculou, passou a aproximar pessoas, entidades e movimentos sociais. Somaram-se a este pequeno grupo de ativistas um grande número de profissionais da atenção, gestão, controle social, educação e pesquisa do SUS Ceará. Sem estatuto, direção ou&lt;br /&gt;
comando tinha/tem a característica da espontaneidade, estava/está sempre nas manifestações, nas ruas em&lt;br /&gt;
todos os momentos críticos de nossa recente história, somando-se e misturando-se a tantas outras lutas e causas que afligiam/afligem o povo brasileiro e cearense.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De 2016 a 2020 o #Eu Defendo o SUS participou, organizou e protagonizou diversos eventos e movimentos de reafirmação do SUS como única possibilidade de saúde universal no país. E também, como todos os outros&lt;br /&gt;
movimentos e coletivos, vivenciou momentos de arrefecimento e recuo, diante de uma sequência de perdas que ‘paralisou’ grande parte das forças progressistas do país.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos últimos anos foram vários os retrocessos na democracia brasileira. Retrocessos estes que impactam diretamente na saúde do povo brasileiro a curto, médio e longo prazo. A emenda constitucional 95, a paralisação do Plano Viver Sem Limites voltado às pessoas com deficiências, a reforma trabalhista, as mudanças na Política Nacional de Atenção Básica (2017), a eleição de Jair Messias Bolsonaro, a reforma da previdência, o&lt;br /&gt;
financiamento federal da Atenção Básica e o desfinanciamento dos NASF (Previne Brasil), a fragilização da Farmácia Popular, o desfinanciamento dos Centros de Atenção Psicossocial, o aumento do financiamento&lt;br /&gt;
federal para comunidades terapêuticas e manicômios, o fim do Programa Mais Médicos, a expansão das organizações sociais na gestão do SUS, a criação da Agência para o Desenvolvimento da Atenção Primária à&lt;br /&gt;
Saúde (ADAPS, a corrupção, o desrespeito à vida e milhares de mortes por Covid-19 que poderiam ter sido ser evitadas, o boicote às vacinas contra a Covid-19, o aumento do desmatamento e do garimpo na Amazônia são&lt;br /&gt;
alguns destes retrocessos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A pandemia da COVID-19 desafiou e colocou em foco o direito à saúde e os sistemas de saúde no mundo. Não diferente dos demais países, o Brasil vem também vivenciando a popularização destas pautas. Em situação singular no mundo temos o SUS. Não fosse sua atuação, nosso luto seria ainda maior. Ocorre que o SUS&lt;br /&gt;
historicamente é subestimado, subfinanciado e pouco valorizado como uma das maiores conquistas sociais e políticas de nosso povo. Convivemos num cenário de disputa com a saúde suplementar. Estamos imersos na&lt;br /&gt;
cultura biomédica, medicamentosa, com foco do poder sanitário centrado na uniprofissionalidade médica,&lt;br /&gt;
restando à multiprofissionalidade o status paramédico, seja nos campos da atenção, gestão e política sanitária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A atual pandemia da COVID-19 presente no contexto de austeridade, privação de direitos e congelamento de gastos, exigiu mobilização e articulação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante do cenário, em junho de 2020, o Movimento #EuDefendooSUS reativou suas forças, reuniu-se e mais fortes, com a indubitável afirmação do papel do SUS na preservação de nossa ancestralidade viva, no cuidado&lt;br /&gt;
de nós, nós-povo, nós-pares, integrou e contribuiu com a reativação da Frente Cearense em Defesa do SUS e contra a privatização da Saúde (FCD_SUS), também já atuante no estado, mas também em processo necessário&lt;br /&gt;
de latência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, entre 2015 e 2022, foram realizados momentos de formação política, produção de material educativo/informativo (cards, vídeos), reuniões virtuais abertas, atos de rua, manifestos aos gestores estaduais&lt;br /&gt;
e municipais sobre a condução do SUS Ceará e de Fortaleza na pandemia, carta aos candidatos à prefeitura de Fortaleza, manifestos à Assembleia Legislativa, etc. Ações estas que reuniram, capilarizaram e renovaram as&lt;br /&gt;
lutas no Ceará (v. @eudefendosus).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Chegando em 22 dezembro de 2020, ativada pela Frente pela Vida, o Movimento #Eu Defendo o SUS, como integrante da FCD_SUS, em parceria com o Movimento Democracia Participativa (MDP/CE), Associação&lt;br /&gt;
Brasileira de Juristas pela Democracia (ABJD-CE), Associação Brasileira de Médicas e Médicos pela Democracia&lt;br /&gt;
(ABMMD-CE) e Setorial de Saúde do PT Fortaleza, realizaram o ‘lançamento’ da Frente pela Vida no Ceará, com&lt;br /&gt;
a chamada: “Convite à população cearense para Defesa do SUS e pela Vacina para todas, todos e todes”. Na ocasião, contamos com a presença de Lúcia Souto, do Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (CEBES), como&lt;br /&gt;
representante da Frente pela Vida, e com a participação de diversos movimentos sociais, grupos religiosos,&lt;br /&gt;
entidades, associações de classe, universidades, parlamentares e/ou representantes de mandatos e&lt;br /&gt;
personalidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A vivência do(s) período(s) descrito(s) acima nos permitiu perceber o quanto temos de potência mobilizadora e&lt;br /&gt;
o que temos a percorrer e a mobilizar. Refletimos que ainda estamos problematizando entre nós, que apesar da&lt;br /&gt;
capilaridade alcançada, nos falta muito, especialmente no âmbito da sociedade em geral, usuárias/os do SUS,&lt;br /&gt;
parlamentares, gestores e juventude cearense. A utopia serve para isso, para que continuemos caminhando&lt;br /&gt;
(Eduardo Galeano).&lt;br /&gt;
“É preciso ter esperança, mas esperança do verbo esperançar; porque tem gente que tem esperança do verbo&lt;br /&gt;
esperar. E esperança do verbo esperar, não é esperança, é espera. Esperançar é SE LEVANTAR; esperançar é IR&lt;br /&gt;
ATRÁS; esperançar é CONSTRUIR; esperançar é NÃO DESISTIR! Esperançar é levar adiante, esperançar é juntar&lt;br /&gt;
se com outros para fazer de outro modo” (Paulo Freire).&lt;/div&gt;</summary>
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		<updated>2024-11-03T18:15:29Z</updated>

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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Em 2016, instigado pelo Golpe ocorrido no Governo da Presidenta Dilma Rousseff e incitado pela proposta do Governo Michel Temer de desfinanciamento do SUS (EC 95), se constituiu em Fortaleza / Ceará, o Movimento&lt;br /&gt;
#EU DEFENDO O SUS. A exacerbação de situações e cenários de retirada de direitos, austeridade, discriminação,&lt;br /&gt;
intolerância e violência já se mostrava em ascendente movimento no país.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mulheres, trabalhadoras e ativistas, de diversas profissões e atuantes na Secretaria Municipal da Saúde de Fortaleza e Educação Permanente em Saúde da Secretaria Estadual da Saúde, movidas pela sensibilidade e indignação, reuniram-se com o objetivo de mobilizar corações e mentes em defesa da Saúde como direito do povo e dever do estado, fortalecendo o direito constitucional garantido na Constituição Federal de 1988.&lt;br /&gt;
O Mote: ‘Defender o SUS’ foi constituído mediante à sensação/situação de ataque ao direito à saúde. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As redes sociais e afetivas aproximaram as pessoas com comum ideário de saúde, movidas pela necessidade de manifestação em defesa da democracia e da saúde como direito, focalizando na defesa radical do SUS a&lt;br /&gt;
efetivação destas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 2016, o #EuDefendooSUS constituiu seu símbolo, na busca por fortalecer a comunicação do argumento e a união dos diversos sujeitos e segmentos constituintes, fazedores e viventes do SUS. A camisa azul do #EuDefendoOSUS, foi o primeiro ato-manifesto. A frase, com as cores do SUS, estampada no peito: “EU DEFENDO O SUS”, representa a força da expressão. Buscavam, vestindo a camisa do SUS, lutar e preservar toda a bravura acumulada de anos de histórias no SUS e do Ceará, que não poderiam ser perdidas. E mais, precisavam ser resgatadas, fortalecidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O uso da camisa foi comunicadora e comunicante do ideário e passou a ser a principal via de comunicação do movimento entre os anos de 2016 e 2019. A busca pela camiseta, comunicou e vinculou, passou a aproximar pessoas, entidades e movimentos sociais. Somaram-se a este pequeno grupo de ativistas um grande número de profissionais da atenção, gestão, controle social, educação e pesquisa do SUS Ceará. Sem estatuto, direção ou&lt;br /&gt;
comando tinha/tem a característica da espontaneidade, estava/está sempre nas manifestações, nas ruas em&lt;br /&gt;
todos os momentos críticos de nossa recente história, somando-se e misturando-se a tantas outras lutas e causas que afligiam/afligem o povo brasileiro e cearense.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De 2016 a 2020 o #Eu Defendo o SUS participou, organizou e protagonizou diversos eventos e movimentos de reafirmação do SUS como única possibilidade de saúde universal no país. E também, como todos os outros&lt;br /&gt;
movimentos e coletivos, vivenciou momentos de arrefecimento e recuo, diante de uma sequência de perdas que ‘paralisou’ grande parte das forças progressistas do país.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos últimos anos foram vários os retrocessos na democracia brasileira. Retrocessos estes que impactam diretamente na saúde do povo brasileiro a curto, médio e longo prazo. A emenda constitucional 95, a paralisação do Plano Viver Sem Limites voltado às pessoas com deficiências, a reforma trabalhista, as mudanças na Política Nacional de Atenção Básica (2017), a eleição de Jair Messias Bolsonaro, a reforma da previdência, o&lt;br /&gt;
financiamento federal da Atenção Básica e o desfinanciamento dos NASF (Previne Brasil), a fragilização da Farmácia Popular, o desfinanciamento dos Centros de Atenção Psicossocial, o aumento do financiamento&lt;br /&gt;
federal para comunidades terapêuticas e manicômios, o fim do Programa Mais Médicos, a expansão das organizações sociais na gestão do SUS, a criação da Agência para o Desenvolvimento da Atenção Primária à&lt;br /&gt;
Saúde (ADAPS, a corrupção, o desrespeito à vida e milhares de mortes por Covid-19 que poderiam ter sido ser evitadas, o boicote às vacinas contra a Covid-19, o aumento do desmatamento e do garimpo na Amazônia são&lt;br /&gt;
alguns destes retrocessos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A pandemia da COVID-19 desafiou e colocou em foco o direito à saúde e os sistemas de saúde no mundo. Não diferente dos demais países, o Brasil vem também vivenciando a popularização destas pautas. Em situação singular no mundo temos o SUS. Não fosse sua atuação, nosso luto seria ainda maior. Ocorre que o SUS&lt;br /&gt;
historicamente é subestimado, subfinanciado e pouco valorizado como uma das maiores conquistas sociais e políticas de nosso povo. Convivemos num cenário de disputa com a saúde suplementar. Estamos imersos na&lt;br /&gt;
cultura biomédica, medicamentosa, com foco do poder sanitário centrado na uniprofissionalidade médica,&lt;br /&gt;
restando à multiprofissionalidade o status paramédico, seja nos campos da atenção, gestão e política sanitária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A atual pandemia da COVID-19 presente no contexto de austeridade, privação de direitos e congelamento de gastos, exigiu mobilização e articulação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante do cenário, em junho de 2020, o Movimento #EuDefendooSUS reativou suas forças, reuniu-se e mais fortes, com a indubitável afirmação do papel do SUS na preservação de nossa ancestralidade viva, no cuidado&lt;br /&gt;
de nós, nós-povo, nós-pares, integrou e contribuiu com a reativação da Frente Cearense em Defesa do SUS e contra a privatização da Saúde (FCD_SUS), também já atuante no estado, mas também em processo necessário&lt;br /&gt;
de latência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, entre 2015 e 2022, foram realizados momentos de formação política, produção de material educativo/informativo (cards, vídeos), reuniões virtuais abertas, atos de rua, manifestos aos gestores estaduais&lt;br /&gt;
e municipais sobre a condução do SUS Ceará e de Fortaleza na pandemia, carta aos candidatos à prefeitura de Fortaleza, manifestos à Assembleia Legislativa, etc. Ações estas que reuniram, capilarizaram e renovaram as&lt;br /&gt;
lutas no Ceará (v. @eudefendosus).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Chegando em 22 dezembro de 2020, ativada pela Frente pela Vida, o Movimento #Eu Defendo o SUS, como integrante da FCD_SUS, em parceria com o Movimento Democracia Participativa (MDP/CE), Associação&lt;br /&gt;
Brasileira de Juristas pela Democracia (ABJD-CE), Associação Brasileira de Médicas e Médicos pela Democracia&lt;br /&gt;
(ABMMD-CE) e Setorial de Saúde do PT Fortaleza, realizaram o ‘lançamento’ da Frente pela Vida no Ceará, com&lt;br /&gt;
a chamada: “Convite à população cearense para Defesa do SUS e pela Vacina para todas, todos e todes”. Na ocasião, contamos com a presença de Lúcia Souto, do Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (CEBES), como&lt;br /&gt;
representante da Frente pela Vida, e com a participação de diversos movimentos sociais, grupos religiosos,&lt;br /&gt;
entidades, associações de classe, universidades, parlamentares e/ou representantes de mandatos e&lt;br /&gt;
personalidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A vivência do(s) período(s) descrito(s) acima nos permitiu perceber o quanto temos de potência mobilizadora e&lt;br /&gt;
o que temos a percorrer e a mobilizar. Refletimos que ainda estamos problematizando entre nós, que apesar da&lt;br /&gt;
capilaridade alcançada, nos falta muito, especialmente no âmbito da sociedade em geral, usuárias/os do SUS,&lt;br /&gt;
parlamentares, gestores e juventude cearense. A utopia serve para isso, para que continuemos caminhando&lt;br /&gt;
(Eduardo Galeano).&lt;br /&gt;
“É preciso ter esperança, mas esperança do verbo esperançar; porque tem gente que tem esperança do verbo&lt;br /&gt;
esperar. E esperança do verbo esperar, não é esperança, é espera. Esperançar é SE LEVANTAR; esperançar é IR&lt;br /&gt;
ATRÁS; esperançar é CONSTRUIR; esperançar é NÃO DESISTIR! Esperançar é levar adiante, esperançar é juntar&lt;br /&gt;
se com outros para fazer de outro modo” (Paulo Freire).&lt;/div&gt;</summary>
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		<title>Usuário:Eu defendo o SUS</title>
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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Somos  profissionais da atenção, gestão, controle social, educação e pesquisa do SUS Ceará com o objetivo de mobilizar corações e mentes em defesa da Saúde como direito do povo e dever do estado, fortalecendo o direito constitucional garantido na Constituição Federal de 1988.&lt;/div&gt;</summary>
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